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	<title>Camila Souza - Portal ESG em dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
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	<title>Camila Souza - Portal ESG em dia</title>
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		<title>Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos: o que muda com a Lei 15.506/2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camilla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/10/high-angle-shot-lake-quarry-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (Lei 15.506/2026): definições, obrigações, CMBC, FGAM e incentivos fiscais.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/politica-nacional-de-minerais-criticos-e-estrategicos-o-que-muda-com-a-lei-15-506-2026/">Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos: o que muda com a Lei 15.506/2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/10/high-angle-shot-lake-quarry-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) foi instituída pela Lei 15.506, de 16 de setembro de 2026, publicada em edição extra do Diário Oficial da União e em vigor desde a data de publicação. Essa norma é o marco legal brasileiro dedicado aos minerais usados em baterias, ímãs permanentes, fertilizantes e sistemas de armazenamento de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei nasceu do PL 2780/2024 e foi sancionada junto com o Decreto 13.118/2026, que estruturou o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE). Com isso, na prática, o Brasil passa a ter regras próprias para cadastro de projetos, rastreabilidade da cadeia, certificação de baixo carbono e acesso a garantias e créditos fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem atua em pesquisa mineral, lavra, beneficiamento, transformação ou reciclagem de eletroeletrônicos e baterias, a lei traz incentivos, mas também obrigações que já precisam entrar no radar de conformidade legal. Neste artigo, você vai entender as definições da lei, o papel do CIMCE, as obrigações para as empresas, o Certificado Mineral de Baixo Carbono (CMBC) e, por fim, os instrumentos de financiamento.</p>



<h2 id="h-o-que-e-a-politica-nacional-de-minerais-criticos-e-estrategicos" class="wp-block-heading">O que é a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) é a política pública federal, criada pela Lei 15.506/2026, que fomenta a pesquisa, a lavra, o beneficiamento, a transformação mineral e a mineração urbana de minerais críticos e estratégicos de forma sustentável. Além disso, ela busca desenvolver a indústria, a distribuição, o comércio e o consumo dos produtos desses minerais no Brasil (art. 3º da Lei 15.506/2026).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco da PNMCE é agregar valor em território nacional, ou seja, em vez de exportar apenas minério bruto, o país quer internalizar as etapas de processamento. A política é coordenada pelo CIMCE, órgão vinculado à Presidência da República.</p>



<h2 id="h-qual-a-diferenca-entre-minerais-criticos-e-minerais-estrategicos" class="wp-block-heading">Qual a diferença entre minerais críticos e minerais estratégicos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 15.506/2026 separa os dois conceitos no art. 2º. Em primeiro lugar, minerais críticos são recursos minerais necessários para setores-chave da economia nacional, cuja disponibilidade seja insuficiente, instável ou vulnerável (por deficiência de produção interna, dependência de importações, concentração geográfica do fornecimento, riscos geopolíticos, restrições de mercado ou gargalos tecnológicos) e cuja escassez possa representar risco relevante à economia, especialmente para a transição energética, a segurança alimentar e nutricional e a soberania nacional e tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, minerais estratégicos são recursos minerais relevantes para o País por causa de reservas significativas e que sejam essenciais para gerar superávit na balança comercial, para o desenvolvimento tecnológico ou regional (ainda que não ligados diretamente à transição energética) ou para reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEEs) na cadeia produtiva.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Critério</strong></td><td><strong>Minerais críticos</strong></td><td><strong>Minerais estratégicos</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Lógica central</td><td>Risco de escassez e vulnerabilidade de oferta</td><td>Abundância de reservas e potencial econômico</td></tr><tr><td>Gatilhos da lei</td><td>Dependência de importações, riscos geopolíticos, gargalos tecnológicos</td><td>Superávit comercial, desenvolvimento tecnológico e regional, redução de GEEs</td></tr><tr><td>Finalidades citadas</td><td>Transição energética, segurança alimentar, soberania</td><td>Economia, tecnologia, desenvolvimento regional, descarbonização</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a lei não traz a lista de substâncias. Assim, o rol de minerais críticos e estratégicos será definido e atualizado pelo CIMCE, com revisão a cada quatro anos alinhada ao Plano Plurianual, e pode ser reavaliado extraordinariamente (art. 41, § 4º). A lei também define mineração urbana como a recuperação de minerais de resíduos eletroeletrônicos, baterias, veículos em fim de vida, entulho e aterros (art. 2º, XV).</p>



<h2 id="h-quais-sao-os-principios-e-objetivos-da-pnmce" class="wp-block-heading">Quais são os princípios e objetivos da PNMCE?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O art. 4º da Lei 15.506/2026 lista 16 princípios. Os mais relevantes para a gestão das empresas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>agregação de valor em território nacional e aproveitamento econômico e integral dos minerais;</li>



<li>ampliação da disponibilidade dos minerais para a transição e a segurança energética, a segurança alimentar, a transformação digital e a redução de emissões de carbono;</li>



<li>apoio financeiro por bancos oficiais e agências de fomento;</li>



<li>estímulo à mineração urbana, especialmente de resíduos eletroeletrônicos;</li>



<li>priorização do licenciamento ambiental dos projetos enquadrados na PNMCE;</li>



<li>responsabilidade socioambiental, formação de mão de obra especializada e desenvolvimento regional;</li>



<li>parcerias empresariais, tecnológicas e financeiras, nacionais e internacionais, e cooperação com Estados, Municípios, entidades do setor e sociedade civil.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os objetivos (art. 5º), por sua vez, estão ampliar o conhecimento geológico do País, desenvolver a indústria de beneficiamento e transformação, apoiar o licenciamento ambiental dos projetos e promover internacionalmente as oportunidades de investimento no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A política não proíbe a exportação de minerais. No entanto, o art. 8º autoriza o regulamento a criar parâmetros e compromissos de agregação de valor vinculados à exportação, critérios de preferência para projetos que internalizem etapas da cadeia e obrigações de informar volume, destino, beneficiário final e grau de processamento dos minerais exportados.</p>



<h2 id="h-o-que-e-o-cimce-e-o-que-ele-decide" class="wp-block-heading">O que é o CIMCE e o que ele decide?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE) é o órgão de coordenação, planejamento e acompanhamento da PNMCE, vinculado à Presidência da República (art. 41). Conforme o Decreto 13.118/2026, o CIMCE tem três instâncias: Pleno, Comitê Executivo e Secretaria-Executiva. O Pleno, por sua vez, reúne 18 membros com direito a voto: 13 representantes de ministérios, 1 dos Estados e do Distrito Federal, 1 dos Municípios, 2 do setor privado e 1 de instituições de ensino superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o CIMCE concentra decisões que afetam diretamente as empresas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>definir quais substâncias são críticas ou estratégicas;</li>



<li>aprovar e habilitar projetos para acesso aos instrumentos de fomento;</li>



<li>definir os projetos prioritários, que podem ser encaminhados ao Conselho de Governo para licenciamento ambiental especial;</li>



<li>homologar mudanças de controle societário de empresas titulares de direitos minerários desses minerais, a participação relevante de empresas estrangeiras, contratos internacionais de fornecimento e a alienação, cessão ou oneração de títulos minerários (art. 3º, § 2º).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o regimento do CIMCE deve separar quem formula a política de quem aprova projetos e analisa operações societárias, e todas as decisões precisam ser publicadas com fundamentação e identificação dos votantes (art. 41, §§ 2º e 3º).</p>



<h2 id="h-quais-obrigacoes-a-lei-15-506-2026-cria-para-empresas-do-setor-de-minerais-criticos-e-estrategicos" class="wp-block-heading">Quais obrigações a Lei 15.506/2026 cria para empresas do setor de minerais críticos e estratégicos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte da cobertura sobre a PNMCE fala de incentivos. Para a área de conformidade legal, porém, os pontos que mais pesam são as obrigações. Assim, as principais estão listadas abaixo.</p>



<h3 id="h-aplicacao-minima-de-receita-em-pd-amp-i-e-no-fgam" class="wp-block-heading">Aplicação mínima de receita em PD&amp;I e no FGAM</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que se dedicam à pesquisa, lavra, beneficiamento ou transformação de minerais críticos ou estratégicos devem aplicar, todo ano, parte da receita operacional bruta dessas atividades (descontados os tributos sobre ela) da seguinte forma (art. 15):</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Período</strong></td><td><strong>Aplicação mínima obrigatória</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Primeiros 6 anos após a regulamentação</td><td>0,3% em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&amp;I) + 0,2% em cotas do FGAM</td></tr><tr><td>Após os 6 anos</td><td>0,5% em projetos de PD&amp;I</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Metade dos recursos de PD&amp;I é aplicada pela própria empresa, enquanto a outra metade é aplicada por meio de parcerias com empresas juniores do setor mineral, com a Rede Nacional de Pesquisa em Minerais Críticos e Estratégicos (RNMCE) ou com instituições definidas pelo CIMCE (art. 36, § 1º). Além disso, a fiscalização cabe à ANM, e quem não cumprir a obrigação paga multa de 150% do valor não aplicado (art. 36, §§ 2º e 3º).</p>



<h3 id="h-cadastro-obrigatorio-dos-projetos" class="wp-block-heading">Cadastro obrigatório dos projetos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Cadastro Nacional de Projetos de Minerais Críticos e Estratégicos (CNPMCE) recebe o registro obrigatório dos projetos implementados no País, será público e integrado ao Sigmine (art. 28). Esse cadastro importa porque os instrumentos de fomento da lei só se aplicam a projetos cadastrados e habilitados pelo CIMCE.</p>



<h3 id="h-rastreabilidade-da-cadeia-produtiva" class="wp-block-heading">Rastreabilidade da cadeia produtiva</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O art. 44 cria um sistema de rastreabilidade para assegurar origem lícita e conformidade socioambiental, fiscal e regulatória. Para isso, o registro de todas as transações e agentes da cadeia será obrigatório e deverá incluir, no mínimo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>composição, quantidade e origem dos minerais;</li>



<li>impacto ambiental da extração, produção e distribuição;</li>



<li>dados de circularidade, como logística reversa e conteúdo reciclado;</li>



<li>número da licença ambiental, portaria de outorga mineral e números dos processos de licenciamento e outorga;</li>



<li>responsável legal e jazida de extração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Minerais vindos da mineração urbana também entram no sistema de rastreabilidade (art. 44, § 10).</p>



<h3 id="h-prazo-maximo-da-autorizacao-de-pesquisa" class="wp-block-heading">Prazo máximo da autorização de pesquisa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A autorização de pesquisa em áreas com minerais críticos ou estratégicos tem prazo máximo improrrogável de 10 anos, contado da publicação do alvará. Dessa forma, se o Relatório Final de Pesquisa não for apresentado à ANM nesse prazo, o direito minerário caduca (art. 35), ressalvado o período comprovadamente gasto entre o pedido e a licença de operação.</p>



<h3 id="h-homologacao-previa-de-operacoes-societarias" class="wp-block-heading">Homologação prévia de operações societárias</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças de controle, entrada relevante de capital estrangeiro, contratos internacionais de fornecimento e cessão ou oneração de títulos minerários passam pelo mecanismo de triagem do CIMCE e da ANM (art. 3º, § 2º). Por isso, operações de M&amp;A no setor precisam incluir essa etapa no cronograma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, cada uma dessas obrigações vira um requisito legal com prazo, responsável e evidência de cumprimento. O CAL® mantém o monitoramento da Lei 15.506/2026 e dos regulamentos que ainda serão publicados, vinculados às unidades e processos da sua empresa. <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL®</a>.</p>



<h2 id="h-como-funciona-o-certificado-mineral-de-baixo-carbono-cmbc" class="wp-block-heading">Como funciona o Certificado Mineral de Baixo Carbono (CMBC)?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Certificado Mineral de Baixo Carbono (CMBC) é um documento voluntário, emitido por empresa certificadora credenciada, que atesta a intensidade de emissão de gases de efeito estufa na produção de minerais críticos e estratégicos, com indicação mínima da origem mineral e do local de produção (arts. 2º, VII, e 23 da Lei 15.506/2026).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem obter o CMBC empresas de pesquisa, lavra, beneficiamento, transformação e mineração urbana desses minerais. A certificação usa análise do ciclo de vida e segue três diretrizes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>medidas de compensação, mitigação ou neutralização das emissões de GEEs nas etapas do processo produtivo;</li>



<li>uso preponderante de energias renováveis na produção;</li>



<li>procedimentos e tecnologias para ampliar a eficiência energética na mineração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o regulamento ainda vai definir o modelo de custódia, o escopo de emissões, as fronteiras da certificação e os critérios de suspensão (art. 25). A lei exige, ainda, harmonização com padrões internacionais e acordos de reconhecimento mútuo (art. 26), o que tende a dar ao CMBC valor comercial em mercados compradores de baterias e veículos elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, empresas que vão buscar o CMBC precisam ter inventário de emissões confiável. Esse trabalho, aliás, conversa com as exigências do mercado regulado de carbono, explicadas no artigo Mercado Regulado de Carbono no Brasil: o que o SBCE exige da sua empresa até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estruturar o inventário de emissões e a estratégia de descarbonização antes da certificação, <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-esg">conheça os Serviços ESG da Ius</a>.</p>



<h2 id="h-quais-sao-os-instrumentos-de-financiamento-para-minerais-criticos-e-estrategicos" class="wp-block-heading">Quais são os instrumentos de financiamento para minerais críticos e estratégicos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei prevê, somados, até R$ 7 bilhões em apoio: R$ 2 bilhões da União no FGAM e R$ 5 bilhões em créditos fiscais do PFMCE entre 2030 e 2034 (Fonte: Agência Câmara de Notícias e Lei 15.506/2026).</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Instrumento</strong></td><td><strong>Como funciona</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM)</td><td>Fundo de natureza privada que oferece garantias de crédito e instrumentos de mitigação de risco (hedge de preços, liquidez, performance). Além disso, a União pode participar como cotista até R$ 2 bilhões, com integralização autorizada por ato do Ministro da Fazenda e sujeita à disponibilidade orçamentária (arts. 9º a 12).</td></tr><tr><td>Programa Federal de Beneficiamento e Transformação (PFMCE)</td><td>Crédito fiscal de até 20% do dispêndio com beneficiamento, transformação e mineração urbana, limitado a R$ 1 bilhão por ano de 2030 a 2034. Exige procedimento concorrencial, habilitação prévia pelo CIMCE e empresa constituída sob leis brasileiras com sede e administração no País. Depois, o crédito é devolvido como crédito de CSLL, compensável ou ressarcível em dinheiro (arts. 16 a 21).</td></tr><tr><td>Fundo Clima (BNDES)</td><td>O BNDES pode usar parte dos recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima em financiamentos reembolsáveis para beneficiamento, transformação e mineração urbana (art. 20).</td></tr><tr><td>Debêntures incentivadas</td><td>Projetos prioritários de beneficiamento, transformação e mineração urbana podem captar com o benefício da Lei 12.431/2011 e da Lei 14.801/2024, com teto de faturamento anual de R$ 5 bilhões para emissoras do setor (arts. 40 e 50).</td></tr><tr><td>Reidi e PPI</td><td>Projetos de lavra, beneficiamento, transformação e mineração urbana desses minerais passam a ser elegíveis ao Reidi e ao Programa de Parcerias de Investimentos (arts. 47 e 48).</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 id="h-quais-cadeias-de-minerais-criticos-e-estrategicos-recebem-credito-do-pfmce" class="wp-block-heading">Quais cadeias de minerais críticos e estratégicos recebem crédito do PFMCE?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os créditos do PFMCE contemplam produtores de concentrados, concentrados em grau bateria (carbonatos, hidróxidos, sulfatos, óxidos, esferoides e materiais ativos de cátodo), concentrados para ímãs permanentes, fertilizantes fosfatados, potássicos e nitrogenados e sistemas de armazenamento de energia (art. 18, § 8º). O percentual de crédito será proporcional à agregação de valor. Por outro lado, quem não implementar o projeto paga multa de até 20% do crédito previsto (art. 18, §§ 10 e 12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei determina, ainda, que União, Estados, Municípios e Distrito Federal se articulem para criar incentivos a investimentos sustentáveis em seus territórios (art. 39).</p>



<h2 id="h-o-que-ainda-depende-de-regulamentacao-na-lei-15-506-2026" class="wp-block-heading">O que ainda depende de regulamentação na Lei 15.506/2026?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei está em vigor, mas boa parte das obrigações só ganha prazo e forma depois de regulamento. Assim, ficam pendentes, entre outros pontos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a lista oficial de minerais críticos e estratégicos, a cargo do CIMCE;</li>



<li>as regras de cálculo, fiscalização e sanções da aplicação mínima em PD&amp;I e FGAM (art. 15, § 2º);</li>



<li>o funcionamento do CNPMCE e do sistema de rastreabilidade, com prazos de adaptação proporcionais ao porte dos empreendimentos (art. 44, § 9º);</li>



<li>a estrutura do sistema de certificação do CMBC;</li>



<li>o estatuto do FGAM e o procedimento concorrencial do PFMCE.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O CIMCE deve estar instalado e regulamentado em até 90 dias da publicação da lei (art. 45), e o MDIC informou que o conselho foi instalado na própria cerimônia de sanção (Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Além disso, projetos considerados prioritários poderão seguir para a Licença Ambiental Especial prevista no art. 24 da Lei 15.190/2025, tema detalhado no artigo Novo Marco do Licenciamento Ambiental na Mineração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a PNMCE se soma a outras exigências já em curso no setor, como as novas regras de segurança de barragens da Resolução ANM 220/25 e as alterações na NR 22 trazidas pela Portaria MTE 105/2026.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes-sobre-a-politica-nacional-de-minerais-criticos-e-estrategicos" class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos</h2>



<h3 id="h-quando-a-lei-15-506-2026-entrou-em-vigor" class="wp-block-heading">Quando a Lei 15.506/2026 entrou em vigor?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na data da publicação, 16 de setembro de 2026 (art. 51). O Decreto 13.118/2026, que regulamenta o CIMCE, também foi publicado no mesmo dia.</p>



<h3 id="h-quais-minerais-sao-considerados-criticos-e-estrategicos-no-brasil" class="wp-block-heading">Quais minerais são considerados críticos e estratégicos no Brasil?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 15.506/2026 traz apenas as definições. Já a lista de substâncias será definida pelo CIMCE e revisada a cada quatro anos.</p>



<h3 id="h-a-pnmce-proibe-a-exportacao-de-minerio" class="wp-block-heading">A PNMCE proíbe a exportação de minério?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Porém, a lei permite que o regulamento crie compromissos de agregação de valor e obrigações de informação vinculados à exportação, além de preferências para projetos que processem os minerais no Brasil.</p>



<h3 id="h-o-certificado-mineral-de-baixo-carbono-e-obrigatorio" class="wp-block-heading">O Certificado Mineral de Baixo Carbono é obrigatório?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O CMBC é voluntário e emitido por certificadora credenciada, com base na intensidade de emissões medida por análise do ciclo de vida.</p>



<h3 id="h-quem-e-obrigado-a-investir-em-pd-amp-i-pela-nova-lei" class="wp-block-heading">Quem é obrigado a investir em PD&amp;I pela nova lei?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que se dedicam à pesquisa, lavra, beneficiamento ou transformação de minerais críticos ou estratégicos no País. O percentual mínimo é de 0,5% da receita operacional bruta líquida dessas atividades, com regras e prazos a serem definidos em regulamento.</p>



<h2 id="h-como-preparar-sua-empresa-para-a-politica-nacional-de-minerais-criticos-e-estrategicos" class="wp-block-heading">Como preparar sua empresa para a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos abre acesso a garantias, créditos fiscais e debêntures incentivadas, mas só para projetos cadastrados, habilitados pelo CIMCE e em dia com obrigações de PD&amp;I, rastreabilidade e reporte. Por isso, empresas do setor mineral e de reciclagem de baterias e eletroeletrônicos devem mapear desde já quais unidades e processos se enquadram, revisar o orçamento para a aplicação mínima de receita e incluir a homologação do CIMCE em qualquer operação societária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius acompanha requisitos legais, ESG e compliance há quase 40 anos e já monitora a Lei 15.506/2026 e os regulamentos que vão detalhar a PNMCE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para manter as obrigações da Lei 15.506/2026 sob controle conforme os regulamentos forem publicados, <a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">solicite uma proposta</a> e conheça o CAL®.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Veja quais foram os vetos e as alterações da nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/alteracoes-na-lei-geral-de-licenciamento-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=23578</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-11.51.39-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="alterações lei de licenciamento ambiental" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Veja como as alterações na nova lei de licenciamento ambiental impactam dispensas, licenças simplificadas e a gestão ambiental das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/alteracoes-na-lei-geral-de-licenciamento-ambiental/">Veja quais foram os vetos e as alterações da nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-11.51.39-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="alterações lei de licenciamento ambiental" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Em 08 de agosto de 2025, foi publicada a Lei 15.190/25, que atualiza os procedimentos para obtenção de licença ambiental, com 63 vetos das disposições aprovadas pelo Parlamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Em 08 de dezembro de 2025, dias após o térmico da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 30), 52 destes vetos foram promulgados, ou seja, tornaram-se vigentes.<br><br>Neste artigo, pontuamos de forma objetiva e prática as alterações feitas na nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-principais-alteracoes-feitas-na-nova-lei-geral-de-licenciamento-ambiental"><strong>Principais alterações</strong> <strong> feitas na nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental</strong><br></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Através da maioria de votos no Congresso Nacional, retornaram ao texto legal disposições acerca de procedimentos de dispensa e simplificação de licenças ambientais. Dentre a modificações, destacam-se:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Condições para o licenciamento ambiental simplificado pela modalidade por adesão e compromisso, para empreendimentos de médio porte e baixo ou médio potencial poluidor.</li>



<li>Procedimentos simplificados e prioridade na análise para o licenciamento ambiental de projetos relacionados às atividades ou aos empreendimentos de abastecimento de água e esgotamento sanitário abrangidos pela Lei de Saneamento Básico, quando exigível.</li>



<li>O licenciamento de empreendimentos relacionados à segurança energética nacional, desde que previstos e contratados no planejamento e nas políticas energéticas nacionais.</li>



<li>Regularização através da Licença de Operação Corretiva (LOC), estabelecendo a possibilidade da realização de licenciamento ambiental corretivo poderá por adesão e compromisso.</li>



<li>Atribuição de competência aos entes federativos para definir as tipologias de atividades ou de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a norma limita as hipóteses de consulta a autoridades envolvidas aos casos de terras indígenas, para terras homologadas e áreas quilombolas tituladas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Permanecem vetadas, as disposições acerca da Licença Ambiental Especial (LAE), disciplinada pela Medida Provisória 1.308/2025, na qual foi aprovado o Projeto de Lei de Conversão no dia 03 de dezembro de 2025.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-consideracoes-gerais"><strong>Considerações gerais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As alterações promovidas pela promulgação dos vetos aplicados na Lei Geral de Licenciamento Ambiental buscam a simplificação do processo para obtenção da licença ambiental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O que pode ser percebido como uma medida de agilidade para o desenvolvivelmente econômico do país, levanta questionamentos quanto a segurança do licenciamento ambiental, tendo em vista ser um instrumento essencial para a proteção ambiental e controle da exploração de recursos naturais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Destaca-se a importância do sistema de gestão ambiental no exercício da atividade potencialmente poluidoras, como forma de garantir o melhor uso dos recursos e evitar a lesão do meio ambiental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-ius-garante-as-atualizacoes-normativas-para-a-sua-empresa"><strong>Como a Ius garante as atualizações normativas para a sua empresa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius mantém sua empresa sempre informada sobre <strong>esta e outras alterações legais</strong> por meio de um sistema de atualização contínua, confiável e orientado à prática. A plataforma monitora diariamente publicações oficiais, mudanças normativas, vetos, promulgações e novas obrigações, traduzindo tudo em linguagem clara e aplicável ao dia a dia da sua operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com alertas automáticos, análises jurídicas objetivas e a integração com o Sistema CAL, sua equipe recebe rapidamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Notificações sobre qualquer novidade legislativa</strong>, incluindo mudanças na Lei Geral de Licenciamento Ambiental.</li>



<li><strong>Avaliação do impacto real para suas atividades</strong>, indicando o que muda e o que precisa ser revisto.</li>



<li><strong>Orientação para atualização do seu compliance ambiental</strong>, evitando riscos e garantindo aderência às novas regras.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a Ius assegura que sua empresa não apenas acompanhe as alterações regulatórias, mas esteja <strong>sempre um passo à frente</strong>, com segurança jurídica e gestão ambiental eficiente. Para conhecer mais do CAL, clique na imagem abaixo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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		<title>ANM publica novo marco regulatório de segurança de barragens de mineração</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/anm-publica-novo-marco-regulatorio-resolucao-anm-220-25/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 19:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22975</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-11-at-15.57.10-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="anm novo marco regulatório" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as atualizações sobre o no marco regulatório na ANM pela perspectiva da Resolução ANM 220/25</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/anm-publica-novo-marco-regulatorio-resolucao-anm-220-25/">ANM publica novo marco regulatório de segurança de barragens de mineração</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-11-at-15.57.10-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="anm novo marco regulatório" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Agência Nacional de Mineração publicou, no mês de outubro de 2025, a Resolução ANM 220/25, que disciplina a segurança de barragens de mineração, substituindo a Resolução ANM 95/22.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma, que entra em vigor em 2027, atualiza o tema, com o fim de padronizar conforme as normas técnicas aplicáveis, além de criar mecanismos que garantam a transparência e imparcialidade na elaboração dos documentos no âmbito da Resolução.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Dentre as principais atualizações, destacam-se a adequações dos termos e definições segundo as normas técnicas; a revisão das regras para classificação de barragens; e a revisões periódicas e críticas precisam ser conduzidas por equipes independentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além dos temas acima, neste artigo vamos abordar os objetivos e diretrizes da Lei e a importância da sociedade em relação a nova norma, confira.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1" id="h-objetivos-e-diretrizes-da-lei" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Objetivos e diretrizes da Lei</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O normativo tem como objetivo, adequar suas disposições regulatórias com a legislação e normas técnicas correlatas, em especial:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Lei 14.514/22:</strong> que incumbe à ANM a responsabilidade de fiscalizar a segurança de barragens de mineração com rejeitos oriundos de atividades de lavra de minérios nucleares ou de minérios que contenham elementos nucleares associados;</li>



<li><strong>Resolução CNRH 241/24: </strong>que alterou significamente os critérios de classificação de barragens quanto ao Dano Potencial Associado e à Categoria de Risco e determinou aos órgãos fiscalizadores a revisão e adequação de seus normativos no prazo de um ano; e&nbsp;</li>



<li><strong>ABNT NBR 13.028:2024: </strong>trouxe atualizações de critérios e requisitos técnicos para barragens de mineração.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a Resolução ANM 220/25 trata com especial cuidado os impactos na população, transparência e imparcialidade nos procedimentos de segurança de barragem e na elaboração de relatórios e demais documentos no âmbito da resolução.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A norma revisa alguns termos, a fim de dirimir confusões anteriores, alguns exemplos os de novos termos importantes trazidos são: área afetada, área de inundação e nível de segurança, que substitui o termo &#8220;nível de emergência&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Tal revisão e a reorganização da ordem dos assuntos foram medidas tomadas para facilitar o entendimento das determinações da norma.&nbsp;&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-na-construcao-civil-um-elo-estrategico-com-a-sustentabilidade-industrial/">Conheça o nosso escopo de direito minerário</a></p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3" id="h-envolvimento-e-participacao-da-sociedade" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Envolvimento e participação da sociedade</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A versão final da norma foi fruto da Agenda Regulatória da ANM 2025/2026 e resultado da colaboração de diversas partes interessadas, tanto de autoridades técnicas nos assuntos tratados, quanto pela sociedade civil, por meio da Consulta Pública 01/2025, onde foram recebidas 474 contribuições.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As contribuições foram analisadas, e parte delas, foram incorporadas na norma, o que enriquece a amplitude e eficácia dos conteúdos regulamentados na Resolução.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A participação popular, também é refletida na segurança de barragens, onde dispõe sobre a obrigação de envolver a comunidade em simulados e das reuniões para apresentação do&nbsp; Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM), envolvendo a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O engajamento por meio de audiências públicas e consultas é uma medida de fortalecimento nos preceitos do ESG, é uma forma de promover transparência, incluir as partes interessadas e alinhar as decisões com o interesse social e promover práticas mais éticas e sustentáveis.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4" id="h-como-a-ius-pode-ajudar-sua-empresa-a-se-adequar-as-novas-diretrizes-da-anm-e-fortalecer-suas-praticas-esg" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode ajudar sua empresa a se adequar às novas diretrizes da ANM e fortalecer suas práticas ESG?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A recente <strong>Resolução resultante da Agenda Regulatória da ANM 2025/2026</strong> representa um avanço significativo na gestão da segurança de barragens e na integração dos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) nas atividades de mineração. Essa norma, construída com base na <strong>Consulta Pública 01/2025</strong>, reflete um movimento importante de <strong>transparência, diálogo e responsabilidade compartilhada</strong> entre autoridades, empresas e a sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Com a exigência de <strong>maior envolvimento das comunidades locais</strong>, especialmente na realização de simulados e reuniões para apresentação do <strong>Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM)</strong>, as organizações precisam reforçar suas práticas de governança, comunicação e gestão de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecer mais desse serviço, clique no banner abaixo e conheça o CAL, a nossa plataforma que irá te ajudar nessa gestão.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça  o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos &#8211; PRONARA</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/conheca-o-programa-nacional-reducao-agrotoxicos-pronara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 21:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22302</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/07/freepik__upload__47913-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>PRONARA busca reduzir agrotóxicos perigosos, promover agroecologia e garantir saúde, alimentação adequada e sustentabilidade ambiental no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/conheca-o-programa-nacional-reducao-agrotoxicos-pronara/">Conheça  o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos &#8211; PRONARA</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/07/freepik__upload__47913-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Decreto 12.538, de 30 de junho de 2025: Institui o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos, no âmbito da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica &#8211; Pnapo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12538.htm">Decreto 12.538/25</a>, publicado em 01 de julho de 2025, institui o programa com o objetivo de diminuir a utilização de agrotóxicos considerados altamente perigosos ao meio ambiente e extremamente tóxicos para a saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Programa Nacional de Redução de Agrotóxico, que busca a transição para agroecologia,&nbsp; incentiva à redução e ao uso racional de agrotóxicos. Dentre suas diretrizes, citam-se:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Incentivo à redução e ao uso racional de agrotóxicos;</li>



<li>Incentivo às práticas agropecuárias sustentáveis;</li>



<li>Promoção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis;</li>



<li>Promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional;</li>



<li>Garantia do direito humano à saúde, à alimentação adequada e saudável e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado; e</li>



<li>Fortalecimento da vigilância em saúde, com participação e controle social.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A iniciativa é estruturada em eixos de regulação, fiscalização, incentivos econômicos, alternativas sustentáveis, informação, formação. É uma maneira de evoluir a forma atual da prática agrícola, pautando-se na inovação e na sustentabilidade.&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Por meio do programa, serão oferecidos:&nbsp;</li>



<li>Apoio técnico e financeiro aos produtores;</li>



<li>Monitoramento de resíduos dos agrotóxicos em alimentos, na água e no solo;</li>



<li>Promoção de bioinsumos e alternativas sustentáveis;</li>



<li>Incentivo à pesquisa e inovação tecnológica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) “O programa demonstra que é possível produzir alimentos em harmonia com o meio ambiente e impulsionar o desenvolvimento agrícola rumo a um novo ciclo de prosperidade em que ninguém fique para trás”.&nbsp;<br></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5" id="h-o-uso-de-agrotoxicos-no-brasil" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O uso de agrotóxicos no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o Brasil liberou número recorde de agrotóxicos e defensivos biológicos no ano de 2024. Foram aprovados 663 produtos, o que representa um aumento de 19% em relação ao ano anterior, em que foram registradas 555 aprovações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A ANVISA classificou 15 dos 663 produtos liberados como altamente tóxicos, 587 classificados como de baixa toxicidade e os demais classificados como moderadamente tóxicos ou não houve classificação possível.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">De acordo com o IBAMA, a classificação em relação ao nível de perigo ao meio ambiente apresenta os seguintes números:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>12 </strong>&#8211; Altamente perigoso para o meio ambiente</li>



<li><strong>278 </strong>&#8211; Muito perigoso para o meio ambiente</li>



<li><strong>255 </strong>&#8211; Perigoso para o meio ambiente</li>



<li><strong>118 </strong>&#8211; Pouco perigoso para o meio ambiente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Brasil é apontado como o país que mais consome agrotóxicos no mundo, segundo estudos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em que afirma ter sido aplicadas 719,5 toneladas de agroquímicos em território.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Ainda que tal afirmação seja questionada por pesquisadores e pela indústria, em razão das métricas utilizadas, é possível perceber que anualmente uma elevada quantidade de químicos são utilizados nas atividades de agricultura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Tendo em vista que os químicos são utilizados em culturas agrícolas ocupantes de vasta área do território nacional, como soja, milho e cana-de-açúcar, segundo afirma a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA, a atenção é merecida não em razão da quantidade de produto aplicado por unidade área cultivada, mas pela extensão da ocupação no Brasil.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6" id="h-o-uso-racional-de-agrotoxicos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O uso racional de agrotóxicos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Os produtos químicos utilizados podem ser uma ferramenta útil na maximização da produtividade de alimentos e outros produtos da agricultura em território nacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Porém, frente aos benefícios produtivos e econômicos, existem os riscos e impactos na saúde humana, no meio ambiente e na qualidade dos produtos ofertados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), agrotóxicos causal 70 mil intoxicações agudas e crônicas que evoluem para óbito em países em desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) a exposição pode ocorrer:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7" id="h-no-trabalho" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">No trabalho</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Através da inalação, contato dérmico ou oral durante a manipulação, aplicação e preparo do aditivo químico.</li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5">Destacam-se os trabalhadores da agricultura e pecuária, de empresas desinsetizadoras, de transporte e comércio de agrotóxicos e de indústrias de formulação destes produtos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8" id="h-no-ambiente" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">No ambiente</h3>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Através das pulverizações aéreas que ocasionam a dispersão dessas substâncias pelo meio ambiente contaminando as áreas e atingindo a população.</li>



<li>Consumo de alimentos e água contaminados.</li>



<li>Outra forma é o contato com roupas dos trabalhadores com o agrotóxico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A contaminação não se limita aqueles que manipulam as substâncias diretamente, mas também à toda a população e o ecossistema como um todo, razão pela qual a simples utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), não é o suficiente para conter os danos causados pelas substâncias, sendo necessário a redução do volume de agrotóxicos utilizados, bem como a busca pela eliminação do uso de agrotóxicos considerados como perigosos ao meio ambiente e tóxicos para a saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Por isso, a aderência e contribuição ao programa é uma importante ferramenta para a redução de riscos à saúde humana e aos ecossistemas, refletindo diretamente nos pilares ambiental e social de ESG. É uma forma de antenar nas tendências de mercado e de inovações alinhadas à sustentabilidade.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9" id="h-como-a-ius-auxilia-empresas-do-segmento-de-agrotoxicos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius auxilia empresas do segmento de agrotóxicos:</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Ius é uma empresa com base tecnológica que desenvolve soluções através de um software voltado para inteligência em requisitos legais, gestão e ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Através do CAL e dos demais serviços empresas de diversos segmentos, inclusive do setor de agro utilizam o CAL para gerenciar seus requisitos legais. <br><br>Para conhecer mais do CAL e garantir a conformidade da sua organização, clique no banner abaixo e experimente o CAL gratuitamente por 15 dias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Agenda Regulatória das Normas Regulamentadoras para 2025</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/agenda-regulatoria-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 14:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Regulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações NRs]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://esgemdia.com.br/?p=21150</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/03/2025-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Agenda regulatória 2025. Na imagem temos uma mesa com uma caneca branca à esquerda, o símbolo 2025 e um computador ao fundo. Tons de madeira claro, branco e verd." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A agenda regulatória de 2025, será debatida nos dias  1º e 2 abril. Confira neste artigo as temáticas que serão abordadas principalmente em relação as Normas Regulamentadoras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/03/2025-150x150.webp" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Agenda regulatória 2025. Na imagem temos uma mesa com uma caneca branca à esquerda, o símbolo 2025 e um computador ao fundo. Tons de madeira claro, branco e verd." style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Nos dias 1º e 2 abril, será realizada a 24ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), dando início à Agenda Regulatória de 2025, com o objetivo de debater e revisar as Normas Regulamentadoras.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10" id="h-agenda-regulatoria-2025" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Agenda Regulatória 2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As reuniões da Agenda Regulatória 2025, que envolve representantes de governo, trabalhadores e empregadores, incluem na pauta o debate das demandas e propostas de revisão das NRs, contando com a deliberação de especialistas e entidades vinculadas à Saúde e Segurança do Trabalho (SST).</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A agenda prevê a deliberação acerca de diversas normas regulamentadoras, durante os meses de abril, junho, setembro e dezembro. Dentre as normativas que serão discutidas, destacam-se na pauta:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>NR 04 <em>&#8211; Serviços especializados em segurança e medicina do trabalho</em>: revisão &#8211; CNAE e grau de riscos.&nbsp;</li>



<li>NR 05 &#8211;<em> Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio &#8211; CIPA</em>: atualização da CIPA &#8211; processo eleitorial, capacitação e dimensionamento.</li>



<li>NR 06 &#8211; <em>Equipamento de Proteção Individual &#8211; EPI</em>: ajustes de EPis para Pessoas com Deficiência (PCDs).&nbsp;</li>



<li>NR 11 &#8211;<em> Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais</em>: revisão geral.&nbsp;</li>



<li>NR 35 &#8211; <em>Trabalho em Altura</em>: critérios para trabalhos em altura, inclusive acerca do uso de escadas.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Ainda, está prevista a revisão do Anexo III da NR 15 &#8211; <em>Atividades e operações insalubres</em>, que trata do calor como aspecto ocupacional, podendo afetar segmentos que exercem atividade ao ar livre, como o de construção civil, por exemplo. Além, disso, a NR 16 &#8211; <em>Atividade e operações perigosas</em>, será objeto de revisão da sua parte geral, além de ser previsto a discussão acerca abastecimento de aeronaves e atividades perigosas em motocicletas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Agenda Regulatória 2025 segue na íntegra para consulta das datas e temas a serem discutidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11" id="h-normas-regulamentadoras-e-a-comissao-tripartite-paritaria-permanente-ctpp" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Normas Regulamentadoras e a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As Normas Regulamentadoras, conhecidas no país como NRs, disciplinam as obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos para garantir um ambiente de trabalho seguro, buscando prevenir a ocorrência ou agravamento de doenças e acidentes ocupacionais.&nbsp; Os normativos podem tratar de temáticas como:&nbsp;</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Prevenção de acidentes;</li>



<li>Condições de higiene, saúde e segurança;</li>



<li>Equipamentos de Proteção Individual e Coletivos;&nbsp;</li>



<li>Riscos Psicossociais;</li>



<li>Gerenciamento de riscos em atividades perigosas ou insalubres, dentre outros.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As NRs são elaboradas e revisadas através do sistema tripartite paritário, preconizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dessa forma, a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) “<em>é colegiado de natureza consultiva, é composta por representantes do Governo federal, dos trabalhadores e dos empregadores, observada a paridade entre eles</em>”, conforme definição estabelecida pelo Decreto 11.946/23.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Dentre suas atribuições citam-se:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>(I)</strong> a proposição de estudos e ações na área de segurança e saúde no trabalho, <strong>(II)</strong> o estímulo do diálogo entre o governo, trabalhadores e empregadores e a participação no processo de elaboração e <strong>(III)</strong> a revisão das normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12" id="h-a-importancia-da-agenda-regulatoria-2025" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>A importância da Agenda Regulatória 2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O atendimento das Normas Regulamentadoras é crucial para garantir a realização das atividades de maneira segura, proporcionando um ambiente sadio de trabalho e melhor de desenvolvimento das atividades, garantindo qualidade de vida, física e psíquica dos trabalhadores envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O não cumprimento das normas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), como as NRs, podem, além de gerais riscos para saúde dos colaboradores, resultar em penalidades como multas, interdições de setores ou paralisação das atividades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Dessa forma, o envolvimento ativo em processos de revisão dessas normas, é uma forma de se adiantar quanto aos possíveis novos cenários de proteção ao trabalhador. É uma maneira de garantir, assim, a adaptação frente às novas obrigações, através de investimento em treinamentos voltados às novas diretrizes e implementação e atualização de tecnologias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, é possível realizar o acompanhamento ativo das novidades acerca do assunto, através da participação das consultas públicas e debates promovidos pela CTPP, para agregar no diálogo e se incluir com agente de mudança na construção de um ecossistema de trabalho sadio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A atuação cooperativa trará nada mais que benefícios na construção de condições de trabalho adequadas, é necessário um esforço conjunto das empresas, dos profissionais da área e do poder público para que isso seja possível, e a Agenda Regulatória 2025 é uma boa forma de se guiar quanto as demandas trazidas no universo da Saúde e Segurança do Trabalho.&nbsp;</p>



<p class="has-border-color has-background wp-block-paragraph" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px"><strong>Leia também: </strong><a href="https://blog.iusnatura.com.br/agenda-esg-2025/">Agenda Eventos ESG 2025</a></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-13" id="h-o-impacto-da-agenda-regulatoria-2025-e-o-cumprimento-das-nrs" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O impacto da Agenda Regulatória 2025 e o cumprimento das NRs</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A realização da 24ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) marca o início da Agenda Regulatória 2025, um processo essencial para a revisão e atualização das Normas Regulamentadoras (NRs) voltadas à Saúde e Segurança do Trabalho (SST). A participação ativa de representantes do governo, trabalhadores e empregadores reforça a importância do diálogo e da construção coletiva para garantir ambientes laborais mais seguros e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O cumprimento das NRs não apenas reduz riscos de acidentes e doenças ocupacionais, mas também evita penalidades e favorece a adaptação das empresas às novas diretrizes. Dessa forma, acompanhar a evolução das regulamentações e investir em capacitação são medidas estratégicas para assegurar conformidade e bem-estar no ambiente de trabalho. A Agenda Regulatória 2025, ao promover revisões e deliberações, se consolida como um instrumento fundamental para fortalecer a cultura de prevenção e aprimorar as condições laborais no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14" id="h-a-relacao-do-cal-com-a-agenda-regulatoria-2025" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>A relação do CAL com a Agenda Regulatória 2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O CAL software de gestão integrada da Ius, é um grande aliado na Agenda Regulatória 2025. Uma vez que através do CAL, você tem um banco de normas atualizados diariamente para auxiliar a sua empresa a se manter em conformidade legal com as normas que disciplinam o gerenciamento de resíduos e toda a legislação brasileira.<br><br>Clique no banner abaixo e garanta uma experiência gratuita com o CAL por 15 dias. Através dessa oportunidade, você conhecerá todo o nosso sistema e poderá utilizá-lo garantindo sua gestão de requisitos legais de forma sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nos vemos no próximo artigo!</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/agenda-regulatoria-2025/">Agenda Regulatória das Normas Regulamentadoras para 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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