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	<title>Saúde e Segurança do Trabalho - ESG em Dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
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	<title>Saúde e Segurança do Trabalho - ESG em Dia</title>
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		<title>NR-28 atualizada: o que virou autuação no SESMT em 2026</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/nr-28-atualizada-o-que-virou-autuacao-no-sesmt-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/10/closeup-engineer-construction-site-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A NR-28 atualizada em 2026 responde à pergunta seguinte, que é a que o auditor fiscal do trabalho faz na prática: quando essa estrutura não está exatamente como a norma manda, o que exatamente ele enquadra?</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr-28-atualizada-o-que-virou-autuacao-no-sesmt-em-2026/">NR-28 atualizada: o que virou autuação no SESMT em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/10/closeup-engineer-construction-site-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">No artigo de 18 de agosto de 2026, tratamos aqui das <a href="https://blog.iusnatura.com.br/medico-do-trabalho-no-sesmt/">exigências legais que recaem sobre o médico do trabalho dentro do SESMT</a> (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), com foco em carga horária e responsabilidade técnica. Aquele texto respondia a uma pergunta de estrutura: quem precisa estar lá e sob quais condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-28 atualizada em 2026 responde à pergunta seguinte, que é a que o auditor fiscal do trabalho faz na prática: quando essa estrutura não está exatamente como a norma manda, o que exatamente ele enquadra?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta mudou em 2026. A <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2026-1/portaria-mte-no-104-altera-da-nr-28.pdf">Portaria MTE nº 104, de 29 de janeiro de 2026</a>, publicada no Diário Oficial da União em 30 de janeiro (Edição 21, Seção 1, página 121) e vigente desde então, alterou a Norma Regulamentadora nº 28 (NR-28), Fiscalização e Penalidades. Entre outras providências, ela revogou os códigos de ementa da NR-4 que vigoravam até então (incluídos no Anexo II pela Portaria MTP nº 4.406/2022) e os substituiu por um conjunto muito mais granular, ampliado pela retificação publicada no DOU de 19 de fevereiro de 2026. Na prática: o mapa de enquadramento do seu SESMT foi redesenhado, item por item.</p>



<h2 id="h-nr-28-atualizada-o-que-mudou-para-o-sesmt" class="wp-block-heading">NR-28 atualizada: o que mudou para o SESMT?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria MTE nº 104/2026 não criou obrigações novas para o SESMT, mas trocou os códigos de autuação da NR-4 no Anexo II da NR-28. O bloco da NR-4 passou de 24 para 44 linhas: competências, dimensionamento e cada dado do registro do SESMT ganharam código de ementa próprio. Com isso, um único descuido (como um registro desatualizado) pode ser enquadrado em mais de um código na mesma fiscalização.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Item da NR-4</strong></td><td><strong>O que exige</strong></td><td><strong>Antes (Portaria MTP nº 4.406/2022)</strong></td><td><strong>Agora (Portaria MTE nº 104/2026, retificada em 19/02/2026)</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>4.3.1, alíneas “a” a “k”</td><td>Competências do SESMT</td><td>1 código (104045-6)</td><td>12 códigos (104069-3 a 104080-4)</td></tr><tr><td>4.5.1 e 4.5.1.2.1</td><td>Base do dimensionamento</td><td>1 código (104059-6)</td><td>2 códigos (104082-0 e 104083-9)</td></tr><tr><td>4.5.3 e 4.5.3.1</td><td>Dimensionamento regionalizado ou estadual</td><td>1 código (104061-8)</td><td>2 códigos (104084-7 e 104085-5)</td></tr><tr><td>4.5.4, 4.5.4.1 e 4.5.4.2</td><td>Canteiros de obras e frentes de trabalho</td><td>1 código (104062-6)</td><td>3 códigos (104086-3, 104087-1 e 104088-0)</td></tr><tr><td>4.6.1 e 4.6.1.1, alíneas “a” a “d”</td><td>Registro do SESMT no gov.br</td><td>1 código (104064-2)</td><td>5 códigos (104089-8 a 104093-6)</td></tr><tr><td>Bloco completo da NR-4</td><td>Todos os itens com código de ementa</td><td>24 linhas</td><td>44 linhas</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte:</em> <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2026-1/portaria-mte-no-104-altera-da-nr-28.pdf">Portaria MTE nº 104/2026, art. 2º, com a retificação do DOU de 19/02/2026</a><em>. A coluna “Antes” reproduz o bloco da NR-4 no Anexo II da NR-28 com a redação da Portaria MTP nº 4.406/2022.</em></p>



<h2 id="h-o-que-a-portaria-mte-nº-104-2026-mudou-na-nr-28" class="wp-block-heading">O que a Portaria MTE nº 104/2026 mudou na NR-28?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-28 é a norma que diz como a fiscalização acontece e como a penalidade é calculada. Ela não cria obrigações de segurança: dá consequência às obrigações criadas pelas outras NRs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria 104/2026 mexeu em três frentes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Na forma de fiscalizar.</strong> O item 28.1.3 continua a determinar que o agente da inspeção do trabalho lavre o auto de infração “considerando o critério da dupla visita”, agora elencado no Decreto nº 4.552/2002, no Título VII da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e no § 3º do art. 6º da Lei nº 7.855/1989. A novidade está na base legal: a redação anterior citava o Decreto nº 55.841/1965, antigo regulamento da inspeção do trabalho.</li>



<li><strong>No cálculo da multa.</strong> Foi inserido o item 28.3.3, determinando que os valores sejam reajustados anualmente na forma do art. 634, § 2º, da CLT.</li>



<li><strong>No Anexo II, o mapa de enquadramento.</strong> Aqui está o impacto real. O Anexo II é a tabela que liga cada item de NR a um código de ementa, a uma gradação de infração e ao tipo (segurança ou medicina do trabalho). A portaria substituiu e incluiu códigos para dezesseis NRs (entre elas NR-1, NR-4, NR-5, NR-6, NR-7, NR-12, NR-15, NR-17 e NR-20) e revogou os códigos anteriores das NR-4, NR-5, NR-6, NR-7 e NR-31. O bloco da NR-4 foi republicado no DOU de 19 de fevereiro de 2026, em retificação que acrescentou os códigos por alínea do item 4.3.1 e os desdobramentos dos itens 4.5.1, 4.5.3 e 4.5.4.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria também atualizou as referências legais do item 28.1.1 e a regra de cálculo das multas nas atividades rurais (item 28.3.2), que segue o art. 18 da Lei nº 5.889/1973.</p>



<h2 id="h-por-que-a-nr-4-foi-das-mais-afetadas" class="wp-block-heading">Por que a NR-4 foi das mais afetadas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Porque o novo Anexo II desceu ao nível da alínea. Onde antes havia códigos agregados, agora há mais de quarenta linhas dedicadas à NR-4 (44, contra 24 na tabela anterior), cobrindo desde a obrigação de constituir o serviço até cada dado que precisa estar registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica da gradação ajuda a ler a tabela: a NR-28 associa a cada item uma gradação que vai da mais leve, I1, até a mais grave, I4. No Anexo I, essa gradação é cruzada com a faixa de número de empregados do estabelecimento (de 01 a 10 até mais de 1.000). O mesmo descumprimento custa mais caro conforme a empresa é maior. E, pelo item 28.3.1.1, em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, a multa é aplicada no valor máximo, na forma do art. 201, parágrafo único, da CLT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro detalhe da tabela: todos os códigos da NR-4 são do tipo “S” (segurança do trabalho), inclusive o do médico responsável pelo PCMSO. No Anexo I, a coluna de segurança do trabalho tem valores mais altos que a de medicina do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nova tabela, o item 4.2.1 (o que determina que as organizações “devem constituir e manter os SESMT, no local de trabalho”) manteve a gradação mais severa de todo o bloco: 4, no código 104044-8. Mas o que muda o dia a dia de quem já tem SESMT constituído está abaixo disso.</p>



<h2 id="h-registro-do-sesmt-as-quatro-alineas-que-viraram-quatro-autuacoes-possiveis" class="wp-block-heading">Registro do SESMT: as quatro alíneas que viraram quatro autuações possíveis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O item 4.6.1 da NR-4 diz que a organização “deve registrar os SESMT de que trata esta NR por meio de sistema eletrônico disponível no <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/registrar-servicos-especializados-em-seguranca-e-medicina-do-trabalho">portal gov.br</a>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O item 4.6.1.1 detalha o que precisa ser informado e mantido atualizado: (a) o CPF dos profissionais integrantes do SESMT; (b) a qualificação e o número de registro desses profissionais; (c) o grau de risco estabelecido e o número de trabalhadores atendidos, por estabelecimento; e (d) o horário de trabalho dos profissionais do SESMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo Anexo II, cada uma dessas quatro alíneas ganhou código de ementa próprio (104090-1, 104091-0, 104092-8 e 104093-6), além do código do item 4.6.1 em si (104089-8). Todos têm gradação 2. Na tabela anterior, o item e as quatro alíneas cabiam num único código, o 104064-2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia isso operacionalmente: um registro desatualizado não é mais “uma” irregularidade. Um estabelecimento que trocou o médico do trabalho e não atualizou o CPF, o registro profissional e o horário no sistema pode ser enquadrado em três códigos distintos, na mesma visita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui a conexão com o artigo de 18 de agosto ganha peso jurídico: o horário de trabalho do profissional do SESMT (inclusive o do médico do trabalho), além de requisito de dimensionamento, é um dado de registro autuável por si só.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, o item 4.7.3, que determina que a organização indique, entre os médicos do SESMT, um responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), também tem código próprio na nova tabela (104067-7, gradação 2), mantido da tabela anterior.</p>



<h2 id="h-dimensionamento-onde-a-auditoria-costuma-encontrar-o-gap" class="wp-block-heading">Dimensionamento: onde a auditoria costuma encontrar o gap</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os itens de dimensionamento também foram individualizados. Dois merecem atenção porque são fontes recorrentes de não conformidade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>4.5.2: terceiros contam.</strong> Na contratação de empresa prestadora de serviços a terceiros, o SESMT da contratante deve ser dimensionado considerando o número total de empregados da contratante e dos trabalhadores das contratadas, quando o trabalho for realizado de forma não eventual nas dependências da contratante ou em local previamente convencionado em contrato. Ficam de fora os trabalhadores das contratadas já atendidos pelo SESMT da própria contratada (item 4.5.2.2). Empresas com alta terceirização frequentemente dimensionam só pelo próprio quadro.</li>



<li><strong>4.5.6: contratação temporária muda o quadro.</strong> Para organizações que já possuem SESMT constituído, em caso de aumento no dimensionamento decorrente da contratação de trabalhadores por prazo determinado, o SESMT deve ser complementado durante o período de aumento, para atender ao Anexo II. Picos de safra, paradas de manutenção e obras entram aqui.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O item 4.5.1, que vincula o dimensionamento ao número de empregados e ao maior grau de risco entre a atividade econômica principal e a preponderante no estabelecimento, também tem código próprio na nova tabela (104082-0).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, cada um desses itens é um requisito legal que pede evidência, responsável e data de revisão. Se esse controle ainda depende de planilhas separadas por unidade, <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">conheça o CAL®</a>, o sistema da Ius para gestão de requisitos legais e conformidade.</p>



<h2 id="h-o-que-o-auditor-pede-primeiro-e-o-prazo-que-voce-tem-depois" class="wp-block-heading">O que o auditor pede primeiro (e o prazo que você tem depois)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sequência de campo é previsível: o agente não começa perguntando se existe SESMT. Começa pedindo a evidência de registro e conferindo se ela bate com a realidade do estabelecimento: quadro de pessoal, grau de risco, escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havendo irregularidade, o item 28.1.4 permite que o agente, com base em critérios técnicos, notifique concedendo prazo para correção. E o item 28.1.4.1 é explícito: o prazo para cumprimento dos itens notificados deve ser limitado a, no máximo, 60 dias. A prorrogação depende de solicitação escrita, com exposição de motivos relevantes, apresentada em até 10 dias do recebimento da notificação; nesse caso, a autoridade regional competente pode estender o prazo para 120 dias, contados da data do Termo de Notificação (item 28.1.4.2). Prazos superiores a 120 dias exigem negociação prévia com o sindicato dos empregados, com a presença da autoridade regional (item 28.1.4.3).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa janela é o que separa uma empresa auditável de uma autuada, mas ela não existe em todo cenário. Constatada situação de grave e iminente risco, o item 28.2.1 determina que o agente proponha de imediato, à autoridade regional competente, a interdição do estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, ou o embargo parcial ou total da obra. Aí não há prazo de correção: há paralisação.</p>



<h2 id="h-tres-rotinas-que-fecham-o-gap-antes-da-proxima-visita" class="wp-block-heading">Três rotinas que fecham o gap antes da próxima visita</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Reconciliação trimestral do registro.</strong> Compare, estabelecimento por estabelecimento, o que está no <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/registrar-servicos-especializados-em-seguranca-e-medicina-do-trabalho">sistema do gov.br</a> com a folha e a escala reais: CPF, qualificação, número de registro e horário de cada integrante do SESMT. Toda movimentação de profissional dispara atualização.</li>



<li><strong>Recontagem do dimensionamento a cada evento de quadro.</strong> Admissões em massa, contratos temporários, entrada de terceiros em regime não eventual e mudança de atividade preponderante são gatilhos formais de revisão, à luz dos itens 4.5.1, 4.5.2 e 4.5.6.</li>



<li><strong>Rastreabilidade das competências do SESMT.</strong> As competências do item 4.3.1 (do inventário de riscos e do plano de ação do <a href="https://blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Guia-Pratico-NR-1.pdf">Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</a> até a investigação de acidentes e o acompanhamento do PCMSO) agora têm código de ementa alínea por alínea: são 12 códigos, todos com gradação 3. Cada uma precisa de evidência própria, com data e responsável.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com múltiplas unidades sentem isso primeiro, porque o erro se multiplica por estabelecimento. É exatamente o cenário em que uma revisão externa costuma pagar por si: um olhar de fora, com o novo Anexo II na mão, encontra em dias o que a rotina interna não vê há meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua próxima fiscalização acontecer neste trimestre, vale antecipar o diagnóstico. <a href="https://www.iusnatura.com.br/guardiao-legal">Solicite uma avaliação de conformidade SST com um especialista da Ius Natura</a> (são quase 40 anos dedicados a requisitos legais) e comece pelo que o auditor olha primeiro: o registro.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes-sobre-a-nr-28-atualizada" class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre a NR-28 atualizada</h2>



<h3 id="h-o-que-e-a-nr-28" class="wp-block-heading">O que é a NR-28?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-28 é a Norma Regulamentadora de Fiscalização e Penalidades do Ministério do Trabalho e Emprego. Ela define como a inspeção do trabalho atua, que prazos podem ser concedidos após uma notificação e como as multas são calculadas, cruzando o código de ementa de cada item (Anexo II) com a gradação da infração e o número de empregados (Anexo I).</p>



<h3 id="h-quais-itens-da-nr-4-ganharam-codigo-proprio-com-a-portaria-mte-nº-104-2026" class="wp-block-heading">Quais itens da NR-4 ganharam código próprio com a Portaria MTE nº 104/2026?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na versão retificada em 19 de fevereiro de 2026, passaram a ter código individual, entre outros, cada alínea do item 4.3.1 (competências do SESMT), os itens 4.5.1 e 4.5.1.2.1 (base do dimensionamento) e cada alínea do item 4.6.1.1 (dados do registro). O bloco da NR-4 no Anexo II tem 44 linhas.</p>



<h3 id="h-registro-do-sesmt-desatualizado-gera-multa" class="wp-block-heading">Registro do SESMT desatualizado gera multa?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O item 4.6.1 e cada alínea do item 4.6.1.1 (CPF; qualificação e registro; grau de risco e número de trabalhadores; horário de trabalho) têm código próprio, com gradação 2. Uma troca de profissional não atualizada no gov.br pode ser enquadrada em mais de um código na mesma fiscalização.</p>



<h3 id="h-quanto-tempo-a-empresa-tem-para-corrigir-uma-irregularidade-notificada" class="wp-block-heading">Quanto tempo a empresa tem para corrigir uma irregularidade notificada?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até 60 dias (item 28.1.4.1). Com pedido escrito e justificado em até 10 dias do recebimento da notificação, a autoridade regional pode prorrogar o prazo para 120 dias, contados do Termo de Notificação (item 28.1.4.2). Em situação de grave e iminente risco não há prazo: o agente propõe a interdição ou o embargo (item 28.2.1).</p>



<h3 id="h-a-dupla-visita-impede-a-autuacao-na-primeira-fiscalizacao" class="wp-block-heading">A dupla visita impede a autuação na primeira fiscalização?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Só nos casos previstos em lei, como a vigência de norma nova e a primeira inspeção de estabelecimento recém-inaugurado (art. 627 da CLT), as empresas com até dez empregados (<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1989/lei-7855-24-outubro-1989-372158-normaatualizada-pl.pdf">art. 6º, § 3º, da Lei nº 7.855/1989</a>) e as microempresas e empresas de pequeno porte (art. 55 da Lei Complementar nº 123/2006). Mesmo nesses casos há exceções, como reincidência, fraude, resistência ou embaraço à fiscalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fica para o SESMT em 2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria MTE nº 104/2026 não criou obrigações novas para o SESMT: a NR-4 continua a mesma. O que ela fez foi tornar o descumprimento mais fácil de enquadrar e mais difícil de diluir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a NR-28 atualizada, quem já tratou o SESMT como estrutura viva (atualizada a cada movimentação, dimensionada a cada mudança de quadro) não precisa fazer nada de novo. Quem tratou como formalidade de constituição tem, em regra, no máximo 60 dias depois de notificado para descobrir a diferença.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cadastro das rotas de transporte de produtos perigosos no DNIT: prazo, obrigados e dispensas</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/cadastro-das-rotas-de-transporte-de-produtos-perigosos-no-dnit-prazo-obrigados-e-dispensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Félix]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25849</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/barrels-toxic-waste-from-nuclear-power-plant-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Cadastro das rotas de transporte de produtos perigosos no DNIT: prazo, obrigados e dispensas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Cadastro de rotas de produtos perigosos no DNIT vence em 30/09/2026. Veja quem deve declarar, o prazo e as hipóteses de dispensa.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cadastro-das-rotas-de-transporte-de-produtos-perigosos-no-dnit-prazo-obrigados-e-dispensas/">Cadastro das rotas de transporte de produtos perigosos no DNIT: prazo, obrigados e dispensas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/barrels-toxic-waste-from-nuclear-power-plant-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Cadastro das rotas de transporte de produtos perigosos no DNIT: prazo, obrigados e dispensas" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O prazo para declarar ao DNIT as rotas usadas no transporte de produtos perigosos em 2025 termina em 30 de setembro de 2026. Passada essa data, o Sistema de Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (STRPP) deixa de aceitar novas rotas para o ano de referência, e a empresa perde a janela para emitir o certificado que comprova a regularidade do cadastro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigação está na Instrução Normativa DNIT nº 5, de 4 de abril de 2023, que estabelece as diretrizes para o cadastramento das rotas rodoviárias de produtos perigosos em vias públicas federais e estaduais. Ela gera dúvidas recorrentes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem exatamente precisa cadastrar</li>



<li>O que muda quando há subcontratação de transportadora</li>



<li>Quais operações ficam de fora da obrigação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo esclarece esses pontos com base no texto da própria Instrução Normativa e na página oficial do DNIT sobre o tema.</p>



<h1 id="h-o-que-e-o-cadastro-de-rotas-do-strpp" class="wp-block-heading">O que é o cadastro de rotas do STRPP?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O cadastro de rotas é a declaração anual, feita pelo expedidor de produtos perigosos, das rotas rodoviárias efetivamente utilizadas no transporte desses produtos em vias federais e estaduais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração é enviada pelo Sistema de Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (STRPP), disponibilizado pelo DNIT, e gera, ao final, um certificado que atesta a regularidade do registro perante a legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exigência decorre do artigo 10 do Decreto Federal nº 96.044/1988 (Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos), que determina o envio anual dessas informações, e foi detalhada pela Instrução Normativa DNIT nº 5/2023, hoje em vigor.</p>



<h1 id="h-quem-e-o-responsavel-pelo-cadastro-das-rotas" class="wp-block-heading">Quem é o responsável pelo cadastro das rotas?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A Instrução Normativa DNIT nº 5/2023 atribui o cadastramento ao <strong>expedidor</strong>, definido como aquele que entrega a carga ao transportador para a realização do serviço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa responsabilidade permanece com o expedidor mesmo quando o transporte é executado por uma transportadora contratada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma trata ainda de duas situações que costumam gerar confusão na cadeia logística:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redespacho</strong> (quando o transportador originalmente contratado subcontrata outro para efetuar parte do trajeto, com transferência do carregamento e emissão de um novo Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga): o transportador redespachante assume as obrigações de expedidor e passa a ser o único responsável pelo cadastro daquele trecho.</li>



<li><strong>Subcontratação de transportadora</strong> (quando o prestador contratado subcontrata outro para realizar o transporte do início ao fim, sem transferência de carregamento): quem preparou a expedição na origem continua sendo o expedidor responsável pelo cadastro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O envio das informações é feito pelo <a href="https://servicos.dnit.gov.br/cargasperigosas">STRPP</a>, e o cadastro deve ser individual para cada CNPJ. Empresas com matriz e filiais fazem registros independentes para cada uma.</p>



<h1 id="h-qual-e-o-prazo-para-o-cadastro-em-2026" class="wp-block-heading">Qual é o prazo para o cadastro em 2026?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O cadastramento é anual e cobre as rotas efetivamente utilizadas no ano de referência anterior. Pela Instrução Normativa DNIT nº 5/2023, o envio deve ocorrer entre o primeiro dia útil e 30 de setembro do ano seguinte ao de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as rotas usadas em 2025, isso significa que o prazo vai até <strong>30 de setembro de 2026</strong>, conforme confirma a própria <a href="https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/infraestrutura-rodoviaria/produtos-perigosos">página do DNIT sobre produtos perigosos</a>. Depois do envio, o sistema libera o certificado de regularidade em até 60 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma prevê uma válvula de escape: se houver falha operacional comprovada no STRPP que prejudique os usuários, a Coordenação-Geral de Operações Rodoviárias (CGPERT) pode prorrogar o prazo em até 60 dias, mediante justificativa. Fora essa hipótese, encerrada a data-limite, o sistema não aceita mais rotas para aquele ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter um controle interno das rotas efetivamente percorridas ao longo do ano evita a corrida de última hora em setembro, e é a base para não errar itinerário, produto ou volume declarado.</p>



<h1 id="h-quais-rotas-estao-dispensadas-do-cadastro" class="wp-block-heading">Quais rotas estão dispensadas do cadastro?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 6º da Instrução Normativa DNIT nº 5/2023 dispensa do cadastramento as rotas que se enquadrem em qualquer um destes seis critérios:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Mesmo município</strong>: origem e destino no mesmo município, ainda que o trajeto use trechos rodoviários entre eles.</li>



<li><strong>Municípios conurbados</strong>: origem e destino em cidades que formam um único espaço urbano contínuo.</li>



<li><strong>Quantidade limitada</strong>: produtos enquadrados nas condições do item 3.4.3 da Parte 3 do regulamento de transporte de produtos perigosos. Vale um esclarecimento: a Instrução Normativa cita literalmente a Resolução ANTT nº 5.947/2021, vigente quando o texto foi editado; essa resolução foi revogada e substituída pela <a href="https://blog.iusnatura.com.br/transporte-de-produtos-perigosos-conforme-regras-antt/">Resolução ANTT nº 5.998/2022</a>, que manteve o mesmo item 3.4.3 e é a referência prática hoje para saber se um carregamento se qualifica como quantidade limitada.</li>



<li><strong>Classe de risco 7</strong>: produtos radioativos.</li>



<li><strong>OLUC</strong>: óleo lubrificante usado ou contaminado, regido pela Resolução CONAMA nº 362/2005 (alterada pela Resolução CONAMA nº 450/2012).</li>



<li><strong>Logística reversa obrigatória</strong>: resíduos e embalagens sujeitos a esse regime. A Instrução Normativa referencia o Decreto Federal nº 9.177/2017, que hoje está incorporado ao <a href="https://blog.iusnatura.com.br/responsabilidade-compartilhada-pelo-ciclo-de-vida-do-produto/">Decreto Federal nº 10.936/2022</a>, atual regulamento da Política Nacional de Resíduos Sólidos e norma de referência para as obrigações de logística reversa.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Enquadrar a operação em uma dessas hipóteses dispensa o cadastro daquela rota especificamente, não da empresa como um todo: uma mesma expedidora pode ter rotas dispensadas e rotas obrigatórias a depender do produto, do volume e do trajeto de cada carregamento.</p>



<h1 id="h-o-que-acontece-se-a-empresa-nao-cumprir-o-prazo" class="wp-block-heading">O que acontece se a empresa não cumprir o prazo?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A própria Instrução Normativa esclarece que, nesse ponto, ao DNIT cabe só estabelecer as diretrizes de cadastramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem fiscaliza o cumprimento é a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que pode solicitar ao expedidor, a qualquer momento, a comprovação de que atendeu às exigências da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que a ausência do certificado de regularidade não é apenas uma pendência administrativa: é um documento que a empresa precisa apresentar se a ANTT pedir, e sua falta expõe a operação de transporte de produtos perigosos ao mesmo regime de fiscalização e infrações previsto na regulamentação da ANTT para o setor, que classifica as infrações em grupos com valores de multa próprios para cada gravidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso equivale a chegar a uma fiscalização sem conseguir demonstrar, em poucos minutos, se determinada rota estava dispensada ou deveria ter sido cadastrada, e por quê.</p>



<h1 id="h-como-fazer-o-cadastro-no-strpp" class="wp-block-heading">Como fazer o cadastro no STRPP</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O cadastro é feito diretamente no <a href="https://servicos.dnit.gov.br/cargasperigosas/Loginempresa">sistema do STRPP</a>, disponibilizado pelo DNIT. Resumidamente, o expedidor precisa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Efetuar seu próprio cadastro no sistema para obter login e senha de acesso (por CNPJ)</li>



<li>Preencher, para cada rota utilizada no ano de referência, o produto e o número ONU, o ano de referência, os municípios de origem e destino, e o peso ou volume transportado</li>



<li>Enviar o cadastro dentro do prazo e, depois, acessar o sistema para emitir o certificado correspondente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O DNIT disponibiliza um <a href="https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/infraestrutura-rodoviaria/produtos-perigosos/strpp__guia_do_usuario-v3.pdf">Manual do Usuário do STRPP</a> com o passo a passo de tela, útil sobretudo para quem está passando pela primeira declaração ou para equipes que só cuidam disso uma vez por ano e não guardam o processo de cor.</p>



<h1 id="h-por-que-a-analise-individualizada-de-cada-operacao-e-importante" class="wp-block-heading">Por que a análise individualizada de cada operação é importante</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A Instrução Normativa DNIT nº 5/2023 é objetiva quanto às hipóteses de obrigatoriedade e de dispensa, mas aplicá-la corretamente depende das características de cada operação. Por isso, antes de declarar (ou de decidir não declarar) uma rota, vale:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar corretamente quem exerce a condição de expedidor naquela operação específica, sobretudo em casos de redespacho ou subcontratação</li>



<li>Manter registro contínuo das rotas efetivamente utilizadas ao longo do ano, e não só reconstituí-las às vésperas do prazo</li>



<li>Verificar, rota a rota, se ela se enquadra em alguma das seis hipóteses de dispensa</li>



<li>Conferir os limites de quantidade limitada pelo número ONU do produto, na Coluna 8 da Relação Numérica de Produtos Perigosos</li>



<li>Realizar o cadastro no STRPP dentro do prazo regulamentar, com margem para eventuais falhas do próprio sistema</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa obrigação de cadastro de rotas é só uma peça dentro de um conjunto maior de exigências que incidem sobre o transporte terrestre de produtos e resíduos perigosos, que também passa por sinalização de veículos, embalagens certificadas e documentação de emergência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contar com acompanhamento especializado ajuda a identificar corretamente quais dessas obrigações se aplicam a cada operação, e a manter os prazos sob controle ao longo do ano, e não só em setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o Sistema CAL</a>, da Ius, para monitoramento contínuo da legislação aplicável à sua operação de transporte e aos demais requisitos legais da empresa.</p>



<h1 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h1>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Até quando vai o prazo do cadastro de rotas no DNIT em 2026?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 30 de setembro de 2026, para as rotas utilizadas no transporte de produtos perigosos em 2025. O cadastro é anual e cobre sempre o ano de referência anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem deve fazer o cadastro de rotas, o expedidor ou o transportador?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O expedidor, definido como aquele que entrega a carga ao transportador para a realização do serviço. Essa responsabilidade permanece com o expedidor mesmo quando o transporte é terceirizado, exceto nos casos de redespacho, em que o transportador redespachante assume o papel de expedidor daquele trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toda empresa que transporta produto perigoso precisa cadastrar a rota?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A Instrução Normativa DNIT nº 5/2023 dispensa seis situações: rotas dentro do mesmo município, entre municípios conurbados, produtos em quantidade limitada, produtos de classe de risco 7 (radioativos), óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC) e resíduos ou embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece se a empresa perder o prazo de 30 de setembro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O STRPP deixa de aceitar novas rotas para aquele ano de referência, salvo prorrogação excepcional concedida pela CGPERT em caso de falha comprovada do sistema. A ANTT pode, a qualquer momento, solicitar ao expedidor a comprovação de que cumpriu a obrigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O cadastro de rotas substitui outras obrigações do transporte de produtos perigosos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. É uma obrigação específica, ligada ao monitoramento de fluxos pelo DNIT. As demais exigências sobre sinalização, embalagens, documentação de emergência e classificação de risco continuam se aplicando normalmente, conforme a regulamentação da ANTT.</p>



<h1 id="h-apoio-especializado-na-gestao-de-requisitos-legais" class="wp-block-heading">Apoio especializado na gestão de requisitos legais</h1>



<p class="wp-block-paragraph">As obrigações relacionadas ao transporte de produtos perigosos vão além do cadastramento das rotas junto ao DNIT e exigem acompanhamento contínuo da legislação e dos requisitos aplicáveis a cada operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a Ius auxilia empresas na gestão de requisitos legais por meio do <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Sistema CAL®</a>, voltado ao monitoramento contínuo da legislação, e da <a href="https://www.iusnatura.com.br/verificacao-conformidade-legal">Verificação de Conformidade Legal (VCL)</a>, realizada por equipe especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas soluções apoiam a identificação das obrigações aplicáveis, o acompanhamento de prazos e demais exigências legais, contribuindo para uma gestão mais eficiente da conformidade e para a segurança jurídica das operações.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cadastro-das-rotas-de-transporte-de-produtos-perigosos-no-dnit-prazo-obrigados-e-dispensas/">Cadastro das rotas de transporte de produtos perigosos no DNIT: prazo, obrigados e dispensas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Médico do Trabalho no SESMT: exigências legais sobre carga horária e responsabilidade pelo PCMSO</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/medico-do-trabalho-no-sesmt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Félix]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Regulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25382</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15705-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico do trabalho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Veja o que a NR-04 exige do médico do trabalho no SESMT: carga horária mínima, tempo parcial ou integral e a responsabilidade pela coordenação do PCMSO.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/medico-do-trabalho-no-sesmt/">Médico do Trabalho no SESMT: exigências legais sobre carga horária e responsabilidade pelo PCMSO</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/15705-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médico do trabalho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A presença do médico do trabalho no Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) é uma <strong>exigência prevista na legislação de segurança ocupacional </strong>para organizações que se enquadram nos critérios de dimensionamento estabelecidos pela <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-4-nr-4">Norma Regulamentadora nº 04 (NR-04)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, ainda são frequentes dúvidas sobre a possibilidade de contratação em tempo parcial, a carga horária mínima exigida e quem deve assumir a responsabilidade pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas regras é fundamental para garantir a conformidade legal e a efetividade das ações de saúde ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, confira <strong>o que determina a NR-4 sobre o médico do trabalho</strong>, com detalhes acerca da carga horária mínima, do tempo parcial ou integral e da responsabilidade pela coordenação do (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) PCMSO.</p>



<h2 id="h-o-que-determina-a-nr-04-sobre-o-medico-do-trabalho" class="wp-block-heading">O que determina a NR-04 sobre o médico do trabalho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece que a composição do SESMT deve<strong> observar o grau de risco da atividade econômica</strong> e o <strong>número de empregados do estabelecimento</strong>, conforme o dimensionamento previsto em seu Anexo II.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-04-atualizada-2023.pdf">Clique aqui para ver o Anexo II</a> (páginas 30 e 31).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para cada enquadramento, a norma define quais profissionais devem compor o serviço e a<strong> carga horária mínima</strong> destinada às atividades de segurança e saúde do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece que:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.7 O engenheiro de segurança do trabalho, o médico do trabalho e o enfermeiro do trabalho devem dedicar, no mínimo, quinze horas (tempo parcial) ou trinta horas (tempo integral) por semana para as atividades do SESMT, de acordo com o estabelecido no Anexo II, respeitada a legislação pertinente em vigor, durante o horário de expediente do estabelecimento.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que <strong>a legislação admite a atuação do médico em regime de tempo parcial</strong>, desde que observados os critérios de dimensionamento aplicáveis ao estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, quando houver necessidade de cumprimento de jornada integral, a própria <strong>NR-04 permite que a carga horária seja compartilhada entre mais de um profissional</strong>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.7.1 Relativamente aos profissionais referidos no item 4.3.7, para cumprimento das atividades dos SESMT em tempo integral, a organização pode contratar mais de um profissional, desde que cada um dedique, no mínimo, a metade da carga horária semanal.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa previsão permite maior flexibilidade na composição do SESMT, desde que sejam observados os requisitos de dimensionamento e assegurado o efetivo desempenho das atividades atribuídas ao serviço.</p>



<h2 id="h-atuacao-do-medico-durante-a-jornada-no-sesmt" class="wp-block-heading">Atuação do médico durante a jornada no SESMT</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da carga horária, a NR-04 também estabelece<strong> limites quanto às atividades que podem ser desempenhadas pelo médico </strong>durante sua atuação no SESMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a norma dispõe expressamente:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.3.8 Aos profissionais do SESMT é vedado o exercício de atividades que não façam parte das atribuições previstas no item 4.3.1 desta NR e em outras NR, durante o horário de atuação neste serviço.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa vedação busca <strong>assegurar que a carga horária destinada ao SESMT seja efetivamente empregada</strong> nas atividades próprias do serviço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em organizações nas quais o médico também exerce outras funções, esse aspecto merece atenção para evitar que atividades alheias às atribuições do SESMT sejam realizadas durante o período reservado ao serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhar cada requisito da NR-04 aplicável ao seu estabelecimento fica mais simples com apoio tecnológico.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o Sistema CAL®</a>, solução da Ius Natura para o gerenciamento contínuo dos requisitos legais de SST.</p>



<h2 id="h-responsabilidade-pela-coordenacao-do-pcmso" class="wp-block-heading">Responsabilidade pela coordenação do PCMSO</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de integrar o SESMT, o médico do trabalho exerce papel relevante na coordenação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 determina que a organização indique um responsável pelo programa dentre os médicos que compõem o SESMT:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>4.7.3 A organização deve indicar, entre os médicos do SESMT, um responsável pelo PCMSO.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade técnica também é disciplinada pela <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2022/2323_2022.pdf">Resolução CFM nº 2.323/2022</a>, que estabelece:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Art. 5º Os médicos do trabalho, como tais reconhecidos por lei, especialmente investidos da função de Médico Responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), estarão obrigados a fazerem-se presentes, com a regularidade que for necessária, nas empresas e em suas filiais, para coordenarem o referido programa, estando devidamente inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina dos estados em que estiverem atuando.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além da indicação formal, a regulamentação do Conselho Federal de Medicina reforça que <strong>o médico responsável deve possuir inscrição ativa no Conselho Regional de Medicina da unidade da federação onde atua </strong>e acompanhar o programa com a regularidade necessária ao exercício de suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a legislação estabeleça quem pode assumir essa responsabilidade, a coordenação do PCMSO pode <strong>envolver diferentes arranjos organizacionais</strong>, especialmente em empresas com múltiplos estabelecimentos ou estruturas mais complexas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, a aplicação das normas deve considerar as características específicas de cada organização.</p>



<h2 id="h-gestao-da-conformidade-de-saude-e-seguranca-no-trabalho" class="wp-block-heading">Gestão da conformidade de Saúde e Segurança no Trabalho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A manutenção da conformidade legal em Segurança e Saúde no Trabalho exige o acompanhamento contínuo da legislação e a avaliação de como cada requisito se aplica à realidade da organização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em temas como o dimensionamento do SESMT e a coordenação do PCMSO, pequenas diferenças na estrutura da empresa podem influenciar a forma de atendimento às exigências legais (um exemplo é a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/desligamento-no-sesmt/">saída de um profissional do SESMT e quando ela configura não conformidade</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, soluções de monitoramento da legislação e de verificação da conformidade permitem <strong>identificar os requisitos aplicáveis</strong>, acompanhar alterações normativas e avaliar o atendimento das obrigações relacionadas à saúde e segurança do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius oferece o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Sistema CAL®</a>, desenvolvido para apoiar o gerenciamento contínuo dos requisitos legais, além de consultorias como a Verificação de Conformidade Legal (VCL) e o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal/guardiao">Guardião Legal</a>, realizadas por equipe especializada para avaliar a aderência das operações às exigências legais e apoiar a tomada de decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer avaliar a conformidade do seu SESMT e do PCMSO com a NR-04?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta da Ius Natura</a> e fale com nossa equipe especializada em requisitos legais de SST.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-04 estabelece critérios para o dimensionamento do SESMT, define a carga horária mínima dos profissionais e prevê que o médico do trabalho possa atuar em regime de tempo parcial ou integral, conforme as características de cada estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também determina que o responsável pelo PCMSO seja indicado entre os médicos que integram o SESMT, enquanto a Resolução CFM nº 2.323/2022 complementa esse regramento ao disciplinar aspectos relacionados à responsabilidade técnica do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a legislação estabeleça critérios objetivos para a composição do SESMT e para a coordenação do PCMSO, sua aplicação deve considerar as particularidades de cada organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aspectos como o dimensionamento do SESMT, a estrutura do empreendimento e a forma de execução das atividades de saúde ocupacional podem influenciar a avaliação da conformidade legal.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>CNORP: o que é, quem está obrigado e como fazer o cadastro?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/cnorp-o-que-e-quem-esta-obrigado-e-como-fazer-o-cadastro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nayara Mileti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 20:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25296</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2150957734-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resíduo Perigoso" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>CNORP: veja o que é o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, quem é obrigado e como fazer o cadastro no CTF do Ibama.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cnorp-o-que-e-quem-esta-obrigado-e-como-fazer-o-cadastro/">CNORP: o que é, quem está obrigado e como fazer o cadastro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2150957734-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resíduo Perigoso" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-de-empresa/">gestão de resíduos perigosos</a> é um dos pontos centrais da <strong>Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)</strong>. Para garantir maior controle e transparência, o Ibama criou o <strong><u><a href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/emissoes-e-residuos/residuos/cadastro-nacional-de-operadores-de-residuos-perigosos">CNORP</a></u></strong> – Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas afinal, o que é esse cadastro, quem precisa se inscrever e como funciona o processo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos e a NBR10004:2024: Entenda a nova classificação e como ela afeta toda a sua cadeia de fornecedores</a></p>



<h2 id="h-o-que-e-o-cnorp" class="wp-block-heading"><strong>O que é o CNORP?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O CNORP é um sistema que reúne informações sobre empresas que <strong>geram, transportam, armazenam ou destinam resíduos perigosos</strong>. Ele foi instituído pela PNRS (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm">Lei nº 12.305/2010</a>) e regulamentado pela <strong><u>Instrução Normativa Ibama nº 1/2013</u></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é <strong>mapear e monitorar</strong> os empreendimentos que lidam com <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">resíduos de Classe I</a> (inflamáveis, tóxicos, corrosivos, patogênicos etc.), garantindo que sejam tratados de forma ambientalmente adequada.</p>



<h2 id="h-quem-esta-obrigado-ao-cnorp" class="wp-block-heading"><strong>Quem está obrigado ao CNORP?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as empresas precisam se cadastrar. A obrigatoriedade recai apenas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Geradores de resíduos perigosos</strong> listados no Anexo I da IN Ibama nº 1/2013.</li>



<li><strong>Operadores</strong> que realizam transporte, armazenamento, tratamento ou destinação final desses resíduos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se a atividade da empresa não estiver no Anexo I, o CNORP <strong>não será exigido</strong>.</p>



<h2 id="h-como-fazer-o-cadastro" class="wp-block-heading"><strong>Como fazer o cadastro?</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é mais simples do que parece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O cadastro é feito de forma <strong>automática</strong> pelo <strong>CTF/APP</strong>.</li>



<li>Ao informar no sistema que realiza operações com resíduos perigosos, o registro no CNORP é gerado automaticamente.</li>



<li>A <strong>responsabilidade técnica</strong> deve ser registrada no <strong>CTF/AIDA</strong>, vinculando um profissional habilitado às operações.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, não existe um sistema separado para o CNORP: ele é integrado ao CTF e depende das informações prestadas pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faz a gestão de resíduos perigosos na sua empresa? </strong>Centralize a emissão de MTR, o controle de licenças de fornecedores e a rastreabilidade da destinação em uma única plataforma. <strong><u><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos">Conheça o Ius Resíduos e faça o diagnóstico gratuito da sua gestão.</a></u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pontos de atenção</strong><strong></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O CNORP <strong>não se aplica a todos os empreendimentos</strong>, apenas aos que lidam com resíduos perigosos.</li>



<li>O não cumprimento pode gerar <strong>multas e sanções ambientais</strong>.</li>



<li>É essencial manter atualizado o <strong>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)</strong> e designar um <a href="https://blog.iusnatura.com.br/responsavel-tecnico-assinar-pgrs/">responsável técnico habilitado</a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O CNORP representa um avanço importante na gestão ambiental brasileira, pois permite ao Ibama acompanhar de forma mais eficiente as atividades relacionadas a resíduos perigosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas enquadradas no Anexo I da IN nº 1/2013, estar em dia com o cadastro não é apenas uma obrigação legal, mas também uma demonstração de responsabilidade socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O CNORP é só uma das obrigações ambientais que a sua empresa precisa acompanhar. </strong>Com o CAL, você monitora requisitos legais, prazos e responsáveis técnicos em um só painel e reduz o risco de multas. </p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
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		<title>Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25274</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda os desafios regulatórios do compliance ambiental offshore e como gerenciar riscos, auditorias e fornecedores em operações marítimas.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/">Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore sempre estiveram associadas a elevados níveis de complexidade operacional, rigor regulatório e exposição a riscos ambientais relevantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, esse cenário passou a exigir das empresas um<strong> nível ainda maior de governança, rastreabilidade e controle sobre aspectos ambientais, regulatórios e operacionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://iusnatura.com.br/">Gestão da conformidade legal, de terceiros e do licenciamento ambiental: tudo isso é Ius</a>. Entre em contato com nossa equipe para saber como podemos apoiar o compliance da sua operação offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns fatores estão transformando a gestão ambiental offshore em um tema estratégico dentro das organizações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da pressão relacionada às agendas ESG</li>



<li>Intensificação das fiscalizações ambientais</li>



<li>Fortalecimento das exigências de compliance </li>



<li>Ampliação das responsabilidades corporativas </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, empresas que atuam com apoio marítimo, óleo e gás, operações portuárias, logística offshore, transferência de cargas, operações ship-to-ship e atividades embarcadas precisam lidar simultaneamente com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Requisitos ambientais</li>



<li>Exigências marítimas</li>



<li>Obrigações regulatórias</li>



<li>Controles operacionais</li>



<li>Gestão de terceiros</li>



<li>Auditorias</li>



<li>Condicionantes ambientais</li>



<li>Requisitos contratuais de clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o compliance ambiental offshore demanda, cada vez mais, estruturas de gestão contínua de riscos, evidências e conformidade operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você confere <strong>detalhes dos desafios atuais das operações offshore </strong>e <strong>como a tecnologia pode ser uma aliada </strong>nesse processo.</p>



<h2 id="h-por-que-o-ambiente-regulatorio-offshore-e-tao-complexo" class="wp-block-heading"><strong>Por que o ambiente regulatório offshore é tão complexo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore envolvem a atuação simultânea de diferentes órgãos reguladores e estruturas normativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da atividade executada, as empresas podem precisar atender exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)</li>



<li>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</li>



<li>Marinha do Brasil</li>



<li>Órgãos ambientais estaduais</li>



<li>Normas internacionais marítimas</li>



<li>Convenções internacionais</li>



<li>Requisitos contratuais de operadoras e clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, operações offshore frequentemente precisam gerenciar de forma simultânea obrigações relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">Licenciamento ambiental</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/mercado-regulado-de-carbono-sbce/">Emissões atmosféricas</a></li>



<li>Prevenção da poluição hídrica</li>



<li>Resposta a emergências ambientais</li>



<li>Produtos perigosos</li>



<li>Gestão de efluentes</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Requisitos de saúde e segurança</li>



<li>Auditorias ambientais e operacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dessas obrigações tem base em normas específicas, o que aumenta a necessidade de integração entre áreas técnicas, de operação, compliance, meio ambiente, saúde e segurança e de gestão documental.</p>



<h2 id="h-como-funciona-a-responsabilidade-ambiental-no-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a responsabilidade ambiental no setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O setor offshore opera em atividades de elevado potencial poluidor e, por isso, sob forte pressão regulatória e fiscalizatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a responsabilidade civil ambiental tem natureza objetiva, conforme o art. 14, § 1º, da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a>. Isso significa que <strong>empresas podem ser responsabilizadas independentemente da comprovação de culpa </strong>em situações que envolvam danos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das responsabilidades civil e administrativa, determinadas ocorrências também podem gerar desdobramentos criminais, especialmente em cenários que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Derramamentos</li>



<li>Descarte irregular de resíduos</li>



<li>Poluição hídrica</li>



<li>Falhas operacionais</li>



<li>Descumprimento de condicionantes ambientais</li>



<li>Irregularidades em operações marítimas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em operações offshore, pequenos desvios operacionais podem gerar impactos ambientais e reputacionais relevantes. Por isso, <strong>o nível de rastreabilidade e controle exigido das organizações tende a ser maior</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento pode resultar em<strong> multas, interdição de atividades e perda de licenças</strong>, o que reforça a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/conformidade-legal-ambiental-gestao-e-riscos-esg/">conformidade legal ambiental</a> como principal barreira contra riscos e prejuízos.</p>



<h2 id="h-por-que-a-gestao-de-terceiros-e-fornecedores-offshore-exige-mais-atencao" class="wp-block-heading"><strong>Por que a gestão de terceiros e fornecedores offshore exige mais atenção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das operações offshore depende de estruturas altamente terceirizadas. Isso envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embarcações de apoio</li>



<li>Fornecedores marítimos</li>



<li>Operadores logísticos</li>



<li>Empresas de resíduos</li>



<li>Prestadores de serviço embarcados</li>



<li>Operações ship-to-ship</li>



<li>Fornecedores especializados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como consequência, <strong>aumenta a exposição das organizações a riscos </strong>associados à cadeia de terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, auditorias e processos de due diligence ampliaram a cobrança relacionada à:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homologação de fornecedores</li>



<li>Avaliação de requisitos legais</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Gestão de evidências</li>



<li>Monitoramento de conformidade</li>



<li>Capacitação operacional</li>



<li>Controle ambiental de terceiros</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com processos frágeis de controle sobre fornecedores offshore<strong> tendem a enfrentar maior exposição regulatória e operacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir a corresponsabilidade na cadeia, o <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Portal Ius Fornecedores</a> centraliza a homologação, a avaliação de requisitos legais e a rastreabilidade documental dos terceiros. <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Conheça o Portal Ius</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-mudou-nas-auditorias-offshore" class="wp-block-heading"><strong>O que mudou nas auditorias offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quem atua no setor já percebe uma mudança no perfil das auditorias ambientais e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco, que era apenas na verificação de documentos, agora engloba acompanhar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Efetividade operacional</li>



<li>Capacidade de resposta</li>



<li>Rastreabilidade</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Maturidade dos controles internos</li>



<li>Evidências de conformidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, auditores ampliaram a cobrança relacionada à demonstração efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-ius/">Controle de requisitos legais</a></li>



<li><a href="https://onegreen.com.br/condicionantes-ambientais/">Atendimento a condicionantes</a></li>



<li>Gestão de resíduos offshore</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Monitoramentos ambientais</li>



<li>Gestão de emergências</li>



<li>Controle documental embarcado</li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Gestão de terceiros</a> críticos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas não conformidades observadas atualmente decorrem justamente da ausência de integração entre operação, compliance e gestão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de gestão estruturados, como os baseados na <a href="https://blog.iusnatura.com.br/iso-14001-2026/">gestão de requisitos legais na ISO 14001</a>, ajudam a organizar essas evidências e a sustentar a conformidade legal durante as auditorias.</p>



<h2 id="h-como-o-esg-impacta-diretamente-o-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como o ESG impacta diretamente o setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento das agendas ESG também impacta em empresas ligadas ao setor marítimo e offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, investidores, clientes e grandes contratantes ampliam exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Governança ambiental</li>



<li>Controle de emissões</li>



<li>Rastreabilidade de resíduos</li>



<li>Gestão climática</li>



<li>Prevenção da poluição</li>



<li>Transparência regulatória</li>



<li>Gestão de riscos ambientais</li>



<li>Conformidade da cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, empresas do setor offshore frequentemente passam por <strong>avaliações rigorosas de compliance ambiental </strong>antes mesmo da contratação de serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário faz com que a <strong>maturidade da gestão ambiental</strong> influencie diretamente a competitividade e o posicionamento de mercado.</p>



<h2 id="h-como-a-tecnologia-apoia-o-compliance-ambiental-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como a tecnologia apoia o compliance ambiental offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de requisitos aplicáveis às operações offshore torna difícil manter controles efetivos apenas por meio de processos manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ferramentas tecnológicas especializadas permitem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento contínuo de requisitos legais, como o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a></li>



<li>Gestão centralizada de evidências</li>



<li>Controle de vencimentos</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Acompanhamento de auditorias</li>



<li>Gestão de planos de ação</li>



<li>Integração entre unidades e embarcações</li>



<li>Monitoramento de terceiros e fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://iusnatura.com.br/contato">No ecossistema Ius, sua empresa encontra ferramentas para todas essas demandas. Fale com nossos especialistas para saber mais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir falhas operacionais, esse tipo de estrutura <strong>fortalece a governança</strong>, o <strong>compliance </strong>e a <strong>capacidade de resposta regulatória</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que integram tecnologia, gestão ambiental e compliance tendem a apresentar maior maturidade operacional e menor exposição a riscos ambientais e regulatórios.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-offshore-precisam-priorizar-agora" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas offshore precisam priorizar agora?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário regulatório offshore vem se tornando <strong>mais rigoroso, técnico e integrado às agendas de ESG e governança corporativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que manter a documentação organizada, as organizações precisam demonstrar capacidade efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Controle operacional </li>



<li>Rastreabilidade das informações relacionadas às suas operações e à cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que fortalecem seus processos de compliance ambiental, auditorias, gestão de requisitos legais e monitoramento regulatório tendem a r<strong>eduzir passivos, aumentar a segurança jurídica e melhorar seu posicionamento</strong> diante de clientes, investidores e órgãos fiscalizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, contar com f<strong>erramentas especializadas e apoio técnico qualificado faz diferença </strong>direta na maturidade da gestão ambiental offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura apoia organizações na gestão integrada de requisitos legais, compliance ambiental, ESG, auditorias e Sistemas de Gestão, com soluções voltadas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ao monitoramento regulatório</li>



<li>À gestão de evidências</li>



<li>Ao controle de fornecedores</li>



<li>À avaliação de conformidade </li>



<li>Ao acompanhamento contínuo das obrigações aplicáveis às operações offshore</li>



<li>A gestão do licenciamento ambiental</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e estruture processos mais seguros e rastreáveis para o compliance ambiental offshore.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Caminhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25210</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/223-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Grupo de colegas de trabalho com dor de cabeça enquanto trabalhava" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>STF suspendeu por 90 dias as multas da NR-1 sobre riscos psicossociais. Veja o que muda, o que continua obrigatório e como agir.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/">STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/223-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Grupo de colegas de trabalho com dor de cabeça enquanto trabalhava" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Em 25 de junho de 2026, uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe repercussões importantes para empresas de todo o país:<strong> está suspensa temporariamente a aplicação de multas e outras sanções</strong> relacionadas às exigências da NR-1 <strong>sobre riscos psicossociais</strong> no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo depois, em 20 e 21 de agosto de 2026, o Plenário do STF referendou essa decisão por unanimidade, confirmando a suspensão das sanções pelo mesmo prazo de 90 dias fixado na liminar original</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida, contudo, não eliminou as obrigações empresariais relacionadas à proteção da saúde mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, surge a pergunta: afinal, o que realmente muda para as empresas?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O alcance da decisão</li>



<li>O que permanece obrigatório</li>



<li>Como usar esse período para estruturar a gestão dos riscos psicossociais</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/curso-nr-1-v2"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-25379" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1024x512.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-300x150.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-768x384.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-1536x768.jpg 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-NR-01-Ius-5-passos-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 id="h-o-que-decidiu-o-stf" class="wp-block-heading"><strong>O que decidiu o STF?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 25 de junho de 2026, o ministro André Mendonça suspendeu por 90 dias a aplicação de sanções relacionadas aos dispositivos da NR-1 sobre gestão de riscos psicossociais. A decisão ocorreu no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.316, ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, esses dispositivos<strong> não podem fundamentar autuações, multas, notificações punitivas ou outras medidas coercitivas </strong>relacionadas aos fatores de riscos psicossociais. A suspensão também alcança sanções já aplicadas exclusivamente com base nesses dispositivos, enquanto durarem as tratativas de conciliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a decisão, os dispositivos alterados pela Portaria MTE nº 1.419/2024 <strong>carecem de &#8220;critérios claros e objetivos para a fiscalização&#8221;</strong> e aplicação de penalidades, gerando insegurança jurídica para empregadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STF determinou a abertura de processo de conciliação, conduzido pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol), objetivando maior previsibilidade nas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 e 21 de agosto de 2026, o <strong>Plenário do STF referendou essa decisão por unanimidade</strong>, confirmando a suspensão das sanções pelo mesmo prazo de 90 dias fixado na liminar original. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de conciliação conduzido pelo Nusol, com participação do governo federal e do setor produtivo, segue em andamento para a definição de critérios técnicos mais claros de aplicação da norma.</p>



<h2 id="h-o-que-nao-foi-suspenso" class="wp-block-heading"><strong>O que NÃO foi suspenso?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o ponto mais importante para as empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão <strong>não revogou a NR-1 e nem retirou a obrigação de gerenciamento dos riscos psicossociais</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O item 1.5 da norma segue em vigor desde 26 de maio de 2026, prazo fixado pela Portaria MTE nº 765/2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Continuam válidas as diretrizes que exigem que as organizações<strong> identifiquem, avaliem e adotem medidas preventivas para reduzir fatores relacionados ao adoecimento mental</strong> decorrente do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A fiscalização do trabalho também pode continuar orientando e acompanhando o cumprimento da norma, apenas<strong> sem aplicar penalidades com base nos dispositivos questionados</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: o tema continua integrando a lógica de prevenção que já orienta o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender como os riscos psicossociais se encaixam nessa estrutura, leia também o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gro-e-pgr-na-nr1/">GRO e PGR na NR-1: o papel decisivo do levantamento de perigos e riscos a partir de 2026</a>.</p>



<h2 id="h-a-suspensao-das-multas-significa-que-as-empresas-podem-interromper-a-adequacao" class="wp-block-heading"><strong>A suspensão das multas significa que as empresas podem interromper a adequação?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora exista uma suspensão temporária das sanções administrativas relacionadas a esses dispositivos, <strong>interromper processos de adequação pode representar um erro estratégico</strong>, por três motivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A decisão já foi confirmada pelo Plenário do STF </strong>por unanimidade, mas mantém prazo definido de 90 dias e natureza temporária: o desfecho definitivo ainda depende do andamento da conciliação conduzida pelo Nusol e do julgamento de mérito da ADPF 1.316</li>



<li><strong>A ausência de autuação administrativa não elimina outras formas de responsabilização</strong>, como discussões trabalhistas, previdenciárias ou civis relacionadas às condições de trabalho</li>



<li><strong>Construir mecanismos efetivos de gestão de riscos psicossociais exige maturidade </strong>organizacional <strong>e tempo </strong>de implementação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos financeiros da inadequação vão além das multas administrativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/adequacao-a-nr-1-e-riscos-financeiros/">O risco invisível que não aparece nos relatórios financeiros: o impacto da NR-1 no resultado da sua empresa</a> detalha o<strong> tripé de riscos que permanece ativo</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Passivos trabalhistas</li>



<li>Ações regressivas</li>



<li>Danos reputacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o processo de adequação exige <strong>controle sobre os requisitos legais de SST</strong> aplicáveis à sua operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a>, software da Ius que organiza, monitora e mantém atualizados os requisitos legais da sua empresa, incluindo as alterações da NR-1.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-deveriam-fazer-neste-periodo" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas deveriam fazer neste período?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este intervalo pode ser encarado como uma <strong>oportunidade para estruturar processos</strong> com mais consistência e menos pressão regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Algumas medidas recomendadas incluem:</p>



<h3 id="h-1-revisar-o-processo-de-gro" class="wp-block-heading"><strong>1. Revisar o processo de GRO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Verificar se os fatores psicossociais já foram considerados</strong> dentro da metodologia de identificação e avaliação de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações tratam essa etapa como formalidade e cometem erros de implementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/erros-mais-comuns-na-implementacao-da-nr1/">NR-1 na prática: por que 68% das empresas estão implementando errado</a> mostra os equívocos mais comuns.</p>



<h3 id="h-2-documentar-criterios-adotados" class="wp-block-heading"><strong>2. Documentar critérios adotados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registrar premissas, metodologias, evidências e decisões </strong>relacionadas ao tratamento dos riscos psicossociais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação estruturada é a <strong>principal linha de defesa </strong>da empresa em eventuais questionamentos.</p>



<h3 id="h-3-fortalecer-canais-de-escuta" class="wp-block-heading"><strong>3. Fortalecer canais de escuta</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Avaliar mecanismos existentes para recebimento e tratamento de relatos relacionados ao ambiente de trabalho.</p>



<h3 id="h-4-capacitar-liderancas" class="wp-block-heading"><strong>4. Capacitar lideranças</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestores possuem papel central </strong>na prevenção de fatores organizacionais que contribuem para o adoecimento.</p>



<h3 id="h-5-integrar-areas-internas" class="wp-block-heading"><strong>5. Integrar áreas internas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SST, RH, Jurídico e Compliance</strong> tendem a <strong>atuar de forma complementar</strong> neste tema.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do STF não representa um recuo na importância da saúde mental no ambiente de trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o que se observa é uma<strong> pausa temporária na aplicação de penalidades para permitir o amadurecimento dos critérios </strong>regulatórios e da fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, a mensagem continua sendo clara: <strong>a gestão dos riscos psicossociais permanece na agenda corporativa </strong>e o período de suspensão das multas da NR-1 pode ser utilizado como<strong> janela para estruturar processos </strong>mais consistentes, documentados e alinhados às boas práticas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação da suspensão pelo Plenário, por unanimidade, reforça esse entendimento: o problema identificado pelo STF está nos critérios de fiscalização, não na exigência de cuidado com a saúde mental no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem utilizar esse momento apenas como adiamento tende a<strong> enfrentar maiores desafios</strong> quando o cenário regulatório for redefinido, especialmente em um ano de intensificação das fiscalizações, como mostra o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/prepare-para-as-fiscalizacoes-de-2026/">2026: o ano das fiscalizações no Brasil</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer estruturar a gestão de requisitos legais de SST da sua empresa com segurança? <a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e conheça as soluções da Ius.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/stf-suspende-multas-da-nr-1-sobre-riscos-psicossociais-o-que-muda-e-o-que-nao-muda-para-as-empresas/">STF suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais: o que muda (e o que não muda) para as empresas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais são as exigências para contratação de mão-de-obra internacional frente às normas de Saúde e Segurança do Trabalho?</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/exigencias-saude-seguranca-no-trabalho-mao-de-obra-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nayara Mileti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25189</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/30624-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Três pessoas a discutir um plano numa fábrica." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as exigências de SST na contratação de mão de obra internacional. Veja o impacto das NRs para trabalhadores estrangeiros, regras para EPIs e a responsabilidade da empresa contratante.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/exigencias-saude-seguranca-no-trabalho-mao-de-obra-internacional/">Quais são as exigências para contratação de mão-de-obra internacional frente às normas de Saúde e Segurança do Trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/30624-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Três pessoas a discutir um plano numa fábrica." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>contratação de trabalhadores estrangeiros</strong> para atuar em território brasileiro traz questões relevantes no âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Conheça o Portal Ius: Solução de tecnologia para otimizar a gestão de terceiros — do cadastro ao monitoramento contínuo.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação nacional, especialmente as <strong>Normas Regulamentadoras,</strong> é clara quanto à<strong> obrigatoriedade de cumprimento por todas as empresas que contratam empregados sob o regime da CLT</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que, caso o estrangeiro seja contratado diretamente por uma empresa brasileira, ele deverá ser incluído nos programas de prevenção e saúde ocupacional, como o PGR e o PCMSO, além de <strong>realizar exames médicos ocupacionais e receber o ASO</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando o vínculo empregatício permanece com a empresa estrangeira e há apenas a prestação de serviços em território nacional, a <strong>legislação brasileira é omissa</strong>. Nesses casos, <strong>não há obrigatoriedade formal de inclusão nos programas de saúde e segurança</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, consideramos uma boa prática e inclusive, recomendamos fortemente que sejam fornecidos <strong>treinamentos e informações sobre os riscos</strong>, como medida preventiva e de proteção tanto para o trabalhador quanto para a empresa contratante.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline">Terceirização: o que é, quais os riscos e como fazer de forma segura e estratégica</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-epis-estrangeiros-podem-ser-utilizados-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>EPIs estrangeiros podem ser utilizados no Brasil?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR 06 estabelece que os Equipamentos de Proteção Individual utilizados por empregados celetistas devem possuir <strong>Certificado de Aprovação (CA)</strong> <strong>emitido pelo Ministério do Trabalho</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, <strong>para trabalhadores contratados sob a CLT, os EPIs europeus sem CA não são aceitos.</strong> Já para <strong>estrangeiros vinculados a empresas de fora do Brasil, não há essa exigência</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, é prudente avaliar se os e<strong>quipamentos atendem aos riscos específicos da atividade. </strong>Caso contrário, recomendamos <strong>fornecer EPIs nacionais devidamente certificados</strong>.</p>



<h2 id="h-responsabilidade-da-empresa-contratante" class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade da empresa contratante</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do vínculo empregatício, a empresa contratante no Brasil assume <strong>responsabilidade subsidiária</strong> pela segurança dos trabalhadores que atuam em seu estabelecimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que, mesmo em casos de prestação de serviços por autônomos ou empregados de empresas estrangeiras, a <strong>contratante pode ser responsabilizada por acidentes</strong> se não garantir condições mínimas de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A jurisprudência trabalhista reforça esse entendimento. Em decisão do TST (PROCESSO Nº TST-RR-2364-53.2011.5.12.0016), ficou estabelecido que a<strong> tomadora de serviços responde civilmente por danos sofridos por trabalhador autônomo que atuava em suas dependências sem proteção adequada</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O nexo causal entre o acidente e a conduta da contratante (por ação ou omissão) caracteriza sua responsabilidade civil.</p>



<h2 id="h-coberturas-securitarias" class="wp-block-heading"><strong>Coberturas securitárias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação brasileira não dispõe de forma específica sobre coberturas securitárias aplicáveis a trabalhadores estrangeiros em missão no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a Ius recomenda que empresas <strong>avaliem a contratação de seguros privados que contemplem acidentes de trabalho, saúde e repatriação</strong>, garantindo maior proteção ao colaborador e mitigando riscos jurídicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando as informações apresentadas nesse artigo, a contratação de mão-de-obra internacional exige <strong>atenção redobrada às normas de saúde e segurança</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <strong>vínculo é celetista</strong>, todas as obrigações previstas nas NRs se aplicam integralmente. Nos casos de <strong>vínculo estrangeiro</strong>, ainda que não haja <strong>exigência legal</strong>, boas práticas como treinamentos, fornecimento de EPIs adequados e controle de riscos devem ser adotadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, a responsabilidade da empresa contratante pela integridade física dos trabalhadores em seu estabelecimento é inafastável, e a prevenção continua sendo o caminho mais seguro para evitar acidentes e litígios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Engenheiro de Segurança do Trabalho: quando a NR-4 exige e por que vale manter mesmo sem obrigação</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/engenheiro-seguranca-trabalho-nr4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regilane Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Regulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25093</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/21154-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Engenheiro na obra" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saiba quando a NR-4 exige engenheiro de segurança do trabalho, como calcular o SESMT e por que manter esse profissional protege sua empresa de multas e passivos trabalhistas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/21154-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Engenheiro na obra" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Em auditorias realizadas em empresas de diferentes segmentos, uma dúvida aparece com frequência: a empresa é obrigada a manter um engenheiro de segurança do trabalho no quadro de funcionários?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos gestores acreditam que não, especialmente quando a atividade parece de baixo risco. A legislação, porém, é objetiva, e <strong>ignorá-la pode gerar multas, interdições e ações trabalhistas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quando a <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-04.pdf">NR-4</a> exige o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)</li>



<li>como dimensioná-lo corretamente </li>



<li>por que manter esse profissional é uma decisão estratégica</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h2 id="h-o-que-dizem-a-clt-e-a-nr-4-sobre-o-sesmt" class="wp-block-heading"><strong>O que dizem a CLT e a NR-4 sobre o SESMT</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade está prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">art. 162 da CLT</a> (Decreto-Lei n.º 5.452/1943) e detalhada pela NR-4, atualizada pela Portaria MTP n.º 2.318/2022.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma vincula a exigência do SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) a dois critérios:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>o número total de empregados do estabelecimento </li>



<li>o grau de risco da atividade econômica principal</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade do SESMT próprio começa a partir de 50 trabalhadores, dependendo do grau de risco.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com menos de 50 empregados ficam desobrigadas de constituir o serviço, mas continuam sujeitas às demais exigências de saúde e segurança no trabalho, incluindo o <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br">PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)</a> previsto na NR-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>graus de risco variam de 1 (menor) a 4 (maior)</strong> e são definidos pelo CNAE da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria MTE n.º 1.341/2024 prorrogou para agosto de 2025 a revisão periódica desse quadro, mantendo os critérios vigentes enquanto o processo é conduzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NR-4 também permite a constituição de SESMT compartilhado, modalidade consolidada pela atualização de 2022.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas do mesmo grupo econômico ou localizadas em áreas industriais podem <strong>organizar uma equipe conjunta</strong>, desde que a eficácia das ações seja garantida. Nesse modelo, <strong>engenheiros de segurança, médicos e enfermeiros do trabalho podem ficar centralizados</strong>, enquanto técnicos de segurança são dimensionados por unidade.</p>



<h2 id="h-composicao-e-carga-horaria-do-sesmt" class="wp-block-heading"><strong>Composição e carga horária do SESMT</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O SESMT pode ser composto por:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>engenheiro de segurança do trabalho</li>



<li>médico do trabalho</li>



<li>enfermeiro do trabalho</li>



<li>técnico de segurança do trabalho</li>



<li>auxiliar ou técnico de enfermagem do trabalho </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong> composição exata depende do </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-4-nr-4"><strong>quadro de dimensionamento da NR-4</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cargas horárias mínimas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Técnico de segurança do trabalho e auxiliar de enfermagem do trabalho</strong>: 44 horas semanais (dedicação exclusiva).</li>



<li><strong>Engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho e enfermeiro do trabalho</strong>: ao menos 15 horas semanais (tempo parcial) ou 30 horas (tempo integral).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O SESMT deve ser coordenado por um dos profissionais integrantes do serviço e precisa atender a todos os estabelecimentos da empresa dentro do seu escopo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização é responsável por fornecer os meios e recursos necessários para que o SESMT cumpra suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça o CAL®, sistema para gestão de requisitos legais que mantém sua empresa em conformidade com as NRs</strong></a>.</p>



<h2 id="h-por-que-muitas-empresas-subestimam-essa-exigencia" class="wp-block-heading"><strong>Por que muitas empresas subestimam essa exigência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Três razões explicam a resistência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Percepção equivocada de risco</strong>: atividades administrativas ou de logística parecem seguras, mas acidentes ocorrem em todos os setores e podem decorrer de ergonomia inadequada, incêndios, quedas ou doenças ocupacionais.</li>



<li><strong>Visão de custo</strong>: gestores enxergam o engenheiro de segurança como despesa, sem considerar que ele reduz passivos, afastamentos e indenizações.</li>



<li><strong>Desconhecimento da legislação</strong>: muitos não sabem que a ausência do profissional pode resultar em autuações severas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</li>
</ul>



<h2 id="h-vantagens-de-manter-o-engenheiro-de-seguranca-mesmo-sem-obrigacao-imediata" class="wp-block-heading"><strong>Vantagens de manter o engenheiro de segurança mesmo sem obrigação imediata</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que ainda não atingiram o limiar de obrigatoriedade do SESMT, contratar um engenheiro de segurança do trabalho é uma decisão que se paga:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conformidade legal antecipada</strong>: quando a empresa cresce e atinge o número de empregados ou muda de CNAE, a estrutura já está montada.</li>



<li><strong>Redução de acidentes e afastamentos</strong>, com impacto direto na produtividade e nas contribuições ao INSS (alíquota RAT).</li>



<li><strong>Menor exposição a passivos trabalhistas</strong>: processos por doenças ocupacionais e acidentes envolvem indenizações, pensões vitalícias e condenações criminais a gestores.</li>



<li><strong>Acesso a certificações:</strong> normas como ISO 45001 exigem gestão estruturada de saúde e segurança ocupacional. O engenheiro de segurança é peça central nesse processo.</li>



<li><strong>Reputação e atração de talentos:</strong> empresas reconhecidas pelo cuidado com a segurança têm menor rotatividade e são mais competitivas em processos seletivos.</li>
</ul>



<h2 id="h-o-custo-real-de-nao-cumprir-a-nr-4" class="wp-block-heading"><strong>O custo real de não cumprir a NR-4</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um único acidente grave em uma empresa sem SESMT adequado pode gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Multas administrativas </strong>do MTE, que consideram a ausência do SESMT como agravante.</li>



<li><strong>Embargos e interdições </strong>de setores ou da operação inteira.</li>



<li><strong>Processos trabalhistas</strong> com <strong>indenizações </strong>por danos morais, materiais e pensões.</li>



<li><strong>Responsabilidade criminal </strong>de gestores em casos de acidente com morte ou lesão grave.</li>



<li><strong>Danos de imagem</strong> dificilmente reversíveis junto a clientes, parceiros e mercado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é simples: o custo de manter o profissional é previsível e controlável, mas o de um acidente não é.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o engenheiro de segurança do trabalho é uma decisão de gestão que <strong>protege pessoas, reduz custos e fortalece a empresa.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que investem em saúde e segurança ocupacional colhem resultados concretos: menos afastamentos, menos passivos e mais competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua empresa já atingiu os critérios da NR-4 ou está próxima disso, o momento de estruturar o SESMT é agora, antes de uma autuação ou acidente colocar tudo em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente"><strong>Solicite uma proposta e veja como o CAL® apoia a gestão de conformidade com NRs e SST</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/engenheiro-seguranca-trabalho-nr4/">Engenheiro de Segurança do Trabalho: quando a NR-4 exige e por que vale manter mesmo sem obrigação</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<title>Ansiedade Regulatória: Impactos invisíveis da má gestão da conformidade legal nos colaboradores</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/gestao-conformidade-legal-impactos-nos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Stefany Bonfim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25067</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1081-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoas trabalhando" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Como a sobrecarga na gestão regulatória afeta a saúde mental de profissionais de compliance, meio ambiente e SST. Veja também como um sistema estruturado reduz essa pressão.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-conformidade-legal-impactos-nos-trabalhadores/">Ansiedade Regulatória: Impactos invisíveis da má gestão da conformidade legal nos colaboradores</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1081-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoas trabalhando" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo de se transformar em uma não conformidade, em um apontamento de auditoria ou em uma multa, a<strong> gestão da conformidade legal já produziu um efeito</strong> silencioso e contínuo: a <strong>sobrecarga mental dos colaboradores responsáveis</strong> por manter a empresa em dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Otimize a rotina de trabalho da sua equipe com a ferramenta de gestão da conformidade legal da Ius</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cotidiano das empresas, o processo de gestão de normas legais, auditorias, evidências e planos de ação costuma ser tratada como uma atividade essencialmente técnica: prazos, normas, controles e relatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, porém, <strong>essa rotina é vivida de forma muito diferente por quem está à frente dessa responsabilidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno, ainda pouco discutido nas organizações, pode ser chamado de ansiedade regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental saber do que ele se trata e como atenuar seus efeitos, principalmente levando em conta a <strong>saúde e segurança da força de trabalho</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que, com a <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/guia-pratico-de-adequacao-a-nr-1-evite-custos-e-riscos">nova NR-01</a>, os fatores psicossociais associados ao ambiente de trabalho ganharam um peso maior no mercado.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h2 id="h-quando-a-conformidade-passa-a-ser-um-peso-psicologico" class="wp-block-heading"><strong>Quando a conformidade passa a ser um peso psicológico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho e compliance convivem diariamente com uma combinação desgastante de tarefas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle manual de prazos</li>



<li>Documentos espalhados em pastas, e-mails e servidores</li>



<li>Diversas normas acompanhadas em planilhas paralelas</li>



<li>Interpretação de normas extensas e complexas</li>



<li>Sensação de que algo pode ter sido esquecido</li>



<li>Insegurança diante de uma auditoria</li>



<li>Acompanhamento manual de publicações em diários oficiais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que essas tarefas façam parte da rotina, elas têm impacto real na saúde mental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do INSS e do Ministério da Previdência Social, em 2024 foram registrados <a href="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2025/abril/abril-verde-alerta-para-a-saude-e-seguranca-no-trabalho">472.328 afastamentos por transtornos mentais no Brasil</a>. Esse número representa um <strong>crescimento de 68% em relação ao ano anterior</strong> e corresponde ao maior volume da década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o número subiu para <a href="https://www.gov.br/previdencia/pt-br/noticias/2026/janeiro/previdencia-social-concede-546-254-beneficios-por-incapacidade-temporaria-por-transtornos-mentais-e-comportamentais">534.904 afastamentos</a>, um crescimento 15,66% em comparação a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses números evidenciam que a sobrecarga mental no trabalho não é um fenômeno isolado, mas uma tendência crescente. O cenário exige soluções capazes de organizar os processos e a carga cognitiva de quem os executa.</p>



<h2 id="h-o-erro-humano-nao-e-excecao-e-previsivel-em-sistemas-manuais" class="wp-block-heading"><strong>O erro humano não é exceção: é previsível em sistemas manuais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a <strong>gestão de normas depende de controles paralelos, registros manuais e da memória</strong> <strong>constante </strong>do responsável, o erro passa a ser estatisticamente previsível. Isso deve, inclusive, ser considerado nos levantamentos de riscos da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação recorrente que acompanha o responsável pelo processo é: &#8220;Se eu falhar, a empresa falha.&#8221; Essa pressão gera um ciclo de alerta permanente, retrabalho e desgaste progressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova NR-1 (Portaria MTE n. 1.419/2024) formalizou essa realidade ao exigir que as empresas incluam os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com vigência a partir de maio de 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma reconhece que fatores como sobrecarga de trabalho e pressão excessiva precisam ser identificados e mitigados com o mesmo rigor aplicado a riscos físicos, químicos e biológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa ainda gerencia normas legais em planilhas e pastas, este é o momento de estruturar o processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça o CAL® e veja como centralizar obrigações, prazos e evidências em um único sistema.</strong></a></p>



<h2 id="h-quando-o-sistema-assume-o-controle-do-processo" class="wp-block-heading"><strong>Quando o sistema assume o controle do processo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que apostam em um <strong>Sistema de Gestão Integrada inteligente</strong> permitem que um colaborador atue, simultaneamente, como <strong>gestor, auditor e controlador de prazos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema CAL, desenvolvido pela Ius, permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Centralizar e traduzir obrigações legais</li>



<li>Automatizar gestão de prazos</li>



<li>Vincular trechos pertinentes das normas</li>



<li>Estruturar planos de ação</li>



<li>Disponibilizar evidências para auditorias em poucos cliques</li>



<li>Monitora atualizações legais</li>



<li>Organiza responsabilidades</li>



<li>Reunir requisitos e evidências em um único ambiente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É a solução para empresas que desejam reduzir o esforço manual e o risco de falhas, garantindo mais eficiência e evitando sobrecarregar os trabalhadores.&nbsp;</p>



<h2 id="h-da-ansiedade-constante-ao-controle-real" class="wp-block-heading"><strong>Da ansiedade constante ao controle real</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando existe um sistema estruturado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A auditoria passa de uma “ameaça” para um procedimento de validação.</li>



<li>Os prazos não geram preocupações excessivas e se tornam apenas notificações cotidianas para acompanhamento de validade.</li>



<li>A gestão morosa de documentos abre espaços para acesso a registros a um clique.</li>



<li>O plano de ação deixa de depender da memória individual e segue o fluxo organizado do sistema.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A mente sai do modo de alerta permanente e entra no modo de <strong>gestão consciente</strong>. Isso contribui diretamente para o atendimento às diretrizes da NR-1, que reconhece a responsabilidade das organizações em relação aos<strong> impactos psicossociais </strong>presentes na rotina de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse contexto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Torna o ambiente mais favorável</li>



<li>Reduz a sobrecarga mental dos colaboradores </li>



<li>Diminui os riscos de multas e penalidades decorrentes do não atendimento às normas legais</li>
</ul>



<h2 id="h-compliance-tambem-e-cuidado-com-pessoas" class="wp-block-heading"><strong>Compliance também é cuidado com pessoas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fala-se muito em cultura de compliance, governança e gestão de riscos. No entanto, as empresas se esquecem de que essa cultura começa, de fato, na <strong>experiência diária de quem sustenta esse processo</strong> internamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reduzir a ansiedade regulatória significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir erros</li>



<li>Aumentar a eficiência</li>



<li>Melhorar o clima organizacional</li>



<li>Preservar a saúde mental dos profissionais-chave</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa tornar a conformidade um processo natural, e não um estado permanente de tensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a empresa compreende que o problema não está na capacidade das pessoas, mas na estrutura oferecida para a execução do trabalho, a conformidade segue fluxo organizado e otimizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante ter ferramentas eficientes: a solução correta organiza processos e, principalmente, a mente de quem precisa conduzi-los todos os dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer reduzir a carga operacional da sua equipe de conformidade? </strong><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente"><strong>Solicite uma proposta do CAL®.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Livia Langbehn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25056</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/126718-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Profissional fazendo análise de documentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as exigências da Norma Técnica CETESB P4.261. Descubra quando o PGR e o EAR são obrigatórios, o que o órgão avalia e como evitar a recusa do seu programa.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/">PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/126718-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Profissional fazendo análise de documentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), previsto na </strong><a href="https://sistemasinter.cetesb.sp.gov.br/normas/11/2013/11/P4261.pdf"><strong>Norma Técnica CETESB P4.261</strong></a>, é o principal instrumento do <strong>Estado de São Paulo</strong> para a prevenção de acidentes de origem tecnológica de empreendimentos que utilizam <strong>substâncias inflamáveis e/ou tóxicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conte com a Ius para realizar sua <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance">Auditoria do PGR CETESB &#8211; (Norma Técnica CETESB P 4.261</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o objetivo do PGR é garantir que empreendimentos que utilizam <strong>substâncias de interesse</strong> contem com mecanismos adequados para <strong>prevenir acidentes </strong>capazes de <strong>gerar danos </strong>ao meio ambiente e à população do entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Substâncias de interesse são compostos químicos (ou biológicos) que exigem atenção, monitoramento ou controle devido às suas propriedades.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, a CETESB exige a<strong> apresentação das substâncias presentes no empreendimento</strong>. O objetivo é subsidiar a tomada de decisão quanto à<strong> necessidade de elaboração do Estudo de Análise de Riscos </strong>(EAR) e do <strong>Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR)</strong>, ou apenas do PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão entre os principais aspectos avaliados no PGR:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caracterização do empreendimento e do entorno</li>



<li>Tomada de decisão quanto à necessidade de elaboração do EAR ou realização da identificação de perigos</li>



<li>Definição de procedimentos operacionais, de inspeção e de manutenção, visando à garantia da integridade das instalações</li>



<li>Definição e implementação da gestão de mudanças</li>



<li>Estabelecimento de programa de capacitação e treinamento dos trabalhadores envolvidos</li>



<li>Definição das medidas de atendimento e resposta a emergências, internas e externas, quando aplicável</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a estrutura da norma</li>



<li>os critérios que definem a obrigatoriedade do PGR ou do EAR (Estudo de Análise de Riscos)</li>



<li>o que a CETESB verifica na prática e como evitar os erros mais comuns que levam à recusa do programa</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/">Com o CAL, sua empresa gerencia todos os requisitos aplicáveis a sua operação, inclusive os da CETESB.</a>&nbsp;</p>



<h2 id="h-1-o-que-e-a-norma-tecnica-cetesb-p4-261" class="wp-block-heading"><strong>1. O que é a Norma Técnica CETESB P4.261</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://cetesb.sp.gov.br/analise-risco-tecnologico/norma-cetesb-p4-261/">Norma Técnica CETESB P4.261</a> (<strong>Risco de Acidente de Origem Tecnológica — Método para Decisão e Termos de Referência</strong>) é um mecanismo do Estado de São Paulo voltado à prevenção de acidentes de origem tecnológica envolvendo substâncias químicas de interesse (inflamáveis e/ou tóxicas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma está estruturada em quatro partes:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x576.png" alt="As quatro partes do PGR Cetesb

Parte I — Classificação de empreendimentos quanto à periculosidade: define, com base em critérios quantitativos, se o empreendimento deve elaborar um EAR (Estudo de Análise de Riscos), um PGR ou ambos.

Parte II — Termo de Referência para EAR de empreendimentos pontuais: detalha metodologias e critérios de tolerabilidade para instalações fixas.

Parte III — Termo de Referência para EAR de dutos: trata dos riscos associados a infraestruturas de transporte por tubulação.

Parte IV — Termo de Referência para o PGR: estabelece o conteúdo mínimo esperado do programa." class="wp-image-25057" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A norma surgiu como <strong>resposta institucional aos grandes acidentes tecnológicos</strong> registrados no Brasil e no exterior nas décadas de 1970 e 1980.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-f7d4d502 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-style:none;border-width:0px;border-radius:8px;background-color:#83b81a;margin-top:40px;margin-bottom:44px;padding-top:40px;padding-right:40px;padding-bottom:40px;padding-left:40px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:14%"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">No Estado de São Paulo, o acidente de referência histórico ocorreu em Cubatão, em fevereiro de 1984, quando o rompimento de um duto de gasolina da Petrobras provocou um incêndio de grandes proporções, resultando oficialmente em 93 mortes. Relatos não oficiais e estimativas divulgadas à época indicam que o número de vítimas pode ter ultrapassado 500 mortes, tornando o episódio um dos maiores desastres industriais e ambientais do país.</p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-no-estado-de-sao-paulo-o-acidente-de-referencia-historico-ocorreu-em-cubatao-em-fevereiro-de-1984-quando-o-rompimento-de-um-duto-de-gasolina-da-petrobras-provocou-um-incendio-de-grandes-proporcoes-resultando-oficialmente-em-93-mortes-relatos-nao-oficiais-e-estimativas-divulgadas-a-epoca-indicam-que-o-numero-de-vitimas-pode-ter-ultrapassado-500-mortes-tornando-o-episodio-um-dos-maiores-desastres-industriais-e-ambientais-do-pais"><strong>2. Quando o PGR CETESB é exigido</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A exigência normalmente aparece como condicionante durante o processo de <strong>licenciamento ambiental</strong> — na Licença Prévia (LP), na Licença de Instalação (LI) ou na Licença de Operação (LO).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da<a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-geral-licenciamento-ambiental/"> Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025)</a>, em fevereiro de 2026, não elimina as obrigações estabelecidas pelas normas técnicas estaduais: a <strong>P4.261 segue vigente para empreendimentos licenciados pela CETESB em São Paulo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A simples menção à P4.261 na condicionante da Licença Ambiental não significa, automaticamente, a obrigatoriedade de elaboração do Estudo de Análise de Riscos (EAR) e do Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR), ou apenas do PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A elaboração desses estudos se dá pela análise técnica das substâncias de interesse presentes no empreendimento, considerando aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Volume</li>



<li>Distância de referência da norma</li>



<li>Distância da população em caso de um possível acidente</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h3 id="h-2-1-criterio-tecnico-de-decisao-parte-i-da-norma" class="wp-block-heading"><strong>2.1. Critério técnico de decisão (Parte I da norma)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de EAR e PGR (ou apenas do PGR) é determinada pela relação entre dois parâmetros estabelecidos na <strong>Parte I da P4.261</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Distância de referência (dr):</strong> calculada a partir das substâncias presentes, seus inventários e condições operacionais.</li>



<li><strong>Distância à população de interesse (dp):</strong> distância entre o empreendimento e o aglomerado populacional mais próximo fora dos limites da instalação.</li>
</ul>



<h4 id="h-passo-a-passo-para-tomada-de-decisao" class="wp-block-heading">Passo a passo para tomada de decisão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">1- Determine a <strong>classificação das substâncias </strong>(Anexo A e B) presentes no empreendimento, o <strong>inventário</strong>, a <strong>classificação quanto ao nível de toxicidade e inflamabilidade</strong>, a <strong>distância de referência </strong>(Anexo D e E) e a <strong>distância da população</strong> (apresentar os raios por meio de Google Earth ou similiar). </p>



<p class="wp-block-paragraph">2 &#8211; Compare a distância de referencia com o possível número de pessoas atingidas no raio de referencia.</p>



<h4 id="h-tomada-de-decisao" class="wp-block-heading">Tomada de Decisão </h4>



<p class="wp-block-paragraph">a) Quando houver a presença de<strong> população de interesse dentro dos limites determinados pela distância de referência</strong> e o <strong>número de pessoas for superior a 25</strong>: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Realizar Estudo de Análise de Risco (EAR) e Programa de Gerenciamento de Risco (PGR). </strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">b) Quando a <strong>distância da população de interesse for maior que a distância de referência</strong> (em caso de ausência de população ou <strong>número de pessoas menor que 25 nos limites da distância de referência</strong>): </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dispensado da elaboração do Estudo de Análise de Risco</strong> (EAR), devendo apresentar um Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).</li>
</ul>



<h3 id="h-2-2-apresentacao-das-substancias-de-interesse" class="wp-block-heading"><strong>2.2. Apresentação das Substâncias de Interesse</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa inicial do processo de triagem é o<strong> levantamento técnico das substâncias </strong>presentes na instalação. Esse documento deve apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nome químico e número CAS de cada substância</li>



<li>Classificação e propriedades físico-químicas relevantes</li>



<li>Inventário (quantidade armazenada ou processada)</li>



<li>Forma de armazenamento e condições operacionais</li>



<li>Distâncias de referência calculadas para cada substância</li>



<li>Estimativa da população potencialmente exposta no entorno</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse levantamento é o ponto de partida para que a CETESB avalie o enquadramento do empreendimento e defina o escopo do estudo exigido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconsistências nessa etapa (inventários subestimados, substâncias não declaradas, distâncias calculadas com parâmetros inadequados) são uma das <strong>causas mais frequentes de recusa ou exigências adicionais por parte do órgão</strong>.</p>



<h2 id="h-3-o-que-a-cetesb-espera-encontrar-no-pgr" class="wp-block-heading"><strong>3. O que a CETESB espera encontrar no PGR</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Termo de Referência da Parte IV da norma estabelece o conteúdo mínimo do PGR.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os itens abaixo refletem os <strong>pontos que a CETESB efetivamente verifica durante as análises técnicas</strong> (não apenas a existência formal do documento, mas a consistência entre o que está descrito e o que ocorre na prática operacional).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1024x576.png" alt="O que a Cetesb avalia as análises técnicas

Caracterizações do empreendimento e do entorno 

Identificação de perigos  

Revisão do Estudo de Análise de Risco ou da identificação de perigos

Procedimentos operacionais; −Gerenciamento de modificações 

Manutenção e garantia de integridade 

Capacitação de recursos humanos

Investigação de incidentes e acidentes 

Plano de Ação de Emergência (PAE)

Auditoria do PGR

Procedimento que irá embasar e determinar o prazo da Auditoria do PGR" class="wp-image-25059" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-que-a-CETESB-avalia-nas-analises-tecnicas-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="h-3-1-identificacao-de-perigos" class="wp-block-heading"><strong>3.1. Identificação de perigos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A identificação de perigos é a base técnica do PGR. É nela que são definidas as hipóteses acidentais que servirão de referência para todos os demais elementos do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As metodologias mais utilizadas e reconhecidas pela CETESB são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>APP — Análise Preliminar de Perigos:</strong> indicada para levantamentos iniciais ou instalações de menor complexidade.</li>



<li><strong>HazOp (Hazard and Operability Study):</strong> metodologia sistemática baseada em palavras-guia, recomendada para processos com maior grau de complexidade.</li>



<li><strong>What If (&#8220;E se?&#8221;):</strong> análise estruturada por questionamentos, útil como complemento ou em revisões periódicas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da análise de perigos não depende exclusivamente do método escolhido, mas também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>do estudo ser conduzido por <strong>profissionais que efetivamente conhecem o processo</strong> avaliado;</li>



<li>do <strong>time</strong> <strong>envolver as áreas</strong> de operação, manutenção, segurança do trabalho e meio ambiente.</li>
</ul>



<h3 id="h-3-2-procedimentos-operacionais" class="wp-block-heading"><strong>3.2. Procedimentos operacionais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os procedimentos precisam refletir a realidade da instalação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CETESB verifica se eles estão <strong>atualizados, acessíveis às equipes e efetivamente compreendidos pelos operadores.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos antes elaborados genericamente, sem correspondência com as condições reais de operação, são apontados como insuficientes durante as análises técnicas do órgão licenciador.</p>



<h3 id="h-3-3-gerenciamento-de-mudancas" class="wp-block-heading"><strong>3.3. Gerenciamento de mudanças</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer alteração envolvendo instalações físicas ou administrativas (incluindo equipamentos, layout, substâncias, processos ou sistemas de segurança) deve<strong> levar em conta os procedimentos de gerenciamento de modificações</strong>, com <strong>avaliação e atualização da identificação de perigos</strong>, sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum identificar empresas que realizaram mudanças operacionais relevantes sem a devida atualização da apresentação de substâncias de interesse, do inventário de perigos ou da reavaliação das hipóteses acidentais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa ausência de atualização é frequentemente caracterizada pela CETESB como uma não conformidade relevante</strong>, em razão do potencial impacto na identificação dos possíveis cenários de emergência, nas medidas de prevenção e na resposta a emergências.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline">Para saber mais sobre como a gestão de conformidade legal se integra a processos como o gerenciamento de mudanças, veja o artigo<a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-responsabilidade-alem-ambiental-e-da-seguranca-do-trabalho/"> Gestão de Requisitos Legais: por que essa responsabilidade não é só do Meio Ambiente e da Segurança do Trabalho</a>.</p>
</div>
</div>



<h3 id="h-3-4-manutencao-e-integridade-de-equipamentos-criticos" class="wp-block-heading"><strong>3.4. Manutenção e integridade de equipamentos críticos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A CETESB avalia os controles de integridade aplicados a equipamentos cuja<strong> falha pode deflagrar cenários acidentais</strong> relevantes, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>tanques</li>



<li>vasos de pressão</li>



<li>sistemas com amônia</li>



<li>tubulações</li>



<li>bombas</li>



<li>detectores de gás</li>



<li>sistemas de combate a incêndio</li>



<li>áreas classificadas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ter procedimentos de manutenção&nbsp;</li>



<li>apresentar cronogramas atualizados, registros de inspeções e de testes, laudos técnicos vigentes e evidências de tratamento dos possíveis desvios identificados</li>
</ul>



<h3 id="h-as-principais-nao-conformidades-identificadas-pela-cetesb-bem-como-motivos-de-recusa-ou-nao-aprovacao-dos-documentos-apresentados-envolvem" class="wp-block-heading">As principais não conformidades identificadas pela CETESB, bem como motivos de recusa ou não aprovação dos documentos apresentados, envolvem:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registros vencidos</li>



<li>Não atendimento às recomendações técnicas emitidas pelo órgão ambiental ou Profissional Habilitado (PH)</li>



<li>Ausência de projetos técnicos e respectivas ARTs</li>
</ul>



<h3 id="h-3-5-capacitacao-e-treinamentos" class="wp-block-heading"><strong>3.5. Capacitação e treinamentos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O PGR deve <strong>documentar os programas de treinamento</strong> destinados às equipes operacionais, de manutenção e de segurança, especialmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As vinculadas diretamente às estruturas que envolvem produtos de interesse</li>



<li>As demais estruturas que, eventualmente, possam impactar as instalações e sistemas relacionados aos cenários de risco identificados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>CETESB verifica a frequência, o conteúdo e as evidências</strong> de realização dos treinamentos, incluindo os relativos ao Plano de Ação de Emergência.</p>



<h3 id="h-3-6-investigacao-de-incidentes" class="wp-block-heading"><strong>3.6. Investigação de incidentes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O programa deve descrever o<strong> processo de investigação de acidentes e incidentes</strong>, incluindo o<strong> tratamento das causas-raiz </strong>e o <strong>acompanhamento das ações corretivas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse elemento demonstra a capacidade de aprendizado organizacional e a efetividade dos controles implantados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sobre a importância de estruturar processos de investigação dentro de uma lógica integrada de gestão, veja também o artigo</em><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gro-e-pgr-na-nr1/"><em> </em><em>GRO e PGR na NR-1: o papel decisivo do levantamento de perigos e riscos a partir de 2026</em></a><em>.</em></p>



<h2 id="h-4-o-plano-de-acao-de-emergencia-pae-o-item-que-mais-gera-recusas" class="wp-block-heading"><strong>4. O Plano de Ação de Emergência (PAE): o item que mais gera recusas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Plano de Ação de Emergência é um dos elementos do PGR </strong>que mais concentra falhas identificadas nas análises da CETESB.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema central é que muitos planos existentes foram <strong>elaborados sem correspondência com os cenários acidentais</strong> efetivamente avaliados no estudo (ou foram <strong>construídos genericamente</strong>, sem aderência à realidade operacional da instalação).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um PAE tecnicamente consistente deve contemplar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hipóteses acidentais derivadas diretamente da análise de perigos realizada no PGR</li>



<li>Rotas de fuga, pontos de encontro e zonas de exclusão compatíveis com os cenários avaliados</li>



<li>Sistemas de alarme e fluxos de acionamento documentados e testados</li>



<li>Protocolos de comunicação interna e com órgãos externos (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, CETESB)</li>



<li>Integração com a brigada de emergência e/ou bombeiros civis</li>



<li>Calendário de simulados com registros de participação e avaliação de desempenho</li>



<li>Treinamentos periódicos com os envolvidos nas respostas de emergência</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos requisitos da CETESB, o PAE precisa ser compatível com as <strong>Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo</strong> e com as normas da ABNT aplicáveis à atividade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planos que não atendem simultaneamente a esses três referenciais normalmente enfrentam <strong>dificuldades durante auditorias</strong> e, em situações reais de emergência, apresentam <strong>lacunas operacionais graves</strong>.</p>



<h2 id="h-5-auditoria-e-revisao-periodica-do-pgr" class="wp-block-heading"><strong>5. Auditoria e revisão periódica do PGR</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O PGR não é um documento estático. A norma prevê<strong> mecanismos de auditoria e revisão periódicas</strong>, e a <strong>CETESB pode estabelecer prazos </strong>específicos de revisão por meio das condicionantes do licenciamento ambiental da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros casos, a periodicidade pode ser determinada por “Comunique-se” emitido no sistema e-Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situações que obrigatoriamente devem desencadear a revisão do PGR:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inclusão de novas substâncias de interesse ou aumento de inventário</li>



<li>Ampliação da capacidade produtiva ou alterações de layout</li>



<li>Mudanças em processos, equipamentos ou sistemas de segurança</li>



<li>Ocorrência de acidente ou incidente com potencial revelado</li>



<li>Resultados de auditorias que identifiquem inconsistências relevantes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que mantêm o PGR desatualizado correm o risco de apresentar, durante fiscalizações ou renovações de licença, <strong>documentos que não refletem mais a realidade operacional</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa situação costuma resultar em<strong> exigências corretivas</strong>, <strong>prazos de adequação</strong> ou, em casos mais graves, <strong>embargos administrativos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/"><em>No Onegreen, sua empresa monitora as condicionantes de licenças ambientais, acompanha prazos e armazena evidências de atendimento.</em></a></p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-conformidade-legal/">Sua empresa realmente está em conformidade legal? 3 erros comuns que passam despercebidos</a> e<a href="https://blog.iusnatura.com.br/auditoria-conforrmidade-legal/"> Auditoria de Conformidade Legal: o que é e como fazer</a>.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-6-erros-mais-comuns-que-levam-a-recusa-do-pgr-pela-cetesb" class="wp-block-heading"><strong>6. Erros mais comuns que levam à recusa do PGR pela CETESB</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na experiência técnica em auditorias e diagnósticos de PGR, os problemas mais recorrentes que resultam em <strong>exigências ou recusas por parte da CETESB</strong> são:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1024x576.png" alt="Erros mais comuns no PGR Cetesb
Inventário incorreto ou subestimado: quantidades declaradas que não correspondem ao efetivo estoque operacional, omissão de substâncias de interesse ou classificação inadequada.

Distâncias de referência calculadas com parâmetros inadequados: uso de condições operacionais favoráveis que não refletem os cenários mais críticos.

Ausência de evidências operacionais: procedimentos existentes no papel, mas sem registros de treinamento, aplicação ou revisão.

PAE desconectado da análise de perigos: plano elaborado genericamente, sem correspondência com os cenários acidentais identificados.

Gerenciamento de mudanças inexistente ou informal: modificações realizadas sem avaliação prévia de risco e sem atualização da documentação.

Baixa integração entre áreas: PGR elaborado exclusivamente pelo setor de Meio Ambiente, sem participação das áreas Operacionais, Manutenção e Segurança do Trabalho.

Não atualização após mudanças operacionais: programa que reflete a configuração histórica da planta, não a configuração atual." class="wp-image-25060" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1024x576.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-300x169.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-768x432.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB-1536x864.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Erros-mais-comuns-no-PGR-da-CETESB.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="h-7-pgr-cetesb-e-seguranca-de-processo-a-convergencia-que-muitas-empresas-ainda-ignoram" class="wp-block-heading"><strong>7. PGR CETESB e Segurança de Processo: a convergência que muitas empresas ainda ignoram</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto que ainda gera confusão em muitas organizações é enquadrar o PGR CETESB apenas como uma obrigação do licenciamento ambiental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista técnico, a norma P4.261 tem uma abordagem que converge diretamente com o <strong>Gerenciamento de Segurança de Processo (PSM — Process Safety Management)</strong>, estrutura reconhecida internacionalmente para a prevenção de acidentes de grandes proporções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os elementos exigidos pelo PGR CETESB (identificação de perigos, gerenciamento de mudanças, integridade de equipamentos críticos, investigação de incidentes, PAE e auditorias) são os <strong>mesmos pilares do PSM</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que empresas que implementam o PGR com consistência técnica estão, ao mesmo tempo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atendendo às exigências da CETESB para o licenciamento ambiental</li>



<li>Construindo uma estrutura de gestão de riscos de processo compatível com padrões internacionais</li>



<li>Reduzindo a probabilidade de acidentes ampliados com impacto sobre pessoas, patrimônio e continuidade operacional</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratam o PGR apenas como um documento de cumprimento legal tendem a <strong>apresentar falhas </strong>justamente nas evidências operacionais, o aspecto que a CETESB mais examina durante suas análises.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-licenciamento-ambiental-lei-federal-15190/">Novo Licenciamento Ambiental: o que muda com a Lei 15.190/2025</a>.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-8-como-a-ius-natura-apoia-empresas-no-pgr-cetesb" class="wp-block-heading"><strong>8. Como a Ius Natura apoia empresas no PGR CETESB</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://www.iusnatura.com.br/"> Ius Natura</a> atua com empresas na avaliação técnica e no fortalecimento de Programas de Gerenciamento de Riscos, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Auditoria técnica do PGR CETESB com diagnóstico de aderência à Norma Técnica P4.261</li>



<li>Diagnóstico preventivo de causas de recusa ou não aprovação do PGR pelo órgão</li>



<li>Avaliação da apresentação das Substâncias de Interesse e consistência dos inventários</li>



<li>Mentoria técnica para correção dos desvios identificados</li>



<li>Apoio na estruturação de evidências operacionais e de manutenção</li>



<li>Mentoria para a revisão do PAE e integração com os cenários acidentais do PGR</li>



<li>Elaboração do procedimento de auditoria interna do programa</li>



<li>Suporte no atendimento a exigências de Comunique-se e demais condicionantes da CETESB</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance">Agende uma conversa com nossa equipe e descubra como podemos apoiar o seu PGR CETESB!</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pgr-cetesb-o-que-e-quando-e-exigido/">PGR CETESB: o que é, quando é exigido e o que é avaliado</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
