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	<title>Lara Mendonça - Portal ESG em dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
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	<title>Lara Mendonça - Portal ESG em dia</title>
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	<item>
		<title>Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: história, importância e conexão com a LBI</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/dia-internacional-das-pessoas-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 18:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-15.46.03-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa com Deficiencia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p> Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: história, importância e conexão com a LBI.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/dia-internacional-das-pessoas-com-deficiencia/">Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: história, importância e conexão com a LBI</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-15.46.03-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa com Deficiencia" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, comemorado anualmente no dia 03 de dezembro, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 com o objetivo de promover a inclusão, garantir direitos e ampliar a conscientização global sobre os desafios que ainda cercam a vida das <strong>pessoas com deficiência</strong>.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>A promoção da inclusão das pessoas com deficiência tem ligação direta <strong>responsabilidade social</strong>, ESG e conformidade legal.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Dessa forma, o dia 03 de dezembro representa uma oportunidade de refletir sobre práticas internas, políticas corporativas e o papel fundamental das organizações na construção de uma sociedade mais igualitária que promove justiça social.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste artigo, explicaremos o contexto histórico da data, seus objetivos e como ela se relaciona com a Lei Brasileira de Inclusão da <strong>Pessoa com Deficiência</strong> (Lei 13.146/15), também conhecida como o Estatuto da Pessoa com Deficiência um marco regulatório que impacta diretamente o mundo empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-216e8a09485c71c0d41df8d1e9e5032d" id="h-historico-do-dia-internacional-das-pessoas-com-eficiencia" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Histórico do Dia Internacional das Pessoas com eficiência</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O <strong>Dia Internacional das Pessoas com Deficiência</strong> foi criado pela Assembleia Geral da ONU, através da Resolução 47/3, em 1992.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O objetivo central da data é:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Promover os direitos e o bem-estar das pessoas com deficiência em todas as esferas da sociedade;</li>



<li>Sensibilizar governos, empresas e cidadãos sobre a importância da inclusão;</li>



<li>Estimular ações práticas que reduzam barreiras físicas, comunicacionais, sociais e comportamentais.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O trabalho da ONU, por décadas nesta área, culminou na <strong>Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD)</strong>, em 13 de dezembro de 2006, com 82 signatários da Convenção, 44 ​​signatários do Protocolo Facultativo e 1 ratificação da Convenção, promovendo ainda mais direitos para estas pessoas.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A CDPD trouxe um novo olhar para estas pessoas, transformando-as em “sujeitos” de direitos, capazes de reivindicá-los e portadores de voz ativa na sociedade.&nbsp; Essa mudança de paradigma impactou as ações do governo brasileiro, que trouxe para o cenário legislativo o <strong>Estatuto da Pessoa com Deficiência</strong>, incorporando os princípios estabelecidos na Convenção.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Importante acrescentar que de acordo com o censo do IBGE o Brasil tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o que representa 7,3% da população com dois anos ou mais. As informações são parte de dados preliminares da amostra do Censo Demográfico de 2022, divulgados no dia 23/05/2025.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Através destes dados podemos também entender o quão importante se faz a efetivação de <strong>políticas públicas</strong>, de ações da sociedade e bem como de ações dentro das organizações privadas par promover a <strong>inclusão e bem-estar</strong> das pessoas com deficiência, que representam uma parcela considerável da sociedade.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, essa data representa mais do que uma comemoração, o dia 03 de dezembro é um chamado à ação de toda a sociedade, que pode influir e garantir o acesso das pessoas com deficiência aos seus direitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-800e8b683ebf12e60e83007e6f9ba376" id="h-lei-13-146-15-lei-brasileira-de-inclusao-da-pessoa-com-deficiencia" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Lei 13.146/15: Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Promulgada em 2015, a <strong>Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) </strong>— também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência — representa um grande avanço para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência no Brasil, pois visa assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua <strong>inclusão social </strong>e cidadania.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma disciplina os <strong>direitos</strong> do deficiente à vida, à igualdade, à não discriminação, à habilitação e à reabilitação, à saúde, à educação, à moradia, ao trabalho, à assistência social, à previdência social, à cultura, ao esporte, ao turismo, ao lazer, ao transporte e à mobilidade, à informação e à comunicação, à tecnologia assistiva e à participação na vida pública e política.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Em termos simples, a LBI:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Define pessoa com deficiência como aquela que tem <strong>impedimentos de longo prazo</strong> de natureza física, mental, intelectual ou sensorial;</li>



<li>Estabelece que a deficiência não está só na condição da pessoa, mas nas <strong>barreiras</strong> que ela encontra na sociedade;</li>



<li>Garante <strong>direitos fundamentais</strong>, como educação inclusiva, trabalho, acessibilidade, saúde, mobilidade urbana, cultura, comunicação e participação social;</li>



<li>Determina <strong>obrigações para empresas e órgãos públicos</strong>, como acessibilidade arquitetônica, digital e atitudinal;</li>



<li>Reforça a <strong>inclusão</strong> no mercado de trabalho e <strong>combate à discriminação</strong>.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">É uma lei propositadamente abrangente, para poder impactar a vida das pessoas com deficiência de forma direta, gerando repercussões diretas nas práticas das organizações.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-130797f5cf6c5167a33266c3eac8ea72" id="h-impacto-da-lbi-nas-organizacoes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Impacto da LBI nas organizações</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A inclusão de pessoas com deficiência é um tema diretamente ligado ao pilar <strong>Social</strong> do ESG. Esse pilar trata <strong>a responsabilidade social</strong> das empresas, <em>intra e extra</em> muros frente à sociedade e seus trabalhadores.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, estar em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), é estar em conformidade com o pilar Social do ESG.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Também conhecida como <strong>Estatuto da Pessoa com Deficiência</strong>, a norma abrange aspectos que geram impactos diretos para as organizações, como:</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>&#8211; Acessibilidade: </strong>deve ser assegurado a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, a acessibilidade deve abranger as infraestruturas físicas (ex.: rampas, banheiros acessíveis, sinalização), a comunicação (ex.: informações acessíveis, libras, braile, audiodescrição) e sites e sistemas internos.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>&#8211; Inclusão no trabalho: </strong>a LBI possui um capítulo específico para esse tema, estabelecendo que constitui modo de inclusão da pessoa com deficiência no trabalho a colocação competitiva, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, nos termos da legislação trabalhista e previdenciária, na qual devem ser atendidas as regras de acessibilidade, o fornecimento de recursos de tecnologia assistiva e a adaptação razoável no ambiente de trabalho, reforçando práticas como:</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">• processos seletivos inclusivos;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">• adaptações razoáveis no ambiente laboral;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">• políticas de combate ao capacitismo;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">• capacitação de colaboradores para uma cultura inclusiva.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>&#8211; Atendimento ao público: </strong>a norma estabelece que<strong> </strong>a pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário, devendo, em resumo, garantir atendimento inclusivo, canais acessíveis e oferta de produtos e serviços sem discriminação.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, é possível verificar que a <strong>inclusão</strong> das pessoas com deficiência vai muito além da contratação, ela exige das organizações a revisão de suas <strong>políticas internas</strong> com foco na acessibilidade, <strong>campanhas</strong> de conscientização, ajustes nas estruturas físicas e ambientes virtuais, <strong>treinamentos</strong> para as lideranças e suas equipes, <strong>escuta ativa</strong> das necessidades dos colaboradores com deficiência, bem como a promoção da <strong>diversidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d0cf60aa49fbd671f08ca249108c3f6b" id="h-conclusao" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Conclusão</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Compreender a importância do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, bem como sua conexão com a Lei 13.146/15 (LBI), é de fundamental importância para as organizações que desejam alcançar certificações ligadas à <strong>responsabilidade social</strong>. Mais que isso, é estar em conformidade legal e promover o respeito e o bem-estar social.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Isso porque a inclusão das pessoas com deficiência não pode ser tratada como apenas o cumprimento de <strong>obrigações legais</strong>, mas sim como valor humano, social e estratégico.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Ius pode te ajudar nesta trajetória de estar em <strong>conformidade legal</strong> e atuar de forma estratégica, já que aqui você encontra a segurança aliada à experiência. Nossas soluções são centradas em você e é assim que te guiamos e transformamos processos em oportunidades claras de sucesso.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-108920a8f3bb43856d4eb476cdd73720" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode ajudar a sua empresa?</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A <strong>Ius</strong> pode apoiar sua organização de maneira completa na jornada de conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e na construção de práticas verdadeiramente inclusivas. Nossas soluções especializadas permitem identificar, acompanhar e comprovar todas as obrigações legais relacionadas à acessibilidade, inclusão no trabalho, atendimento ao público e eliminação de barreiras físicas e comunicacionais. Além disso, oferecemos ferramentas que integram requisitos legais ao ESG, permitindo que a empresa transforme normas em ações práticas, monitoráveis e alinhadas à responsabilidade social. Com a expertise jurídica e tecnológica da Ius, sua organização ganha clareza sobre o que precisa cumprir, segurança na gestão de evidências e confiança para evoluir rumo a uma cultura corporativa mais justa, acessível e comprometida com os direitos das pessoas com deficiência.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>O novo licenciamento ambiental &#124; Entenda detalhes da Lei Federal 15.190/25</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/novo-licenciamento-ambiental-lei-federal-15190/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 19:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22493</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/08/freepik__upload__58742-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="novo licenciamento ambiental - imagem de um notebook por cima de um campo verde, promovendo a ideia de natureza e tecnologia." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A Lei 15.190/2025 estabelece novas regras para o licenciamento ambiental, fortalecendo a Política Nacional do Meio Ambiente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/08/freepik__upload__58742-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="novo licenciamento ambiental - imagem de um notebook por cima de um campo verde, promovendo a ideia de natureza e tecnologia." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei Federal 15.190/2025, inaugura um marco legal ambiental ao estabelecer um arcabouço normativo referente ao n<strong>ovo licenciamento ambiental</strong>, conforme previsto no art. 10 da Lei 6.938/81, que estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente. </p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Ela unifica procedimentos e diretrizes para empreendimentos utilizadores de recursos ambientais, ou potencialmente poluidores ou capazes, sob qualquer forma, de causar degradação do meio ambiente.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">As aplicações ao licenciamento ambiental realiza-se pelos órgãos e entidades da: União, Estados, Distrito Federal e Municípios integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Mas o que isso significa, na prática, para as empresas? Como isso se relaciona com temas como sustentabilidade e sistemas de gestão?</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste artigo, explicamos de forma simples o conteúdo da norma; seus principais objetivos; e o que muda no licenciamento ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0b1e029740ccc87314425b0327b2a69b" id="h-principais-objetivos-para-compreender-o-marco-legal" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Principais objetivos para compreender o marco legal</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O novo marco legal define licenciamento ambiental como o processo administrativo destinado a licenciar atividade ou empreendimento utilizador de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidor ou capaz, sob qualquer forma, de causar degradação do meio ambiente; e lista instrumentos e modalidades de licenciamento ambiental.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, ela obriga ao licenciamento ambiental prévio à construção, instalação, ampliação e operação de atividade ou de empreendimento utilizador de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidor ou capaz, sob qualquer forma, de causar degradação do meio ambiente, perante a autoridade licenciadora integrante do Sisnama, sem prejuízo das demais licenças, outorgas e autorizações cabíveis.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma exige também a responsabilidade técnica por profissional habilitado, registrado no conselho correspondente.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, podemos listar como principais objetivos do novo licenciamento ambiental:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Tornar o licenciamento ambiental mais <strong>eficiente, transparente e célere, </strong>promovendo o <strong>desenvolvimento sustentável </strong>do negócio e da sociedade.&nbsp;</li>



<li>Promover <strong>participação pública</strong>, por meio de audiências, consultas e reuniões, incluindo modalidades digitais.</li>



<li>Fortalecer a <strong>interação </strong>entre diferentes instâncias federativas (União, Estados, Municípios), integrando-as à gestão ambiental via Sisnama.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Ademais, a Lei exige condições essenciais como prevenção de danos, análise de impactos e, quando couber, dos riscos ambientais, com foco na transparência dos estudos e documentos durante todo o processo de licenciamento ambiental. Leia aqui sobre <a href="https://blog.iusnatura.com.br/a-importancia-da-defesa-do-licenciamento-ambiental-no-meio-ambiente/">a importância da defesa do Licenciamento Ambiental </a>para as empresas e para a sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bf537c447a1ab43ca0ea995f225a3f84" id="h-modalidades-de-licenca-no-novo-licenciamento-ambiental" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Modalidades de licença no novo licenciamento ambiental</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Agora, o licenciamento ambiental pode resultar em sete tipos de licenças, cada uma adaptada às características do empreendimento, sendo elas:</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c24cdc563bb34a7443a8a35ccb28f2cc" id="h-lp-licenca-previa" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>LP: Licença Prévia: </strong></h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que atesta, na fase de <strong>planejamento</strong>, a viabilidade ambiental de atividade ou de empreendimento quanto à sua concepção e localização, e estabelece requisitos e condicionantes ambientais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b4b760474df8a47802bac94e67be651" id="h-li-licenca-de-instalacao" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">LI: Licença de Instalação</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que <strong>permite a instalação</strong> de atividade ou de empreendimento, aprova os planos, os programas e os projetos de prevenção, de mitigação ou de compensação dos impactos ambientais negativos e estabelece condicionantes ambientais.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Nesta fase, nos casos sujeitos à elaboração de EIA, o empreendedor deve apresentar à autoridade licenciadora o <strong>Plano Básico Ambiental (PBA)</strong>, estudo que compreende o detalhamento dos programas, dos projetos e das ações de prevenção, mitigação, controle, monitoramento e compensação dos impactos ambientais negativos decorrentes da instalação e operação da atividade ou do empreendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-766581082e8c41b87687966c21834532" id="h-lo-licenca-de-operacao" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">LO: Licença de Operação</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que <strong>permite a operação</strong> de atividade ou de empreendimento, aprova as ações de controle e monitoramento ambiental e estabelece condicionantes ambientais para a operação e, quando necessário, para a sua desativação.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-32d11670e2b6c2ffc19d4327dc285cf2" id="h-o-novo-licenciamento-ambiental-e-os-novos-tipos-de-licencas-lau-licenca-ambiental-unica" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">O novo licenciamento ambiental e os novos tipos de licenças<br><br>LAU: Licença Ambiental Única</h4>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que, em uma<strong> única etapa</strong>, atesta a viabilidade da instalação, da ampliação e da operação de atividade ou de empreendimento, aprova as ações de controle e monitoramento ambiental e estabelece condicionantes ambientais para a sua instalação e operação e, quando necessário, para a sua desativação.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O licenciamento ambiental <strong>simplificado </strong>pela modalidade em fase única consiste na avaliação da viabilidade ambiental e na autorização da instalação e da operação da atividade ou do empreendimento em uma única etapa, com a emissão da LAU.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste caso, a autoridade licenciadora deve definir o escopo do estudo ambiental que subsidia o licenciamento ambiental pelo procedimento em fase única.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5502b1a477c12bd9c8fea5a463a37e32" id="h-lac-licenca-por-adesao-e-compromisso" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">LAC: Licença por Adesão e Compromisso</h4>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que <strong>atesta a viabilidade da instalação</strong>, da ampliação e da operação de atividade ou de empreendimento que observe as condições previstas nesta Lei, mediante <strong>declaração de adesão e compromisso do empreendedor</strong> com os requisitos preestabelecidos pela autoridade licenciadora.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Esse tipo de licenciamento é uma inovação, pois é <strong>autodeclaratória </strong>e traz um mecanismo de simplificação para <strong>atividades de menor risco</strong>, com termos e condicionantes fixos, definidos pela autoridade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c48facbe4ce762e0a56a6fbf06ad528f" id="h-loc-licenca-de-operacao-corretiva" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">LOC: Licença de Operação Corretiva</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Licença que, observadas as condições legal, <strong>regulariza </strong>atividade ou empreendimento que esteja operando sem licença ambiental, através da fixação de condicionantes que viabilizam sua continuidade em conformidade com as normas ambientais.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Esse tipo de licença, conforme regulamento específico a ser promulgado,<strong> </strong>cria um procedimento para trazer <strong>atividades irregulares </strong>à conformidade, mediante condicionantes, programas de recuperação e, possivelmente, multas e termos de ajustamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-eacc36b6723b39226c60dbf851f40969" id="h-lae-licenca-ambiental-especial" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">LAE: Licença Ambiental Especial</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Ato administrativo expedido pela autoridade licenciadora que estabelece condicionantes a ser observadas e cumpridas pelo empreendedor para localização, instalação e operação de atividade ou de empreendimento <strong>estratégico</strong>, ainda que utilizador de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente causador de significativa degradação do meio ambiente.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste tipo de licença, as atividades ou empreendimentos são estratégicos e mesmo não sendo necessariamente altamente poluidores, exigem <strong>condicionantes específicas</strong> por sua importância ou sensibilidade.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Cada tipo de licenciamento ambiental requer documentos específicos, como por exemplo:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>A LP e a LAE requerem EIA ou outros estudos ambientais;</li>



<li>A LI deve possuir <strong>Plano Básico Ambiental</strong> (PBA), acompanhado dos elementos de projeto de engenharia e de relatório de cumprimento das condicionantes ambientais, conforme cronograma físico;</li>



<li>A LAC exige o <strong>Relatório de Caracterização do Empreendimento</strong> (RCE);</li>



<li>A LAU requer o <strong>Relatório de Controle Ambiental</strong> (RCA), o <strong>Plano de Controle Ambiental</strong> (PCA) e elementos técnicos da atividade ou do empreendimento.</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-950d2cf859260f9219552e24c2cb233a" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Licença ambiental e sistemas de gestão pela perspectiva do novo licenciamento ambiental</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Sistema de gestão</strong> é um conjunto organizado de <strong>processos, procedimentos e práticas</strong> que uma organização utiliza para <strong>planejar, executar, monitorar e melhorar</strong> suas atividades.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A implementação de um sistema de gestão garante às organizações a <strong>conformidade </strong>com a legislação, bem como o fortalecimento da governança e a reputação corporativa.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Nesse sentido, fazer o mapeamento de <strong>requisitos legais</strong>, identificando as <strong>obrigações legais aplicáveis,</strong> não apenas garante a conformidade, mas evita <strong>multas </strong>e <strong>penalidades</strong>.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Implementar um sistema de gestão que atenda aos requisitos do novo licenciamento ambiental, posiciona sua empresa como <strong>responsavel ambientalmente</strong> e mais competitiva no mercado. ​</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O <strong>CAL®</strong>, software de gestão integrada da Ius, possui um robusto banco de normas e legislações relacionadas ao <strong>meio ambiente</strong>. Ele pode ser seu aliado na implementação e no gerenciamento de suas licenças ambientais.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, o nosso <strong>Programa Guardião Legal </strong>pode te ajudar das seguintes formas:&nbsp;<br></p>



<ul class="wp-block-list">
<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Diagnóstico com a<strong> identificação de riscos</strong>, mapeando os principais fatores de vulnerabilidade jurídica e ambiental de sua empresa;&nbsp;</li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Análise de <strong>aderência à legislação</strong> e identificação de não conformidades regulatórias;&nbsp;</li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Indicação de r<strong>ecomendações práticas</strong> e personalizadas para garantir a segurança jurídica e ambiental; e</li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Atuação preventiva</strong>, demonstrando como a atuação contínua do Programa pode evitar passivos futuros.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Atuar de forma estratégica e técnica é ideal para a mitigação de riscos legais. Além disso, garante a conformidade e o desenvolvimento de valor de mercado para a organização.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e26141306185578b6af3a34264736149" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Lei 15.190/2025 como a Ius te ajuda a cumprir essas e demais normas ambientais</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A <strong>Lei 15.190/2025</strong> representa uma evolução no l<strong>icenciamento ambiental </strong>brasileiro: mais claro, participativo e alinhado ao <strong>desenvolvimento sustentável</strong>.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma representa tanto um desafio quanto uma <strong>oportunidade</strong>: de se adequar às exigências legais, mas também de se destacar no mercado pela responsabilidade ambiental<strong>.</strong></p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Sendo assim, para empresas que buscam <strong>certificações </strong>e eficiência em <strong>sistemas de gestão</strong>, ela é uma oportunidade estratégica. Contar com uma consultoria especializada faz toda a diferença.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p><br><br><br></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-licenciamento-ambiental-lei-federal-15190/">O novo licenciamento ambiental | Entenda detalhes da Lei Federal 15.190/25</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/baixa-emissao-de-carbono-marco-legal-de-hidrogenio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=21839</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/05/freepik__upload__73714-1-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Auditoria CONAMA 306" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda sobre o marco legal de hidrogêncio e a baixa emissão de carbono conforme dispõe o texto legal da lei 14.948/24.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/baixa-emissao-de-carbono-marco-legal-de-hidrogenio/">Marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/05/freepik__upload__73714-1-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Auditoria CONAMA 306" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei Federal 14.948, de 02 de agosto de 2024, institui a <strong>Política Nacional do Hidrogênio </strong>de Baixa Emissão de Carbono e estabelece o marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono no Brasil, visando promover a produção e o uso desse combustível como fonte energética sustentável.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma institui também o Sistema Brasileiro de Certificação do Hidrogênio (SBCH2), disciplina incentivos para a indústria do hidrogênio de baixa emissão de carbono e o dispõe sobre o Regime Especial de Incentivos para a Produção de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro).</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, a normativa visa promover a produção e utilização de hidrogênio como fonte energética sustentável, alinhando-se às práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança).</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Mas o que exatamente essa nova legislação determina? O que pode ser considerado hidrogênio de baixa emissão de carbono? Como ela se relaciona ao ESG? Vamos explicar tudo de forma simples e direta.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e07c399712fed3ade4a8dc4174b7f437" id="h-entenda-o-hidrogenio-de-baixa-emissao-de-carbono" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Entenda o Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei Federal 14.948/24, estabelece critérios para classificar o hidrogênio de baixa emissão de carbono, considerando como tal o hidrogênio combustível ou insumo industrial coletado ou obtido a partir de fontes diversas de processo de produção e que possua emissão de gases de efeito estufa, conforme análise do ciclo de vida, com valor inicial menor ou igual a 7 kgCO2eq/kgH2 (sete quilogramas de dióxido de carbono equivalente por quilograma de hidrogênio produzido).</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d7277a8700983a91ac6ea9056a6f6f2c" id="h-hidrogenio-renovavel-x-hidrogenio-verde" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Hidrogênio renovável x Hidrogênio verde</h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma estabelece também critérios para conceituar o hidrogênio renovável e o hidrogênio verde, sendo eles:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Hidrogênio Renovável: hidrogênio de baixa emissão de carbono, combustível ou insumo industrial coletado como hidrogênio natural ou obtido a partir de fontes renováveis, incluindo o hidrogênio produzido a partir de biomassa, etanol e outros biocombustíveis, bem como hidrogênio eletrolítico, produzido por eletrólise da água, usando energias renováveis, tais como solar, eólica, hidráulica, biomassa, etanol, biogás, biometano, gases de aterro, geotérmica e outras a serem definidas pelo poder público.<br></li>



<li>Hidrogênio verde: hidrogênio produzido por eletrólise da água, utilizando fontes de energia renováveis, tais como as previstas no item anterior, sem prejuízo de outras que venham a ser reconhecidas como renováveis.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dbf676018de468e2b88d81be16d790b3" id="h-principais-objetivos-da-lei-nº-14-948-24" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Principais Objetivos da Lei nº 14.948/24</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Incentivos Fiscais e Financeiros: cria mecanismos de incentivo, como a suspensão de tributos (PIS/Pasep e Cofins) sobre a compra de máquinas, equipamentos e materiais de construção destinados à produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono, com base nos arts. 3º, 4º e 5º da Lei Federal 11.488/07, por meio do Regime Especial de Incentivos para a Produção de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro), que terá vigência de 5 anos, a partir de 1º de janeiro de 2025.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Regulamentação e Padrões Técnicos: delega à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a responsabilidade de regular, autorizar e fiscalizar o exercício da atividade de exploração e de produção de hidrogênio natural no território nacional, garantindo a segurança e eficiência em todas as etapas, desde a produção até a comercialização.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Fomento à Pesquisa e Inovação: incentiva a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias para a produção e uso do hidrogênio, promovendo a colaboração entre universidades, institutos de pesquisa e empresas para aprimorar técnicas de produção e aumentar a competitividade do hidrogênio brasileiro no mercado global.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Certificação Voluntária: institui o Sistema Brasileiro de Certificação do Hidrogênio (SBCH₂), que permite aos produtores obterem um certificado atestando a intensidade de emissões de gases de efeito estufa na produção do hidrogênio.</li>
</ul>



<p></p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Ressaltamos que a normativa estabelece que as atividades de produção de <strong>hidrogênio</strong>, seus derivados e carreadores, serão exercidas por empresas ou consórcios de empresas constituídas sob as leis brasileiras, com sede e administração no País, que tenham obtido <strong>autorização</strong> da <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),</strong> respeitadas as atribuições das demais agências reguladoras conforme as fontes utilizadas no processo de produção.<br><br>Sobre o <strong>Sistema Brasileiro de Certificação do Hidrogênio (SBCH₂)</strong>, a Lei 14.948/24 estabelece que a certificação visa a utilização do hidrogênio de forma sustentável a partir das informações contidas em certificado emitido por <strong>empresa certificadora</strong> ao produto hidrogênio e derivados, para informar a intensidade de emissões relativas à cadeia do produto hidrogênio.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ea56e56b532045b9d43a29883242182c" id="h-a-lei-nº-14-948-24-a-baixa-emissao-de-carbono-e-o-esg" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">A Lei nº 14.948/24, a baixa emissão de carbono e o ESG</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para as organizações que buscam alinhar-se às práticas de ESG, a Lei 14.948/24 oferece oportunidades significativas dentro dos seguintes pilares:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Ambiental (E): a adoção do hidrogênio de baixa emissão de carbono contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se às metas globais de descarbonização, promovendo práticas sustentáveis nos processos organizacionais e mitigando os impactos das atividades ao meio ambiente.<br></li>



<li>Social (S): o desenvolvimento da cadeia produtiva do hidrogênio de baixa emissão de carbono pode gerar empregos, promover a capacitação profissional e estimular o desenvolvimento econômico em diversas regiões do país. O envolvimento das organizações em práticas que impactam positivamente a sociedade, para além das atividades “intra muros”, geram valor de mercado e se enquadram no pilar social do ESG.<br></li>



<li>Governança (G): a implementação de sistemas de gestão que atendam aos critérios estabelecidos pela Lei demonstra o compromisso da empresa com a conformidade legal e as melhores práticas de governança corporativa, gerando sustentabilidade no negócio e liderança nas tendências internacionais de mercado.</li>
</ul>



<p></p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a Lei 14.948/24 estabelece que os empreendimentos e as atividades deverão adotar medidas para gestão de riscos de acidentes ou desastres. Sendo instrumentos para gestão de riscos de acidentes ou desastres dos empreendimentos e das atividades: o Estudo de Análise de Risco (EAR), o Plano de Gerenciamento de Risco (PGR), e o Plano de Ação de Emergência (PAE).<br><br>Neste ponto, podemos entender a preocupação do legislador em correlacionar a normativa com as práticas ESG, pois as organizações que se disponibilizarem à produção do hidrogênio de baixa emissão de carbono, deverão também se preocupar com os impactos gerados, tanto internamente nas atividades, quanto externamente, na sociedade.</p>



<p>Aproveite para ler o nosso artigo sobre a Resolução CONABIO 09/24, que menciona a temática de metas da biodiversidade para 2025.</p>



<p class="has-border-color has-background" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">Leia também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-conabio-09-24/">Resolução CONABIO 09/24: Metas Nacionais de Biodiversidade e sua Relevância para ESG</a></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-68bb5985151f74a011369f9fe7276297" id="h-como-implementar-um-sistema-de-gestao-alinhado-a-lei-14-948-24" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como Implementar um Sistema de Gestão Alinhado à Lei 14.948/24</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para empresas interessadas em se beneficiar das oportunidades trazidas pela Lei e fortalecer suas práticas de ESG, recomendamos os seguintes passos:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Avaliar o Potencial de Uso do Hidrogênio: identificar como o hidrogênio de baixa emissão de carbono pode ser integrado às operações da empresa, seja como fonte de energia, matéria-prima ou em processos industriais.</li>



<li>Desenvolver Competências Internas: investir na capacitação das equipes para compreender as tecnologias relacionadas ao hidrogênio e suas aplicações práticas.</li>



<li>Estabelecer Parcerias Estratégicas: colaborar com instituições de pesquisa, fornecedores e outras empresas do setor para compartilhar conhecimentos e recursos, acelerando a adoção do hidrogênio de baixa emissão de carbono.</li>



<li>Implementar Sistemas de Gestão Integrados: adotar sistemas de gestão que integrem os aspectos ambientais, sociais e de governança, garantindo a conformidade com a legislação vigente e a melhoria contínua dos processos.</li>
</ul>



<p></p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, a Lei 14.948/24 estabelece diretrizes para a produção sustentável de hidrogênio e também se integra às estratégias de ESG, oferecendo às empresas um caminho para alinhar suas operações aos princípios de sustentabilidade e responsabilidade social, que são uma tendência mundial de mercado.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para as organizações que desejam se adequar às práticas ESG, bem como implementar a produção ou consumo de hidrogênio de baixa emissão de carbono é essencial manter-se conectado às publicações das legislações aplicáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-35e56811b0d74d3afbc645091c937722" id="h-como-o-cal-ajuda-organizacoes-a-se-manter-alinhado-as-praticas-ambientais" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Como o CAL ajuda organizações a se manter alinhado as práticas ambientais </h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para isso, o CAL®, software de Gestão de Requisitos Legais da Ius, torna-se ferramenta essencial, na medida em que atualiza diariamente as normas e legislações relacionadas ao meio ambiente, responsabilidade social, saúde e segurança ocupacional, dentre outros escopos.<br><br>Além disso, possuímos um corpo de consultores e especialistas que te ajudam na adoção do hidrogênio de baixa emissão de carbono, em suas atividades organizacionais, bem como orientam e ajudam implementar a sua produção e certificação, representando uma oportunidade estratégica para quem busca inovar e liderar na transição para uma economia mais sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/baixa-emissao-de-carbono-marco-legal-de-hidrogenio/">Marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Decreto 12.435/25 e Lei 14.902/24: Programa Mover &#8211; Inovação, incentivos e ESG</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/programa-mover-inovacao-incentivos-e-esg-decreto12435/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=21724</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/05/freepik__upload__19716-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Programa Mover" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Instituído pelo Decreto 12.435/25 e pela Lei 14.902/24, o Programa Mover, promove inovação e sustentabilidade na indústria automotiva, com incentivos fiscais ligados a práticas de ESG. Confira detalhes neste artigo.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/programa-mover-inovacao-incentivos-e-esg-decreto12435/">Decreto 12.435/25 e Lei 14.902/24: Programa Mover &#8211; Inovação, incentivos e ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/05/freepik__upload__19716-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Programa Mover" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O Decreto Federal 12.435, de 15 de abril de 2025, regulamenta a Lei Federal 14.902/24, que institui o <strong>Programa Mobilidade Verde e Inovação (Programa Mover)</strong>, uma iniciativa do governo brasileiro para promover a descarbonização e a inovação na indústria automotiva nacional.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Este programa substitui o antigo <strong>Rota 2030</strong> e introduz diretrizes mais rigorosas e incentivos financeiros para empresas comprometidas com <strong>práticas sustentáveis</strong>.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a norma estabelece que partir de 1º de janeiro de 2027, a comercialização de veículos novos produzidos no País e a importação de veículos novos, adicionalmente ao disposto nos incisos I e II do&nbsp;caput do art. 1º, do Decreto 12.435/25, ficará condicionada ao <strong>compromisso </strong>de o fabricante ou o importador atender aos requisitos obrigatórios relacionados <strong>à pegada de carbono do produto,</strong> no ciclo do berço ao túmulo, na forma de ato do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7490ad618129fafdbbbd3001835fc8fb" id="h-como-funciona-a-implementacao-do-programa-mover" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como funciona a implementação do Programa Mover?</h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para a aplicação do Programa Mover, o Legislador se preocupou em conceituar <strong>eficiência energética</strong> para veículos leves (de passageiros e comercial, categoria 1 e 2), com tração nas quatro rodas (tração 4X4), utilitário esportivo compacto, veículo utilitário esportivo grande,&nbsp;veículo de alta performance e veículo pesado; bem como em <strong>estabelecer as metas</strong> para veículos leves e pesados.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e2bff4e3372b585098d8f1166948058" id="h-principais-aspectos-do-programa-mover-nbsp" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Principais Aspectos do Programa Mover:&nbsp;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-objetivo"><strong>Objetivo </strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O Programa Mover visa reduzir as emissões de carbono, incentivando o desenvolvimento tecnológico e a competitividade global da indústria automotiva brasileira. Para isso, estabelece as seguintes diretrizes:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Incremento da <strong>eficiência energética</strong>, do desempenho estrutural e da disponibilidade de tecnologias assistivas à direção dos veículos comercializados no País;</li>



<li>Aumento dos <strong>investimentos</strong> em pesquisa, desenvolvimento e inovação no País;</li>



<li>Estímulo à produção de novas tecnologias e inovações, de acordo com as tendências tecnológicas globais; </li>



<li>Incremento da produtividade das indústrias para a <strong>mobilidade e logística</strong>; </li>



<li>Promoção do uso de <strong>biocombustíveis</strong>, de outros combustíveis de <strong>baixo teor de carbono</strong> e de formas alternativas de propulsão e valorização da <strong>matriz energética brasileira</strong>; </li>



<li>Garantia da <strong>capacitação técnica e da qualificação profissional</strong> no setor de mobilidade e logística;</li>



<li>Garantia da expansão ou da manutenção do <strong>emprego</strong> no setor de mobilidade e logística;</li>



<li>Expansão da participação da indústria automotiva instalada no País nas cadeias globais de valor; e</li>



<li>Promoção do uso de sistemas produtivos mais eficientes, com vistas ao alcance da <strong>neutralidade de emissões de carbono</strong>.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Ademais, o Programa Mover, além de incluir <strong>veículos automotores</strong>, abrange <strong>máquinas agrícolas e rodoviárias</strong>, ampliando o escopo de atuação em relação ao programa anterior.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-tributacao-sistema-bonus-malus"><strong>Tributação (Sistema Bônus Malus)</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O programa implementa um sistema de tributação baseado em indicadores de <strong>sustentabilidade dos veículos</strong>, utilizando a metodologia de <strong>bônus e malus</strong>, de acordo com as externalidades negativas ou positivas dos veículos, como: ​</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Fonte de energia para propulsão;</li>



<li>Consumo energético;</li>



<li>Potência do motor;</li>



<li>Reciclabilidade; e</li>



<li>Desempenho estrutural e tecnologias assistivas à direção​. </li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Esse sistema ajusta as alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de acordo com o <strong>desempenho ambiental</strong> dos veículos, incentivando práticas mais <strong>sustentáveis</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-incentivos-financeiros-para-pesquisa-e-desenvolvimento"><strong>Incentivos Financeiros para Pesquisa e Desenvolvimento </strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma institui o <strong>regime de incentivos</strong> à realização de atividades de pesquisa e desenvolvimento e de produção tecnológica para as indústrias de mobilidade e logística.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Assim, as empresas que investirem em Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil poderão usufruir de <strong>créditos financeiros</strong> relativos aos dispêndios em <strong>pesquisa e desenvolvimento</strong>, bem como investimentos em <strong>produção tecnológica</strong>, realizados no País e para isso, as empresas devem:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Fabricar produtos automotivos no Brasil;</li>



<li>Ser tributadas pelo regime de lucro real;</li>



<li>Possuir centro de custo de pesquisa e desenvolvimento; e</li>



<li>Estar em situação regular quanto aos tributos federais.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, os créditos financeiros serão limitados aos seguintes valores globais para cada ano-calendário:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>2024: R$ 3.500.000.000,00 (três bilhões e quinhentos milhões de reais); </li>



<li>2025: R$ 3.800.000.000,00 (três bilhões e oitocentos milhões de reais); </li>



<li>2026: R$ 3.900.000.000,00 (três bilhões e novecentos milhões de reais); </li>



<li>2027: R$ 4.000.000.000,00 (quatro bilhões de reais); e</li>



<li>2028: R$ 4.100.000.000,00 (quatro bilhões e cem milhões de reais).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fundo-nacional-de-desenvolvimento-industrial-e-tecnologico-fndit"><strong>Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT)</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O programa institui o FNDIT, gerenciado pelo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para captar recursos de políticas industriais e apoiar financeiramente projetos prioritários de <strong>desenvolvimento industrial, científico e tecnológico.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-beneficios-para-as-organizacoes"><strong>Benefícios para as organizações</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">As empresas que aderirem ao Programa Mover alinham-se com as <strong>práticas ESG</strong> na medida em que a <strong>redução de emissão de gases na cadeia produtiva automotiva</strong>, bem como o desenvolvimento de pesquisas para <strong>eficiência energética</strong> se ligam ao pilar ambiental.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, tendo em vista a gestão de recursos dos empreendimentos, é possível citar os seguintes benefícios: ​&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Redução de custos</strong> tributários através da Tributação Verde;</li>



<li>Acesso a <strong>créditos financeiros</strong> por investimentos em P&amp;D;</li>



<li>Possibilidade de registro de versões sustentáveis de veículos, com alíquotas específicas de <strong>IPI</strong>; e</li>



<li><strong>Incentivos para importação</strong> de peças sem similar nacional, mediante investimento em P&amp;D.</li>
</ul>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Se sua empresa está em processo de <strong>adaptação</strong> ou busca orientação na implementação de práticas ESG, nossa equipe especializada está à disposição para auxiliar em cada etapa do processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0f61e741f8856c2aaa562a4be5cced1d" id="h-consideracoes-finais" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Considerações Finais</strong></h2>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O Programa Mover representa uma oportunidade estratégica para empresas do setor automotivo alinharem-se às práticas de <strong>ESG</strong>, promovendo a <strong>sustentabilidade</strong> e a <strong>inovação</strong>.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, estar em <strong>conformidade legal</strong> e aderir às práticas ESG pode reduzir custos, evitar multas, gerar incentivos, melhorar a reputação da empresa e estar de acordo com as práticas mundiais de <strong>descarbonizarão</strong>, gerando <strong>valor de mercado</strong>.&nbsp;</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Implementar um sistema de gestão que atenda aos requisitos do programa pode posicionar sua empresa como líder em responsabilidade ambiental e competitividade no mercado. ​</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O CAL®, software de gestão integrada da Ius, possui um robusto banco de normas e legislações relacionadas a<strong> meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, qualidade</strong>, entre outros. Ele pode ser seu aliado na implementação e no gerenciamento de requisitos legais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Resolução CONABIO 09/24: Metas Nacionais de Biodiversidade e sua Relevância para ESG</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-conabio-09-24/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 18:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://esgemdia.com.br/?p=20518</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/03/freepik__the-style-is-candid-image-photography-with-natural__60399-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A Resolução CONABIO 09/24 traz novas metas para biodiversidade. Conheça quais são e como elas se relacionam ao ESG.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-conabio-09-24/">Resolução CONABIO 09/24: Metas Nacionais de Biodiversidade e sua Relevância para ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/03/freepik__the-style-is-candid-image-photography-with-natural__60399-1-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Em 20 de fevereiro de 2025, a Comissão Nacional de Biodiversidade (CONABIO) publicou a Resolução CONABIO 09/24, que estabelece as Metas Nacionais de Biodiversidade para o período de 2025 a 2030.<br><br>O principal objetivo dessa resolução é alinhar o Brasil aos compromissos internacionais assumidos no Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, acordado em dezembro de 2022. Essas diretrizes integram a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (EPANB) e visam conter a perda de biodiversidade.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma estabelece que as metas devem ser implementadas pelo governo federal, com a possibilidade de cooperação voluntária de estados, municípios, organizações da sociedade civil e entidades privadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-681507d05f4eadd33cd99601731ba264" id="h-objetivos-principais-da-resolucao-conabio-09-24" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Objetivos Principais da Resolução CONABIO 09/24</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Resolução define 23 metas prioritárias, abrangendo desde a redução do desmatamento até o estímulo a práticas sustentáveis na economia. Entre as principais diretrizes, destacam-se:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Redução da perda de biodiversidade</strong>: eliminar o desmatamento e a conversão de vegetação nativa, promovendo um planejamento territorial que leve em conta as mudanças climáticas e o uso sustentável da terra.</li>



<li><strong>Restauração e conservação de ecossistemas</strong>: recuperar pelo menos 30% das áreas degradadas em cada bioma e no sistema costeiro-marinho, garantindo a recuperação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.</li>



<li><strong>Uso sustentável da biodiversidade</strong>: incentivar práticas econômicas sustentáveis, impulsionando a bioeconomia e atividades empresariais de menor impacto ambiental.</li>



<li><strong>Valorização dos conhecimentos tradicionais</strong>: fortalecer a participação de povos indígenas e comunidades locais na conservação e no uso sustentável da biodiversidade.</li>



<li><strong>Aumento do financiamento para biodiversidade</strong>: ampliar recursos destinados à implementação das metas, incentivando investimentos do setor privado em iniciativas de conservação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b6441fc8b5ddee10a8b4ce408bc953db" id="h-como-a-resolucao-conabio-09-24-impacta-as-empresas" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Como a Resolução CONABIO 09/24 Impacta as Empresas?</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Para as organizações, a norma traz impactos diretos, especialmente no campo da sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. Entre os principais pontos de atenção, destacam-se:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Adequação de processos produtivos</strong>: minimização de impactos ambientais e prevenção da degradação de ecossistemas.</li>



<li><strong>Diagnóstico ambiental</strong>: avaliação dos impactos das atividades empresariais na biodiversidade local.</li>



<li><strong>Cadeia de suprimentos</strong>: seleção de fornecedores comprometidos com a conservação ambiental.</li>



<li><strong>Relatórios ESG</strong>: incorporação de indicadores ambientais, demonstrando compromisso com as metas estabelecidas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-330120e81cfddd12da1f4b75871f7aec" id="h-conexao-com-esg" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Conexão com ESG</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">O conceito ESG (Ambiental, Social e Governança) está cada vez mais presente no mercado corporativo. Empresas que adotam práticas sustentáveis ganham destaque entre investidores e consumidores conscientes.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A Resolução CONABIO 09/24 funciona como um guia estratégico para organizações comprometidas com ESG, alinhando suas operações às metas nacionais de conservação. A implementação dessas diretrizes contribui para a conformidade legal, fortalecimento da reputação corporativa e promoção da sustentabilidade a longo prazo.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Empresas podem se beneficiar ao integrar políticas internas voltadas à conservação da biodiversidade, investir em projetos de restauração ecológica e formar parcerias com comunidades locais para o uso sustentável dos recursos naturais. Além disso, há incentivos e financiamentos disponíveis para iniciativas alinhadas às metas de biodiversidade.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma pode ser aplicada em três pilares do ESG:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Ambiental</strong>: adoção de medidas para conservação e restauração de ecossistemas.</li>



<li><strong>Social</strong>: engajamento com comunidades locais e valorização de conhecimentos tradicionais.</li>



<li><strong>Governança</strong>: implementação de políticas internas alinhadas às metas nacionais de biodiversidade.</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c883594db71920d8450b53979c161c2f" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Gestão de requisitos legais que te mantem atualizado e em cumprimento legal</p>



<p><br>O CAL, software de gestão de requisitos legais da Ius, ajuda sua empresa a identificar e monitorar normas aplicáveis, gerenciar conformidade e reduzir riscos. Com automação, ele simplifica processos, garante transparência em auditorias e facilita a adesão rápida a novas regulamentações. Além disso, permite o acompanhamento de mudanças legislativas e o gerenciamento de evidências<br><br>Clique no banner abaixo e experimente o CAL gratuitamente por 15 dias. </p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd4aa6ada1b3379a6f82c8265afec4cc" id="h-conclusao" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">A adesão à Resolução CONABIO 09/24 é mais do que uma exigência legal. Ela representa uma oportunidade para empresas fortalecerem suas práticas sustentáveis, atenderem às expectativas do mercado e contribuírem para a conservação da biodiversidade no Brasil.</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Empresas que desejam se adequar às novas exigências e obter certificação ESG podem contar com nossa assessoria especializada. Entre em contato para saber mais!</p>



<p style="font-size:16px;line-height:1.5">Além deste artigo sobre a Resolução CONABIO 09/24 e as metas de biodiversidade para 2025, convidamos você a conferir nosso artigo sobre a <strong>Lei Federal 15.042/24</strong> (INSERIR LINK), que trata sobre a redução de carbono e tendências de sustentabilidade no Brasil.</p>



<p>Leia também:  <a href="https://blog.iusnatura.com.br/zonas-umidas-e-sua-importancia-na-biodiversidade/">Zonas Úmidas e sua importância na biodiversidade</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-conabio-09-24/">Resolução CONABIO 09/24: Metas Nacionais de Biodiversidade e sua Relevância para ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<title>Lei Federal 15.042/24 – Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE)</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/lei-federal-15-042-24/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 12:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações Legais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="85" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-24-at-10.22.15.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lei Federal 15.042/24" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda o que é o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), qual o impacto nas práticas sustentáveis e de ESG.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-federal-15-042-24/">Lei Federal 15.042/24 – Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE)</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="85" src="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-24-at-10.22.15.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lei Federal 15.042/24" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p><strong>Entenda o que é o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), qual o impacto nas práticas sustentáveis e de ESG</strong>.<br><br>No atual cenário empresarial, a sustentabilidade e a governança responsável se tornaram fatores essenciais para empresas que desejam crescer de maneira ética e alinhada às melhores práticas globais. Nesse contexto, a recente <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L15042.htm">Lei Federal 15.042,</a> surge como um marco regulatório importante para empresas que buscam aderir aos princípios do <strong>ESG.</strong><br><br>ESG, sigla utilizada para representar a tríade: <em>Environmental</em> (meio ambiente), <em>Social</em> (social) e <em>Governance</em> (governança), traz conjuntos de ações e boas práticas para organizações que desejam se destacar de forma positiva e verdadeira no mercado.</p>



<p>Adentrando na temática do nosso artigo de hoje, podemos nos questionar: Mas afinal, o que a nova legislação determina? Além disso, como ela se relaciona com o ESG? Vamos explicar tudo de forma simples e direta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-institui-a-lei-federal-15-042-2024"><strong>O que institui a Lei Federal 15.042/2024?</strong><br></h2>



<p>A Lei Federal 15.042, sancionada em 11 de dezembro de 2024, institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), disciplinando a <strong>oferta voluntária de crédito de carbono e a negociação dos ativos integrantes do SBCE no mercado financeiro e de capitais.</strong><br></p>



<p>A norma<strong> </strong>estabelece as bases para um <strong>mercado regulado de carbono no Brasil</strong>, permitindo que as emissões de gases poluentes se transformem em ativos financeiros negociáveis, atraindo investimentos internacionais, fomentando a preservação ambiental e gerando novas oportunidades de renda para os brasileiros.</p>



<p>Seu foco é dar cumprimento à Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), instituída pela Lei Federal 12.187/09, e aos compromissos assumidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, mediante a definição de compromissos ambientais e disciplina financeira de negociação de ativos.</p>



<p>A Lei estabelece um cronograma de implementação em cinco fases, que exigem decretos e normas complementares para sua regulamentação.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-principais-objetivos-da-lei-15-042-24">Principais <strong>objetivos</strong> <strong>da Lei 15.042/24:<br></strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE):</strong> A lei visa diminuir a emissão de <strong>GEE</strong> ao estabelecer limites máximos para grandes emissores e promover a comercialização de ativos que representam a emissão, redução ou remoção desses gases.</li>



<li><strong>Criação de um Mercado de Carbono Regulamentado:</strong> Implementa o SBCE, baseado no modelo &#8220;cap-and-trade&#8221;, onde são definidos tetos de emissões para diferentes setores da economia. Empresas que emitem abaixo do limite podem vender suas permissões excedentes, enquanto aquelas que ultrapassam devem adquirir permissões adicionais.</li>



<li><strong>Estímulo à Participação do Setor Privado na Descarbonização:</strong> Ao criar segurança jurídica e incentivar a participação do setor privado, a lei busca engajar empresas na agenda de descarbonização, alinhando-se aos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-lei-federal-15-042-24-se-relaciona-com-o-esg"><strong>Como a Lei Federal 15.042/24 se relaciona com o ESG?</strong><br></h2>



<p>O conceito <strong>ESG </strong>tem sido cada vez mais adotado por empresas que buscam atender às novas demandas de investidores e consumidores conscientes.<br></p>



<p>Para organizações que almejam <strong>certificação em ESG</strong>, a Lei 15.042/24 é altamente relevante. A conformidade com essa legislação demonstra compromisso com a sustentabilidade ambiental, um dos pilares do ESG. Assim, empresas que monitoram e reduzem suas <strong>emissões de GEE</strong> não apenas cumprem obrigações legais, mas também fortalecem sua <strong>reputação perante investidores e consumidores conscientes.</strong><br></p>



<p>Além disso, a participação no mercado de carbono pode resultar em benefícios financeiros. Empresas que implementam práticas sustentáveis e reduzem suas emissões podem gerar créditos de carbono, que podem ser comercializados, criando uma nova <strong>fonte de receita</strong>. Isso incentiva a adoção de tecnologias limpas e práticas operacionais mais eficientes, alinhadas aos princípios ESG.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao">Conclusão</h2>



<p>A Lei Federal 15.042/2024 representa um <strong>marco na política ambiental brasileira</strong>! Isso porque, ele estabelece um sistema estruturado para a redução de emissões de GEE e incentiva a participação ativa das empresas na transição para uma <strong>economia de baixo carbono</strong>, aproximando o país das <strong>tendências globais de sustentabilidade</strong>. Empresas que se anteciparem e se adaptarem às novas exigências não apenas evitarão penalidades, mas também fortalecerão sua reputação e competitividade.<br></p>



<p>Além disso, para organizações comprometidas com ESG, a conformidade com essa lei é uma oportunidade de demonstrar <strong>liderança em sustentabilidade</strong>, atender às expectativas de <strong>stakeholders</strong> e contribuir para os esforços globais de <strong>combate às mudanças climáticas</strong>.<br></p>



<p>Se sua empresa deseja se preparar para essa nova realidade e obter <strong>certificação ESG</strong>, conte conosco! Estamos prontos para ajudar na adequação à nova legislação e na construção de um futuro mais sustentável.<br></p>



<p>Além deste artigo sobre a Lei Federal 15.042/24 que menciona temática sobre baixo carbono e tendências de sustentabilidade, também convidamos você para ler o nosso artigo sobre a Lei 15.103/25 a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-paten/">Lei Paten</a> que aduz sobre a transição enérgetica e inovação sustentável nas organizações. <br><br>Gostou desse artigo? Escreva nos comentários o que achou deste conteúdo, pois queremos ouvir você!</p>



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