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	<title>Qualidade - ESG em Dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 20:03:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Qualidade - ESG em Dia</title>
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	<item>
		<title>Homologação de Fornecedores na Indústria de Alimentos: a Exigência que Já é Global</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/homologacao-de-fornecedores-na-industria-de-alimentos-a-exigencia-que-ja-e-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Um motorista de entrega manuseando kits de refeições" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-150x150.jpg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-300x300.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-768x768.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233.jpg 1000w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Homologação de fornecedores é hoje exigência regulatória no mundo todo, incluindo a Portaria CVS 3/2026. Veja os riscos e um guia prático para o processo.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/homologacao-de-fornecedores-na-industria-de-alimentos-a-exigencia-que-ja-e-global/">Homologação de Fornecedores na Indústria de Alimentos: a Exigência que Já é Global</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Um motorista de entrega manuseando kits de refeições" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-150x150.jpg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-300x300.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233-768x768.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/211233.jpg 1000w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />
<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, <a href="https://www.foodsafetynews.com/2025/12/volumes-of-recalled-food-at-both-the-fda-and-fsis-have-increased-dramatically/">o <strong>volume de recalls de alimentos cresceu em 2025</strong></a>. Foram 415 eventos até o período analisado, afetando 109,74 milhões de unidades. Em 2024, no mesmo período, tinham sido 363 eventos e 45,02 milhões de unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Brasil, a curva também sobe</strong>. Um <a href="https://foodsafetybrazil.org/recolhimento-de-alimentos-no-brasil-em-2024/">levantamento da Food Safety Brazil na base de dados da Anvisa</a> identificou 82 ocorrências de recolhimento de alimentos em 2024, contra 67 em 2023 — alta de 22% em um ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa parte dessas falhas não nasce dentro da fábrica. Nasce um passo antes, em um fornecedor: um insumo contaminado, um lote fora de especificação, uma etapa de controle que não foi feita.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando isso acontece, <strong>o problema raramente fica restrito a uma única empresa</strong>, porque é comum que o mesmo fornecedor abasteça mais de um fabricante ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Homologar fornecedores não é mais só uma prática de qualidade interna. Hoje é uma exigência regulatória, documentada e fiscalizada, em vários países ao mesmo tempo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por que essa cobrança cresceu no mundo todo </li>



<li>Como a Portaria CVS 3/2026 se encaixa nessa tendência em São Paulo</li>



<li>Os riscos concretos de pular essa etapa</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, um guia resumido para estruturar o processo na prática.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://iusnatura.com.br/portal-ius"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="319" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1-1024x319.png" alt="" class="wp-image-25410" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1-1024x319.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1-300x93.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1-767x239.png 767w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1-1536x478.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Design-sem-nome-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 id="h-a-cobranca-regulatoria-por-tras-da-homologacao-de-fornecedores" class="wp-block-heading">A cobrança regulatória por trás da homologação de fornecedores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Até poucos anos atrás, avaliar fornecedores era, na maioria das empresas de alimentos, controle de qualidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo era garantir consistência de matéria-prima, nada além disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje é também uma obrigação legal. E a mudança está acontecendo em várias frentes ao mesmo tempo, não só no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na União Europeia, a <a href="https://commission.europa.eu/topics/business-and-industry/doing-business-eu/sustainability-due-diligence-responsible-business/corporate-sustainability-due-diligence_en">Diretiva de Due Diligence de Sustentabilidade Corporativa</a> (CSDDD, Diretiva 2024/1760) entrou em vigor em julho de 2024. Ela <strong>obriga grandes empresas a identificar e tratar impactos adversos, ambientais e de direitos humanos</strong>, em toda a cadeia de valor, não só na própria operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão em 2025 (pacote &#8220;Omnibus&#8221;) ajustou o alcance da diretiva: ela vale para empresas europeias com mais de 5.000 funcionários e €1,5 bilhão de faturamento (ou faturamento equivalente na União Europeia, para empresas de fora do bloco).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>transposição para leis nacionais está prevista até julho de 2028</strong>, com aplicação geral a partir de julho de 2029.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da CSDDD, a <strong>Alemanha já tinha sua própria</strong> <a href="https://www.fieldfisher.com/en/locations/germany/insights/client-insight-update-lksg-und-csddd-januar-2026"><strong>lei de due diligence</strong> na cadeia de suprimentos</a> (LkSG), que segue em vigor enquanto o país se prepara para adotar as regras europeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, a <a href="https://www.fda.gov/food/food-safety-modernization-act-fsma/full-text-food-safety-modernization-act-fsma">Food Safety Modernization Act (FSMA)</a> criou o <a href="https://www.fda.gov/food/food-safety-modernization-act-fsma/fsma-final-rule-foreign-supplier-verification-programs-fsvp-importers-food-humans-and-animals">programa de Verificação de Fornecedores Estrangeiros (FSVP)</a>. Ele obriga importadores de alimentos a comprovar que cada fornecedor no exterior atende aos mesmos padrões de segurança alimentar exigidos dentro do país, com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>análise de perigos</li>



<li>avaliação de desempenho do fornecedor </li>



<li>atividades de verificação como auditorias</li>



<li>testes de amostragem </li>



<li>revisão de registros de segurança alimentar</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil segue essa mesma direção. A <a href="https://www.doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-da-saude/portaria-cvs-n-3-de-3-de-julho-de-2026-20260703113712132141965199">Portaria CVS 3/2026</a> atualiza as boas práticas para estabelecimentos de alimentos em São Paulo e exige que eles definam <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">critérios formais de avaliação de fornecedores</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mínimo, isso significa <strong>verificar a licença ou o registro sanitário de cada fornecedor</strong> junto à autoridade competente. Confiar na relação comercial ou na reputação informal do fornecedor não basta mais: <strong>a exigência agora precisa estar documentada</strong>, porque está sujeita a fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O padrão se repete em quatro frentes diferentes (União Europeia, Alemanha, Estados Unidos e agora São Paulo). Em todas elas, <strong>o regulador amplia a responsabilidade da empresa</strong> contratante para além da própria operação: inclui também a escolha de quem ela coloca como fornecedor.</p>



<h2 id="h-tres-motivos-para-levar-a-homologacao-de-fornecedores-a-serio" class="wp-block-heading">Três motivos para levar a homologação de fornecedores a sério</h2>



<h3 id="h-compliance-a-falha-do-fornecedor-tambem-e-sua" class="wp-block-heading">Compliance: a falha do fornecedor também é sua</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um fornecedor não cumpre a legislação aplicável (sanitária, trabalhista, ambiental), o risco não fica limitado a ele. Ele sobe a cadeia até quem contratou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Portaria CVS 3/2026, por exemplo, o descumprimento das regras é tratado como <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=497703">infração sanitária</a>, com penalidades definidas pela <a href="https://www.al.sp.gov.br/norma/7021">Lei Estadual nº 10.083/1998</a>, o Código Sanitário do Estado de São Paulo. Não existe distinção entre a falha ser do estabelecimento ou de um terceiro que ele contratou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CSDDD europeia e a FSVP americana seguem a mesma lógica: a responsabilidade por um elo fraco na cadeia recai sobre quem está no topo dela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Para aprofundar o lado ambiental, trabalhista e de governança dessa avaliação, vale complementar com nosso guia sobre</em> <a href="https://blog.iusnatura.com.br/due-diligence-esg-de-fornecedores/"><em>due diligence ESG de fornecedores</em></a><em>.</em></p>



<h3 id="h-seguranca-alimentar-o-problema-nasce-antes-da-sua-fabrica" class="wp-block-heading">Segurança alimentar: o problema nasce antes da sua fábrica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um fornecedor de matéria-prima crítica que falha no controle de qualidade não avisa antes. O problema só aparece quando o insumo já está dentro do produto final, ou pior, na prateleira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números de 2025 mostram a escala disso nos Estados Unidos: 415 recalls, afetando 109,74 milhões de unidades, contra 363 recalls e 45,02 milhões de unidades no mesmo período de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Homologar um fornecedor (verificar formalmente documentação, capacidade técnica e histórico antes de aprová-lo) é a <strong>barreira que existe para reduzir a chance de uma falha</strong> dessas chegar ao consumidor final.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1000" height="668" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2148939097.jpg" alt="Homem em laboratório fazendo experimentos com brotos
" class="wp-image-25411" style="aspect-ratio:1.4970322505189906;width:454px;height:auto"/></figure>



<h3 id="h-continuidade-da-operacao-atalho-na-homologacao-custa-caro-depois" class="wp-block-heading">Continuidade da operação: atalho na homologação custa caro depois</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum contratar um segundo fornecedor às pressas quando o primeiro não dá conta da demanda, para não correr risco de faltar insumo. O problema é fazer isso sem tempo hábil para homologar direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um fornecedor aprovado sem o rigor necessário pode resolver um problema de abastecimento no curto prazo e <strong>criar um problema maior pouco depois</strong>: contaminação, recall, parada de linha. Uma solução de continuidade se transforma no próprio risco que ela deveria evitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dilema tende a ficar mais comum, não menos. A quantidade média de fornecedores por empresa cresce ano a ano. <strong>Cada fornecedor novo é mais um ponto que precisa de avaliação</strong>, documentação e monitoramento contínuo, não só no momento da contratação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazer esse controle manualmente, fornecedor por fornecedor, consome tempo da equipe. E cria exatamente o risco que a homologação deveria eliminar: brechas que só aparecem quando já é tarde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius"><em>Conheça o Portal Ius</em></a><em>, o sistema que centraliza o cadastro, os documentos e o status de conformidade de fornecedores e terceiros em um único painel, com mais de 400 requisitos legais e 180 atividades já prontos para acelerar a homologação.</em></p>



<h2 id="h-guia-resumido-como-homologar-fornecedores-na-industria-de-alimentos" class="wp-block-heading">Guia resumido: como homologar fornecedores na indústria de alimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um processo de homologação estruturado costuma seguir quatro etapas. Elas <strong>não substituem a análise técnica</strong> de qualidade que a indústria já faz (ficha técnica, testes de matéria-prima), mas garantem que essa análise cubra também o que agora é <strong>exigência regulatória</strong>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Critérios documentais primeiro</strong>: reúna CNPJ, alvará de funcionamento, licença ou registro sanitário e certificações aplicáveis (como ISO 22000 ou FSSC 22000, quando o fornecedor as tiver) antes de aprovar qualquer relação comercial. É exatamente esse o critério que a Portaria CVS 3/2026 tornou obrigatório em São Paulo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Avaliação técnica e de capacidade:</strong> ficha técnica, testes ou laudos laboratoriais quando o insumo exigir, e auditoria proporcional ao risco do fornecedor. Um fornecedor de embalagem tem um perfil de risco bem diferente de um fornecedor de matéria-prima crítica.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aprovação formal e especificação:</strong> registre a homologação, com um descritivo interno do que foi avaliado e aprovado. Assim a informação não depende da memória de quem conduziu o processo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Monitoramento contínuo:</strong> homologar uma vez não é suficiente, porque documentação vence e processos de fornecedores mudam. A própria Portaria CVS 3/2026 reflete isso ao aumentar os prazos de guarda de registros (mínimo de 180 dias) e de amostras (96 horas), para dar mais rastreabilidade em caso de problema.</li>
</ul>



<h2 id="h-como-a-ius-apoia-a-adequacao-a-essas-exigencias" class="wp-block-heading">Como a Ius apoia a adequação a essas exigências</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estruturar as quatro etapas acima em planilha funciona enquanto a empresa tem poucos fornecedores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de um certo volume, documentos, prazos de revalidação e histórico de cada fornecedor crescem mais rápido do que qualquer controle manual consegue acompanhar. É o mesmo desafio que já tratamos no nosso <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-ius/">guia completo de gestão de requisitos legais</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Portal Ius existe para esse cenário. É o software da Ius Natura para gestão de compliance de terceiros e fornecedores:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mais de 400 requisitos legais e 180 atividades já mapeados,</li>



<li>Dashboard com visão consolidada da operação</li>



<li>Formulários inteligentes para cadastro e homologação</li>



<li>Controle de documentos e monitoramento contínuo de cada fornecedor, do cadastro inicial à reavaliação periódica</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Conheça o Portal Ius</a> e veja como sistematizar a homologação de fornecedores da sua empresa, em vez de tratá-la como uma tarefa pontual.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Homologar fornecedores é mais do que apenas uma boa prática de qualidade da indústria de alimentos. Com a CSDDD na Europa, a FSVP nos Estados Unidos e agora a Portaria CVS 3/2026 em São Paulo, o processo é uma <strong>exigência regulatória documentada</strong>, com <strong>fiscalização e penalidade prevista</strong> em caso de falha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compliance, segurança alimentar e continuidade da operação estão amarrados no mesmo processo. Quando a homologação falha, os três caem juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que já tratam a gestão de fornecedores de forma estruturada, com tecnologia em vez de controle manual, chegam a essas exigências (e às próximas que ainda vão aparecer) em posição mais confortável.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Conheça o Portal Ius</a> e centralize a homologação e o monitoramento contínuo dos seus fornecedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/homologacao-de-fornecedores-na-industria-de-alimentos-a-exigencia-que-ja-e-global/">Homologação de Fornecedores na Indústria de Alimentos: a Exigência que Já é Global</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portaria CVS 3/2026: o que muda nas boas práticas para serviços de alimentação em SP</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/portaria-cvs-3-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25401</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/57233-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fiscalização de alimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Portaria CVS 3/2026 substitui a CVS 5/2013 e atualiza as boas práticas para alimentação em SP. Veja o que muda e como se preparar até outubro.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/portaria-cvs-3-2026/">Portaria CVS 3/2026: o que muda nas boas práticas para serviços de alimentação em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/57233-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fiscalização de alimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Depois de mais de 12 anos, São Paulo tem uma nova referência para boas práticas na área de alimentos. A <strong>Portaria CVS 3/2026</strong>, publicada pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) da Secretaria de Estado da Saúde, substitui a Portaria CVS 5/2013 e <strong>atualiza as regras que restaurantes, padarias, mercados, cozinhas industriais e serviços de delivery precisam seguir em todo o estado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma não chega para complicar por complicar. Ela reflete práticas que o setor já discutia há anos (controle mais rígido de temperatura, exigências específicas para sushi e alimentos crus, regras para delivery) e <strong>formaliza um padrão que estava desatualizado desde 2013</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema, para quem opera um estabelecimento de alimentação, é que a <strong>lista de mudanças é longa e o prazo para se adequar é curto</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que é a Portaria CVS 3/2026</li>



<li>Quem precisa cumpri-la</li>



<li>Quais são as principais mudanças em relação à norma anterior</li>



<li>Como organizar a adequação antes do prazo final</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Nova Portaria CVS 3/26: Por onde começar a adequação?" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/gKERpSG4iQk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<h2 id="h-o-que-e-a-portaria-cvs-3-2026-e-o-que-ela-substitui" class="wp-block-heading">O que é a Portaria CVS 3/2026 e o que ela substitui</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria CVS 3, de 3 de julho de 2026, foi publicada no <a href="https://www.doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-da-saude/portaria-cvs-n-3-de-3-de-julho-de-2026-20260703113712132141965199">Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOE-SP)</a> em 6 de julho de 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela aprova o <strong>novo Regulamento Técnico de Boas Práticas para Estabelecimentos Comerciais de Alimentos e Serviços de Alimentação</strong> e substitui a <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=497703">Portaria CVS 5, de 9 de abril de 2013</a>, que estava em vigor havia mais de uma década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma também <strong>amplia o que estava coberto pela regra anterior</strong>: além de restaurantes e estabelecimentos comerciais de alimentos, ela passa a tratar explicitamente de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">bebidas</a></li>



<li><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">águas envasadas</a></li>



<li><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">aditivos</a></li>



<li><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">coadjuvantes de tecnologia</a></li>



<li><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">embalagens em contato com alimentos</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 2º da portaria estabelece que o <strong>descumprimento das novas regras constitui</strong> <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=497703"><strong>infração sanitária</strong></a>, com penalidades definidas pela <a href="https://www.al.sp.gov.br/norma/7021">Lei Estadual nº 10.083, de 23 de setembro de 1998</a>, o Código Sanitário do Estado de São Paulo.</p>



<h2 id="h-quem-precisa-cumprir-a-nova-norma" class="wp-block-heading">Quem precisa cumprir a nova norma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-da-saude/portaria-cvs-n-3-de-3-de-julho-de-2026-20260703113712132141965199">Portaria CVS 3/2026</a> se aplica a qualquer estabelecimento que <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">prepare, venda ou distribua alimentos no estado de São Paulo</a>, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Restaurantes, bares e lanchonetes</li>



<li>Padarias e confeitarias</li>



<li>Supermercados, mercados e distribuidoras de alimentos</li>



<li>Cozinhas industriais e serviços de catering</li>



<li>Transportadoras, armazéns, importadores e exportadores de alimentos</li>



<li>Serviços de delivery e vendas por aplicativo, telefone ou site</li>
</ul>



<h2 id="h-principais-mudancas-trazidas-pela-portaria-cvs-3-2026" class="wp-block-heading">Principais mudanças trazidas pela Portaria CVS 3/2026</h2>



<h3 id="h-exames-de-saude-e-treinamento-dos-manipuladores" class="wp-block-heading">Exames de saúde e treinamento dos manipuladores</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes, os exames de coprocultura e parasitológico para manipuladores de alimentos eram discricionários. Agora, esses exames passam a ser <strong></strong><a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/"><strong>anuais e obrigatórios para todos os manipuladores</strong></a>, alinhados às <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/">diretrizes do PCMSO</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O treinamento em boas práticas também ganhou um mínimo definido</strong>: <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/">8 horas para todos os manipuladores</a>, cobrindo temas como transmissão de doenças de origem alimentar e hídrica, higiene e saúde do trabalhador, qualidade da água e controle integrado de pragas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma anterior não trazia essa carga horária mínima.</p>



<h3 id="h-apresentacao-pessoal-e-higienizacao-das-maos" class="wp-block-heading">Apresentação pessoal e higienização das mãos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>higienização das mãos</strong>, que antes precisava durar pelo menos 3 minutos, passa a ser de <a href="https://www.klalaw.com.br/portaria-cvs-3-2026-atualiza-regras-sanitarias-alimentos-sp/">40 segundos</a>, ou conforme a <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/">especificação do fabricante do produto usado</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as <strong>regras de apresentação pessoal ficaram mais rígidas</strong>: maquiagem, unhas postiças e cílios postiços agora são proibidos durante a manipulação de alimentos, e barba e bigode precisam estar totalmente raspados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o <strong>uso de máscaras (antes proibido) passa a ser permitido</strong>, <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">desde que o estabelecimento defina por escrito os critérios de uso e a frequência de troca</a>.</p>



<h3 id="h-temperaturas-de-coccao-armazenamento-e-sobremesas" class="wp-block-heading">Temperaturas de cocção, armazenamento e sobremesas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A temperatura mínima de cocção sobe de 74°C para <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">75°C no centro geométrico do alimento</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carnes e pescados crus precisam ser mantidos entre 0°C e 5°C, uma exigência nova em relação à norma de 2013.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento também fica mais frequente: <strong>equipamentos de refrigeração precisam ser</strong> <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/"><strong>verificados pelo menos 2 vezes ao dia</strong></a>, e alimentos expostos ao consumo, a cada 2 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobremesas com laticínios também tiveram as regras endurecidas: <strong>a temperatura máxima de conservação cai de 5°C para</strong> <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/"><strong>4°C</strong></a>, e a validade após o preparo é <a href="https://consultoradealimentos.com.br/legislacao/cvs-3-2026/">reduzida de 5 para 3 dias</a>.</p>



<h3 id="h-sushi-ovos-crus-e-alimentos-malpassados" class="wp-block-heading">Sushi, ovos crus e alimentos malpassados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria CVS 3/2026 é a primeira a tratar do sushi de forma específica: o <strong>arroz temperado precisa atingir</strong> <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/"><strong>pH menor ou igual a 4,5</strong>, validado por laudo laboratorial</a>, e a preparação passa a ser classificada como pronta para consumo, com controle estrito de tempo e temperatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>uso de ovos crus ou mal cozidos passa a ser vedado</strong>, salvo quando pasteurizados, desidratados ou totalmente cozidos. E <strong>qualquer alimento cru ou malpassado precisa ter</strong> <a href="https://consultoradealimentos.com.br/legislacao/cvs-3-2026/"><strong>aviso no cardápio</strong>, identificado com asterisco</a>, informando o risco ao consumidor.</p>



<h3 id="h-delivery-fornecedores-e-documentacao" class="wp-block-heading">Delivery, fornecedores e documentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para pedidos por delivery</strong> (seja por aplicativo, telefone ou site), as embalagens agora precisam ter <a href="https://anrbrasil.org.br/nova-portaria-cvs-no3-de-03-07-2026-boas-praticas-para-estabelecimentos-comerciais-de-alimentos-e-servicos-de-alimentacao/">lacre ou selo de garantia inviolável</a>, com indicação de que o produto é <a href="https://consultoradealimentos.com.br/legislacao/cvs-3-2026/">destinado a consumo imediato</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também passa a exigir que o estabelecimento tenha <strong>critérios formais para avaliar e selecionar fornecedores</strong>, verificando no mínimo a licença ou o registro sanitário deles junto à autoridade competente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Portal Ius: Tecnologia da Ius para Gestão de fornecedores, do cadastro ao monitoramento contínuo.&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na documentação, <strong>o prazo de guarda de amostras aumenta de 72 para</strong> <a href="https://mundconsultoria.com.br/nova-portaria-cvs-3-2026-o-que-muda-nas-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-em-sao-paulo/"><strong>96 horas</strong>, com coleta no último terço do período de distribuição</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registros operacionais (temperatura, higienização, manutenção) precisam ser</strong> <a href="https://consultoradealimentos.com.br/legislacao/cvs-3-2026/"><strong>mantidos por no mínimo 180 dias</strong></a>, e a norma já admite o registro eletrônico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa exigência de rastreabilidade e evidência documental é a mesma lógica que vimos recentemente na <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-15404-2026-novas-exigencias-para-chocolate-e-derivados-de-cacau/">Lei do Chocolate (15.404/2026)</a>: a regulação de alimentos no Brasil está caminhando para exigir prova formal de conformidade, não apenas prática correta no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizar esse volume de documentação manualmente é o tipo de tarefa que consome tempo da equipe e cria risco de erro. <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL</a>, o sistema da Ius que centraliza o mapeamento e o monitoramento contínuo dos requisitos legais aplicáveis ao seu negócio, incluindo atualizações como a Portaria CVS 3/2026.</p>



<h2 id="h-prazo-de-adequacao-e-o-que-acontece-em-caso-de-descumprimento" class="wp-block-heading">Prazo de adequação e o que acontece em caso de descumprimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria CVS 5/2013 permanece válida até 3 de outubro de 2026. <strong>A partir de</strong> <a href="https://www.doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-da-saude/portaria-cvs-n-3-de-3-de-julho-de-2026-20260703113712132141965199"><strong>4 de outubro de 2026</strong></a>, a Portaria CVS 3/2026 passa a ser exigível em fiscalizações, o que dá aos estabelecimentos um período de <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=497703">90 dias, contados da publicação</a>, para se adequar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento é tratado como infração sanitária, com penalidades definidas pela <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=497703">Lei Estadual nº 10.083/1998</a>, e a fiscalização é de competência das autoridades de vigilância sanitária estaduais e municipais.</p>



<h2 id="h-impactos-praticos-para-as-empresas-do-setor-de-alimentacao" class="wp-block-heading">Impactos práticos para as empresas do setor de alimentação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a Portaria CVS 3/2026 traz três tipos de impacto para quem opera um estabelecimento de alimentação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Custos recorrentes</strong>, como os exames anuais de manipuladores e o treinamento de 8 horas, que precisam ser reprogramados e orçados todos os anos, não apenas na contratação.&nbsp;</li>



<li><strong>Investimento em infraestrutura e processo,</strong> incluindo climatização adequada para armazenamento de carnes cruas, embalagens com lacre para delivery e adaptação de cardápios para os avisos sobre alimentos crus ou malpassados.&nbsp;</li>



<li><strong>Aumento de carga administrativa</strong>, já que a nova exigência de documentação (guarda de amostras por 96 horas, registros por 180 dias, critérios de avaliação de fornecedores) exige mais controle e rastreabilidade do que a norma anterior pedia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Manual de Boas Práticas de cada estabelecimento também precisa ser revisado à luz da nova portaria antes do prazo de outubro, já que ele é o documento de referência usado em fiscalizações.</p>



<h2 id="h-como-se-preparar-para-a-portaria-cvs-3-2026" class="wp-block-heading">Como se preparar para a Portaria CVS 3/2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é <strong>fazer um diagnóstico das lacunas</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comparar o que o estabelecimento já faz hoje com cada exigência da nova portaria (exames, temperaturas, delivery, fornecedores, documentação)&nbsp;</li>



<li>Listar o que precisa mudar.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, <strong>priorize as mudanças comportamentais</strong>, como treinamento e apresentação pessoal da equipe, porque elas levam mais tempo para se consolidar do que ajustes de processo ou infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua empresa já usa (ou está avaliando) um sistema de <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-ius/">gestão de requisitos legais</a>, esse é o momento de garantir que a Portaria CVS 3/2026 está mapeada como uma obrigação ativa, com prazo e responsável definidos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e veja como o CAL pode acompanhar essa e outras atualizações normativas do seu setor automaticamente, sem depender de busca manual em diários oficiais.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria CVS 3/2026 encerra um ciclo de mais de 12 anos sem atualização nas boas práticas de alimentos em São Paulo, e chega trazendo mudanças concretas:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>exames anuais para manipuladores</li>



<li>treinamento mínimo de 8 horas</li>



<li>temperaturas mais rígidas</li>



<li>regras específicas para sushi e alimentos crus</li>



<li>exigências para delivery e fornecedores</li>



<li>prazos de documentação mais longos.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>prazo para se adequar termina em 4 de outubro de 2026</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que já têm um processo estruturado de gestão de requisitos legais vão passar por essa transição com menos esforço, porque conseguem tratar a Portaria CVS 3/2026 como mais uma obrigação mapeada, não como uma surpresa de última hora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL</a> e simplifique a gestão da conformidade normativa da sua empresa.</p>



<h3 id="h-como-a-ius-pode-apoiar-a-adequacao-a-portaria-cvs-3-2026" class="wp-block-heading"><strong>Como a Ius pode apoiar a adequação à Portaria CVS 3/2026</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Diagnosticar as lacunas, treinar a equipe e ajustar processos de cozinha é só uma parte do trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cumprir a Portaria CVS 3/2026 também significa monitorar prazos, manter documentação organizada e conseguir provar conformidade a qualquer momento (para a fiscalização, para um cliente corporativo ou para uma certificação).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius tem soluções de produto e de serviço para apoiar cada uma dessas frentes.</p>



<h4 id="h-para-monitorar-a-norma-e-organizar-a-documentacao-cal" class="wp-block-heading"><strong>Para monitorar a norma e organizar a documentação: CAL</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a> é o sistema da Ius que mapeia e monitora automaticamente os requisitos legais aplicáveis ao seu negócio, incluindo atualizações como a Portaria CVS 3/2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de acompanhar publicações no Diário Oficial manualmente, sua equipe recebe as obrigações já traduzidas em ações concretas, com prazos e responsáveis definidos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso reduz o risco de a nova exigência de registros (amostras guardadas por 96 horas, controles operacionais por 180 dias) virar um problema descoberto só na hora da fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a> e centralize a gestão de requisitos legais do seu negócio.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h4 id="h-para-estruturar-a-gestao-de-fornecedores-portal-ius" class="wp-block-heading"><strong>Para estruturar a gestão de fornecedores: Portal Ius</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria CVS 3/2026 tornou obrigatório ter critérios formais para avaliar e selecionar fornecedores, com verificação de licença e registro sanitário.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Portal Ius</a> foi criado para exatamente esse tipo de exigência: centraliza a homologação, a qualificação e o monitoramento documental de fornecedores e terceiros em uma única plataforma, com mais de 400 requisitos legais pré-mapeados e rastreabilidade completa para auditorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius">Portal Ius</a> e organize a gestão de fornecedores da sua empresa.</p>



<h4 id="h-para-confirmar-se-a-empresa-ja-esta-pronta-auditoria-e-verificacao-de-conformidade-legal" class="wp-block-heading"><strong>Para confirmar se a empresa já está pronta: Auditoria e Verificação de Conformidade Legal</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já tem um Manual de Boas Práticas e processos definidos, o próximo passo é confirmar, com um olhar técnico externo, se eles realmente atendem à nova norma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.iusnatura.com.br/auditoria-conformidade-legal">Auditoria de Conformidade Legal</a> avalia de forma sistemática o cumprimento das obrigações legais da empresa. O resultado é um diagnóstico claro: o que está em conformidade, o que não está, e onde estão os desvios — pronto para embasar fiscalizações e certificações ISO (como ISO 9001, 14001, 45001 e 50001).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.iusnatura.com.br/verificacao-conformidade-legal">Verificação de Conformidade Legal</a> vai um passo além. Um consultor acompanha a empresa de perto, valida o cumprimento das normas e orienta, desvio por desvio, o que fazer para corrigi-lo — com planos de ação de correção, manutenção e prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas podem ser feitas in loco, com o consultor avaliando as instalações e os processos presencialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://iusnatura.com.br/contato">Agende uma conversa com a nossa equipe e veja como podemos te ajudar!</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/portaria-cvs-3-2026/">Portaria CVS 3/2026: o que muda nas boas práticas para serviços de alimentação em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Lei do Chocolate (Lei 15.404/2026): o que fabricantes, importadores e distribuidores precisam fazer antes de maio de 2027</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/lei-15404-2026-novas-exigencias-para-chocolate-e-derivados-de-cacau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Rufino Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25035</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Trabalhador produzindo chocolate" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-150x150.jpg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-300x300.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-768x768.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708.jpg 1000w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Conheça as exigências da Lei 15.404/2026 para chocolates e derivados de cacau. Veja os novos percentuais, regras de rotulagem e o prazo limite de adequação.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-15404-2026-novas-exigencias-para-chocolate-e-derivados-de-cacau/">Nova Lei do Chocolate (Lei 15.404/2026): o que fabricantes, importadores e distribuidores precisam fazer antes de maio de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Trabalhador produzindo chocolate" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-150x150.jpg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-300x300.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708-768x768.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/9708.jpg 1000w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Lei nº 15.404/2026</strong> define, pela primeira vez no Brasil, critérios técnicos para composição, classificação e rotulagem de chocolates e produtos derivados de cacau.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Monitore as obrigações legais da sua empresa com o CAL, tecnologia pioneira em gestão da conformidade legal</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.404-de-8-de-maio-de-2026-704402902">Diário Oficial da União em 11 de maio de 2026</a>, a norma vale para produtos nacionais e importados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo para adequação é de 360 dias a partir da publicação oficial, o que posiciona <strong>7 de maio de 2027</strong> como data-limite para conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo abaixo apresenta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>os requisitos exigidos pela lei</li>



<li>os impactos práticos para cada elo da cadeia </li>



<li>os riscos de não adequação, com links diretos para as fontes oficiais que você pode consultar</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-a-lei-define-categorias-e-percentuais-minimos" class="wp-block-heading"><strong>O que a lei define: categorias e percentuais mínimos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da Lei 15.404/2026, <strong>o Brasil não tinha uma definição legal</strong> clara do que pode ou não ser chamado de chocolate. Essa lacuna permitia que produtos com baixíssimo teor de cacau usassem a denominação sem restrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei corrige isso ao estabelecer percentuais mínimos obrigatórios de sólidos de cacau para cada categoria.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo os requisitos definidos no texto da norma (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/05/11/lei-fixa-percentual-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-derivados">fonte: Senado Federal</a>):</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="317" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius-1024x317.png" alt="Tabela ilustrativa porcentagens mínimas de cacau" class="wp-image-25036" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius-1024x317.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius-300x93.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius-768x238.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius-1536x475.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-da-tabela-na-identidade-da-Ius.png 1680w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção</strong>: Produtos que não atingirem os percentuais mínimos de sua categoria não poderão usar a denominação correspondente nas embalagens e materiais de comunicação. É o que determina o art. 4º da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das mudanças práticas mais visíveis decorre da vedação ao uso dos termos &#8220;amargo&#8221; e &#8220;meio amargo&#8221; como denominação principal: esses termos deverão ser substituídos pela declaração do teor real de cacau.</p>



<h2 id="h-rotulagem-o-que-vai-mudar-nas-embalagens" class="wp-block-heading"><strong>Rotulagem: o que vai mudar nas embalagens</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei cria uma obrigação de transparência direta ao consumidor. Todos os produtos abrangidos deverão exibir, obrigatoriamente, o percentual total de cacau na <strong>parte frontal da embalagem</strong>, com a expressão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&#8220;Contém X% de cacau&#8221;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa informação precisa ocupar uma área mínima de <strong>15% da face principal da embalagem</strong>, com caracteres legíveis e contraste adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também proíbe o uso de imagens, expressões ou elementos gráficos que possam levar o consumidor a identificar um produto como chocolate se ele não atender aos requisitos mínimos estabelecidos (<a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.404-de-8-de-maio-de-2026-704402902">confira o texto integral no DOU</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida reforça o dever de informação previsto nos arts. 6º e 31 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm">Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990)</a>, que já obriga fornecedores a prestar informações claras, precisas e adequadas sobre as características dos produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua empresa já rastreia as obrigações geradas por novas legislações como esta? Conheça o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>CAL®, software de gestão de requisitos legais da Ius</strong></a>.</p>



<h2 id="h-a-quem-a-lei-se-aplica" class="wp-block-heading"><strong>A quem a lei se aplica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Lei 15.404/2026 se aplica a todos os agentes da cadeia comercial de chocolates e produtos derivados de cacau no Brasil</strong>, independentemente da origem do produto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fabricantes nacionais:</strong> revisão de formulação, redesign de embalagem e atualização de materiais de marketing.</li>



<li><strong>Importadores:</strong> os produtos importados devem atender às mesmas exigências válidas para os produtos nacionais. Importadores respondem pela adequação do que colocam no mercado brasileiro.</li>



<li><strong>Distribuidores e varejistas:</strong> responsáveis pela comercialização de produtos já adequados. A manutenção de produtos fora da conformidade no ponto de venda configura infração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o impacto da lei não se restringe à indústria alimentícia. Toda empresa que compra, revende ou distribui chocolates ou derivados de cacau precisa verificar se os produtos que mantém em seu portfólio já atendem (ou precisarão atender) às novas exigências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/due-diligence-esg-de-fornecedores/">Due Diligence ESG na Cadeia de Fornecedores: como reduzir riscos legais, operacionais e reputacionais</a></p>



<h2 id="h-sancoes-pelo-descumprimento" class="wp-block-heading"><strong>Sanções pelo descumprimento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O não cumprimento das exigências da Lei 15.404/2026 sujeita os infratores às penalidades previstas nos <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm">arts. 56 a 60 e 66 a 68 do Código de Defesa do Consumidor</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sanções incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Multas administrativas</li>



<li>Apreensão e inutilização de produtos</li>



<li>Suspensão de comercialização</li>



<li>Interdição de estabelecimentos ou atividades</li>



<li>Responsabilização civil por danos ao consumidor</li>



<li>Responsabilização penal, conforme o caso</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilização é objetiva para danos causados ao consumidor (art. 12 do CDC), o que significa que a empresa responde pelo prejuízo independentemente de culpa comprovada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que utilizarem denominações ou elementos visuais que induzam o consumidor a erro quanto à natureza do produto, há ainda exposição:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>às sanções por publicidade enganosa (arts. 37 e 38 do CDC) </li>



<li>às penalidades previstas na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8137.htm">Lei nº 8.137/1990</a>, que trata de crimes contra as relações de consumo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/recall-suspensao-de-venda-danos-a-imagem/">Suspensão de produtos, recalls e danos à imagem: como se preparar para reduzir riscos sanitários e regulatórios</a></p>



<h2 id="h-o-que-sua-empresa-precisa-revisar-antes-de-maio-de-2027" class="wp-block-heading"><strong>O que sua empresa precisa revisar antes de maio de 2027</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo de 360 dias busca reduzir impactos imediatos para a indústria, mas a adequação pode exigir tempo e investimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As áreas que precisam atuar são:</p>



<h3 id="h-1-formulacao-e-p-amp-d" class="wp-block-heading"><strong>1. Formulação e P&amp;D</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Verificar se os produtos atuais atendem aos percentuais mínimos definidos por categoria.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtos que não atingirem o percentual exigido precisarão de reformulação ou reclassificação.</p>



<h3 id="h-2-embalagens-e-design" class="wp-block-heading"><strong>2. Embalagens e design</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Redesenhar os rótulos para incluir a declaração obrigatória de percentual de cacau na face principal, respeitando os 15% de área mínima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Revisar toda a comunicação visual para eliminar elementos que possam induzir erro.</p>



<h3 id="h-3-marketing-e-publicidade" class="wp-block-heading"><strong>3. Marketing e publicidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Revisar materiais promocionais, campanhas digitais e descritivos de produtos em e-commerce.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proibição de elementos gráficos enganosos se estende a qualquer mídia.</p>



<h3 id="h-4-contratos-com-fornecedores" class="wp-block-heading"><strong>4. Contratos com fornecedores</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para importadores e distribuidores: verificar contratos com fornecedores e incluir cláusulas de garantia de conformidade com a Lei 15.404/2026 para produtos comercializados no Brasil.</p>



<h3 id="h-5-processos-regulatorios-e-registros" class="wp-block-heading"><strong>5. Processos regulatórios e registros</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atualizar dossiês regulatórios dos produtos, comunicar às autoridades sanitárias aplicáveis e revisar a documentação de importação quando necessário.</p>



<h3 id="h-6-treinamento-das-equipes" class="wp-block-heading"><strong>6. Treinamento das equipes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Capacitar as equipes de qualidade, marketing, jurídico e desenvolvimento de produto para atuação alinhada às novas exigências desde já.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/verificacao-de-conformidade-legal-definicao-periodicidade-e-metodo-de-realizacao/">Verificação de Conformidade Legal: definição, periodicidade e método de realização</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisa mapear as obrigações legais da sua empresa de forma estruturada? A Ius oferece <a href="https://iusnatura.com.br/verificacao-de-conformidade-legal/"><strong>Verificação de Conformidade Legal (VCL)</strong></a> com diagnóstico do nível de atendimento e planos de ação. Saiba mais.</p>



<h2 id="h-historico-legislativo-de-onde-veio-a-lei-15-404-2026" class="wp-block-heading"><strong>Histórico legislativo: de onde veio a Lei 15.404/2026</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A norma é resultado do <strong>PL 1.769/2019</strong>, de autoria do senador Zequinha Marinho, apresentado em março de 2019 diante da ausência de critérios legais claros para o setor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto levou sete anos até ser sancionado, após tramitação no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sanção sem vetos ocorreu em 11 de maio de 2026. A lei entra em vigor em <strong>7 de maio de 2027.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais na <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/05/11/lei-fixa-percentual-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-derivados">Agência Senado.</a></p>



<h2 id="h-interseccao-com-outras-obrigacoes-regulatorias" class="wp-block-heading"><strong>Intersecção com outras obrigações regulatórias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A adequação à Lei 15.404/2026 não é um processo isolado. Ela se conecta a outras obrigações já existentes para o setor alimentício no Brasil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>RDC ANVISA nº 429/2020 e IN nº 75/2020</strong>: regulamentam a rotulagem nutricional de alimentos embalados, incluindo a tabela nutricional e a rotulagem frontal de advertência. A declaração do teor de cacau deverá coexistir com essas informações na face frontal do produto.</li>



<li><strong>Lei nº 8.078/1990 (CDC)</strong>: o dever de informação ao consumidor e a vedação à publicidade enganosa são reforçados pelas novas exigências da lei do chocolate.</li>



<li><strong>ISO 9001 e sistemas de gestão de qualidade</strong>: empresas certificadas precisarão atualizar seus processos de controle de qualidade e documentação para refletir os novos requisitos composicionais e de rotulagem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que já mantêm um sistema estruturado de gestão de requisitos legais têm vantagem: o monitoramento de novas obrigações passa a ser parte do fluxo existente, reduzindo o risco de não conformidade por desconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer centralizar o monitoramento de requisitos legais da sua empresa em um único sistema? Conheça o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>CAL®</strong></a>, software da Ius para gestão de conformidade legal. Acesse e veja uma demonstração gratuita.</p>



<h2 id="h-o-que-fica-claro-com-a-lei-15-404-2026" class="wp-block-heading"><strong>O que fica claro com a Lei 15.404/2026</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A norma encerra um vácuo regulatório de décadas para o setor de chocolates no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Do ponto de vista do consumidor,</strong> representa mais transparência na hora de comparar produtos. <strong>Do ponto de vista das empresas, </strong>representa um prazo definido para revisão de formulação, rótulos, contratos e processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é simples: produtos que não se chamam chocolate pela nova definição legal não podem mais ser comercializados como tal (seja por denominação, seja por elementos visuais que gerem confusão). Não é uma questão de boa vontade, mas um requisito legal com penalidades previstas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que estruturarem a adequação com antecedência (envolvendo as áreas jurídica, regulatória, qualidade e marketing) terão menos risco de correções de última hora, de recalls ou de exposição a sanções administrativas e consumeristas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="Imagem ilustrativa do sistema CAL, software para gestão da conformidade legal da Ius. " class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-15404-2026-novas-exigencias-para-chocolate-e-derivados-de-cacau/">Nova Lei do Chocolate (Lei 15.404/2026): o que fabricantes, importadores e distribuidores precisam fazer antes de maio de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portaria Inmetro nº 231/2026: novos requisitos para lâmpadas e luminárias LED e seus impactos regulatórios</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/portaria-231-2026-novos-requisitos-lampadas-de-led/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Rufino Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24932</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/710-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lâmpadas de led" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A Portaria Inmetro nº 231/2026 estabelece novos requisitos técnicos para lâmpadas e luminárias LED. Entenda os prazos de transição, obrigações da cadeia de fornecimento e riscos jurídicos</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/portaria-231-2026-novos-requisitos-lampadas-de-led/">Portaria Inmetro nº 231/2026: novos requisitos para lâmpadas e luminárias LED e seus impactos regulatórios</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/710-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lâmpadas de led" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-231-de-13-de-abril-de-2026-703204413">Portaria Inmetro nº 231/2026</a> estabelece um novo marco regulatório aplicável às lâmpadas e luminárias LED no Brasil, consolidando requisitos técnicos de desempenho, segurança e eficiência energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma revoga, ao final do período de transição, a Portaria Inmetro nº 69/2022 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9933.htm">publicada no DOU de 25 de fevereiro de 2022</a>) e eleva o nível de exigência regulatória do setor, instituindo um regime escalonado para fabricantes, importadores e comerciantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Sua empresa já mapeou as obrigações legais decorrentes da Portaria 231/2026?</em></strong><em> O </em><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><em>CAL® da Ius</em></a><em> centraliza e monitora automaticamente os requisitos regulatórios aplicáveis ao seu setor. Agende uma demonstração. </em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste texto, você confere:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>as principais inovações trazidas pela Portaria;</li>



<li>os impactos jurídicos e regulatórios para a cadeia de fornecimento;</li>



<li>os prazos de transição e suas implicações práticas;</li>



<li>a conexão entre a norma e a agenda ESG;</li>



<li>orientações sobre adequação interna.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-novo-regulamento-consolidado-do-inmetro">O Novo Regulamento Consolidado do Inmetro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria nº 231/2026 aprova o <strong>Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) </strong>e os <strong>Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC)</strong>, com o objetivo de assegurar que os produtos LED colocados no mercado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não ofereçam riscos à segurança do consumidor;</li>



<li>atendam a padrões mínimos de desempenho e compatibilidade eletromagnética.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-produtos-abrangidos">Produtos abrangidos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O escopo da Portaria é abrangente. Estão sujeitos à norma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>lâmpadas LED com dispositivo de controle integrado;</li>



<li>luminárias direcionais e não direcionais;</li>



<li>sistemas com temperatura de cor fixa ou variável, incluindo tecnologias multicromáticas. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-produtos-excluidos">Produtos excluídos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permanecem fora do escopo, entre outros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>produtos com emissão de radiação ultravioleta;</li>



<li>tecnologias OLED;</li>



<li>aplicações específicas nos setores automotivo, aeronáutico e médico-hospitalar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A lista completa está descrita no <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-231-de-13-de-abril-de-2026-703204413">§2º do Artigo 4º da Portaria</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-analise-comparativa-o-que-muda-com-a-portaria-231-2026-nbsp">Análise Comparativa: O que muda com a Portaria 231/2026&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova portaria não apenas atualiza requisitos técnicos, mas amplia o grau de responsabilização regulatória dos agentes econômicos, refletindo a evolução tecnológica do setor e o aumento das exigências de transparência no mercado de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre as principais alterações, destacam-se:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Transparência no comércio eletrônico</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Passa a ser obrigatória a disponibilização da <strong>Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE)</strong>, ou de seus dados técnicos equivalentes, em todas as ofertas realizadas em ambiente digital. A medida reduz a assimetria de informações e reforça o dever de informação previsto na legislação consumerista.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Atualização de parâmetros técnicos</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A norma revisa limites relacionados a correntes harmônicas, fator de potência e manutenção do fluxo luminoso, elevando o padrão mínimo de qualidade exigido para comercialização no país.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Regulamentação de sistemas multicromáticos</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">São estabelecidos critérios específicos para ensaio e certificação de produtos com variação de cor e temperatura, acompanhando a expansão do mercado de iluminação inteligente (smart lighting).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-revogacao-da-portaria-nº-69-2022-e-a-transicao-normativa">A Revogação da Portaria nº 69/2022 e a Transição Normativa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspectos centrais da <strong>Portaria nº 231/2026</strong> é a adoção de um modelo de <strong>transição regulatória escalonada</strong>, com impacto direto no planejamento operacional das empresas.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">A Portaria Inmetro nº 69/2022 será revogada apenas ao final do período de transição, estruturado nos seguintes marcos:</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="339" src="blob:https://blog.iusnatura.com.br/74c88fc0-2754-4eea-b89b-1876fe6738b0"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vigência imediata:</strong> a nova norma entrou em vigor na data de sua publicação (05 de maio de 2026);</li>



<li><strong>Adequação produtiva:</strong> fabricantes e importadores dispõem de 18 meses para adequação aos novos requisitos;</li>



<li><strong>Comercialização restrita:</strong> após esse prazo, há período adicional de 6 meses para comercialização exclusiva de produtos já conformes;</li>



<li><strong>Escoamento de estoque:</strong> distribuidores e comerciantes possuem até 48 meses para comercialização de produtos fabricados sob a norma anterior;</li>



<li><strong>Revogação definitiva:</strong> ao final desse ciclo, ocorre a revogação integral da Portaria nº 69/2022.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse modelo reduz impactos econômicos abruptos, mas exige planejamento regulatório estruturado, especialmente para gestão de estoque, certificações e contratos de fornecimento</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-integracao-com-a-agenda-esg-e-eficiencia-energetica-nbsp"><strong>Integração com a Agenda ESG e Eficiência Energética&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria nº 231/2026 incorpora, de forma indireta, diretrizes associadas à agenda ESG, especialmente no que se refere à eficiência energética e à transparência das informações ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade da ENCE permite a identificação da eficácia luminosa dos produtos (lm/W), incentivando escolhas de consumo mais eficientes e alinhadas à redução do consumo energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a perspectiva de governança, a exigência de disponibilização dessas informações no comércio eletrônico reforça práticas de transparência, rastreabilidade e conformidade regulatória, com potencial impacto reputacional para os agentes econômicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-regulatorios-e-responsabilidade-civil-na-cadeia-de-suprimentos">Impactos Regulatórios e Responsabilidade Civil na Cadeia de Suprimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da nova portaria impõe obrigações relevantes à cadeia de fornecimento, com reflexos diretos na gestão de riscos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Certificação e registro obrigatórios:</strong> a comercialização dos produtos depende de certificação por organismo acreditado e registro ativo junto ao Inmetro, como condição para utilização do Selo de Identificação da Conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Responsabilidade objetiva na cadeia:</strong> fabricantes e importadores permanecem responsáveis pela segurança dos produtos colocados no mercado, inclusive durante o período de transição, podendo responder por danos decorrentes de acidentes de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco de sanções administrativas:</strong> o descumprimento dos requisitos técnicos e de informação configura infração sujeita às penalidades previstas na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9933.htm">Lei nº 9.933/1999</a>, incluindo multas, apreensão de produtos e suspensão da comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Necessidade de adequação interna:</strong> a norma demanda revisão de processos de compliance, rotulagem, contratos com fornecedores e estratégias de comercialização, especialmente no ambiente digital.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria Inmetro nº 231/2026 representa uma evolução relevante no padrão regulatório aplicável ao setor de iluminação LED no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo em que atualiza requisitos técnicos, a norma amplia o nível de exigência jurídica e reforça mecanismos de transparência e responsabilização na cadeia de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo de transição em 48 meses mitiga impactos imediatos, mas não afasta a necessidade de adaptação tempestiva por parte dos agentes econômicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a conformidade regulatória deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a configurar elemento estratégico, especialmente quando integrada a práticas de governança e sustentabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-ius-apoia-a-sua-empresa-nbsp">Como a Ius apoia a sua empresa&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Ius ajuda a sua empresa a monitorar automaticamente os requisitos da Portaria 231/2026 e de toda a legislação aplicável ao seu setor.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL®</a> é o sistema de gestão de conformidade legal desenvolvido para empresas que precisam de segurança jurídica e rastreabilidade regulatória.<a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"> </a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL® e agende uma demonstração</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/portaria-231-2026-novos-requisitos-lampadas-de-led/">Portaria Inmetro nº 231/2026: novos requisitos para lâmpadas e luminárias LED e seus impactos regulatórios</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<title>Suspensão de produtos, recalls e danos à imagem: como as empresas podem se preparar para reduzir riscos sanitários e regulatórios</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/recall-suspensao-de-venda-danos-a-imagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Livia Langbehn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 20:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24901</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3412-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa fazendo compras no supermercado" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Suspensões de vendas e recalls de produtos causam danos financeiros, jurídicos e reputacionais severos. Entenda como a gestão de conformidade legal, a responsabilidade técnica e o controle de terceiros protegem a continuidade da sua empresa perante a ANVISA e a outros órgãos reguladores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3412-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa fazendo compras no supermercado" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O cenário regulatório brasileiro não oferece mais margem para improviso. Isso significa que eventualidades técnicas (suspensões de fabricação ou recalls de produtos) vêm sendo tratadas com mais rigor, trazendo consequências que vão muito além de multas administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas dos setores de alimentos, cosméticos, farmacêuticos, produtos de limpeza e afins convivem com a realidade de que qualquer falha identificada pelo regulador pode provocar danos simultâneos em três frentes: <strong>financeira, jurídica e reputacional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, uma empresa do ramo de produtos de limpeza enfrentou uma ação da Anvisa, que determinou a paralisação da comercialização e o recolhimento de produtos de um lote contaminado. O evento foi amplamente divulgado na mídia e, certamente, afetou negativamente a percepção do público sobre a marca (além dos prejuízos com o ressarcimento dos valores).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema revela uma demanda estrutural: o grande volume de fiscalizações e o despreparo das empresas para antecipar, gerenciar e comunicar adequadamente essas crises.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo aborda:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>os impactos das suspensões e recalls na imagem corporativa;</li>



<li>a função da responsabilidade técnica nesse contexto;</li>



<li>a importância da conformidade legal como instrumento de prevenção;</li>



<li>os riscos da cadeia de terceiros;</li>



<li>os elementos fundamentais de uma governança sanitária eficaz.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esta-em-jogo-quando-um-recall-acontece"><strong>O que está em jogo quando um recall acontece</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a ANVISA determina o recolhimento de produtos ou suspende as atividades de uma empresa, as consequências imediatas mais visíveis são a retirada de lotes do mercado e a paralisação das linhas de fabricação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o verdadeiro peso de uma crise sanitária está nos impactos que se acumulam nas semanas e meses seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista financeiro, existem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>custos diretos </strong>(logística reversa, destruição de lotes, comunicação emergencial e atendimento ao consumidor);</li>



<li><strong>custos indiretos </strong>(perda de market share, queda nas vendas dos produtos não afetados, ações judiciais individuais e coletivas, e o custo de monitoramento regulatório intensificado no pós-crise).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista jurídico, o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm">Código de Defesa do Consumidor</a> estabelece responsabilidade objetiva do fornecedor em casos de defeitos potencialmente perigosos. Isso significa que o consumidor não precisa comprovar negligência para buscar reparação: a empresa responde pelo dano independentemente de culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em><em> </em><em>Art. 12. O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">responsabilidade solidária</a> pode alcançar toda a cadeia de consumo (fabricante, distribuidor e varejista)&nbsp; sempre que produtos irregulares permaneçam disponíveis após uma determinação oficial de recolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Leia mais sobre gestão de fornecedores e responsabilidade solidário aqui!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação das resoluções da ANVISA no Diário Oficial da União agrava ainda mais esse quadro. Uma vez que a decisão regulatória se torna pública, a empresa perde o controle sobre a narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imprensa, as redes sociais e os canais de defesa do consumidor rapidamente amplificam a informação, tornando a gestão de crise não apenas uma questão sanitária, mas também um problema de comunicação estratégica.</p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-o-erro-nao-e-isolado-mas-sistemico"><strong>O erro não é isolado, mas sistêmico</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das percepções mais equivocadas sobre recalls e suspensões é a de que eles decorrem de um erro humano pontual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o que a fiscalização regulatória frequentemente encontra é uma sucessão de falhas estruturais acumuladas ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais fatores recorrentes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>manutenção preventiva negligenciada;</li>



<li>ausência de rastreabilidade real de lotes;</li>



<li>procedimentos operacionais inconsistentes ou informais;</li>



<li>culturas organizacionais que tratam compliance como setor isolado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos elaborados exclusivamente para auditorias não sustentam uma linha de produção sob pressão real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um processo que não gera evidências cotidianas de execução (registros, checklists, análises laboratoriais e inspeções internas) não é válido para o regulador no momento da fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>rastreabilidade sanitária</strong> é, nesse sentido, um dos ativos mais estratégicos de uma <strong>indústria regulada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade de localizar exatamente qual lote apresentou não conformidade permite delimitar recolhimentos com precisão, reduzindo perdas operacionais e danos reputacionais.</p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-responsabilidade-tecnica-muito-alem-de-uma-assinatura"><strong>Responsabilidade técnica: muito além de uma assinatura</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A figura do Responsável Técnico (RT) nas empresas reguladas pela ANVISA não é mera formalidade burocrática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RT possui responsabilidade técnica e jurídica direta pelos processos produtivos e pela conformidade sanitária da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos padrões mais problemáticos identificados na prática é a centralização excessiva da responsabilidade técnica em um único profissional, muitas vezes sobrecarregado ou atuando apenas formalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse modelo aumenta significativamente os riscos operacionais e regulatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As consequências atingem tanto a empresa quanto o profissional responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das sanções administrativas ao CNPJ, a legislação sanitária prevê responsabilização pessoal do RT, incluindo impedimentos profissionais e, dependendo da gravidade do caso, responsabilização criminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução exige integração efetiva da responsabilidade técnica à operação, com definição clara das atribuições e geração contínua de evidências documentais auditáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL: tecnologia referência na gestão da conformidade legal! Mais segurança, rastreabilidade e suporte para sua empresa.&nbsp;</a></p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-manutencao-e-infraestrutura-de-suporte-os-pontos-de-atencao-na-gestao-sanitaria"><strong>Manutenção e infraestrutura de suporte: os pontos de atenção na gestão sanitária</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma tendência comum nas empresas reguladas de concentrar esforços de qualidade no produto final enquanto a infraestrutura de suporte permanece em segundo plano, o que é um equívoco estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de climatização mal calibrados, ausência de manutenção preventiva, falhas no tratamento de água e equipamentos sem calibração periódica são<strong> fatores frequentemente associados a contaminações e infrações sanitárias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manutenção preventiva deve ser tratada como <strong>uma barreira sanitária essencial</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada equipamento fora de calibração ou sistema inadequado representa um risco potencial de contaminação de lotes e, consequentemente, de recall.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo raciocínio aplica-se à gestão de resíduos e efluentes: o descarte inadequado pode gerar passivos ambientais e sanitários simultaneamente, expondo a empresa a autuações concorrentes de diferentes órgãos fiscalizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É para impedir, reverter ou atenuar cenários como esse que empresas investem em ferramentas de <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">gestão e monitoramento da conformidade legal</a> e de <a href="http://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">terceiros</a>.</p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-gestao-de-terceiros-o-elo-mais-vulneravel-da-cadeia-regulatoria"><strong>Gestão de terceiros: o elo mais vulnerável da cadeia regulatória</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade da empresa sobre seus produtos não termina quando eles saem da fábrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falhas de transporte, armazenamento inadequado, reembalagem irregular ou interrupções de rastreabilidade podem <strong>comprometer toda a cadeia de qualidade</strong> construída anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o consumidor final não diferencia onde ocorreu o problema: a responsabilidade recai sobre a marca estampada no produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o elo mais vulnerável da reputação corporativa muitas vezes está fora da empresa:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>85% dos impactos ESG estão na Cadeia de Suprimentos e empresas precisam agir</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: </em><a href="https://globorural.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2025/12/85-dos-impactos-esg-estao-na-cadeia-de-suprimentos-e-empresas-precisam-agir-1.ghtml"><em>IBM</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A homologação de fornecedores e operadores logísticos deve incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>verificação de licenças sanitárias;</li>



<li>auditorias periódicas;</li>



<li>avaliação técnica das condições operacionais;</li>



<li>cláusulas contratuais de responsabilidade;</li>



<li>protocolos claros de contingência.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas preparadas possuem procedimentos prévios para suspensão de fornecedores, segregação de lotes e comunicação interna em situações críticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Portal Fornecedores: solução de tecnologia da Ius para garantir mais segurança para a sua gestão de terceiros!</a></p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-conformidade-legal-como-ativo-estrategico"><strong>Conformidade legal como ativo estratégico</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O compliance sanitário ainda é tratado por muitas empresas como mero custo operacional, o que é uma visão limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conformidade legal não é estática e as atualizações são constantes: a ANVISA publica constantemente novas RDCs, instruções normativas e atualizações técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que não monitoram essas mudanças podem tornar-se não conformes mesmo sem falhas operacionais aparentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, conformidade consolidada e auditável tornou-se diferencial competitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grandes varejistas, marketplaces e redes de farmácias exigem evidências de conformidade regulatória para comercialização de produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, exportadores precisam demonstrar adequação a normas internacionais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ISO 22000 — Sistemas de gestão de segurança de alimentos</li>



<li>ISO 22716 — Boas Práticas de Fabricação (BPF)</li>



<li>ISO 14001 — Sistemas de gestão ambiental</li>



<li>ISO 45001 — Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A transparência e a agilidade na comunicação com a ANVISA também influenciam diretamente a resposta regulatória diante de não conformidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que identificam falhas internamente e comunicam o regulador de forma proativa tendem a enfrentar cenários menos severos do que aquelas surpreendidas em fiscalizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, recalls voluntários podem inclusive demonstrar maturidade regulatória.</p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-a-janela-critica-de-resposta-o-que-fazer-quando-a-crise-ja-chegou"><strong>A janela crítica de resposta: o que fazer quando a crise já chegou</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a ANVISA determina um recall ou suspensão de atividades, a empresa entra em uma janela crítica de respost e cada hora conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os procedimentos normalmente exigem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>comunicação aos órgãos competentes;</li>



<li>divulgação pública adequada;</li>



<li>identificação clara dos lotes afetados;</li>



<li>canais de atendimento ao consumidor;</li>



<li>rastreabilidade operacional eficiente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A condução inadequada do processo amplia o dano reputacional muito além do problema técnico original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas sem Plano de Recall estruturado enfrentam a crise em modo improvisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já organizações preparadas conseguem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>limitar o escopo do problema;</li>



<li>comunicar-se com precisão;</li>



<li>demonstrar controle sistêmico da situação;</li>



<li>preservar parte da confiança do mercado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O valor da prevenção: o investimento mais barato do mercado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Construir uma estrutura robusta de governança sanitária e regulatória é invariavelmente mais barato do que administrar uma crise depois que ela se instala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os custos de um programa consistente de compliance são previsíveis, já os de uma crise regulatória são potencialmente danosos e, muitas vezes, difíceis de serem mensurados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção de sistemas estruturados de gestão e auditoria reduz riscos de não conformidade e fortalece a credibilidade institucional da empresa perante reguladores, investidores e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que integram compliance à cultura organizacional desenvolvem maior resiliência operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São essas organizações que conseguem reagir com mais eficiência quando crises eventualmente acontecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ius, o objetivo é transformar compliance em eficiência operacional concreta, protegendo a continuidade do negócio e a integridade da marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais frentes de atuação incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gestão de requisitos legais;</li>



<li>Auditorias de conformidade;</li>



<li>Treinamentos especializados;</li>



<li>Consultoria estratégica;</li>



<li>Softwares integrados de controle regulatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/">Saiba mais sobre as nossas soluções no nosso site!</a></p>



<h1 class="wp-block-heading" id="h-por-que-escolher-a-ius"><strong>Por que escolher a Ius?</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da Ius Natura é tecnologia e expertise técnica especializada em setores regulados, transformando conformidade em vantagem competitiva sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução de riscos;</li>



<li>fortalecimento reputacional;</li>



<li>segurança jurídica;</li>



<li>continuidade operacional;</li>



<li>maior capacidade de adaptação regulatória.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inteligência em Compliance para um mercado em constante transformação.</strong></p>



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		<title>Indicadores de desempenho (KPIs) para avaliação de fornecedores: como medir, analisar e evoluir sua cadeia de suprimentos</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/kpis-para-avaliacao-de-fornecedores-desempenho-e-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuelle Meira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24795</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-15.59.06-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="KPIs fornecedores" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Aprenda a definir KPIs para avaliação de fornecedores e melhorar desempenho, qualidade e conformidade na sua cadeia de suprimentos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-15.59.06-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="KPIs fornecedores" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Em um cenário corporativo cada vez mais orientado por dados, a gestão eficiente da cadeia de fornecedores deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ser um fator estratégico para o sucesso das organizações. Avaliar fornecedores com base em critérios subjetivos já não é suficiente para garantir qualidade, conformidade e competitividade. Nesse contexto, os KPIs para avaliação de fornecedores surgem como ferramentas essenciais para medir desempenho, mitigar riscos e promover melhoria contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste artigo, você vai entender o que são KPIs aplicados à gestão de fornecedores, quais são os principais indicadores utilizados pelo mercado, como implementá-los de forma estruturada e como transformar dados em decisões mais assertivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1" id="h-o-que-sao-kpis-para-avaliacao-de-fornecedores-e-por-que-sao-essenciais" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">O que são KPIs para avaliação de fornecedores e por que são essenciais</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Os KPIs (Key Performance Indicators) são métricas utilizadas para monitorar e avaliar o desempenho de processos, atividades ou parceiros estratégicos. Quando aplicados à gestão de fornecedores, esses indicadores permitem mensurar aspectos críticos como qualidade, prazo, custo, conformidade e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A adoção de KPIs traz maior transparência para a relação com fornecedores, permitindo que as empresas estabeleçam critérios objetivos de avaliação e reduzam a dependência de percepções subjetivas. Além disso, esses indicadores possibilitam a criação de benchmarks internos, facilitando a comparação entre fornecedores e a identificação de oportunidades de melhoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro ponto relevante é que os KPIs contribuem diretamente para a gestão de riscos. Ao monitorar continuamente o desempenho dos fornecedores, a empresa consegue antecipar problemas, evitar rupturas na cadeia de suprimentos e garantir maior previsibilidade operacional.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2" id="h-principais-kpis-utilizados-na-avaliacao-de-fornecedores" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Principais KPIs utilizados na avaliação de fornecedores</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Existem diversos indicadores que podem ser utilizados na avaliação de fornecedores, e a escolha deve estar alinhada aos objetivos estratégicos da organização. Entre os mais utilizados, destacam-se os KPIs de qualidade, que medem a conformidade dos produtos ou serviços entregues. Indicadores como taxa de defeitos, índice de retrabalho e número de não conformidades são fundamentais para garantir padrões elevados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro grupo importante são os KPIs de prazo, que avaliam a pontualidade das entregas. O On-Time Delivery (OTD), por exemplo, mede o percentual de entregas realizadas dentro do prazo acordado, sendo um dos indicadores mais críticos para operações que dependem de logística eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Os KPIs financeiros também desempenham papel relevante, incluindo métricas como variação de custos, aderência ao orçamento e competitividade de preços. Esses indicadores ajudam a garantir que a empresa esteja obtendo o melhor custo-benefício nas suas contratações.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, indicadores de conformidade e ESG têm ganhado cada vez mais destaque. Avaliar se os fornecedores cumprem requisitos legais, ambientais e sociais é fundamental para proteger a reputação da empresa e garantir alinhamento com práticas sustentáveis.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/portal-ius" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="224" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Portal-Ius.jpg" alt="" class="wp-image-24852" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Portal-Ius.jpg 1216w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Portal-Ius-300x55.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Portal-Ius-1024x189.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Portal-Ius-768x141.jpg 768w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como definir KPIs eficazes para sua cadeia de fornecedores</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A definição de KPIs eficazes deve começar com o entendimento claro dos objetivos estratégicos da organização. Não existe um conjunto padrão de indicadores que sirva para todas as empresas, pois cada cadeia de suprimentos possui suas particularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">É fundamental que os KPIs sejam mensuráveis, relevantes e acionáveis. Ou seja, devem ser baseados em dados confiáveis, ter impacto direto nos resultados do negócio e permitir a tomada de decisões práticas. Indicadores genéricos ou difíceis de medir tendem a perder efetividade ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro aspecto importante é o envolvimento das áreas internas no processo de definição dos KPIs. Compras, qualidade, logística e compliance devem atuar de forma integrada para garantir que os indicadores reflitam as necessidades reais da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, é recomendável estabelecer metas claras para cada KPI, bem como critérios de classificação dos fornecedores. Isso permite segmentar parceiros estratégicos, identificar fornecedores críticos e direcionar ações de desenvolvimento ou substituição.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Boas práticas para monitoramento e análise de KPIs</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A implementação de KPIs não se resume à definição dos indicadores. O verdadeiro valor está na capacidade de monitorar, analisar e agir com base nos dados coletados. Para isso, é essencial contar com processos estruturados e ferramentas adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Uma boa prática é estabelecer uma rotina de avaliação periódica dos fornecedores, com reuniões de performance e feedback estruturado. Isso fortalece o relacionamento e cria um ambiente de colaboração voltado à melhoria contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O uso de dashboards e sistemas de gestão também é altamente recomendado, pois facilita a visualização dos indicadores e permite análises mais rápidas e precisas. Com isso, a empresa consegue identificar tendências, detectar desvios e tomar decisões de forma proativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro ponto relevante é a padronização dos critérios de avaliação. Isso garante consistência na análise dos fornecedores e evita distorções que possam comprometer a tomada de decisão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="337" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banners-Blog-1-1-1-1024x337.jpg" alt="Descubra como a funcionalidade de distribuição automática por tema no CAL traz mais padronização, eficiência e controle para empresas com múltiplos empreendimentos." class="wp-image-23917" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banners-Blog-1-1-1-1024x337.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banners-Blog-1-1-1-300x99.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banners-Blog-1-1-1-768x253.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banners-Blog-1-1-1.jpg 1216w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Desafios na gestão de KPIs de fornecedores e como superá-los</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Apesar dos benefícios, a gestão de KPIs de fornecedores também apresenta desafios. Um dos principais é a qualidade dos dados. Informações inconsistentes ou incompletas podem comprometer toda a análise, tornando os indicadores pouco confiáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro desafio comum é a resistência interna ou dos próprios fornecedores. A implementação de KPIs exige mudança cultural e alinhamento de expectativas, o que pode gerar dificuldades no início do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, muitas empresas enfrentam limitações tecnológicas, utilizando controles manuais ou sistemas pouco integrados. Isso dificulta a coleta e análise dos dados, reduzindo a eficiência da gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para superar esses desafios, é fundamental investir em tecnologia, capacitação das equipes e comunicação transparente com os fornecedores. A construção de uma cultura orientada por dados é um processo contínuo, que exige comprometimento de toda a organização.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">O papel dos KPIs na evolução da gestão de fornecedores</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Os KPIs não devem ser vistos apenas como ferramentas de controle, mas sim como instrumentos de evolução estratégica. Quando bem utilizados, eles permitem que a empresa desenvolva seus fornecedores, fortaleça parcerias e aumente sua competitividade no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A partir da análise dos indicadores, é possível identificar fornecedores com alto potencial, promover programas de desenvolvimento e até mesmo co-inovar em soluções que tragam ganhos mútuos. Isso transforma a relação com fornecedores em um verdadeiro diferencial competitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, os KPIs contribuem para a construção de uma cadeia de suprimentos mais resiliente, capaz de se adaptar rapidamente a mudanças e enfrentar cenários de incerteza com maior segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7" id="h-como-a-ius-pode-ajudar-sua-organizacao" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode ajudar sua organização?</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A implementação eficaz de KPIs para avaliação de fornecedores exige método, tecnologia e conhecimento especializado. É nesse contexto que a Ius se posiciona como uma parceira estratégica para sua organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Com soluções voltadas para diagnóstico de maturidade, gestão de fornecedores e práticas ESG, a Ius apoia empresas na definição de indicadores relevantes, estruturação de processos e implementação de sistemas inteligentes de monitoramento. Isso permite que sua empresa tenha uma visão clara e integrada da performance dos fornecedores, reduzindo riscos e aumentando a eficiência operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a Ius auxilia na construção de uma cultura orientada por dados, capacitando equipes e promovendo maior alinhamento entre as áreas envolvidas. O resultado é uma gestão mais estratégica, transparente e preparada para os desafios do mercado atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Se a sua organização busca elevar o nível da gestão de fornecedores e transformar dados em decisões inteligentes, contar com o apoio da Ius pode ser o diferencial que faltava para alcançar esse objetivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="http://iusnatura.com.br/cal/demonstracao" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL.jpg" alt="" class="wp-image-24409" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL.jpg 1216w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-300x81.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-1024x278.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-768x208.jpg 768w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Qualificação de Fornecedores: O Elo Vital do ESG em Meio Ambiente e SST</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/o-que-e-cadeia-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[William Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 17:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22860</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-24-at-14.30.41-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="cadeia de suprimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>ESG na Prática: Por que Qualificar Fornecedores segundo as ISO 14001 e 45001.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/o-que-e-cadeia-de-suprimentos/">Qualificação de Fornecedores: O Elo Vital do ESG em Meio Ambiente e SST</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-24-at-14.30.41-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="cadeia de suprimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">No cenário empresarial moderno, a qualificação de fornecedores em <strong>Meio Ambiente</strong> e <strong>Saúde e Segurança Ocupacional (SST)</strong> não é mais um diferencial, mas uma necessidade estratégica. Uma falha de um terceiro pode gerar passivos diretos para a sua empresa, como <strong>multas ambientais</strong>, <strong>acidentes de trabalho</strong> ou <strong>danos graves à reputação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Por isso, integrar os princípios <strong>ESG</strong> à gestão de fornecedores, garantindo que parceiros cumpram os requisitos legais e de segurança, tornou-se essencial para uma governança eficaz e para a sustentabilidade do negócio a longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8" id="h-fundamentacao-normativa" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Fundamentação Normativa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A <strong>ABNT NBR ISO 14001:2015</strong>, em seu item 8.1 (“Planejamento e controle operacionais”), é clara: a organização deve <strong>“assegurar que os processos terceirizados sejam controlados ou influenciados”</strong> e <strong>“comunicar seus requisitos ambientais pertinentes para provedores externos, incluindo contratados”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">De forma similar, a <strong>ISO 45001:2018</strong>, no item 8.1.4.2, exige que a organização <strong>“deve coordenar os seus processos de compras com os seus contratados”</strong> e <strong>“assegurar que os requisitos do seu sistema de gestão de SST sejam atendidos pelos contratados”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Na legislação brasileira, diversas normas refletem o princípio da responsabilidade solidária ou subsidiária. Destacam-se:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>O art. 225 da Constituição Federal, que impõe a todos o dever de defender e preservar o meio ambiente.</li>



<li>A <strong>Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais)</strong>, art. 2º, que prevê a responsabilização da pessoa jurídica por condutas lesivas ao meio ambiente, mesmo as praticadas por terceiros.</li>



<li>A <strong>Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos)</strong>, que no art. 30, §1º, estabelece a responsabilidade compartilhada pela destinação de resíduos.</li>



<li>A <strong>NR-01</strong>, item 1.4.1.3, que determina ao empregador o dever de garantir a SST dos trabalhadores terceirizados em suas dependências.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Essas normas deixam claro que a empresa contratante não está isenta de responsabilidade. A omissão no controle da conformidade dos parceiros pode resultar em <strong>autuações ambientais, trabalhistas e cíveis</strong>.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9" id="h-conceitos-chave" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Conceitos-chave</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A qualificação de fornecedores em SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde) é o processo de avaliar e aprovar parceiros de negócio com base em critérios técnicos, legais e de desempenho. Na prática, é verificar se um fornecedor possui <strong>licenças ambientais válidas</strong>, <strong>capacitação em segurança do trabalho</strong>, programas de gestão de riscos e um bom histórico de conformidade legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Essa triagem prévia e periódica reduz riscos, previne acidentes, evita autuações e garante o atendimento à legislação em toda a cadeia de suprimentos. Do ponto de vista de <strong>ESG</strong>, a qualificação assegura que os valores ambientais (E) e sociais (S) da empresa se estendam aos seus parceiros. Fornecedores alinhados minimizam impactos, protegem a reputação da contratante e fortalecem a <strong>governança (G)</strong>, construindo cadeias mais seguras e transparentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10" id="h-aplicacao-pratica" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Aplicação prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para estruturar um processo eficaz de qualificação, a empresa deve adotar uma abordagem sistemática. Algumas etapas essenciais incluem:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Mapeamento de atividades e riscos:</strong> Identificar as categorias de fornecedores e os potenciais impactos de suas atividades (ex: transporte de resíduos perigosos, manutenção elétrica).</li>



<li><strong>Definição de critérios e requisitos:</strong> Estabelecer os requisitos mínimos que cada fornecedor deve cumprir, como possuir licenças, treinamentos obrigatórios e adotar políticas de ESG.</li>



<li><strong>Avaliação e ações corretivas:</strong> Coletar evidências documentais (licenças, relatórios, indicadores) e, em caso de não conformidades, exigir planos de melhoria e reavaliar o fornecedor.</li>



<li><strong>Monitoramento contínuo:</strong> Manter um calendário de reavaliações periódicas, garantindo que os parceiros permaneçam em conformidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O uso de ferramentas digitais potencializa essa gestão. O módulo de <strong>Qualificação de Fornecedores do sistema CAL®</strong>, por exemplo, permite cadastrar fornecedores e obter a lista exata dos requisitos legais de Meio Ambiente e SST aplicáveis a cada tipo de serviço. A plataforma auxilia no acompanhamento, permitindo anexar os documentos comprobatórios de cada parceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Imagine na prática: ao contratar uma transportadora de resíduos perigosos, o <strong>CAL®</strong> indicará obrigações como licença de transporte, treinamentos de emergência e registro no órgão ambiental. O gestor solicita e anexa as evidências no sistema, facilitando a identificação de pendências e garantindo que nenhum requisito seja ignorado. Essa abordagem integrada traz transparência à governança <strong>ESG</strong> e demonstra o monitoramento ativo da cadeia de fornecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11" id="h-conclusao" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Mais do que uma obrigação formal, a qualificação de fornecedores em Meio Ambiente e SST é uma ação estratégica para a sustentabilidade. Ela protege a empresa de passivos ocultos e fortalece a confiança dos <em>stakeholders</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Em um mercado de alta exigência <strong>ESG</strong>, empresas que estendem suas práticas de gestão aos parceiros ganham destaque. Investir na qualificação eficaz de fornecedores se traduz em reputação, segurança jurídica e sucesso duradouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para empresas que desejam estar em dia com as obrigações legais e gerenciar de forma segura a conformidade de sua cadeia de suprimentos, ter um software de monitoramento como o <strong>CAL®</strong> é a escolha assertiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Escopo de Segurança de Alimentos &#124; Monitoramento e mais segurança para o consumidor</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/escopo-de-seguranca-de-alimentos-conformidade-e-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuelle Meira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22694</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/09/freepik__upload__13657-1-1-150x150.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="escopo de segurança de alimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Gestão de segurança de alimentos: mapeamento legal, indicadores, monitoramento, auditorias e capacitação garantem conformidade e proteção ao consumidor.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/09/freepik__upload__13657-1-1-150x150.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="escopo de segurança de alimentos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O <strong>escopo de segurança de alimentos</strong> é um dos elementos centrais para organizações do setor alimentício que desejam atuar de forma responsável, sustentável e em conformidade com a legislação. Mais do que uma exigência técnica, ele representa uma <strong>estratégia essencial para proteger a saúde do consumidor, fortalecer a imagem da empresa e assegurar competitividade no mercado global</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Neste artigo, você vai compreender a importância do escopo de segurança de alimentos, quais normas e legislações estão envolvidas, e como o seu monitoramento contribui diretamente para certificações como a <strong>ISO 22000</strong> e a <strong>ISO 9001</strong>, além de reforçar práticas de qualidade e conformidade em toda a cadeia produtiva. Confira neste artigo!</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12" id="h-o-que-e-o-escopo-de-seguranca-de-alimentos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">O que é o Escopo de Segurança de Alimentos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O escopo de segurança de alimentos abrange o <strong>gerenciamento e a atualização dos requisitos legais e normativos</strong> relacionados à produção, ao processamento e à distribuição de alimentos. Ele envolve o monitoramento de toda a cadeia produtiva, começando nos produtores de alimentos para animais e produtores primários, passando por fabricantes de alimentos para consumo humano, operadores de transporte e serviços de alimentação, até chegar ao consumidor final.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Dessa forma, o principal objetivo do escopo é <strong>identificar, controlar e mitigar perigos potenciais</strong>, assegurando que o alimento esteja seguro no momento do consumo humano.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-13" id="h-por-que-o-escopo-de-seguranca-de-alimentos-e-essencial" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Por que o Escopo de Segurança de Alimentos é essencial?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A adoção de um <strong>Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos (SGSA)</strong> alinhado ao escopo é fundamental para organizações que desejam crescer de forma sustentável e confiável. Isso acontece porque:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Garante a segurança do consumidor:</strong> ao monitorar riscos em todas as etapas, a empresa protege a saúde da população.<br></li>



<li><strong>Fortalece a credibilidade da marca:</strong> práticas de qualidade elevam a confiança de clientes, investidores e órgãos reguladores.<br></li>



<li><strong>Previne riscos legais e econômicos:</strong> atualização constante evita sanções, multas e recall de produtos.<br></li>



<li><strong>Atende a certificações internacionais:</strong> como a <strong>ISO 22000</strong>, focada em segurança de alimentos, e a <strong>ISO 9001</strong>, voltada para a gestão da qualidade.<br></li>



<li><strong>Apoia práticas de ESG:</strong> contribui para responsabilidade social e ambiental, reforçando governança e transparência.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14" id="h-principais-normas-e-legislacoes-relacionadas-ao-escopo" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Principais normas e legislações relacionadas ao Escopo</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O monitoramento do escopo de segurança de alimentos envolve diversas normas e legislações, tanto nacionais quanto internacionais. Esse conjunto normativo estabelece parâmetros claros para a produção, o controle e a comercialização de alimentos, garantindo padrões elevados de higiene, qualidade e segurança. Entre as principais, destacam-se:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>CF/88 (Constituição Federal);</strong><strong><br></strong></li>



<li><strong>Decreto 24.114/34</strong> – Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal;<br></li>



<li><strong>Decreto-Lei 986/69</strong> – Normas Básicas sobre Alimentos;<br></li>



<li><strong>Portaria SVS 326/97</strong> – Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação;<br></li>



<li><strong><a href="https://www.gov.br/servidor/pt-br/siass/centrais_conteudo/manuais/resolucao-rdc-anvisa-n-275-de-21-de-outubro-de-2002.pdf/view">Resolução ANVISA 275/02</a></strong> – Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados a estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos;<br></li>



<li>Normas do <strong>Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)</strong>, <strong>Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA)</strong> e <strong>ANVISA</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Diante das normas apresentadas, vem o questionamento: a sua organização realiza o monitoramento legal dessas leis e sabe os riscos de não estar em conformidade legal com esses temas?</p>



<p class="has-border-color has-background wp-block-paragraph" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">Leia também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/pgrs-e-protocolado-ao-orgao-ambiental/">Escopo de Qualidade</a></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15" id="h-escopo-de-seguranca-de-alimentos-e-certificacoes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Escopo de Segurança de Alimentos e Certificações</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Vamos neste parágrafo compreender mais detalhes sobre a ISO 22000 e ISO 90011.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16 wp-block-paragraph" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">ISO 22000: Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A <strong>ISO 22000</strong> é a principal norma internacional voltada especificamente para a segurança dos alimentos. Ela orienta empresas a:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Identificar perigos e riscos em todas as etapas da cadeia;</li>



<li>Definir medidas preventivas e controles eficazes;</li>



<li>Estabelecer processos auditáveis que comprovem a segurança do alimento;</li>



<li>Promover a melhoria contínua na gestão.<br><br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Sem o monitoramento do escopo, a certificação ISO 22000 se torna inviável, já que a norma exige evidências concretas de conformidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-17 wp-block-paragraph" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">ISO 9001: Sistema de Gestão da Qualidade</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Embora não seja exclusiva para o setor de alimentos, a <strong>ISO 9001</strong> também requer atenção ao escopo de segurança, pois a qualidade do produto está diretamente ligada ao seu consumo seguro. Empresas que pretendem certificar-se na ISO 9001 precisam comprovar que possuem processos robustos de monitoramento e controle alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18" id="h-areas-e-temas-contemplados-pelo-escopo-de-seguranca-de-alimentos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Áreas e temas contemplados pelo Escopo de Segurança de Alimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O escopo contempla um conjunto amplo de temas que precisam ser monitorados, entre eles:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Produção de alimentos (carnes, leite, derivados, óleos e gorduras).</li>



<li>Água e potabilidade.</li>



<li>Vigilância sanitária.</li>



<li>Rotulagem e informações ao consumidor.</li>



<li>Aditivos alimentares.</li>



<li>Embalagens e contato com alimentos.</li>



<li>Agrotóxicos e resíduos.</li>



<li>Responsabilidade técnica.</li>



<li>Certificados de conformidade.</li>



<li>Controle fitossanitário e de pragas.</li>



<li>Transporte e logística de alimento<br><br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Esse monitoramento integrado assegura que <strong>toda a cadeia produtiva seja rastreada e controlada</strong>, reduzindo riscos e fortalecendo a confiança do consumidor.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-19" id="h-como-implementar-e-monitorar-o-escopo-de-seguranca-de-alimentos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como implementar e monitorar o Escopo de Segurança de Alimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para que a empresa alcance conformidade e eficiência, é recomendável seguir etapas estratégicas, dessa forma, a organização não apenas cumpre suas obrigações legais, mas também garante <strong>excelência operacional e reputacional</strong>. Listamos algumas ações necessárias para garantir sucesso no monitoramento do escopo de segurança de alimentos. Vejamos:</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-20" id="h-mapear-requisitos-legais-e-normativos" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Mapear requisitos legais e normativos</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Trata-se do primeiro passo essencial para a conformidade. É necessário identificar todas as legislações, regulamentações e normas aplicáveis à organização, considerando não apenas as exigências nacionais, mas também as internacionais, quando houver exportação ou fornecimento global. <br><br>Esse mapeamento deve incluir leis relacionadas à produção, armazenamento, transporte e comercialização de alimentos, bem como normas específicas de segurança alimentar, ambientais e trabalhistas. Além de realizar a identificação inicial, é fundamental manter esse registro constantemente atualizado, acompanhando mudanças legislativas e normativas que possam impactar os processos da empresa. Isso garante que a organização opere sempre dentro dos parâmetros exigidos pelos órgãos reguladores.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21" id="h-definir-indicadores-de-desempenho" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Definir indicadores de desempenho</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O estabelecimento de indicadores claros e objetivos permite medir a eficácia do Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos. Alguns exemplos incluem o índice de conformidade em auditorias internas e externas, a frequência de incidentes de qualidade ou segurança, o número de não conformidades identificadas e corrigidas, e até o tempo de resposta a desvios detectados. <br></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Esses indicadores devem ser periodicamente analisados, possibilitando à gestão identificar tendências, pontos críticos e áreas que necessitam de melhorias. Dessa forma, os resultados não apenas orientam decisões estratégicas, mas também reforçam a cultura de melhoria contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22" id="h-implantar-processos-de-monitoramento" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Implantar Processos de Monitoramento</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O monitoramento constante é indispensável para assegurar que as práticas estejam sendo executadas de acordo com os requisitos estabelecidos. Para isso, é importante definir procedimentos claros, responsabilidades específicas e rotinas de controle em todas as etapas da cadeia produtiva: desde a seleção e análise de fornecedores de insumos até a manipulação, armazenamento e distribuição do produto final. Ferramentas de registro, checklists e sistemas informatizados podem ser utilizados para garantir que os dados coletados sejam confiáveis e possam subsidiar ações corretivas ou preventivas sempre que necessário.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-23" id="h-realizar-auditorias-periodicas" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Realizar Auditorias Periódicas</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">&nbsp;As auditorias devem ser entendidas como um instrumento de melhoria contínua, e não apenas como uma obrigação regulatória. Elas permitem avaliar de forma independente e sistemática se os processos, documentos e registros estão em conformidade com os requisitos legais e normativos. Além disso, ajudam a identificar falhas operacionais, riscos potenciais à segurança dos alimentos e oportunidades de aprimoramento. Ao realizar auditorias em intervalos definidos, a organização fortalece sua governança, aumenta a confiabilidade junto a clientes e autoridades e assegura que os padrões de segurança estejam sempre em evolução.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24" id="h-capacitar-equipes" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Capacitar Equipes</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Nenhum sistema de gestão será plenamente eficaz se as pessoas que o executam não estiverem preparadas. A capacitação contínua das equipes garante que todos os colaboradores compreendam os riscos envolvidos, as boas práticas de segurança de alimentos e as responsabilidades de cada função. Treinamentos periódicos devem incluir desde noções básicas, como higiene pessoal e manipulação correta de insumos, até aspectos mais técnicos relacionados ao controle de processos e análise de perigos. Esse investimento promove o engajamento, fortalece a cultura de segurança e contribui diretamente para a redução de falhas humanas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25" id="h-como-a-ius-pode-ajudar-a-sua-empresa" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode ajudar a sua empresa</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O <strong>escopo de segurança de alimentos</strong> é uma ferramenta estratégica que assegura a proteção do consumidor, fortalece a confiança do mercado e garante conformidade com normas nacionais e internacionais. Monitorá-lo de forma contínua é essencial para conquistar certificações como a <strong>ISO 22000</strong> e a <strong>ISO 9001</strong>, além de atender às exigências de órgãos reguladores e às expectativas crescentes da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Investir nesse gerenciamento significa mais do que evitar riscos: trata-se de consolidar a <strong>sustentabilidade, a qualidade e a credibilidade</strong> do negócio no setor alimentício.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">E para apoiar empresas nesse processo, a <strong>Ius</strong> oferece soluções especializadas em <strong>gestão integrada de requisitos legais</strong>, garantindo atualização constante, segurança regulatória e suporte completo para transformar o escopo de segurança de alimentos em um diferencial competitivo real.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/escopos-ius-natura" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="224" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Escopos.jpg" alt="" class="wp-image-22648" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Escopos.jpg 1216w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Escopos-300x55.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Escopos-1024x189.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Escopos-768x141.jpg 768w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/escopo-de-seguranca-de-alimentos-conformidade-e-seguranca/">Escopo de Segurança de Alimentos | Monitoramento e mais segurança para o consumidor</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Certificação da ISO 9001 &#124; Seis passos para certificar sua empresa</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/certificacao-da-iso-9001/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuelle Meira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Certificadoras - ISO]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Gestão Integrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2024/09/iso9001-blog-150x150.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>No artigo de hoje listamos os 6 principais passos para a certificação da ISO 9001 na sua empresa e explicamos os prejuízos e impactos de não ter uma organização certificada. Confira. Certificação da ISO 9001 entenda o que é A certificação da ISO 9001 garante que as empresas adotem um Sistema de Gestão da Qualidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2024/09/iso9001-blog-150x150.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">No artigo de hoje listamos os 6 principais passos para a certificação da <strong>ISO 9001 </strong>na sua empresa e explicamos os prejuízos e impactos de não ter uma organização certificada. Confira.</p>



<h2 id="h-certificacao-da-iso-9001-entenda-o-que-e" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-46">Certificação da ISO 9001 entenda o que é</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação da ISO 9001 garante que as empresas adotem um Sistema de Gestão da Qualidade padronizado. Diante disso, é possível melhorar a eficiência dos processos e a qualidade dos produtos ou serviços de uma organização.<br><br>Uma empresa certificada tem um aumento na sua credibilidade face ao mercado, garante melhor satisfação dos clientes, e facilita a conformidade com requisitos regulatórios. Além disso, ela contribui para a redução de custos e abre portas para novas oportunidades de negócios, garantindo mais confiança e um olhar positivo dos seus stakeholders.</p>



<h2 id="h-quais-sao-os-passos-para-uma-certificacao-da-iso-9001" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-47">Quais são os passos para uma certificação da ISO 9001</h2>



<h3 id="h-1-realizar-um-diagnostico-inicial" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-48"><strong>1. Realizar um Diagnóstico Inicial</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é avaliar o estado atual da empresa em relação aos requisitos da <strong>ISO 9001</strong>. Isso inclui identificar lacunas entre as práticas atuais e o que a norma exige. O diagnóstico pode ser feito internamente ou por meio de consultores especializados.</p>



<h3 id="h-2-desenvolver-um-plano-de-acao" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-49"><strong>2. Desenvolver um Plano de Ação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com base no diagnóstico, a empresa deve criar um plano de ação que inclui a implementação de procedimentos, controles e documentações necessárias para atender às exigências da ISO 9001. Esse plano deve definir prazos, responsabilidades e recursos necessários.</p>



<h3 id="h-3-treinar-colaboradores-e-sensibilizar-a-equipe" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-50"><strong>3. Treinar Colaboradores e Sensibilizar a Equipe</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os colaboradores, especialmente aqueles envolvidos em processos-chave, precisam ser treinados sobre os requisitos da ISO 9001 e como eles se aplicam às suas funções. O engajamento da equipe é crucial para garantir a implementação bem-sucedida do sistema de gestão da qualidade.</p>



<h3 id="h-4-implementar-os-requisitos-da-iso-9001" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-51"><strong>4. Implementar os Requisitos da ISO 9001</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta etapa, a empresa deve efetivamente colocar em prática os novos processos e procedimentos de acordo com os requisitos da norma. Isso inclui, por exemplo, a gestão de riscos, controle de documentos, melhoria contínua, monitoramento de indicadores de desempenho e análise de feedback de clientes.</p>



<h3 id="h-5-realizar-auditoria-interna" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-52"><strong>5. Realizar Auditoria Interna</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após a implementação dos processos, a empresa deve realizar uma auditoria interna para verificar se todos os requisitos da ISO 9001 estão sendo cumpridos. A auditoria interna é uma revisão minuciosa que identifica possíveis não conformidades e áreas de melhoria antes da auditoria oficial.</p>



<h3 id="h-6-passar-pela-auditoria-de-certificacao" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-53"><strong>6. Passar pela Auditoria de Certificação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O último passo é contratar um organismo certificador acreditado para realizar a auditoria de certificação. Os auditores verificaram se o Sistema de Gestão da Qualidade da empresa está em conformidade com a ISO 9001. Se tudo estiver adequado, a empresa recebe a certificação, que geralmente tem validade de três anos, com auditorias periódicas durante esse período para garantir a manutenção do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses passos, quando seguidos de maneira estruturada, ajudam a empresa a obter a certificação na ISO 9001, promovendo a melhoria contínua e a satisfação do cliente.<br><br>Assista a nossa aula exclusiva sobre certificações clicando no link abaixo: certificação 9001, certificação 14001 e certificação 45001.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="6 passos básicos para certificar uma empresa na ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/TaPRT4XHfyU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 id="h-prejuizos-que-uma-organizacao-sofre-ao-nao-ter-a-certificacao-da-iso-9001" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-54"><strong>Prejuízos que uma organização sofre ao não ter a certificação da ISO 9001</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência da certificação ISO 9001 em uma empresa pode acarretar diversos riscos, que impactam tanto a sua operação interna quanto a sua competitividade no mercado. Listamos abaixo os seis principais riscos, conheça:</p>



<h3 id="h-1-baixa-qualidade-dos-produtos-ou-servicos" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-55"><strong>1. Baixa Qualidade dos Produtos ou Serviços</strong>:</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sem um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) estruturado como o exigido pela ISO 9001, a empresa pode ter dificuldades em garantir que seus produtos ou serviços atendam consistentemente aos padrões esperados pelos clientes. Isso pode resultar em falhas na qualidade, retrabalho e produtos defeituosos.</p>



<h3 id="h-2-perda-de-oportunidades-de-negocio" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-56"><strong>2. Perda de Oportunidades de Negócio</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas e órgãos governamentais exigem que fornecedores tenham a certificação ISO 9001 para fechar contratos. Não ter essa certificação pode significar a perda de oportunidades de negócios importantes, especialmente em setores regulamentados ou com altos padrões de qualidade.</p>



<h3 id="h-3-falta-de-credibilidade-e-confianca" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-57"><strong>3. Falta de Credibilidade e Confiança</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação ISO 9001 é um sinal de que a empresa segue boas práticas de gestão da qualidade e está comprometida com a melhoria contínua. Sem essa certificação, a organização pode ser vista com desconfiança, especialmente por novos clientes, que podem preferir trabalhar com empresas certificadas, já que estas demonstram compromisso com padrões reconhecidos internacionalmente.</p>



<h3 id="h-4-problemas-com-conformidade-legal-e-regulatoria" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-58"><strong>4. Problemas com Conformidade Legal e Regulatória</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ISO 9001 ajuda a garantir que processos internos estejam em conformidade com legislações e regulamentos aplicáveis ao setor de atuação da empresa. Sem essa certificação, há maior risco de descumprimento das normas legais e regulatórias, o que pode resultar em multas, sanções e perda de licença para operar.</p>



<h3 id="h-5-desperdicio-de-recursos-e-ineficiencia-operacional" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-59"><strong>5. Desperdício de Recursos e Ineficiência Operacional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de um sistema de gestão bem estruturado pode levar a processos ineficientes, gerando desperdício de recursos, como tempo, matéria-prima e mão de obra. A ISO 9001 promove uma gestão mais eficiente e enxuta, ajudando a otimizar o uso de recursos e reduzir custos.</p>



<h3 id="h-6-dificuldade-em-implementar-melhoria-continua" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-60"><strong>6. Dificuldade em Implementar Melhoria Contínua</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a estrutura fornecida pela ISO 9001, pode ser difícil para a empresa monitorar seus processos e identificar áreas de melhoria. A ausência de um ciclo formal de melhoria contínua (como o PDCA – Planejar, Fazer, Checar, Agir) impede que a empresa avance em termos de inovação, eficiência e qualidade.<br><br>Leia também sobre como certificar sua empresa na ISO 14001 clicando AQUI!</p>



<h2 id="h-bonus-maiores-riscos-decorrentes-da-ausencia-de-certificacao-da-iso-9001" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-61">Bônus: Maiores riscos decorrentes da ausência de certificação da ISO 9001:</h2>



<h3 id="h-1-insatisfacao-de-clientes-e-perda-de-mercado" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-62"><strong>1. Insatisfação de Clientes e Perda de Mercado</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas sem um sistema de gestão da qualidade eficaz podem enfrentar mais reclamações de clientes e dificuldade para atender às suas expectativas. Isso pode resultar em alta taxa de insatisfação, o que prejudica a retenção de clientes e pode levar à perda de mercado para concorrentes que oferecem produtos ou serviços com melhor qualidade.</p>



<h3 id="h-2-risco-de-nao-conformidade-em-auditorias" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-63">2. <strong>Risco de Não Conformidade em Auditorias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que fornecem produtos ou serviços a clientes que exigem certificações de qualidade ou que passam por auditorias de clientes podem ter dificuldades sem a ISO 9001. A falta de um sistema formal pode levar a não conformidades em auditorias, prejudicando contratos e parcerias.<br><br>Leia também sobre como certificar sua empresa na ISO 45001 clicando AQUI!</p>



<h2 id="h-como-a-ius-pode-te-ajudar-na-emissao-da-sua-certificacao-da-iso-9001" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-64">Como a Ius pode te ajudar na emissão da sua certificação da ISO 9001?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não ter a certificação ISO 9001 expõe a empresa a riscos que podem afetar tanto sua eficiência interna quanto sua competitividade externa. A norma ajuda a padronizar e otimizar processos, assegurar a qualidade, reduzir desperdícios e promover a satisfação do cliente. Portanto, investir na certificação ISO 9001 é mais do que um diferencial – é uma forma de mitigar riscos e garantir sustentabilidade e crescimento no mercado.</p>



<h3 id="h-cal-um-software-com-tecnologia-e-solucao" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-65">CAL um software com tecnologia e solução </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Através do CAL, ajudamos empresas a organizarem suas obrigações legais. <br><br>O CAL é um software de gestão de requisitos que usa a tecnologia e o corpo técnico de consultores da Ius para realizar análises assertivas sobre o cumprimento de obrigações legais que devem ser atendidas pela sua empresa. <br><br>A inteligência e engenharia do CAL permitem que você interprete e evidêncie em duplicidade e com otimização de tempo as obrigações que devem ser seguidas pela sua organização.<br><br>Com o CAL, você ganha tempo de forma simples, conectada, conciliando a tecnologia e o conhecimento de especialistas que ajudam a monitorar e levar a sua empresa a conseguir as principais certificações do mercado, incluindo a ISO 45001.<br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/certificacao-da-iso-9001/">Certificação da ISO 9001 | Seis passos para certificar sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<title>ISO 9001 &#124; O que é e como implementar na sua empresa</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/iso-9001/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 17:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Normas Certificadoras - ISO]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2019/03/shutterstock_1581833194-scaled-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Você sabe a finalidade da ISO 9001? Descubra neste artigo o que é o Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ) e sua norma certificadora, a ISO 9001. </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Você sabe a finalidade da ISO 9001? Descubra neste artigo o que é o Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ) e sua norma certificadora, a <strong>ISO 9001. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual setor é responsável por satisfazer o cliente em sua empresa? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já pensou que a qualidade do serviço pode e deve ser fruto de um trabalho conjunto e contínuo de todos os processos organizacionais? </p>



<h2 class="wp-block-heading">ISO 9001 e a Gestão de Qualidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir a qualidade de uma empresa não é uma tarefa fácil, principalmente quando é necessário mudar a cultura organizacional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Estabelecer uma padronização e sintonia entre os processos e atividades para tornar esse ciclo o mais natural possível é o segredo para implementar e monitorar um <strong><a href="https://blog.iusnatura.com.br/sistema-de-gestao-integrada/">Sistema de Gestão</a></strong> de Qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser um grande desafio, vamos te mostrar neste artigo que a partir de uma boa implementação a empresa terá:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Otimização dos processos de forma mais natural;</li>



<li>Colaboradores mais motivados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E o tão desejado <strong>selo </strong>de Qualidade será apenas uma consequência de um verdadeiro trabalho de qualidade 😉</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é Gestão de Qualidade?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Gestão da Qualidade&nbsp;consiste em um método administrativo que estimula a consciência da qualidade em todos os setores de uma empresa, em todos os processos e suas atividades, bem como no produto final gerado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, é uma gestão que possibilita a melhora contínua dos processos, mas que precisa ser implementada como uma cultura organizacional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os colaboradores precisam estar <strong>envolvidos </strong>para que seu sucesso seja alcançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal objetivo do Sistema de Gestão de Qualidade é a melhoria contínua de processos, ou seja, é uma sistemática de implementações eficazes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a empresa conseguir estabelecer isso, o cliente vai ficar satisfeito e os colaboradores vão ficar satisfeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esse ciclo precisa ser natural.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entenda a família ISO 9000</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É um conjunto de normas e guias internacionais para Sistema de Gestão de Qualidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>NBR ISO 9000</strong>: trata de Fundamentos e Vocabulário no Sistema de Gestão de Qualidade;</li>



<li><strong>NBR ISO 9001</strong>: dispõe sobre Requisitos&nbsp;no Sistema de Gestão de Qualidade;</li>



<li><strong>NBR ISO 9004</strong>: aduz sobre Diretrizes para Melhorias de Desempenho;</li>



<li><strong>NBR ISO 19011</strong>: estabelece Diretrizes para Auditorias de Sistema de Gestão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a ISO 9001?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">É uma <strong>metodologia </strong>que garante a capacidade de uma empresa fornecer, de forma coerente e padronizada, produtos e/ou serviços.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Breve histórico das suas versões</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>1987</strong>: Surgiu a primeira versão da norma ISO 9001.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esta norma estabelecia procedimentos, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, quando notou-se um aumento de falhas na fabricações de produtos (muitos deles militares);</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>1994</strong>: neste ano a norma sofreu sua primeira revisão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nela foi necessário a inclusão de ação preventiva implantada, focando mais em procedimentos e menos em gestão;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2000</strong>: na sua 3ª versão, a norma ganhou ênfase em processos, implementou o ciclo <strong><a href="https://www.siteware.com.br/metodologias/ciclo-pdca/">PDCA</a></strong> (já falamos sobre ele aqui no blog, <strong>confira</strong>) e melhoria contínua;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2008</strong>: a 4ª versão se tornou menos burocrática e passou a ser aplicada de forma mais genérica para produtos e serviços;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2015</strong>: neste ano iniciou o período de transição para o novo modelo da ISO 9001:2015, que teve fim em setembro de 2018. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A norma atualizada recebeu muitas mudanças e se alinhou ao <strong><a href="https://blog.iusnatura.com.br/tudo-sobre-iso-14001/">outros modelos</a></strong> de sistema de gestão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos apontar as principais mudanças em um tópico abaixo 😉</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como implantar a ISO 9001?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ela pode ser aplicada em empresas de qualquer setor econômico, justamente porque estabelece requisitos para processos e não para produtos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, cada empresa implementa o Sistema de Gestão de acordo com sua realidade e necessidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deve-se implementar também de acordo com a norma em si, uma vez que a qualidade do processo é relativa para cada tipo de atividade desempenhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, a empresa solicita ao órgão fiscalizador uma auditoria externa para avaliar se aquele Sistema atende aos requisitos da<strong> ISO 9001. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a obtenção do selo de qualidade, a empresa passa por <strong><a href="https://blog.iusnatura.com.br/passo-a-passo-da-auditoria-de-conformidade-legal-acl/">auditorias</a></strong> periódicas para a recertificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso é importante manter o Sistema de Gestão de Qualidade em dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, existem <strong>3 etapas</strong> para a implantação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Padronização: é subdividida em mapeamento de processos (quais são as atividades que compõem esses processos e quais são as críticas);</li>



<li>Gerenciamento de rotina (monitora os processos, <strong>indicadores</strong>, metas, frequências de coletas de dados e resultados);</li>



<li>Ajuste de documentação (parte mais burocrática).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além de trilhar esse caminho, para se ter êxito na implementação do sistema, a versão mais atualizada da ISO 9001, de 2015, definiu os princípios da qualidade, que devem ser observados.<strong> </strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7 Princípios da Qualidade</strong>:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Foco no Cliente</strong>: não basta ter o objetivo comum a todas as empresas (satisfazer o cliente). É preciso ir além: o cliente tem que ser encantado e fidelizado pelo atendimento pleno de todas as suas necessidades e expectativas; </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não há problema em uma empresa ter um problema, mas este se torna um risco preocupante quando a empresa identifica o problema e não sabe como solucioná-lo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Liderança</strong>: a alta diretoria não precisa focar 100% do seu tempo na otimização dos processos, mas é fundamental que ela esteja inteirada em como a gestão de qualidade está acontecendo nos setores;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pois cabe aos líderes motivarem os demais colaboradores por meio do interesse, do trabalho e do empenho;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Engajamento das Pessoas</strong>: a SGQ altera a cultura organizacional de uma empresa e as pessoas precisam estar engajadas, envolvidas em todas as etapas e processos para que esse trabalho se torne a essência da empresa e, consequentemente, um selo de qualidade; </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tornar esse ciclo natural, os clientes conseguem identificar essa sintonia;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Abordagem por Processos</strong>: para que os resultados sejam eficientes e reais é necessário ampliar a abordagem dos processos para obter uma visão sistêmica do funcionamento da empresa como um todo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Melhoria Contínua</strong>: é um dos segredos para alcançar a certificação na ISO 9001;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estimular, diariamente, a melhoria dos processos, produtos e serviços, para que se tenha uma padronização na qualidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tomada de Decisões Baseada em Fatos</strong>: todas as decisões dentro de um sistema de gestão de qualidade devem se tomadas com base em documentos, dados, planos de ação, análise de performance; </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">São registros que implicam diretamente na eficiência dos processos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gestão dos Relacionamentos</strong>: reconhecer, valorizar e beneficiar os colaboradores e fornecedores são estratégias de relacionamento que se tornam alianças e estabelecem confiança e respeito.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que certificar na ISO 9001?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter o Selo de Qualidade ISO 9001:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Assegura boas práticas de gestão e relacionamento corporativo;</li>



<li>Possibilita maior desenvolvimento entre os colaboradores;</li>



<li>Serve como incentivo para a busca da qualidade total do trabalho;</li>



<li>Propicia condições para maior competitividade no mercado;</li>



<li>Otimiza processos e reduz custos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E isso reflete na cultura da empresa, pois os colaboradores passam a pensar e trabalhar de forma mais crítica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cria-se então um novo conceito de produção: os trabalhadores se tornam mais participativos e o fluxo de informação melhora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E uma implantação de sucesso é quando a empresa é cobrada a ter resultados internamente, sem pensar no selo de qualidade que exibe para o mercado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E internalizar isso é a chave para o sucesso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Satisfazer o cliente será apenas uma consequência de um belo e contínuo trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os benefícios da ISO 9001?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da capacidade de enfrentar os concorrentes no mercado de trabalho;</li>



<li>Satisfação dos clientes;</li>



<li>Aumento da performance da operação;</li>



<li>Redução de custos com erros;</li>



<li>Aumento de lucro;</li>



<li>Otimização das relações no trabalho;</li>



<li>Ênfase na gestão de liderança;</li>



<li>Boa estruturação na abordagem de riscos e oportunidades organizacionais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E além das vantagens comerciais, em alguns casos, as empresas decidem em obter a certificação na ISO 9001 porque clientes e fornecedores normalmente escolhem&nbsp;apenas com instituições já certificadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 principais mudanças da ISO 9001:2015</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estrutura do Anexo SL;</li>



<li>Abordagem ampla da Gestão de Qualidade baseada no risco;</li>



<li>Consideração do contexto geral da organização;</li>



<li>Foco na liderança</li>



<li>Mudança de conceito do que é informação documentada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Por Ingrid Stockler e Tatyanne Werneck</strong></p>
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