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	<title>Saúde e Segurança do Trabalho - ESG em Dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
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	<title>Saúde e Segurança do Trabalho - ESG em Dia</title>
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	<item>
		<title>Médico do Trabalho no SESMT: exigências legais sobre carga horária e responsabilidade pelo PCMSO</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/medico-do-trabalho-no-sesmt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Félix]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Regulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15705-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico do trabalho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Veja o que a NR-04 exige do médico do trabalho no SESMT: carga horária mínima, tempo parcial ou integral e a responsabilidade pela coordenação do PCMSO.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/medico-do-trabalho-no-sesmt/">Médico do Trabalho no SESMT: exigências legais sobre carga horária e responsabilidade pelo PCMSO</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15705-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico do trabalho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A presença do médico do trabalho no Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) é uma <strong>exigência prevista na legislação de segurança ocupacional </strong>para organizações que se enquadram nos critérios de dimensionamento estabelecidos pela <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-4-nr-4">Norma Regulamentadora nº 04 (NR-04)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, ainda são frequentes dúvidas sobre a possibilidade de contratação em tempo parcial, a carga horária mínima exigida e quem deve assumir a responsabilidade pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas regras é fundamental para garantir a conformidade legal e a efetividade das ações de saúde ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, confira <strong>o que determina a NR-4 sobre o médico do trabalho</strong>, com detalhes acerca da carga horária mínima, do tempo parcial ou integral e da responsabilidade pela coordenação do (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) PCMSO.</p>



<h2 id="h-o-que-determina-a-nr-04-sobre-o-medico-do-trabalho" class="wp-block-heading">O que determina a NR-04 sobre o médico do trabalho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece que a composição do SESMT deve<strong> observar o grau de risco da atividade econômica</strong> e o <strong>número de empregados do estabelecimento</strong>, conforme o dimensionamento previsto em seu Anexo II.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-04-atualizada-2023.pdf">Clique aqui para ver o Anexo II</a> (páginas 30 e 31).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para cada enquadramento, a norma define quais profissionais devem compor o serviço e a<strong> carga horária mínima</strong> destinada às atividades de segurança e saúde do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece que:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.7 O engenheiro de segurança do trabalho, o médico do trabalho e o enfermeiro do trabalho devem dedicar, no mínimo, quinze horas (tempo parcial) ou trinta horas (tempo integral) por semana para as atividades do SESMT, de acordo com o estabelecido no Anexo II, respeitada a legislação pertinente em vigor, durante o horário de expediente do estabelecimento.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que <strong>a legislação admite a atuação do médico em regime de tempo parcial</strong>, desde que observados os critérios de dimensionamento aplicáveis ao estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, quando houver necessidade de cumprimento de jornada integral, a própria <strong>NR-04 permite que a carga horária seja compartilhada entre mais de um profissional</strong>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.7.1 Relativamente aos profissionais referidos no item 4.3.7, para cumprimento das atividades dos SESMT em tempo integral, a organização pode contratar mais de um profissional, desde que cada um dedique, no mínimo, a metade da carga horária semanal.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa previsão permite maior flexibilidade na composição do SESMT, desde que sejam observados os requisitos de dimensionamento e assegurado o efetivo desempenho das atividades atribuídas ao serviço.</p>



<h2 id="h-atuacao-do-medico-durante-a-jornada-no-sesmt" class="wp-block-heading">Atuação do médico durante a jornada no SESMT</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da carga horária, a NR-04 também estabelece<strong> limites quanto às atividades que podem ser desempenhadas pelo médico </strong>durante sua atuação no SESMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a norma dispõe expressamente:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.8 Aos profissionais do SESMT é vedado o exercício de atividades que não façam parte das atribuições previstas no item 4.3.1 desta NR e em outras NR, durante o horário de atuação neste serviço.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa vedação busca <strong>assegurar que a carga horária destinada ao SESMT seja efetivamente empregada</strong> nas atividades próprias do serviço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em organizações nas quais o médico também exerce outras funções, esse aspecto merece atenção para evitar que atividades alheias às atribuições do SESMT sejam realizadas durante o período reservado ao serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhar cada requisito da NR-04 aplicável ao seu estabelecimento fica mais simples com apoio tecnológico.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o Sistema CAL®</a>, solução da Ius Natura para o gerenciamento contínuo dos requisitos legais de SST.</p>



<h2 id="h-responsabilidade-pela-coordenacao-do-pcmso" class="wp-block-heading">Responsabilidade pela coordenação do PCMSO</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de integrar o SESMT, o médico do trabalho exerce papel relevante na coordenação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 determina que a organização indique um responsável pelo programa dentre os médicos que compõem o SESMT:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.7.3 A organização deve indicar, entre os médicos do SESMT, um responsável pelo PCMSO.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade técnica também é disciplinada pela <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2022/2323_2022.pdf">Resolução CFM nº 2.323/2022</a>, que estabelece:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Art. 5º Os médicos do trabalho, como tais reconhecidos por lei, especialmente investidos da função de Médico Responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), estarão obrigados a fazerem-se presentes, com a regularidade que for necessária, nas empresas e em suas filiais, para coordenarem o referido programa, estando devidamente inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina dos estados em que estiverem atuando.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além da indicação formal, a regulamentação do Conselho Federal de Medicina reforça que <strong>o médico responsável deve possuir inscrição ativa no Conselho Regional de Medicina da unidade da federação onde atua </strong>e acompanhar o programa com a regularidade necessária ao exercício de suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a legislação estabeleça quem pode assumir essa responsabilidade, a coordenação do PCMSO pode <strong>envolver diferentes arranjos organizacionais</strong>, especialmente em empresas com múltiplos estabelecimentos ou estruturas mais complexas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, a aplicação das normas deve considerar as características específicas de cada organização.</p>



<h2 id="h-gestao-da-conformidade-de-saude-e-seguranca-no-trabalho" class="wp-block-heading">Gestão da conformidade de Saúde e Segurança no Trabalho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A manutenção da conformidade legal em Segurança e Saúde no Trabalho exige o acompanhamento contínuo da legislação e a avaliação de como cada requisito se aplica à realidade da organização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em temas como o dimensionamento do SESMT e a coordenação do PCMSO, pequenas diferenças na estrutura da empresa podem influenciar a forma de atendimento às exigências legais (um exemplo é a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/desligamento-no-sesmt/">saída de um profissional do SESMT e quando ela configura não conformidade</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, soluções de monitoramento da legislação e de verificação da conformidade permitem <strong>identificar os requisitos aplicáveis</strong>, acompanhar alterações normativas e avaliar o atendimento das obrigações relacionadas à saúde e segurança do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius oferece o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Sistema CAL®</a>, desenvolvido para apoiar o gerenciamento contínuo dos requisitos legais, além de consultorias como a Verificação de Conformidade Legal (VCL) e o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal/guardiao">Guardião Legal</a>, realizadas por equipe especializada para avaliar a aderência das operações às exigências legais e apoiar a tomada de decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer avaliar a conformidade do seu SESMT e do PCMSO com a NR-04?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta da Ius Natura</a> e fale com nossa equipe especializada em requisitos legais de SST.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece critérios para o dimensionamento do SESMT, define a carga horária mínima dos profissionais e prevê que o médico do trabalho possa atuar em regime de tempo parcial ou integral, conforme as características de cada estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também determina que o responsável pelo PCMSO seja indicado entre os médicos que integram o SESMT, enquanto a Resolução CFM nº 2.323/2022 complementa esse regramento ao disciplinar aspectos relacionados à responsabilidade técnica do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a legislação estabeleça critérios objetivos para a composição do SESMT e para a coordenação do PCMSO, sua aplicação deve considerar as particularidades de cada organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aspectos como o dimensionamento do SESMT, a estrutura do empreendimento e a forma de execução das atividades de saúde ocupacional podem influenciar a avaliação da conformidade legal.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CNORP: o que é, quem está obrigado e como fazer o cadastro?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/cnorp-o-que-e-quem-esta-obrigado-e-como-fazer-o-cadastro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nayara Mileti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 20:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25296</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2150957734-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resíduo Perigoso" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>CNORP: veja o que é o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, quem é obrigado e como fazer o cadastro no CTF do Ibama.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cnorp-o-que-e-quem-esta-obrigado-e-como-fazer-o-cadastro/">CNORP: o que é, quem está obrigado e como fazer o cadastro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2150957734-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resíduo Perigoso" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-de-empresa/">gestão de resíduos perigosos</a> é um dos pontos centrais da <strong>Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)</strong>. Para garantir maior controle e transparência, o Ibama criou o <strong><u><a href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/emissoes-e-residuos/residuos/cadastro-nacional-de-operadores-de-residuos-perigosos">CNORP</a></u></strong> – Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas afinal, o que é esse cadastro, quem precisa se inscrever e como funciona o processo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos e a NBR10004:2024: Entenda a nova classificação e como ela afeta toda a sua cadeia de fornecedores</a></p>



<h2 id="h-o-que-e-o-cnorp" class="wp-block-heading"><strong>O que é o CNORP?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O CNORP é um sistema que reúne informações sobre empresas que <strong>geram, transportam, armazenam ou destinam resíduos perigosos</strong>. Ele foi instituído pela PNRS (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm">Lei nº 12.305/2010</a>) e regulamentado pela <strong><u>Instrução Normativa Ibama nº 1/2013</u></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é <strong>mapear e monitorar</strong> os empreendimentos que lidam com <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">resíduos de Classe I</a> (inflamáveis, tóxicos, corrosivos, patogênicos etc.), garantindo que sejam tratados de forma ambientalmente adequada.</p>



<h2 id="h-quem-esta-obrigado-ao-cnorp" class="wp-block-heading"><strong>Quem está obrigado ao CNORP?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as empresas precisam se cadastrar. A obrigatoriedade recai apenas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Geradores de resíduos perigosos</strong> listados no Anexo I da IN Ibama nº 1/2013.</li>



<li><strong>Operadores</strong> que realizam transporte, armazenamento, tratamento ou destinação final desses resíduos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se a atividade da empresa não estiver no Anexo I, o CNORP <strong>não será exigido</strong>.</p>



<h2 id="h-como-fazer-o-cadastro" class="wp-block-heading"><strong>Como fazer o cadastro?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é mais simples do que parece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O cadastro é feito de forma <strong>automática</strong> pelo <strong>CTF/APP</strong>.</li>



<li>Ao informar no sistema que realiza operações com resíduos perigosos, o registro no CNORP é gerado automaticamente.</li>



<li>A <strong>responsabilidade técnica</strong> deve ser registrada no <strong>CTF/AIDA</strong>, vinculando um profissional habilitado às operações.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, não existe um sistema separado para o CNORP: ele é integrado ao CTF e depende das informações prestadas pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faz a gestão de resíduos perigosos na sua empresa? </strong>Centralize a emissão de MTR, o controle de licenças de fornecedores e a rastreabilidade da destinação em uma única plataforma. <strong><u><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos">Conheça o Ius Resíduos e faça o diagnóstico gratuito da sua gestão.</a></u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pontos de atenção</strong><strong></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O CNORP <strong>não se aplica a todos os empreendimentos</strong>, apenas aos que lidam com resíduos perigosos.</li>



<li>O não cumprimento pode gerar <strong>multas e sanções ambientais</strong>.</li>



<li>É essencial manter atualizado o <strong>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)</strong> e designar um <a href="https://blog.iusnatura.com.br/responsavel-tecnico-assinar-pgrs/">responsável técnico habilitado</a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O CNORP representa um avanço importante na gestão ambiental brasileira, pois permite ao Ibama acompanhar de forma mais eficiente as atividades relacionadas a resíduos perigosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas enquadradas no Anexo I da IN nº 1/2013, estar em dia com o cadastro não é apenas uma obrigação legal, mas também uma demonstração de responsabilidade socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O CNORP é só uma das obrigações ambientais que a sua empresa precisa acompanhar. </strong>Com o CAL, você monitora requisitos legais, prazos e responsáveis técnicos em um só painel e reduz o risco de multas. </p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cnorp-o-que-e-quem-esta-obrigado-e-como-fazer-o-cadastro/">CNORP: o que é, quem está obrigado e como fazer o cadastro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25274</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda os desafios regulatórios do compliance ambiental offshore e como gerenciar riscos, auditorias e fornecedores em operações marítimas.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/">Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore sempre estiveram associadas a elevados níveis de complexidade operacional, rigor regulatório e exposição a riscos ambientais relevantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, esse cenário passou a exigir das empresas um<strong> nível ainda maior de governança, rastreabilidade e controle sobre aspectos ambientais, regulatórios e operacionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://iusnatura.com.br/">Gestão da conformidade legal, de terceiros e do licenciamento ambiental: tudo isso é Ius</a>. Entre em contato com nossa equipe para saber como podemos apoiar o compliance da sua operação offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns fatores estão transformando a gestão ambiental offshore em um tema estratégico dentro das organizações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da pressão relacionada às agendas ESG</li>



<li>Intensificação das fiscalizações ambientais</li>



<li>Fortalecimento das exigências de compliance </li>



<li>Ampliação das responsabilidades corporativas </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, empresas que atuam com apoio marítimo, óleo e gás, operações portuárias, logística offshore, transferência de cargas, operações ship-to-ship e atividades embarcadas precisam lidar simultaneamente com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Requisitos ambientais</li>



<li>Exigências marítimas</li>



<li>Obrigações regulatórias</li>



<li>Controles operacionais</li>



<li>Gestão de terceiros</li>



<li>Auditorias</li>



<li>Condicionantes ambientais</li>



<li>Requisitos contratuais de clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o compliance ambiental offshore demanda, cada vez mais, estruturas de gestão contínua de riscos, evidências e conformidade operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você confere <strong>detalhes dos desafios atuais das operações offshore </strong>e <strong>como a tecnologia pode ser uma aliada </strong>nesse processo.</p>



<h2 id="h-por-que-o-ambiente-regulatorio-offshore-e-tao-complexo" class="wp-block-heading"><strong>Por que o ambiente regulatório offshore é tão complexo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore envolvem a atuação simultânea de diferentes órgãos reguladores e estruturas normativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da atividade executada, as empresas podem precisar atender exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)</li>



<li>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</li>



<li>Marinha do Brasil</li>



<li>Órgãos ambientais estaduais</li>



<li>Normas internacionais marítimas</li>



<li>Convenções internacionais</li>



<li>Requisitos contratuais de operadoras e clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, operações offshore frequentemente precisam gerenciar de forma simultânea obrigações relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">Licenciamento ambiental</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/mercado-regulado-de-carbono-sbce/">Emissões atmosféricas</a></li>



<li>Prevenção da poluição hídrica</li>



<li>Resposta a emergências ambientais</li>



<li>Produtos perigosos</li>



<li>Gestão de efluentes</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Requisitos de saúde e segurança</li>



<li>Auditorias ambientais e operacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dessas obrigações tem base em normas específicas, o que aumenta a necessidade de integração entre áreas técnicas, de operação, compliance, meio ambiente, saúde e segurança e de gestão documental.</p>



<h2 id="h-como-funciona-a-responsabilidade-ambiental-no-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a responsabilidade ambiental no setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O setor offshore opera em atividades de elevado potencial poluidor e, por isso, sob forte pressão regulatória e fiscalizatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a responsabilidade civil ambiental tem natureza objetiva, conforme o art. 14, § 1º, da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a>. Isso significa que <strong>empresas podem ser responsabilizadas independentemente da comprovação de culpa </strong>em situações que envolvam danos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das responsabilidades civil e administrativa, determinadas ocorrências também podem gerar desdobramentos criminais, especialmente em cenários que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Derramamentos</li>



<li>Descarte irregular de resíduos</li>



<li>Poluição hídrica</li>



<li>Falhas operacionais</li>



<li>Descumprimento de condicionantes ambientais</li>



<li>Irregularidades em operações marítimas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em operações offshore, pequenos desvios operacionais podem gerar impactos ambientais e reputacionais relevantes. Por isso, <strong>o nível de rastreabilidade e controle exigido das organizações tende a ser maior</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento pode resultar em<strong> multas, interdição de atividades e perda de licenças</strong>, o que reforça a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/conformidade-legal-ambiental-gestao-e-riscos-esg/">conformidade legal ambiental</a> como principal barreira contra riscos e prejuízos.</p>



<h2 id="h-por-que-a-gestao-de-terceiros-e-fornecedores-offshore-exige-mais-atencao" class="wp-block-heading"><strong>Por que a gestão de terceiros e fornecedores offshore exige mais atenção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das operações offshore depende de estruturas altamente terceirizadas. Isso envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embarcações de apoio</li>



<li>Fornecedores marítimos</li>



<li>Operadores logísticos</li>



<li>Empresas de resíduos</li>



<li>Prestadores de serviço embarcados</li>



<li>Operações ship-to-ship</li>



<li>Fornecedores especializados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como consequência, <strong>aumenta a exposição das organizações a riscos </strong>associados à cadeia de terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, auditorias e processos de due diligence ampliaram a cobrança relacionada à:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homologação de fornecedores</li>



<li>Avaliação de requisitos legais</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Gestão de evidências</li>



<li>Monitoramento de conformidade</li>



<li>Capacitação operacional</li>



<li>Controle ambiental de terceiros</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com processos frágeis de controle sobre fornecedores offshore<strong> tendem a enfrentar maior exposição regulatória e operacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir a corresponsabilidade na cadeia, o <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Portal Ius Fornecedores</a> centraliza a homologação, a avaliação de requisitos legais e a rastreabilidade documental dos terceiros. <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Conheça o Portal Ius</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-mudou-nas-auditorias-offshore" class="wp-block-heading"><strong>O que mudou nas auditorias offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quem atua no setor já percebe uma mudança no perfil das auditorias ambientais e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco, que era apenas na verificação de documentos, agora engloba acompanhar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Efetividade operacional</li>



<li>Capacidade de resposta</li>



<li>Rastreabilidade</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Maturidade dos controles internos</li>



<li>Evidências de conformidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, auditores ampliaram a cobrança relacionada à demonstração efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-ius/">Controle de requisitos legais</a></li>



<li><a href="https://onegreen.com.br/condicionantes-ambientais/">Atendimento a condicionantes</a></li>



<li>Gestão de resíduos offshore</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Monitoramentos ambientais</li>



<li>Gestão de emergências</li>



<li>Controle documental embarcado</li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Gestão de terceiros</a> críticos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas não conformidades observadas atualmente decorrem justamente da ausência de integração entre operação, compliance e gestão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de gestão estruturados, como os baseados na <a href="https://blog.iusnatura.com.br/iso-14001-2026/">gestão de requisitos legais na ISO 14001</a>, ajudam a organizar essas evidências e a sustentar a conformidade legal durante as auditorias.</p>



<h2 id="h-como-o-esg-impacta-diretamente-o-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como o ESG impacta diretamente o setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento das agendas ESG também impacta em empresas ligadas ao setor marítimo e offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, investidores, clientes e grandes contratantes ampliam exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Governança ambiental</li>



<li>Controle de emissões</li>



<li>Rastreabilidade de resíduos</li>



<li>Gestão climática</li>



<li>Prevenção da poluição</li>



<li>Transparência regulatória</li>



<li>Gestão de riscos ambientais</li>



<li>Conformidade da cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, empresas do setor offshore frequentemente passam por <strong>avaliações rigorosas de compliance ambiental </strong>antes mesmo da contratação de serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário faz com que a <strong>maturidade da gestão ambiental</strong> influencie diretamente a competitividade e o posicionamento de mercado.</p>



<h2 id="h-como-a-tecnologia-apoia-o-compliance-ambiental-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como a tecnologia apoia o compliance ambiental offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de requisitos aplicáveis às operações offshore torna difícil manter controles efetivos apenas por meio de processos manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ferramentas tecnológicas especializadas permitem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento contínuo de requisitos legais, como o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a></li>



<li>Gestão centralizada de evidências</li>



<li>Controle de vencimentos</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Acompanhamento de auditorias</li>



<li>Gestão de planos de ação</li>



<li>Integração entre unidades e embarcações</li>



<li>Monitoramento de terceiros e fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://iusnatura.com.br/contato">No ecossistema Ius, sua empresa encontra ferramentas para todas essas demandas. Fale com nossos especialistas para saber mais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir falhas operacionais, esse tipo de estrutura <strong>fortalece a governança</strong>, o <strong>compliance </strong>e a <strong>capacidade de resposta regulatória</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que integram tecnologia, gestão ambiental e compliance tendem a apresentar maior maturidade operacional e menor exposição a riscos ambientais e regulatórios.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-offshore-precisam-priorizar-agora" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas offshore precisam priorizar agora?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário regulatório offshore vem se tornando <strong>mais rigoroso, técnico e integrado às agendas de ESG e governança corporativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que manter a documentação organizada, as organizações precisam demonstrar capacidade efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Controle operacional </li>



<li>Rastreabilidade das informações relacionadas às suas operações e à cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que fortalecem seus processos de compliance ambiental, auditorias, gestão de requisitos legais e monitoramento regulatório tendem a r<strong>eduzir passivos, aumentar a segurança jurídica e melhorar seu posicionamento</strong> diante de clientes, investidores e órgãos fiscalizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, contar com f<strong>erramentas especializadas e apoio técnico qualificado faz diferença </strong>direta na maturidade da gestão ambiental offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura apoia organizações na gestão integrada de requisitos legais, compliance ambiental, ESG, auditorias e Sistemas de Gestão, com soluções voltadas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ao monitoramento regulatório</li>



<li>À gestão de evidências</li>



<li>Ao controle de fornecedores</li>



<li>À avaliação de conformidade </li>



<li>Ao acompanhamento contínuo das obrigações aplicáveis às operações offshore</li>



<li>A gestão do licenciamento ambiental</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e estruture processos mais seguros e rastreáveis para o compliance ambiental offshore.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/">Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Caminhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25210</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/223-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Grupo de colegas de trabalho com dor de cabeça enquanto trabalhava" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>STF suspendeu por 90 dias as multas da NR-1 sobre riscos psicossociais. Veja o que muda, o que continua obrigatório e como agir.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/">STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/223-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Grupo de colegas de trabalho com dor de cabeça enquanto trabalhava" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Em 25 de junho de 2026, uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe repercussões importantes para empresas de todo o país:<strong> está suspensa temporariamente a aplicação de multas e outras sanções</strong> relacionadas às exigências da NR-1 <strong>sobre riscos psicossociais</strong> no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo depois, em 20 e 21 de agosto de 2026, o Plenário do STF referendou essa decisão por unanimidade, confirmando a suspensão das sanções pelo mesmo prazo de 90 dias fixado na liminar original</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida, contudo, não eliminou as obrigações empresariais relacionadas à proteção da saúde mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, surge a pergunta: afinal, o que realmente muda para as empresas?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O alcance da decisão</li>



<li>O que permanece obrigatório</li>



<li>Como usar esse período para estruturar a gestão dos riscos psicossociais</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/curso-nr-1-v2"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-25379" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1024x512.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-300x150.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-768x384.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1536x768.jpg 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 id="h-o-que-decidiu-o-stf" class="wp-block-heading"><strong>O que decidiu o STF?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 25 de junho de 2026, o ministro André Mendonça suspendeu por 90 dias a aplicação de sanções relacionadas aos dispositivos da NR-1 sobre gestão de riscos psicossociais. A decisão ocorreu no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.316, ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, esses dispositivos<strong> não podem fundamentar autuações, multas, notificações punitivas ou outras medidas coercitivas </strong>relacionadas aos fatores de riscos psicossociais. A suspensão também alcança sanções já aplicadas exclusivamente com base nesses dispositivos, enquanto durarem as tratativas de conciliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a decisão, os dispositivos alterados pela Portaria MTE nº 1.419/2024 <strong>carecem de &#8220;critérios claros e objetivos para a fiscalização&#8221;</strong> e aplicação de penalidades, gerando insegurança jurídica para empregadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STF determinou a abertura de processo de conciliação, conduzido pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol), objetivando maior previsibilidade nas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 e 21 de agosto de 2026, o <strong>Plenário do STF referendou essa decisão por unanimidade</strong>, confirmando a suspensão das sanções pelo mesmo prazo de 90 dias fixado na liminar original. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de conciliação conduzido pelo Nusol, com participação do governo federal e do setor produtivo, segue em andamento para a definição de critérios técnicos mais claros de aplicação da norma.</p>



<h2 id="h-o-que-nao-foi-suspenso" class="wp-block-heading"><strong>O que NÃO foi suspenso?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o ponto mais importante para as empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão <strong>não revogou a NR-1 e nem retirou a obrigação de gerenciamento dos riscos psicossociais</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O item 1.5 da norma segue em vigor desde 26 de maio de 2026, prazo fixado pela Portaria MTE nº 765/2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Continuam válidas as diretrizes que exigem que as organizações<strong> identifiquem, avaliem e adotem medidas preventivas para reduzir fatores relacionados ao adoecimento mental</strong> decorrente do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A fiscalização do trabalho também pode continuar orientando e acompanhando o cumprimento da norma, apenas<strong> sem aplicar penalidades com base nos dispositivos questionados</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: o tema continua integrando a lógica de prevenção que já orienta o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender como os riscos psicossociais se encaixam nessa estrutura, leia também o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gro-e-pgr-na-nr1/">GRO e PGR na NR-1: o papel decisivo do levantamento de perigos e riscos a partir de 2026</a>.</p>



<h2 id="h-a-suspensao-das-multas-significa-que-as-empresas-podem-interromper-a-adequacao" class="wp-block-heading"><strong>A suspensão das multas significa que as empresas podem interromper a adequação?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora exista uma suspensão temporária das sanções administrativas relacionadas a esses dispositivos, <strong>interromper processos de adequação pode representar um erro estratégico</strong>, por três motivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A decisão já foi confirmada pelo Plenário do STF </strong>por unanimidade, mas mantém prazo definido de 90 dias e natureza temporária: o desfecho definitivo ainda depende do andamento da conciliação conduzida pelo Nusol e do julgamento de mérito da ADPF 1.316</li>



<li><strong>A ausência de autuação administrativa não elimina outras formas de responsabilização</strong>, como discussões trabalhistas, previdenciárias ou civis relacionadas às condições de trabalho</li>



<li><strong>Construir mecanismos efetivos de gestão de riscos psicossociais exige maturidade </strong>organizacional <strong>e tempo </strong>de implementação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos financeiros da inadequação vão além das multas administrativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/adequacao-a-nr-1-e-riscos-financeiros/">O risco invisível que não aparece nos relatórios financeiros: o impacto da NR-1 no resultado da sua empresa</a> detalha o<strong> tripé de riscos que permanece ativo</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Passivos trabalhistas</li>



<li>Ações regressivas</li>



<li>Danos reputacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o processo de adequação exige <strong>controle sobre os requisitos legais de SST</strong> aplicáveis à sua operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a>, software da Ius que organiza, monitora e mantém atualizados os requisitos legais da sua empresa, incluindo as alterações da NR-1.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-deveriam-fazer-neste-periodo" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas deveriam fazer neste período?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este intervalo pode ser encarado como uma <strong>oportunidade para estruturar processos</strong> com mais consistência e menos pressão regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Algumas medidas recomendadas incluem:</p>



<h3 id="h-1-revisar-o-processo-de-gro" class="wp-block-heading"><strong>1. Revisar o processo de GRO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Verificar se os fatores psicossociais já foram considerados</strong> dentro da metodologia de identificação e avaliação de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações tratam essa etapa como formalidade e cometem erros de implementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/erros-mais-comuns-na-implementacao-da-nr1/">NR-1 na prática: por que 68% das empresas estão implementando errado</a> mostra os equívocos mais comuns.</p>



<h3 id="h-2-documentar-criterios-adotados" class="wp-block-heading"><strong>2. Documentar critérios adotados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registrar premissas, metodologias, evidências e decisões </strong>relacionadas ao tratamento dos riscos psicossociais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação estruturada é a <strong>principal linha de defesa </strong>da empresa em eventuais questionamentos.</p>



<h3 id="h-3-fortalecer-canais-de-escuta" class="wp-block-heading"><strong>3. Fortalecer canais de escuta</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Avaliar mecanismos existentes para recebimento e tratamento de relatos relacionados ao ambiente de trabalho.</p>



<h3 id="h-4-capacitar-liderancas" class="wp-block-heading"><strong>4. Capacitar lideranças</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestores possuem papel central </strong>na prevenção de fatores organizacionais que contribuem para o adoecimento.</p>



<h3 id="h-5-integrar-areas-internas" class="wp-block-heading"><strong>5. Integrar áreas internas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SST, RH, Jurídico e Compliance</strong> tendem a <strong>atuar de forma complementar</strong> neste tema.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do STF não representa um recuo na importância da saúde mental no ambiente de trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o que se observa é uma<strong> pausa temporária na aplicação de penalidades para permitir o amadurecimento dos critérios </strong>regulatórios e da fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, a mensagem continua sendo clara: <strong>a gestão dos riscos psicossociais permanece na agenda corporativa </strong>e o período de suspensão das multas da NR-1 pode ser utilizado como<strong> janela para estruturar processos </strong>mais consistentes, documentados e alinhados às boas práticas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação da suspensão pelo Plenário, por unanimidade, reforça esse entendimento: o problema identificado pelo STF está nos critérios de fiscalização, não na exigência de cuidado com a saúde mental no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem utilizar esse momento apenas como adiamento tende a<strong> enfrentar maiores desafios</strong> quando o cenário regulatório for redefinido, especialmente em um ano de intensificação das fiscalizações, como mostra o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/prepare-para-as-fiscalizacoes-de-2026/">2026: o ano das fiscalizações no Brasil</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer estruturar a gestão de requisitos legais de SST da sua empresa com segurança? <a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e conheça as soluções da Ius.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/">STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Quais são as exigências para contratação de mão-de-obra internacional frente às normas de Saúde e Segurança do Trabalho?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/exigencias-saude-seguranca-no-trabalho-mao-de-obra-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nayara Mileti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25189</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/30624-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Três pessoas a discutir um plano numa fábrica." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as exigências de SST na contratação de mão de obra internacional. Veja o impacto das NRs para trabalhadores estrangeiros, regras para EPIs e a responsabilidade da empresa contratante.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/exigencias-saude-seguranca-no-trabalho-mao-de-obra-internacional/">Quais são as exigências para contratação de mão-de-obra internacional frente às normas de Saúde e Segurança do Trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/30624-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Três pessoas a discutir um plano numa fábrica." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>contratação de trabalhadores estrangeiros</strong> para atuar em território brasileiro traz questões relevantes no âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Conheça o Portal Ius: Solução de tecnologia para otimizar a gestão de terceiros — do cadastro ao monitoramento contínuo.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação nacional, especialmente as <strong>Normas Regulamentadoras,</strong> é clara quanto à<strong> obrigatoriedade de cumprimento por todas as empresas que contratam empregados sob o regime da CLT</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que, caso o estrangeiro seja contratado diretamente por uma empresa brasileira, ele deverá ser incluído nos programas de prevenção e saúde ocupacional, como o PGR e o PCMSO, além de <strong>realizar exames médicos ocupacionais e receber o ASO</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando o vínculo empregatício permanece com a empresa estrangeira e há apenas a prestação de serviços em território nacional, a <strong>legislação brasileira é omissa</strong>. Nesses casos, <strong>não há obrigatoriedade formal de inclusão nos programas de saúde e segurança</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, consideramos uma boa prática e inclusive, recomendamos fortemente que sejam fornecidos <strong>treinamentos e informações sobre os riscos</strong>, como medida preventiva e de proteção tanto para o trabalhador quanto para a empresa contratante.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline">Terceirização: o que é, quais os riscos e como fazer de forma segura e estratégica</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-epis-estrangeiros-podem-ser-utilizados-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>EPIs estrangeiros podem ser utilizados no Brasil?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR 06 estabelece que os Equipamentos de Proteção Individual utilizados por empregados celetistas devem possuir <strong>Certificado de Aprovação (CA)</strong> <strong>emitido pelo Ministério do Trabalho</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, <strong>para trabalhadores contratados sob a CLT, os EPIs europeus sem CA não são aceitos.</strong> Já para <strong>estrangeiros vinculados a empresas de fora do Brasil, não há essa exigência</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, é prudente avaliar se os e<strong>quipamentos atendem aos riscos específicos da atividade. </strong>Caso contrário, recomendamos <strong>fornecer EPIs nacionais devidamente certificados</strong>.</p>



<h2 id="h-responsabilidade-da-empresa-contratante" class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade da empresa contratante</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do vínculo empregatício, a empresa contratante no Brasil assume <strong>responsabilidade subsidiária</strong> pela segurança dos trabalhadores que atuam em seu estabelecimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que, mesmo em casos de prestação de serviços por autônomos ou empregados de empresas estrangeiras, a <strong>contratante pode ser responsabilizada por acidentes</strong> se não garantir condições mínimas de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A jurisprudência trabalhista reforça esse entendimento. Em decisão do TST (PROCESSO Nº TST-RR-2364-53.2011.5.12.0016), ficou estabelecido que a<strong> tomadora de serviços responde civilmente por danos sofridos por trabalhador autônomo que atuava em suas dependências sem proteção adequada</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O nexo causal entre o acidente e a conduta da contratante (por ação ou omissão) caracteriza sua responsabilidade civil.</p>



<h2 id="h-coberturas-securitarias" class="wp-block-heading"><strong>Coberturas securitárias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação brasileira não dispõe de forma específica sobre coberturas securitárias aplicáveis a trabalhadores estrangeiros em missão no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a Ius recomenda que empresas <strong>avaliem a contratação de seguros privados que contemplem acidentes de trabalho, saúde e repatriação</strong>, garantindo maior proteção ao colaborador e mitigando riscos jurídicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando as informações apresentadas nesse artigo, a contratação de mão-de-obra internacional exige <strong>atenção redobrada às normas de saúde e segurança</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <strong>vínculo é celetista</strong>, todas as obrigações previstas nas NRs se aplicam integralmente. Nos casos de <strong>vínculo estrangeiro</strong>, ainda que não haja <strong>exigência legal</strong>, boas práticas como treinamentos, fornecimento de EPIs adequados e controle de riscos devem ser adotadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, a responsabilidade da empresa contratante pela integridade física dos trabalhadores em seu estabelecimento é inafastável, e a prevenção continua sendo o caminho mais seguro para evitar acidentes e litígios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Engenheiro de Segurança do Trabalho: quando a NR-4 exige e por que vale manter mesmo sem obrigação</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/engenheiro-seguranca-trabalho-nr4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regilane Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Regulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25093</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/21154-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Engenheiro na obra" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saiba quando a NR-4 exige engenheiro de segurança do trabalho, como calcular o SESMT e por que manter esse profissional protege sua empresa de multas e passivos trabalhistas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/21154-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Engenheiro na obra" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Em auditorias realizadas em empresas de diferentes segmentos, uma dúvida aparece com frequência: a empresa é obrigada a manter um engenheiro de segurança do trabalho no quadro de funcionários?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos gestores acreditam que não, especialmente quando a atividade parece de baixo risco. A legislação, porém, é objetiva, e <strong>ignorá-la pode gerar multas, interdições e ações trabalhistas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quando a <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-04.pdf">NR-4</a> exige o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)</li>



<li>como dimensioná-lo corretamente </li>



<li>por que manter esse profissional é uma decisão estratégica</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h2 id="h-o-que-dizem-a-clt-e-a-nr-4-sobre-o-sesmt" class="wp-block-heading"><strong>O que dizem a CLT e a NR-4 sobre o SESMT</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade está prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">art. 162 da CLT</a> (Decreto-Lei n.º 5.452/1943) e detalhada pela NR-4, atualizada pela Portaria MTP n.º 2.318/2022.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma vincula a exigência do SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) a dois critérios:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>o número total de empregados do estabelecimento </li>



<li>o grau de risco da atividade econômica principal</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade do SESMT próprio começa a partir de 50 trabalhadores, dependendo do grau de risco.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com menos de 50 empregados ficam desobrigadas de constituir o serviço, mas continuam sujeitas às demais exigências de saúde e segurança no trabalho, incluindo o <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br">PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)</a> previsto na NR-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>graus de risco variam de 1 (menor) a 4 (maior)</strong> e são definidos pelo CNAE da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria MTE n.º 1.341/2024 prorrogou para agosto de 2025 a revisão periódica desse quadro, mantendo os critérios vigentes enquanto o processo é conduzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-4 também permite a constituição de SESMT compartilhado, modalidade consolidada pela atualização de 2022.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas do mesmo grupo econômico ou localizadas em áreas industriais podem <strong>organizar uma equipe conjunta</strong>, desde que a eficácia das ações seja garantida. Nesse modelo, <strong>engenheiros de segurança, médicos e enfermeiros do trabalho podem ficar centralizados</strong>, enquanto técnicos de segurança são dimensionados por unidade.</p>



<h2 id="h-composicao-e-carga-horaria-do-sesmt" class="wp-block-heading"><strong>Composição e carga horária do SESMT</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O SESMT pode ser composto por:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>engenheiro de segurança do trabalho</li>



<li>médico do trabalho</li>



<li>enfermeiro do trabalho</li>



<li>técnico de segurança do trabalho</li>



<li>auxiliar ou técnico de enfermagem do trabalho </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong> composição exata depende do </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-4-nr-4"><strong>quadro de dimensionamento da NR-4</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cargas horárias mínimas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Técnico de segurança do trabalho e auxiliar de enfermagem do trabalho</strong>: 44 horas semanais (dedicação exclusiva).</li>



<li><strong>Engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho e enfermeiro do trabalho</strong>: ao menos 15 horas semanais (tempo parcial) ou 30 horas (tempo integral).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O SESMT deve ser coordenado por um dos profissionais integrantes do serviço e precisa atender a todos os estabelecimentos da empresa dentro do seu escopo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização é responsável por fornecer os meios e recursos necessários para que o SESMT cumpra suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça o CAL®, sistema para gestão de requisitos legais que mantém sua empresa em conformidade com as NRs</strong></a>.</p>



<h2 id="h-por-que-muitas-empresas-subestimam-essa-exigencia" class="wp-block-heading"><strong>Por que muitas empresas subestimam essa exigência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Três razões explicam a resistência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Percepção equivocada de risco</strong>: atividades administrativas ou de logística parecem seguras, mas acidentes ocorrem em todos os setores e podem decorrer de ergonomia inadequada, incêndios, quedas ou doenças ocupacionais.</li>



<li><strong>Visão de custo</strong>: gestores enxergam o engenheiro de segurança como despesa, sem considerar que ele reduz passivos, afastamentos e indenizações.</li>



<li><strong>Desconhecimento da legislação</strong>: muitos não sabem que a ausência do profissional pode resultar em autuações severas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</li>
</ul>



<h2 id="h-vantagens-de-manter-o-engenheiro-de-seguranca-mesmo-sem-obrigacao-imediata" class="wp-block-heading"><strong>Vantagens de manter o engenheiro de segurança mesmo sem obrigação imediata</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que ainda não atingiram o limiar de obrigatoriedade do SESMT, contratar um engenheiro de segurança do trabalho é uma decisão que se paga:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conformidade legal antecipada</strong>: quando a empresa cresce e atinge o número de empregados ou muda de CNAE, a estrutura já está montada.</li>



<li><strong>Redução de acidentes e afastamentos</strong>, com impacto direto na produtividade e nas contribuições ao INSS (alíquota RAT).</li>



<li><strong>Menor exposição a passivos trabalhistas</strong>: processos por doenças ocupacionais e acidentes envolvem indenizações, pensões vitalícias e condenações criminais a gestores.</li>



<li><strong>Acesso a certificações:</strong> normas como ISO 45001 exigem gestão estruturada de saúde e segurança ocupacional. O engenheiro de segurança é peça central nesse processo.</li>



<li><strong>Reputação e atração de talentos:</strong> empresas reconhecidas pelo cuidado com a segurança têm menor rotatividade e são mais competitivas em processos seletivos.</li>
</ul>



<h2 id="h-o-custo-real-de-nao-cumprir-a-nr-4" class="wp-block-heading"><strong>O custo real de não cumprir a NR-4</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um único acidente grave em uma empresa sem SESMT adequado pode gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Multas administrativas </strong>do MTE, que consideram a ausência do SESMT como agravante.</li>



<li><strong>Embargos e interdições </strong>de setores ou da operação inteira.</li>



<li><strong>Processos trabalhistas</strong> com <strong>indenizações </strong>por danos morais, materiais e pensões.</li>



<li><strong>Responsabilidade criminal </strong>de gestores em casos de acidente com morte ou lesão grave.</li>



<li><strong>Danos de imagem</strong> dificilmente reversíveis junto a clientes, parceiros e mercado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é simples: o custo de manter o profissional é previsível e controlável, mas o de um acidente não é.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o engenheiro de segurança do trabalho é uma decisão de gestão que <strong>protege pessoas, reduz custos e fortalece a empresa.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que investem em saúde e segurança ocupacional colhem resultados concretos: menos afastamentos, menos passivos e mais competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua empresa já atingiu os critérios da NR-4 ou está próxima disso, o momento de estruturar o SESMT é agora, antes de uma autuação ou acidente colocar tudo em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente"><strong>Solicite uma proposta e veja como o CAL® apoia a gestão de conformidade com NRs e SST</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ansiedade Regulatória: Impactos invisíveis da má gestão da conformidade legal nos colaboradores</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/gestao-conformidade-legal-impactos-nos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Stefany Bonfim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25067</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1081-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoas trabalhando" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Como a sobrecarga na gestão regulatória afeta a saúde mental de profissionais de compliance, meio ambiente e SST. Veja também como um sistema estruturado reduz essa pressão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1081-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoas trabalhando" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo de se transformar em uma não conformidade, em um apontamento de auditoria ou em uma multa, a<strong> gestão da conformidade legal já produziu um efeito</strong> silencioso e contínuo: a <strong>sobrecarga mental dos colaboradores responsáveis</strong> por manter a empresa em dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Otimize a rotina de trabalho da sua equipe com a ferramenta de gestão da conformidade legal da Ius</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cotidiano das empresas, o processo de gestão de normas legais, auditorias, evidências e planos de ação costuma ser tratada como uma atividade essencialmente técnica: prazos, normas, controles e relatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, porém, <strong>essa rotina é vivida de forma muito diferente por quem está à frente dessa responsabilidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno, ainda pouco discutido nas organizações, pode ser chamado de ansiedade regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental saber do que ele se trata e como atenuar seus efeitos, principalmente levando em conta a <strong>saúde e segurança da força de trabalho</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que, com a <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/guia-pratico-de-adequacao-a-nr-1-evite-custos-e-riscos">nova NR-01</a>, os fatores psicossociais associados ao ambiente de trabalho ganharam um peso maior no mercado.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h2 id="h-quando-a-conformidade-passa-a-ser-um-peso-psicologico" class="wp-block-heading"><strong>Quando a conformidade passa a ser um peso psicológico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho e compliance convivem diariamente com uma combinação desgastante de tarefas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle manual de prazos</li>



<li>Documentos espalhados em pastas, e-mails e servidores</li>



<li>Diversas normas acompanhadas em planilhas paralelas</li>



<li>Interpretação de normas extensas e complexas</li>



<li>Sensação de que algo pode ter sido esquecido</li>



<li>Insegurança diante de uma auditoria</li>



<li>Acompanhamento manual de publicações em diários oficiais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que essas tarefas façam parte da rotina, elas têm impacto real na saúde mental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do INSS e do Ministério da Previdência Social, em 2024 foram registrados <a href="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2025/abril/abril-verde-alerta-para-a-saude-e-seguranca-no-trabalho">472.328 afastamentos por transtornos mentais no Brasil</a>. Esse número representa um <strong>crescimento de 68% em relação ao ano anterior</strong> e corresponde ao maior volume da década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o número subiu para <a href="https://www.gov.br/previdencia/pt-br/noticias/2026/janeiro/previdencia-social-concede-546-254-beneficios-por-incapacidade-temporaria-por-transtornos-mentais-e-comportamentais">534.904 afastamentos</a>, um crescimento 15,66% em comparação a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses números evidenciam que a sobrecarga mental no trabalho não é um fenômeno isolado, mas uma tendência crescente. O cenário exige soluções capazes de organizar os processos e a carga cognitiva de quem os executa.</p>



<h2 id="h-o-erro-humano-nao-e-excecao-e-previsivel-em-sistemas-manuais" class="wp-block-heading"><strong>O erro humano não é exceção: é previsível em sistemas manuais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a <strong>gestão de normas depende de controles paralelos, registros manuais e da memória</strong> <strong>constante </strong>do responsável, o erro passa a ser estatisticamente previsível. Isso deve, inclusive, ser considerado nos levantamentos de riscos da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação recorrente que acompanha o responsável pelo processo é: &#8220;Se eu falhar, a empresa falha.&#8221; Essa pressão gera um ciclo de alerta permanente, retrabalho e desgaste progressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova NR-1 (Portaria MTE n. 1.419/2024) formalizou essa realidade ao exigir que as empresas incluam os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com vigência a partir de maio de 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma reconhece que fatores como sobrecarga de trabalho e pressão excessiva precisam ser identificados e mitigados com o mesmo rigor aplicado a riscos físicos, químicos e biológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa ainda gerencia normas legais em planilhas e pastas, este é o momento de estruturar o processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça o CAL® e veja como centralizar obrigações, prazos e evidências em um único sistema.</strong></a></p>



<h2 id="h-quando-o-sistema-assume-o-controle-do-processo" class="wp-block-heading"><strong>Quando o sistema assume o controle do processo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que apostam em um <strong>Sistema de Gestão Integrada inteligente</strong> permitem que um colaborador atue, simultaneamente, como <strong>gestor, auditor e controlador de prazos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema CAL, desenvolvido pela Ius, permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Centralizar e traduzir obrigações legais</li>



<li>Automatizar gestão de prazos</li>



<li>Vincular trechos pertinentes das normas</li>



<li>Estruturar planos de ação</li>



<li>Disponibilizar evidências para auditorias em poucos cliques</li>



<li>Monitora atualizações legais</li>



<li>Organiza responsabilidades</li>



<li>Reunir requisitos e evidências em um único ambiente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É a solução para empresas que desejam reduzir o esforço manual e o risco de falhas, garantindo mais eficiência e evitando sobrecarregar os trabalhadores.&nbsp;</p>



<h2 id="h-da-ansiedade-constante-ao-controle-real" class="wp-block-heading"><strong>Da ansiedade constante ao controle real</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando existe um sistema estruturado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A auditoria passa de uma “ameaça” para um procedimento de validação.</li>



<li>Os prazos não geram preocupações excessivas e se tornam apenas notificações cotidianas para acompanhamento de validade.</li>



<li>A gestão morosa de documentos abre espaços para acesso a registros a um clique.</li>



<li>O plano de ação deixa de depender da memória individual e segue o fluxo organizado do sistema.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A mente sai do modo de alerta permanente e entra no modo de <strong>gestão consciente</strong>. Isso contribui diretamente para o atendimento às diretrizes da NR-1, que reconhece a responsabilidade das organizações em relação aos<strong> impactos psicossociais </strong>presentes na rotina de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse contexto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Torna o ambiente mais favorável</li>



<li>Reduz a sobrecarga mental dos colaboradores </li>



<li>Diminui os riscos de multas e penalidades decorrentes do não atendimento às normas legais</li>
</ul>



<h2 id="h-compliance-tambem-e-cuidado-com-pessoas" class="wp-block-heading"><strong>Compliance também é cuidado com pessoas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fala-se muito em cultura de compliance, governança e gestão de riscos. No entanto, as empresas se esquecem de que essa cultura começa, de fato, na <strong>experiência diária de quem sustenta esse processo</strong> internamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reduzir a ansiedade regulatória significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir erros</li>



<li>Aumentar a eficiência</li>



<li>Melhorar o clima organizacional</li>



<li>Preservar a saúde mental dos profissionais-chave</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa tornar a conformidade um processo natural, e não um estado permanente de tensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a empresa compreende que o problema não está na capacidade das pessoas, mas na estrutura oferecida para a execução do trabalho, a conformidade segue fluxo organizado e otimizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante ter ferramentas eficientes: a solução correta organiza processos e, principalmente, a mente de quem precisa conduzi-los todos os dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer reduzir a carga operacional da sua equipe de conformidade? </strong><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente"><strong>Solicite uma proposta do CAL®.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-conformidade-legal-impactos-nos-trabalhadores/">Ansiedade Regulatória: Impactos invisíveis da má gestão da conformidade legal nos colaboradores</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Livia Langbehn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25056</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/126718-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Profissional fazendo análise de documentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as exigências da Norma Técnica CETESB P4.261. Descubra quando o PGR e o EAR são obrigatórios, o que o órgão avalia e como evitar a recusa do seu programa.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/">PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/126718-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Profissional fazendo análise de documentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), previsto na </strong><a href="https://sistemasinter.cetesb.sp.gov.br/normas/11/2013/11/P4261.pdf"><strong>Norma Técnica CETESB P4.261</strong></a>, é o principal instrumento do <strong>Estado de São Paulo</strong> para a prevenção de acidentes de origem tecnológica de empreendimentos que utilizam <strong>substâncias inflamáveis e/ou tóxicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conte com a Ius para realizar sua <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance">Auditoria do PGR CETESB &#8211; (Norma Técnica CETESB P 4.261</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o objetivo do PGR é garantir que empreendimentos que utilizam <strong>substâncias de interesse</strong> contem com mecanismos adequados para <strong>prevenir acidentes </strong>capazes de <strong>gerar danos </strong>ao meio ambiente e à população do entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Substâncias de interesse são compostos químicos (ou biológicos) que exigem atenção, monitoramento ou controle devido às suas propriedades.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, a CETESB exige a<strong> apresentação das substâncias presentes no empreendimento</strong>. O objetivo é subsidiar a tomada de decisão quanto à<strong> necessidade de elaboração do Estudo de Análise de Riscos </strong>(EAR) e do <strong>Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR)</strong>, ou apenas do PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão entre os principais aspectos avaliados no PGR:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caracterização do empreendimento e do entorno</li>



<li>Tomada de decisão quanto à necessidade de elaboração do EAR ou realização da identificação de perigos</li>



<li>Definição de procedimentos operacionais, de inspeção e de manutenção, visando à garantia da integridade das instalações</li>



<li>Definição e implementação da gestão de mudanças</li>



<li>Estabelecimento de programa de capacitação e treinamento dos trabalhadores envolvidos</li>



<li>Definição das medidas de atendimento e resposta a emergências, internas e externas, quando aplicável</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a estrutura da norma</li>



<li>os critérios que definem a obrigatoriedade do PGR ou do EAR (Estudo de Análise de Riscos)</li>



<li>o que a CETESB verifica na prática e como evitar os erros mais comuns que levam à recusa do programa</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/">Com o CAL, sua empresa gerencia todos os requisitos aplicáveis a sua operação, inclusive os da CETESB.</a>&nbsp;</p>



<h2 id="h-1-o-que-e-a-norma-tecnica-cetesb-p4-261" class="wp-block-heading"><strong>1. O que é a Norma Técnica CETESB P4.261</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://cetesb.sp.gov.br/analise-risco-tecnologico/norma-cetesb-p4-261/">Norma Técnica CETESB P4.261</a> (<strong>Risco de Acidente de Origem Tecnológica — Método para Decisão e Termos de Referência</strong>) é um mecanismo do Estado de São Paulo voltado à prevenção de acidentes de origem tecnológica envolvendo substâncias químicas de interesse (inflamáveis e/ou tóxicas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma está estruturada em quatro partes:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x576.png" alt="As quatro partes do PGR Cetesb

Parte I — Classificação de empreendimentos quanto à periculosidade: define, com base em critérios quantitativos, se o empreendimento deve elaborar um EAR (Estudo de Análise de Riscos), um PGR ou ambos.

Parte II — Termo de Referência para EAR de empreendimentos pontuais: detalha metodologias e critérios de tolerabilidade para instalações fixas.

Parte III — Termo de Referência para EAR de dutos: trata dos riscos associados a infraestruturas de transporte por tubulação.

Parte IV — Termo de Referência para o PGR: estabelece o conteúdo mínimo esperado do programa." class="wp-image-25057" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A norma surgiu como <strong>resposta institucional aos grandes acidentes tecnológicos</strong> registrados no Brasil e no exterior nas décadas de 1970 e 1980.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-f7d4d502 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-style:none;border-width:0px;border-radius:8px;background-color:#83b81a;margin-top:40px;margin-bottom:44px;padding-top:40px;padding-right:40px;padding-bottom:40px;padding-left:40px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:14%"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">No Estado de São Paulo, o acidente de referência histórico ocorreu em Cubatão, em fevereiro de 1984, quando o rompimento de um duto de gasolina da Petrobras provocou um incêndio de grandes proporções, resultando oficialmente em 93 mortes. Relatos não oficiais e estimativas divulgadas à época indicam que o número de vítimas pode ter ultrapassado 500 mortes, tornando o episódio um dos maiores desastres industriais e ambientais do país.</p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-no-estado-de-sao-paulo-o-acidente-de-referencia-historico-ocorreu-em-cubatao-em-fevereiro-de-1984-quando-o-rompimento-de-um-duto-de-gasolina-da-petrobras-provocou-um-incendio-de-grandes-proporcoes-resultando-oficialmente-em-93-mortes-relatos-nao-oficiais-e-estimativas-divulgadas-a-epoca-indicam-que-o-numero-de-vitimas-pode-ter-ultrapassado-500-mortes-tornando-o-episodio-um-dos-maiores-desastres-industriais-e-ambientais-do-pais"><strong>2. Quando o PGR CETESB é exigido</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A exigência normalmente aparece como condicionante durante o processo de <strong>licenciamento ambiental</strong> — na Licença Prévia (LP), na Licença de Instalação (LI) ou na Licença de Operação (LO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da<a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-geral-licenciamento-ambiental/"> Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025)</a>, em fevereiro de 2026, não elimina as obrigações estabelecidas pelas normas técnicas estaduais: a <strong>P4.261 segue vigente para empreendimentos licenciados pela CETESB em São Paulo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A simples menção à P4.261 na condicionante da Licença Ambiental não significa, automaticamente, a obrigatoriedade de elaboração do Estudo de Análise de Riscos (EAR) e do Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR), ou apenas do PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A elaboração desses estudos se dá pela análise técnica das substâncias de interesse presentes no empreendimento, considerando aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Volume</li>



<li>Distância de referência da norma</li>



<li>Distância da população em caso de um possível acidente</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h3 id="h-2-1-criterio-tecnico-de-decisao-parte-i-da-norma" class="wp-block-heading"><strong>2.1. Critério técnico de decisão (Parte I da norma)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de EAR e PGR (ou apenas do PGR) é determinada pela relação entre dois parâmetros estabelecidos na <strong>Parte I da P4.261</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Distância de referência (dr):</strong> calculada a partir das substâncias presentes, seus inventários e condições operacionais.</li>



<li><strong>Distância à população de interesse (dp):</strong> distância entre o empreendimento e o aglomerado populacional mais próximo fora dos limites da instalação.</li>
</ul>



<h4 id="h-passo-a-passo-para-tomada-de-decisao" class="wp-block-heading">Passo a passo para tomada de decisão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">1- Determine a <strong>classificação das substâncias </strong>(Anexo A e B) presentes no empreendimento, o <strong>inventário</strong>, a <strong>classificação quanto ao nível de toxicidade e inflamabilidade</strong>, a <strong>distância de referência </strong>(Anexo D e E) e a <strong>distância da população</strong> (apresentar os raios por meio de Google Earth ou similiar). </p>



<p class="wp-block-paragraph">2 &#8211; Compare a distância de referencia com o possível número de pessoas atingidas no raio de referencia.</p>



<h4 id="h-tomada-de-decisao" class="wp-block-heading">Tomada de Decisão </h4>



<p class="wp-block-paragraph">a) Quando houver a presença de<strong> população de interesse dentro dos limites determinados pela distância de referência</strong> e o <strong>número de pessoas for superior a 25</strong>: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Realizar Estudo de Análise de Risco (EAR) e Programa de Gerenciamento de Risco (PGR). </strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">b) Quando a <strong>distância da população de interesse for maior que a distância de referência</strong> (em caso de ausência de população ou <strong>número de pessoas menor que 25 nos limites da distância de referência</strong>): </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dispensado da elaboração do Estudo de Análise de Risco</strong> (EAR), devendo apresentar um Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).</li>
</ul>



<h3 id="h-2-2-apresentacao-das-substancias-de-interesse" class="wp-block-heading"><strong>2.2. Apresentação das Substâncias de Interesse</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa inicial do processo de triagem é o<strong> levantamento técnico das substâncias </strong>presentes na instalação. Esse documento deve apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nome químico e número CAS de cada substância</li>



<li>Classificação e propriedades físico-químicas relevantes</li>



<li>Inventário (quantidade armazenada ou processada)</li>



<li>Forma de armazenamento e condições operacionais</li>



<li>Distâncias de referência calculadas para cada substância</li>



<li>Estimativa da população potencialmente exposta no entorno</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse levantamento é o ponto de partida para que a CETESB avalie o enquadramento do empreendimento e defina o escopo do estudo exigido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconsistências nessa etapa (inventários subestimados, substâncias não declaradas, distâncias calculadas com parâmetros inadequados) são uma das <strong>causas mais frequentes de recusa ou exigências adicionais por parte do órgão</strong>.</p>



<h2 id="h-3-o-que-a-cetesb-espera-encontrar-no-pgr" class="wp-block-heading"><strong>3. O que a CETESB espera encontrar no PGR</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Termo de Referência da Parte IV da norma estabelece o conteúdo mínimo do PGR.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os itens abaixo refletem os <strong>pontos que a CETESB efetivamente verifica durante as análises técnicas</strong> (não apenas a existência formal do documento, mas a consistência entre o que está descrito e o que ocorre na prática operacional).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1024x576.png" alt="O que a Cetesb avalia as análises técnicas

Caracterizações do empreendimento e do entorno 

Identificação de perigos  

Revisão do Estudo de Análise de Risco ou da identificação de perigos

Procedimentos operacionais; −Gerenciamento de modificações 

Manutenção e garantia de integridade 

Capacitação de recursos humanos

Investigação de incidentes e acidentes 

Plano de Ação de Emergência (PAE)

Auditoria do PGR

Procedimento que irá embasar e determinar o prazo da Auditoria do PGR" class="wp-image-25059" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="h-3-1-identificacao-de-perigos" class="wp-block-heading"><strong>3.1. Identificação de perigos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A identificação de perigos é a base técnica do PGR. É nela que são definidas as hipóteses acidentais que servirão de referência para todos os demais elementos do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As metodologias mais utilizadas e reconhecidas pela CETESB são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>APP — Análise Preliminar de Perigos:</strong> indicada para levantamentos iniciais ou instalações de menor complexidade.</li>



<li><strong>HazOp (Hazard and Operability Study):</strong> metodologia sistemática baseada em palavras-guia, recomendada para processos com maior grau de complexidade.</li>



<li><strong>What If (&#8220;E se?&#8221;):</strong> análise estruturada por questionamentos, útil como complemento ou em revisões periódicas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da análise de perigos não depende exclusivamente do método escolhido, mas também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>do estudo ser conduzido por <strong>profissionais que efetivamente conhecem o processo</strong> avaliado;</li>



<li>do <strong>time</strong> <strong>envolver as áreas</strong> de operação, manutenção, segurança do trabalho e meio ambiente.</li>
</ul>



<h3 id="h-3-2-procedimentos-operacionais" class="wp-block-heading"><strong>3.2. Procedimentos operacionais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os procedimentos precisam refletir a realidade da instalação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CETESB verifica se eles estão <strong>atualizados, acessíveis às equipes e efetivamente compreendidos pelos operadores.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos antes elaborados genericamente, sem correspondência com as condições reais de operação, são apontados como insuficientes durante as análises técnicas do órgão licenciador.</p>



<h3 id="h-3-3-gerenciamento-de-mudancas" class="wp-block-heading"><strong>3.3. Gerenciamento de mudanças</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer alteração envolvendo instalações físicas ou administrativas (incluindo equipamentos, layout, substâncias, processos ou sistemas de segurança) deve<strong> levar em conta os procedimentos de gerenciamento de modificações</strong>, com <strong>avaliação e atualização da identificação de perigos</strong>, sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum identificar empresas que realizaram mudanças operacionais relevantes sem a devida atualização da apresentação de substâncias de interesse, do inventário de perigos ou da reavaliação das hipóteses acidentais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa ausência de atualização é frequentemente caracterizada pela CETESB como uma não conformidade relevante</strong>, em razão do potencial impacto na identificação dos possíveis cenários de emergência, nas medidas de prevenção e na resposta a emergências.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline">Para saber mais sobre como a gestão de conformidade legal se integra a processos como o gerenciamento de mudanças, veja o artigo<a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-responsabilidade-alem-ambiental-e-da-seguranca-do-trabalho/"> Gestão de Requisitos Legais: por que essa responsabilidade não é só do Meio Ambiente e da Segurança do Trabalho</a>.</p>
</div>
</div>



<h3 id="h-3-4-manutencao-e-integridade-de-equipamentos-criticos" class="wp-block-heading"><strong>3.4. Manutenção e integridade de equipamentos críticos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A CETESB avalia os controles de integridade aplicados a equipamentos cuja<strong> falha pode deflagrar cenários acidentais</strong> relevantes, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>tanques</li>



<li>vasos de pressão</li>



<li>sistemas com amônia</li>



<li>tubulações</li>



<li>bombas</li>



<li>detectores de gás</li>



<li>sistemas de combate a incêndio</li>



<li>áreas classificadas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ter procedimentos de manutenção&nbsp;</li>



<li>apresentar cronogramas atualizados, registros de inspeções e de testes, laudos técnicos vigentes e evidências de tratamento dos possíveis desvios identificados</li>
</ul>



<h3 id="h-as-principais-nao-conformidades-identificadas-pela-cetesb-bem-como-motivos-de-recusa-ou-nao-aprovacao-dos-documentos-apresentados-envolvem" class="wp-block-heading">As principais não conformidades identificadas pela CETESB, bem como motivos de recusa ou não aprovação dos documentos apresentados, envolvem:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registros vencidos</li>



<li>Não atendimento às recomendações técnicas emitidas pelo órgão ambiental ou Profissional Habilitado (PH)</li>



<li>Ausência de projetos técnicos e respectivas ARTs</li>
</ul>



<h3 id="h-3-5-capacitacao-e-treinamentos" class="wp-block-heading"><strong>3.5. Capacitação e treinamentos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O PGR deve <strong>documentar os programas de treinamento</strong> destinados às equipes operacionais, de manutenção e de segurança, especialmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As vinculadas diretamente às estruturas que envolvem produtos de interesse</li>



<li>As demais estruturas que, eventualmente, possam impactar as instalações e sistemas relacionados aos cenários de risco identificados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>CETESB verifica a frequência, o conteúdo e as evidências</strong> de realização dos treinamentos, incluindo os relativos ao Plano de Ação de Emergência.</p>



<h3 id="h-3-6-investigacao-de-incidentes" class="wp-block-heading"><strong>3.6. Investigação de incidentes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O programa deve descrever o<strong> processo de investigação de acidentes e incidentes</strong>, incluindo o<strong> tratamento das causas-raiz </strong>e o <strong>acompanhamento das ações corretivas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse elemento demonstra a capacidade de aprendizado organizacional e a efetividade dos controles implantados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sobre a importância de estruturar processos de investigação dentro de uma lógica integrada de gestão, veja também o artigo</em><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gro-e-pgr-na-nr1/"><em> </em><em>GRO e PGR na NR-1: o papel decisivo do levantamento de perigos e riscos a partir de 2026</em></a><em>.</em></p>



<h2 id="h-4-o-plano-de-acao-de-emergencia-pae-o-item-que-mais-gera-recusas" class="wp-block-heading"><strong>4. O Plano de Ação de Emergência (PAE): o item que mais gera recusas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Plano de Ação de Emergência é um dos elementos do PGR </strong>que mais concentra falhas identificadas nas análises da CETESB.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema central é que muitos planos existentes foram <strong>elaborados sem correspondência com os cenários acidentais</strong> efetivamente avaliados no estudo (ou foram <strong>construídos genericamente</strong>, sem aderência à realidade operacional da instalação).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um PAE tecnicamente consistente deve contemplar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hipóteses acidentais derivadas diretamente da análise de perigos realizada no PGR</li>



<li>Rotas de fuga, pontos de encontro e zonas de exclusão compatíveis com os cenários avaliados</li>



<li>Sistemas de alarme e fluxos de acionamento documentados e testados</li>



<li>Protocolos de comunicação interna e com órgãos externos (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, CETESB)</li>



<li>Integração com a brigada de emergência e/ou bombeiros civis</li>



<li>Calendário de simulados com registros de participação e avaliação de desempenho</li>



<li>Treinamentos periódicos com os envolvidos nas respostas de emergência</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos requisitos da CETESB, o PAE precisa ser compatível com as <strong>Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo</strong> e com as normas da ABNT aplicáveis à atividade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planos que não atendem simultaneamente a esses três referenciais normalmente enfrentam <strong>dificuldades durante auditorias</strong> e, em situações reais de emergência, apresentam <strong>lacunas operacionais graves</strong>.</p>



<h2 id="h-5-auditoria-e-revisao-periodica-do-pgr" class="wp-block-heading"><strong>5. Auditoria e revisão periódica do PGR</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O PGR não é um documento estático. A norma prevê<strong> mecanismos de auditoria e revisão periódicas</strong>, e a <strong>CETESB pode estabelecer prazos </strong>específicos de revisão por meio das condicionantes do licenciamento ambiental da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros casos, a periodicidade pode ser determinada por “Comunique-se” emitido no sistema e-Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situações que obrigatoriamente devem desencadear a revisão do PGR:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inclusão de novas substâncias de interesse ou aumento de inventário</li>



<li>Ampliação da capacidade produtiva ou alterações de layout</li>



<li>Mudanças em processos, equipamentos ou sistemas de segurança</li>



<li>Ocorrência de acidente ou incidente com potencial revelado</li>



<li>Resultados de auditorias que identifiquem inconsistências relevantes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que mantêm o PGR desatualizado correm o risco de apresentar, durante fiscalizações ou renovações de licença, <strong>documentos que não refletem mais a realidade operacional</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa situação costuma resultar em<strong> exigências corretivas</strong>, <strong>prazos de adequação</strong> ou, em casos mais graves, <strong>embargos administrativos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/"><em>No Onegreen, sua empresa monitora as condicionantes de licenças ambientais, acompanha prazos e armazena evidências de atendimento.</em></a></p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-conformidade-legal/">Sua empresa realmente está em conformidade legal? 3 erros comuns que passam despercebidos</a> e<a href="https://blog.iusnatura.com.br/auditoria-conforrmidade-legal/"> Auditoria de Conformidade Legal: o que é e como fazer</a>.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-6-erros-mais-comuns-que-levam-a-recusa-do-pgr-pela-cetesb" class="wp-block-heading"><strong>6. Erros mais comuns que levam à recusa do PGR pela CETESB</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na experiência técnica em auditorias e diagnósticos de PGR, os problemas mais recorrentes que resultam em <strong>exigências ou recusas por parte da CETESB</strong> são:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1024x576.png" alt="Erros mais comuns no PGR Cetesb
Inventário incorreto ou subestimado: quantidades declaradas que não correspondem ao efetivo estoque operacional, omissão de substâncias de interesse ou classificação inadequada.

Distâncias de referência calculadas com parâmetros inadequados: uso de condições operacionais favoráveis que não refletem os cenários mais críticos.

Ausência de evidências operacionais: procedimentos existentes no papel, mas sem registros de treinamento, aplicação ou revisão.

PAE desconectado da análise de perigos: plano elaborado genericamente, sem correspondência com os cenários acidentais identificados.

Gerenciamento de mudanças inexistente ou informal: modificações realizadas sem avaliação prévia de risco e sem atualização da documentação.

Baixa integração entre áreas: PGR elaborado exclusivamente pelo setor de Meio Ambiente, sem participação das áreas Operacionais, Manutenção e Segurança do Trabalho.

Não atualização após mudanças operacionais: programa que reflete a configuração histórica da planta, não a configuração atual." class="wp-image-25060" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="h-7-pgr-cetesb-e-seguranca-de-processo-a-convergencia-que-muitas-empresas-ainda-ignoram" class="wp-block-heading"><strong>7. PGR CETESB e Segurança de Processo: a convergência que muitas empresas ainda ignoram</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto que ainda gera confusão em muitas organizações é enquadrar o PGR CETESB apenas como uma obrigação do licenciamento ambiental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista técnico, a norma P4.261 tem uma abordagem que converge diretamente com o <strong>Gerenciamento de Segurança de Processo (PSM — Process Safety Management)</strong>, estrutura reconhecida internacionalmente para a prevenção de acidentes de grandes proporções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os elementos exigidos pelo PGR CETESB (identificação de perigos, gerenciamento de mudanças, integridade de equipamentos críticos, investigação de incidentes, PAE e auditorias) são os <strong>mesmos pilares do PSM</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que empresas que implementam o PGR com consistência técnica estão, ao mesmo tempo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atendendo às exigências da CETESB para o licenciamento ambiental</li>



<li>Construindo uma estrutura de gestão de riscos de processo compatível com padrões internacionais</li>



<li>Reduzindo a probabilidade de acidentes ampliados com impacto sobre pessoas, patrimônio e continuidade operacional</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratam o PGR apenas como um documento de cumprimento legal tendem a <strong>apresentar falhas </strong>justamente nas evidências operacionais, o aspecto que a CETESB mais examina durante suas análises.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-licenciamento-ambiental-lei-federal-15190/">Novo Licenciamento Ambiental: o que muda com a Lei 15.190/2025</a>.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-8-como-a-ius-natura-apoia-empresas-no-pgr-cetesb" class="wp-block-heading"><strong>8. Como a Ius Natura apoia empresas no PGR CETESB</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://www.iusnatura.com.br/"> Ius Natura</a> atua com empresas na avaliação técnica e no fortalecimento de Programas de Gerenciamento de Riscos, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Auditoria técnica do PGR CETESB com diagnóstico de aderência à Norma Técnica P4.261</li>



<li>Diagnóstico preventivo de causas de recusa ou não aprovação do PGR pelo órgão</li>



<li>Avaliação da apresentação das Substâncias de Interesse e consistência dos inventários</li>



<li>Mentoria técnica para correção dos desvios identificados</li>



<li>Apoio na estruturação de evidências operacionais e de manutenção</li>



<li>Mentoria para a revisão do PAE e integração com os cenários acidentais do PGR</li>



<li>Elaboração do procedimento de auditoria interna do programa</li>



<li>Suporte no atendimento a exigências de Comunique-se e demais condicionantes da CETESB</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance">Agende uma conversa com nossa equipe e descubra como podemos apoiar o seu PGR CETESB!</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/">PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova NR-10: principais mudanças e o que sua empresa deve fazer antes de junho de 2027</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/nova-nr-10-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25046</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/27509-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Rede de energia elétrica" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A Portaria MTE nº 737/2026 aprovou a nova NR-10, com vigência em junho de 2027. Entenda as mudanças no GRO, arco elétrico, treinamentos, PIE e documentação. </p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nova-nr-10-2026/">Nova NR-10: principais mudanças e o que sua empresa deve fazer antes de junho de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/27509-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Rede de energia elétrica" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/maio/mte-moderniza-nr-10-e-instala-mesa-estadual-do-trabalho-decente-no-meio-rural-em-sp">Portaria MTE nº 737, de 29 de maio de 2026</a>, publicada no Diário Oficial da União em 1º de junho de 2026, aprovou a nova redação da NR-10 — Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Mantenha sua empresa atualizada sobre mudanças legislativas em SST e meio ambiente com o CAL.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação substitui integralmente os textos anteriores estabelecidos pelas Portarias MTE nº 598/2004 e MTPS nº 508/2016. Ela entra em vigor em <strong>1º de junho de 2027</strong>, com período de transição de 12 meses para que as organizações realizem os ajustes necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão é a quinta desde a publicação original da norma, em 1978 (<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-10-nr-10">Portaria MTb nº 3.214</a>), e a segunda de revisão estrutural ampla, sendo a anterior de 2004.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização abrange:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>tratamento formal do risco elétrico no escopo do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)</li>



<li>critérios específicos para arco elétrico</li>



<li>reorganização das exigências de capacitação</li>



<li>fortalecimento das medidas de proteção coletiva</li>



<li>ampliação do controle documental</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a vigência seja em 2027, o prazo de transição deve ser tratado como janela de preparação. Iniciar o diagnóstico agora reduz custos de adequação e evita ajustes emergenciais próximos ao prazo final.</p>



<figure class="wp-block-image size-large has-custom-border"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/ius-ebook-nova-nr-10"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="225" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10-1024x225.png" alt="Baixe nosso ebook gratuito Decodificando a Nova NR-10" class="wp-image-25142" style="border-top-left-radius:21px;border-top-right-radius:21px;border-bottom-left-radius:21px;border-bottom-right-radius:21px" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10-1024x225.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10-300x66.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10-768x169.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10-1536x338.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eBook-Decodificando-a-Nova-NR-10.png 1601w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 id="h-o-que-muda-na-nr-10-visao-geral-das-alteracoes" class="wp-block-heading"><strong>O que muda na NR-10: visão geral das alterações</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças se organizam em cinco eixos principais, detalhados a seguir.</p>



<h3 id="h-1-integracao-ao-gerenciamento-de-riscos-ocupacionais-gro" class="wp-block-heading"><strong>1. Integração ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mudança conceitual da nova NR-10 é a <strong>integração formal dos riscos elétricos ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)</strong>, previsto na <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-1">NR-1 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de junho de 2027, os perigos de choque elétrico e arco elétrico precisam ser identificados, avaliados e controlados dentro do <strong>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</strong> da organização, e não mais tratados de forma isolada da gestão de SST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o risco elétrico entra na mesma lógica de hierarquia de controles já estabelecida na NR-1:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>eliminação</li>



<li>proteção coletiva</li>



<li>medidas administrativas&nbsp;</li>



<li>proteção individual</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A prioridade pela <strong>desenergização</strong> das instalações antes do início das atividades é reforçada como medida primária. Já os casos em que o trabalho em condições energizadas é aceito passam a exigir justificativa técnica e controles documentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria das organizações, isso implica revisar o PGR existente para verificar se os riscos elétricos estão contemplados com o nível de detalhe exigido.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gro-e-pgr-na-nr1/">Veja como estruturar esse processo no artigo GRO e PGR na NR-1: o papel decisivo do levantamento de perigos e riscos.</a></p>
</div>
</div>



<h3 id="h-2-tratamento-especifico-para-o-risco-de-arco-eletrico" class="wp-block-heading"><strong>2. Tratamento específico para o risco de arco elétrico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova NR-10 passa a tratar o <strong>arco elétrico como um perigo distinto</strong>, com exigências próprias de avaliação e controle.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma admite a realização de estudos de energia incidente para determinar as medidas de proteção adequadas em cada ponto da instalação. Ela também estabelece critérios mais objetivos para a <strong>seleção de EPIs com capacidade de proteção contra os efeitos térmicos do arco</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma não torna obrigatório o estudo de arco elétrico para todas as instalações, mas <strong>exige que o risco de arco seja considerado na identificação e avaliação de riscos do GRO</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instalações com características que favorecem a ocorrência de arco (como painéis de média e alta tensão, sistemas sem proteção adequada de coordenação) tendem a demandar estudo específico para suportar a escolha dos EPIs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação também reorganiza a classificação de tensões, criando uma faixa de <strong>média tensão</strong> — o que altera a categorização de algumas instalações que antes eram classificadas apenas como alta tensão.</p>



<h3 id="h-3-reestruturacao-dos-treinamentos-e-da-capacitacao" class="wp-block-heading"><strong>3. Reestruturação dos treinamentos e da capacitação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura de capacitação prevista na NR-10 foi ampliada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação define <strong>modalidades específicas de treinamento por contexto de atuação</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>trabalhos em baixa, média e alta tensão</li>



<li>trabalhos em áreas classificadas&nbsp;</li>



<li>atividades relacionadas ao Sistema Elétrico de Potência (SEP)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as exigências de forma, a norma fixa para os treinamentos de reciclagem uma <strong>carga horária mínima de 16 horas</strong>, mantendo a periodicidade bienal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, reforça os requisitos de conteúdo programático definido, acompanhamento por profissional legalmente habilitado e documentação formal de registro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, isso exige <strong>verificar se os programas de treinamento atuais atendem aos novos parâmetros</strong> e <strong>se os profissionais atualmente autorizados continuam habilitados </strong>conforme os critérios da nova redação.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/aproveitamento-de-treinamentos-de-nrs-economia-para-as-empresas/">O artigo Aproveitamento de treinamentos de NRs: eficiência e economia para as empresas traz orientações sobre como gerenciar esse processo.</a></p>
</div>
</div>



<h3 id="h-4-fortalecimento-das-medidas-de-protecao-coletiva" class="wp-block-heading"><strong>4. Fortalecimento das medidas de proteção coletiva</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova NR-10 detalha os critérios para adoção de medidas de proteção coletiva quando a desenergização não for possível, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>dispositivos de proteção contra choque elétrico</strong></li>



<li><strong>sistemas de aterramento</strong></li>



<li><strong>proteção contra sobretensões e descargas atmosféricas</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também trata de medidas específicas para redução do risco de arco elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto de atenção prático é a ampliação das situações em que o <strong>Dispositivo Diferencial Residual (DDR)</strong> passa a ser exigido como <strong>medida adicional de proteção</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda inclui, com<strong> prazo específico adicional de um ano</strong> após a vigência geral,<strong> determinados circuitos de tomadas em edificações não residenciais</strong> existentes (conforme a alínea &#8220;e&#8221; do subitem 10.6.4 da Portaria MTE nº 737/2026).</p>



<h3 id="h-5-reorganizacao-da-documentacao-e-do-controle-de-atividades" class="wp-block-heading"><strong>5. Reorganização da documentação e do controle de atividades</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação reorganiza e detalha os documentos exigidos para comprovação da conformidade legal, com ênfase em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>registros de qualificação e treinamento</strong></li>



<li><strong>procedimentos de trabalho</strong></li>



<li><strong>análises de risco</strong></li>



<li><strong>permissões de trabalho&nbsp;</strong></li>



<li><strong>controles de acesso a instalações elétricas</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Prontuário das Instalações Elétricas (PIE)</strong> é reforçado como instrumento de rastreabilidade técnica em determinadas situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma <strong>admite explicitamente a manutenção da documentação em formato digital</strong>, desde que atualizada e disponível para consulta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto torna a qualidade dos sistemas de gestão documental um fator diretamente relevante para a conformidade.</p>



<p class="has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph" style="border-top-left-radius:14px;border-top-right-radius:14px;border-bottom-left-radius:14px;border-bottom-right-radius:14px;background-color:#83b81a"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Com o CAL® da Ius, sua empresa tem uma vantagem na manutenção e rastreabilidade dessas evidências. Ele centraliza obrigações, registros e planos de ação em um único ambiente auditável.<br></a><br><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL®</a></span></strong></p>



<h2 id="h-a-quem-se-aplica-a-nova-nr-10" class="wp-block-heading"><strong>A quem se aplica a nova NR-10</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-10 se aplica a qualquer organização que <strong>mantenha instalações ou serviços em eletricidade</strong>, independentemente de essa ser ou não a atividade principal, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>indústrias</li>



<li>hospitais</li>



<li>hotéis</li>



<li>centros comerciais</li>



<li>plataformas offshore&nbsp;</li>



<li>prestadores de serviços de manutenção elétrica</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A norma alcança também quem <strong>contrata serviços em instalações elétricas</strong>, o que inclui a responsabilidade de verificar se os profissionais e empresas terceirizadas atendem às exigências de capacitação e autorização previstas no novo texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que já gerenciam a conformidade legal de SST com algum nível de estrutura, mas que tratam os riscos elétricos de forma isolada (fora do GRO/PGR), precisarão revisar essa abordagem.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/a-importancia-do-acompanhamento-de-requisitos-legais-em-saude-e-seguranca-do-trabalho-nas-empresas/">O artigo Como o acompanhamento de requisitos legais em SST pode proteger sua empresa contextualiza os riscos do monitoramento fragmentado.</a></p>
</div>
</div>



<h2 id="h-contexto-normativo-o-que-levou-a-revisao-da-nr-10" class="wp-block-heading"><strong>Contexto normativo: o que levou à revisão da NR-10</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão foi construída de forma tripartite (governo, trabalhadores e empregadores) no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) do <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-10-nr-10">Ministério do Trabalho e Emprego</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação foi comunicada pelo MTE em <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/maio/mte-moderniza-nr-10-e-instala-mesa-estadual-do-trabalho-decente-no-meio-rural-em-sp">nota oficial de 29 de maio de 2026</a> e publicada no DOU, Edição 101, Seção 1, p. 167, em 1º de junho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização reflete uma tendência consolidada na legislação brasileira de SST:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">a substituição de modelos de conformidade baseados em documentação formal por <strong>sistemas estruturados de gestão preventiva</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-1, atualizada em 2024 (<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2024/portaria-mte-no-1-419-nr-01-gro-nova-redacao.pdf/view">Portaria MTE nº 1.419/2024</a>), já havia consolidado essa lógica ao tornar o GRO o eixo central de toda a gestão de SST. A nova NR-10 traz os riscos elétricos para dentro dessa estrutura.</p>



<h2 id="h-como-o-cal-te-apoio-na-adequacao-a-nova-nr-10" class="wp-block-heading"><strong>Como o CAL te apoio na adequação à nova NR-10</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gerenciar a conformidade com a NR-10 envolve obrigações de natureza distinta:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>treinamentos com validade</li>



<li>manutenção de documentação técnica atualizada</li>



<li>planos de ação vinculados ao GRO</li>



<li>controle de autorizações individuais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto de exigências é difícil de rastrear manualmente, especialmente em <strong>organizações com múltiplas unidades ou equipes externas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL® (Sistema de Gestão de Requisitos Legais da Ius)</a> centraliza esses controles em um ambiente único, com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>banco de normas atualizado diariamente</li>



<li>alertas de prazo</li>



<li>gestão de evidências</li>



<li>módulos de AIPR (Análise Integrada de Perigos e Riscos)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para organizações que já utilizam o CAL®, a adequação à nova NR-10 pode ser gerenciada diretamente na plataforma, com rastreabilidade completa para auditorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sua empresa está preparada para a nova NR-10?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Solicite uma demonstração do CAL® e veja como estruturar a gestão de requisitos legais com rastreabilidade e eficiência:&nbsp;</p>



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</div>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova NR-10 (Portaria MTE nº 737/2026) representa a atualização mais significativa da norma desde 2004.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças não se limitam a ajustes pontuais: a integração ao GRO, os critérios específicos para arco elétrico, a reestruturação dos treinamentos e a reorganização documental configuram uma revisão de escopo, não apenas de conteúdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que começarem a adequação durante o período de transição (mapeando lacunas, revisando o PGR, ajustando treinamentos e reorganizando a documentação) chegam a junho de 2027 em conformidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquelas que aguardarem o prazo final terão menos tempo para tratar as não conformidades identificadas e maior risco de interrupção operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conformidade com a nova NR-10 é o resultado de uma gestão de SST que trata o risco elétrico com o mesmo rigor analítico aplicado a outros riscos ocupacionais. Esse é o padrão que a norma passou a exigir.</p>



<h2 id="h-sobre-a-ius-natura" class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Ius Natura</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.iusnatura.com.br/">Ius</a> é uma empresa especializada em tecnologia e consultoria para gestão de requisitos legais, certificada nas normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL®</a>, oferece um sistema de gestão integrada de obrigações legais de SST, meio ambiente e ESG, com banco de normas atualizado diariamente e módulos de auditoria, AIPR e gestão documental.&nbsp;</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nova-nr-10-2026/">Nova NR-10: principais mudanças e o que sua empresa deve fazer antes de junho de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pulverização Agrícola por Drones: Como Garantir a Conformidade Legal</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/pulverizacao-agricola-drone-requisitos-legais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24999</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2603-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Drone agrícola" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Tudo que você precisa saber para operar legalmente drones de pulverização agrícola no Brasil: SISANT, CAAR, distâncias de segurança, NR-31 e mais.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pulverizacao-agricola-drone-requisitos-legais/">Pulverização Agrícola por Drones: Como Garantir a Conformidade Legal</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2603-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Drone agrícola" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está entre os países de destaque no mercado mundial de drones agrícolas. A nível nacional, dos 158 mil drones <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/areas-de-atuacao/aeronaves-1/drones-cadastrados/painel-drones">cadastrados na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)</a>, <strong>mais de 12 mil são destinados à pulverização agrícola e aplicação de outros insumos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado está em crescimento, mas levanta uma preocupação quanto ao aumento equivalente na conformidade legal. O motivo é que <strong>o uso irregular gera autuações, embargos e responsabilização civil e criminal de operadores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este guia reúne, em um único documento, todas <strong>as obrigações federais</strong> que recaem sobre quem opera, contrata ou é responsável técnico por aplicação de defensivos agrícolas com aeronaves remotamente pilotadas (ARPs).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto apresenta as normas com links para as fontes oficiais, aponta os <strong>principais riscos de descumprimento</strong> e indica <strong>como estruturar a documentação necessária</strong> para uma operação regular.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Precisa mapear os requisitos legais aplicáveis à sua operação agrícola?</strong><br><br><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL, o software de gestão de conformidade legal da Ius</a>.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que você vai encontrar neste artigo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estrutura regulatória: quais órgãos regulam e por quê</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ANAC: cadastro, aeronavegabilidade e restrições de voo</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; MAPA: critérios técnicos e distâncias mínimas de segurança</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; IBAMA, ANVISA e Código Florestal: limites ambientais e sanitários</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; NR-31: obrigações trabalhistas</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Documentação obrigatória em campo</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Responsabilidade solidária do contratante</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Checklist de conformidade</p>



<h2 id="h-1-quatro-camadas-regulatorias-um-unico-operador-responsavel" class="wp-block-heading"><strong>1. Quatro camadas regulatórias, um único operador responsável</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pulverização por drones é uma das poucas atividades rurais que exige conformidade simultânea com <strong>quatro esferas regulatórias federais distintas</strong>. Não basta estar em dia com a aviação civil: a operação pode ser autuada pelo <strong>MAPA</strong>, pelo <strong>IBAMA </strong>ou pela <strong>fiscalização do trabalho</strong> mesmo com o <strong>cadastro aeronáutico </strong>em dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro abaixo resume cada órgão e seu escopo de competência:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="270" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tabela-Ius-com-identidade-da-Ius-1024x270.png" alt="Tabela informativa com fundo claro e cabeçalho verde detalhando os órgãos reguladores da aviação agrícola no Brasil e suas respectivas atribuições. A tabela está dividida em três colunas: Órgão, Competência e Principal norma. Na primeira linha, a ANAC é responsável pelo registro e operação da aeronave, sob a RBAC-E número 94 e Resolução 710 de 2023. Na segunda linha, o MAPA cuida dos critérios técnicos da aplicação aeroagrícola, conforme a Portaria 298 de 2021 e a IN 2 de 2008. Na terceira linha, o IBAMA e a ANVISA atuam no registro e controle dos defensivos, baseados na Lei 7.802 de 1989 e RDC 185 de 2017. Na última linha, o MTE (Trabalho) responde pela segurança e saúde dos trabalhadores rurais, seguindo a norma regulamentadora NR-31." class="wp-image-25001" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tabela-Ius-com-identidade-da-Ius-1024x270.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tabela-Ius-com-identidade-da-Ius-300x79.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tabela-Ius-com-identidade-da-Ius-768x203.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tabela-Ius-com-identidade-da-Ius.png 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante: </strong>estados e municípios podem estabelecer regras adicionais mais restritivas, especialmente quanto a distâncias de segurança e restrições de uso em determinadas culturas ou regiões. <strong>Consulte sempre a legislação estadual e municipal</strong> da localidade da operação.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Com o CAL, sua empresa tem acesso a todos os requisitos aplicáveis a sua operação: federal, estaduais e municipais! </strong><br><br><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL, o software de gestão de conformidade legal da Ius</a>.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-2-anac-registro-obrigatorio-aeronavegabilidade-e-restricoes-de-voo" class="wp-block-heading"><strong>2. ANAC: registro obrigatório, aeronavegabilidade e restrições de voo</strong></h2>



<h3 id="h-2-1-base-normativa" class="wp-block-heading"><strong>2.1 Base normativa</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A principal referência é o<a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/rbha-e-rbac/rbac/rbac-e-94"> Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial RBAC-E nº 94</a>, aprovado pela Resolução ANAC 419/2017 e atualizado pela Resolução ANAC 710/2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Resolução 710/2023 trouxe uma mudança relevante: drones usados em aplicação agrícola foram reclassificados, <strong>dispensando o seguro RETA</strong> <strong>e a autorização de projeto</strong> em determinadas categorias operacionais, com o objetivo de r<strong>eduzir a burocracia </strong>para produtores e prestadores de serviço.</p>



<h3 id="h-2-2-cadastro-no-sisant" class="wp-block-heading"><strong>2.2 Cadastro no SISANT</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É obrigatório para todos os drones com Peso Máximo de Decolagem (PMD) superior a 250g, incluindo os utilizados em pulverização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento é feito no<a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/sistemas/sisant"> Sistema SISANT</a>. O número de identificação gerado deve estar afixado na aeronave de forma legível, em material não inflamável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Drones agrícolas como o DJI Agras T25P, T40 ou equivalentes excedem amplamente esse peso e operam comercialmente, o que torna o cadastro obrigatório por equipamento e por operador.</p>



<h3 id="h-2-3-restricoes-operacionais-gerais" class="wp-block-heading"><strong>2.3 Restrições operacionais gerais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Pousos e decolagens</strong> são responsabilidade exclusiva do piloto remoto em comando e devem ocorrer em áreas distantes de terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>É proibido o voo sem certificado de aeronavegabilidade válido </strong>(quando exigível pela categoria do equipamento).</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;</strong><strong>É expressamente proibido o transporte de pessoas, animais ou cargas proibidas </strong>por lei, salvo exceções regulamentares específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;</strong><strong>Operações em espaço aéreo controlado ou em áreas restritas exigem autorização prévia </strong>junto ao DECEA, obtida via sistema SARPAS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;</strong><strong>Homologação do equipamento junto à ANATEL </strong>(radiofrequência) é requisito independente do cadastro na ANAC.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><em>ATENÇÃO: O cadastro no SISANT não substitui a homologação ANATEL, nem autoriza operações em espaço aéreo controlado sem autorização do DECEA. A conformidade aeronáutica requer os três procedimentos.</em></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. MAPA: critérios técnicos para aplicação aeroagrícola</strong></p>



<h3 id="h-3-1-normas-aplicaveis" class="wp-block-heading"><strong>3.1 Normas aplicáveis</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A operação deve observar cumulativamente a Portaria MAPA 298/2021 (específica para ARPs) e a Instrução Normativa MAPA/IBAMA/ANVISA 2/2008, que disciplina as diretrizes gerais da aviação agrícola.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/2024/mapa-apresenta-normas-sobre-uso-de-drones-na-agricultura-na-drone-show">MAPA anunciou em 2024</a>, durante a Drone Show, que planeja unificar os dois textos em uma nova norma via consulta pública.</p>



<h3 id="h-3-2-registro-do-operador-e-do-responsavel-tecnico" class="wp-block-heading"><strong>3.2 Registro do operador e do responsável técnico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A empresa aplicadora deve estar <strong>registrada no órgão estadual de defesa agropecuária</strong> competente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Toda operação de aplicação aeroagrícola remota exige um<strong> Responsável Técnico habilitado</strong> (Engenheiro Agrônomo ou Florestal), que coordena as atividades e assina os relatórios operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O operador deve ter concluído o <strong>Curso de Aplicação Aeroagrícola Remota (CAAR)</strong>, com 28 horas de duração e avaliação teórica, ministrado por instituição credenciada pelo MAPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O operador ou um representante habilitado deve estar presente no campo durante toda a operação para monitorar condições e registrar a aplicação.</p>



<h3 id="h-3-3-distancias-minimas-de-seguranca-in-mapa-2-2008" class="wp-block-heading"><strong>3.3 Distâncias mínimas de segurança (IN MAPA 2/2008)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As distâncias previstas na <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/insumos-agropecuarios/aviacao-agricola/legislacao/3-in-2-de-03-de-janeiro-de-2008-com-alteracoes-da-in-37-2020.pdf"><strong>IN 2/2008</strong></a> são de observância obrigatória e constituem um dos pontos mais fiscalizados em autuações:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Proibida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais </strong>de captação de água para abastecimento público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Deve-se <strong>respeitar o isolamento mínimo em relação a cursos de água naturais e reservas legais</strong> para evitar contaminação indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/insumos-agropecuarios/aviacao-agricola/legislacao/portaria-mapa-298-de-22-09-2021.pdf">Portaria MAPA 298/2021</a> <strong>restringe a aplicação à área alvo da intervenção </strong>(Art. 9), proibindo a pulverização fora dos limites da lavoura contratada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A legislação estadual pode estabelecer distâncias ainda maiores, que prevalecem sobre os limites federais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><em>A </em><em>IN Conjunta MAPA/IBAMA/ANVISA nº 1/2012</em><em> exige aviso prévio de 48 horas aos apicultores num raio de 6 km das propriedades onde os produtos serão aplicados. O descumprimento pode gerar responsabilização por danos ao produtor apicultor.</em></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.4 Registro operacional obrigatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/insumos-agropecuarios/aviacao-agricola/legislacao/portaria-mapa-298-de-22-09-2021.pdf">Portaria 298/2021</a> exige o registro de dados de cada aplicação, contendo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Identificação da ARP (número ANAC)</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Tipo e modelo de ponta de pulverização utilizada</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Mapa de aplicação</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Receituário agronômico assinado por profissional habilitado</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses registros devem ser <strong>armazenados por no mínimo dois anos</strong> e estar disponíveis para fiscalização.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Com o CAL, você centraliza todos os requisitos legais aplicáveis à sua operação e rastreia o status de atendimento em tempo real</strong></a>.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-4-ibama-anvisa-e-codigo-florestal-limites-ambientais-e-sanitarios" class="wp-block-heading"><strong>4. IBAMA, ANVISA e Código Florestal: limites ambientais e sanitários</strong></h2>



<h3 id="h-4-1-registro-federal-dos-defensivos-ibama-e-anvisa" class="wp-block-heading"><strong>4.1 Registro federal dos defensivos (IBAMA e ANVISA)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Somente podem ser utilizados defensivos com registro federal ativo, obtido junto ao MAPA, ao IBAMA e à ANVISA, conforme a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7802.htm">Lei de Agrotóxicos (Lei 7.802/1989)</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É vedado o uso de qualquer produto fora do que está descrito na bula</strong>, incluindo a modalidade de aplicação. Isso significa que, <strong>se a bula não prevê aplicação aeroagrícola, o produto não pode ser utilizado com drone</strong>, independentemente de outras autorizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBAMA é responsável pelo monitoramento do Potencial de Periculosidade Ambiental (PPA) dos defensivos, enquanto a ANVISA avalia e classifica o risco toxicológico. A consulta à bula atualizada do produto é obrigatória antes de cada operação.</p>



<h3 id="h-4-2-codigo-florestal-lei-12-651-2012" class="wp-block-heading"><strong>4.2 Código Florestal (Lei 12.651/2012)</strong></h3>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">A aplicação aérea deve respeitar integralmente as <a href="https://www.embrapa.br/codigo-florestal/entenda-o-codigo-florestal/area-de-preservacao-permanente">Áreas de Preservação Permanente (APPs)</a> e as Reservas Legais mapeadas no imóvel, conforme o<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm"> Código Florestal (Lei 12.651/2012)</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>dispersão de defensivos sobre vegetação nativa protegida pode configurar infração </strong>ambiental prevista na Lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), com sanções que vão de multa a restrição do exercício da atividade rural.</p>



<h2 id="h-5-nr-31-seguranca-e-saude-dos-trabalhadores-rurais" class="wp-block-heading"><strong>5. NR-31: segurança e saúde dos trabalhadores rurais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-31 (Norma Regulamentadora 31) estabelece as condições mínimas de segurança e saúde para atividades rurais, incluindo o manuseio de defensivos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua observância é obrigatória mesmo quando o operador do drone não tem contato direto com o agrotóxico: trabalhadores que preparam a calda ou circulam na área de aplicação são considerados trabalhadores em exposição indireta e estão sob proteção da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais obrigações da NR-31 para operações com defensivos são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Capacitação dos trabalhadores</strong> envolvidos no preparo da calda e na operação dos equipamentos, com registros documentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Realização de exames médicos periódicos</strong>, incluindo exames toxicológicos para trabalhadores com exposição direta ou indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>•</strong><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong>&nbsp;&nbsp;<strong>Fornecimento gratuito de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) </strong>adequados para quem prepara a calda e opera os equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Sinalização das áreas tratadas</strong> e respeito aos intervalos de reentrada na lavoura após a aplicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Proibição de manuseio de agrotóxicos por menores de 18 anos </strong>e <strong>afastamento imediato de gestantes </strong>de qualquer atividade com exposição direta ou indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><strong>Proibição de reutilização de embalagens vazias</strong> e <strong>obrigatoriedade de destinação correta </strong>via logística reversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Equipamentos de aplicação devem ser inspecionados </strong>antes de cada uso, sem vazamentos, e operados dentro dos limites técnicos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><em>A NR-31 também veda a entrada e permanência de pessoas em áreas a serem tratadas por pulverização aérea durante a aplicação. O descumprimento sujeita o empregador a autuações do Ministério do Trabalho e Emprego.</em></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-6-documentacao-obrigatoria-em-campo" class="wp-block-heading"><strong>6. Documentação obrigatória em campo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O operador deve portar e apresentar, a qualquer momento, durante e após a operação:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Certidão de cadastro SISANT da aeronave (com número legível na aeronave)</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comprovante de registro da empresa aplicadora junto ao órgão estadual</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Certificado do Curso CAAR do operador, reconhecido pelo MAPA</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Receituário agronômico do produto aplicado, emitido por Engenheiro Agrônomo ou Florestal habilitado</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Bula do agrotóxico, com verificação das restrições de aplicação aeroagrícola</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Registro da operação (log de voo e relatório técnico), a ser arquivado por no mínimo 2 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comprovante de situação regular da aeronave junto à ANAC (quando exigível pela categoria)</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comprovantes de exames médicos periódicos e de capacitação dos trabalhadores</p>



<h2 id="h-7-responsabilidade-solidaria-do-contratante" class="wp-block-heading"><strong>7. Responsabilidade solidária do contratante</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este ponto é frequentemente ignorado por produtores rurais que contratam empresas terceirizadas para pulverização: <strong>a responsabilização não recai apenas sobre o prestador de serviço.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a empresa contratada opera de forma irregular (sem registro, sem CAAR, sem receituário, em desacordo com as distâncias de segurança), <strong>o produtor rural pode ser responsabilizado </strong>pelos danos causados a terceiros, ao meio ambiente e aos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade solidária está prevista tanto na legislação ambiental quanto na trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de contratar qualquer empresa de pulverização por drone, exija:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comprovante de registro estadual como empresa aplicadora</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Certificado CAAR do(s) operador(es) que atuará(ão) na propriedade</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cópia da certidão SISANT das aeronaves a serem utilizadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Prova de que o produto a ser aplicado está registrado e autorizado para uso em drone</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>A Ius Natura oferece assessoria completa em conformidade legal para o agronegócio.</strong><br><br><a href="https://www.iusnatura.com.br/">Conheça os serviços disponíveis em iusnatura.com.br</a></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>aplicação de defensivos agrícolas por drones é legal, eficiente e cada vez mais acessível.</strong> O problema está na execução sem conformidade: operar com aeronave não cadastrada, produto sem registro para uso aeroagrícola ou sem o CAAR <strong>pode resultar em multas, embargos e responsabilização por danos a terceiros e ao meio ambiente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conformidade não é uma etapa opcional, mas o que diferencia uma operação rentável de um passivo jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtores que contratam serviços de pulverização também precisam <strong>conhecer essas exigências</strong>: a responsabilidade pelos danos causados por contratados irregulares está prevista na legislação e já gerou ações judiciais contra proprietários rurais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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