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	<title>Kênia Xavier - Portal ESG em dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
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	<title>Kênia Xavier - Portal ESG em dia</title>
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	<item>
		<title>Saúde Mental e ESG: por que o bem-estar virou vantagem competitiva</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/saude-mental-e-esg-por-que-o-bem-estar-virou-vantagem-competitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/medium-shot-woman-stretching-work-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saúde mental é indicador ESG e risco ocupacional pela NR-1. Veja como integrar bem-estar à estratégia da empresa.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/saude-mental-e-esg-por-que-o-bem-estar-virou-vantagem-competitiva/">Saúde Mental e ESG: por que o bem-estar virou vantagem competitiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/medium-shot-woman-stretching-work-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Empresa que trata saúde mental como assunto só do RH está olhando para metade do problema. Desde que a NR-1 passou a exigir a gestão de riscos psicossociais, o tema virou também obrigação técnica de segurança do trabalho e indicador que aparece direto no pilar Social do ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você entende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por que saúde mental e ESG estão conectados</li>



<li>O que a legislação brasileira já exige das empresas </li>



<li>Quais ações práticas (sem virar um programa inflado) ajudam a reduzir risco e fortalecer a reputação</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-e-a-relacao-entre-saude-mental-e-esg" class="wp-block-heading"><strong>O que é a relação entre saúde mental e ESG?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde mental entra no pilar Social do ESG porque é um indicador direto de como a empresa trata quem trabalha nela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Programas de apoio psicológico, prevenção ao burnout e políticas de combate ao assédio já aparecem em relatórios de sustentabilidade como métrica social, ao lado de diversidade e segurança no trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ignorar o tema não é só uma lacuna reputacional no Brasil, mas legal.</p>



<h2 id="h-por-que-ignorar-riscos-psicossociais-custa-caro-para-a-empresa" class="wp-block-heading"><strong>Por que ignorar riscos psicossociais custa caro para a empresa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 26 de maio de 2026, o item 1.5.3.1.4 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) exige que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam identificados, avaliados e tratados dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com o mesmo nível de descrição exigido para riscos físicos, químicos e ergonômicos (item de inventário sujeito a fiscalização).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo de ignorar isso já aparece nos números. Segundo o Ministério da Previdência Social, 472.328 benefícios por incapacidade temporária foram concedidos em 2024 por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, um aumento de 68% em relação a 2023 (Fonte: Ministério da Previdência Social, <a href="https://www.gov.br/previdencia/pt-br/assuntos/previdencia-social/Dados-estatisticos-previdencia-social-e-inss/boletins-da-previdencia-social">Boletim Estatístico da Previdência Social</a>). Ansiedade e episódios depressivos lideram essas concessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender como a NR-1 trata especificamente esses riscos, veja também <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr-1-riscos-psicossociais/">Atualização da NR 1 e a Gestão dos Riscos Psicossociais nas Organizações</a>, aqui no blog da Ius.</p>



<h2 id="h-como-a-saude-mental-entra-nos-indicadores-esg" class="wp-block-heading"><strong>Como a saúde mental entra nos indicadores ESG?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O pilar Social do ESG inclui práticas de bem-estar, diversidade e segurança, e relatórios de sustentabilidade já incorporam métricas como programas de apoio psicológico, prevenção ao burnout e políticas de inclusão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas iniciativas fortalecem a cultura organizacional e aumentam a confiança de investidores, clientes e candidatos a vaga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale reforçar: o objetivo da gestão de riscos psicossociais não é avaliar a saúde mental individual de cada colaborador, mas as condições em que o trabalho é organizado (carga, prazos, clareza de papéis, relações no ambiente de trabalho).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mapear onde a empresa está hoje em relação a esses indicadores é o primeiro passo. O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL®</a> organiza as obrigações da NR-1 relacionadas a riscos psicossociais junto com as demais exigências de SST, evitando que o tema fique solto fora do PGR.</p>



<h2 id="h-que-acoes-praticas-fortalecem-saude-mental-e-esg-na-empresa" class="wp-block-heading"><strong>Que ações práticas fortalecem saúde mental e ESG na empresa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem transformar isso em um programa gigante, algumas ações concentram a maior parte do resultado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Canais de escuta confidenciais,</strong> para identificar sobrecarga e assédio antes que virem afastamento.</li>



<li><strong>Treinamento de lideranças</strong> para reconhecer sinais de esgotamento e agir cedo, não só depois do diagnóstico.</li>



<li><strong>Revisão de metas e jornadas</strong> nas áreas com maior rotatividade ou afastamento, já que esses dois indicadores costumam apontar onde o risco psicossocial está concentrado.</li>



<li><strong>Registro formal</strong> de cada ação dentro do PGR, com responsável e prazo. Ação sem registro, para efeito de fiscalização, não aconteceu.</li>
</ul>



<h2 id="h-reputacao-e-valor-de-mercado" class="wp-block-heading"><strong>Reputação e valor de mercado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresa que trata saúde mental com seriedade reduz custo com afastamento e rotatividade, e isso aparece tanto na conta quanto na imagem. Investidor e cliente que avaliam critérios ESG olham cada vez mais para como a empresa cuida de quem trabalha nela, não só para o discurso institucional.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde mental é um indicador ESG?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, entra no pilar Social, ao lado de diversidade e segurança no trabalho, e já aparece em relatórios de sustentabilidade como métrica de programas de apoio psicológico e prevenção ao burnout.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A NR-1 obriga as empresas a tratar riscos psicossociais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Desde 26 de maio de 2026, o item 1.5.3.1.4 da NR-1 exige que esses fatores estejam no inventário de riscos do PGR, com o mesmo nível de descrição de outros riscos ocupacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quantas pessoas se afastam do trabalho por saúde mental no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, foram 472.328 benefícios por incapacidade temporária concedidos por transtornos mentais e comportamentais, alta de 68% frente a 2023 (Fonte: Ministério da Previdência Social).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investir em saúde mental gera retorno financeiro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2016 na revista The Lancet Psychiatry, estimou que cada US$ 1 investido na ampliação global de tratamento de depressão e ansiedade gera um retorno de US$ 4 em saúde e capacidade de trabalho.</p>



<h2 id="h-proximo-passo" class="wp-block-heading"><strong>Próximo passo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde mental parou de ser só discurso de RH: virou item de PGR fiscalizável e indicador que o mercado observa no pilar Social do ESG.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida é sempre o mesmo, mapear onde a exposição está concentrada e registrar as ações tomadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber como estruturar isso na sua empresa? <a href="https://www.iusnatura.com.br/analise-maturidade-esg">Conheça a Análise de Maturidade ESG da Ius Natura</a> e comece pelo diagnóstico da sua situação atual.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão de Riscos Climáticos na Energia: como proteger operações contra enchentes, secas e ondas de calor</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-riscos-climaticos-na-energia-como-proteger-operacoes-contra-enchentes-secas-e-ondas-de-calor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25862</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/weather-effects-collage-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Enchentes, secas e ondas de calor afetam a energia elétrica no Brasil. Veja como gerir riscos climáticos e proteger sua operação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/weather-effects-collage-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O setor de energia é um dos mais expostos a eventos climáticos extremos. Enchente compromete infraestrutura e logística, seca reduz a geração hidrelétrica e onda de calor aumenta a demanda no pico. Para uma empresa que depende de fornecimento contínuo, cada um desses eventos vira risco operacional e financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você entende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que é gestão de riscos climáticos aplicada à energia</li>



<li>Quais eventos mais pesam no Brasil nos últimos anos</li>



<li>Como estruturar isso dentro da matriz de risco corporativa, sem transformar o tema em um projeto interminável</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-e-gestao-de-riscos-climaticos-no-setor-de-energia" class="wp-block-heading"><strong>O que é gestão de riscos climáticos no setor de energia?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gestão de riscos climáticos é o processo de identificar, avaliar e tratar dois tipos de exposição:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o <strong>risco físico</strong> (dano direto de eventos como enchente, seca e onda de calor sobre ativos e operação) </li>



<li>o <strong>risco de transição</strong> (custo de se adaptar a uma economia de baixo carbono, como novas normas de emissão ou mudança na demanda por energia limpa). </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa divisão em <strong>risco físico</strong> e risco de transição é a mesma usada pela norma internacional IFRS S2, referência para divulgação de informações climáticas por empresas.</p>



<h2 id="h-quais-os-principais-riscos-climaticos-para-o-setor-eletrico-brasileiro" class="wp-block-heading"><strong>Quais os principais riscos climáticos para o setor elétrico brasileiro?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Três eventos concentram a maior parte da exposição hoje:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Seca:</strong> o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) classificou o período 2023-2024 como um dos mais secos da série histórica iniciada em 1950, com a estiagem chegando a cobrir cerca de 59% do território nacional (Fonte: Cemaden, <a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/monitoramento/notas-tecnicas">notas técnicas de monitoramento de secas</a>). Como a matriz elétrica brasileira depende fortemente de hidrelétricas, esse tipo de evento pressiona o operador do sistema a acionar mais termelétricas, o que encarece a energia.</li>



<li><strong>Enchente:</strong> as chuvas de abril e maio de 2024 no Rio Grande do Sul afetaram ativos do Sistema Interligado Nacional (linhas de transmissão e usinas hidrelétricas na região), segundo nota técnica do Cemaden sobre o desastre (Fonte: Cemaden, <a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/monitoramento/notas-tecnicas">Nota Técnica nº 469/2024/SEI-CEMADEN</a>).</li>



<li><strong>Onda de calor:</strong> picos de temperatura elevam o uso de ar-condicionado e equipamentos de refrigeração, empurrando a demanda por eletricidade para novos recordes em curtos períodos, o que exige capacidade extra de geração exatamente quando o sistema já está sob pressão.</li>
</ul>



<h2 id="h-como-integrar-riscos-climaticos-a-matriz-de-risco-corporativa" class="wp-block-heading"><strong>Como integrar riscos climáticos à matriz de risco corporativa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é parar de tratar clima como assunto de sustentabilidade isolado e cruzá-lo com a matriz de risco que a empresa já usa para risco financeiro, operacional e regulatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa mapear, para cada ativo ou operação crítica, <strong>a exposição a seca, enchente e onda de calor</strong>, e <strong>conectar esse mapeamento a um plano de contingência</strong> com responsável e prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas de capital aberto também precisam acompanhar de perto o tema no radar regulatório: a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) chegou a tornar obrigatório, a partir de 2026, o reporte de informações climáticas com base na norma internacional IFRS S2, mas a Resolução CVM nº 244/2026 alterou esse cenário e encerrou o caráter obrigatório do relatório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda o que mudou em <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-244-relatorio-sustentabilidade/">Resolução CVM 244: fim do reporte de sustentabilidade obrigatório e o que isso significa para sua empresa</a>, aqui no blog da Ius.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para organizar esse cruzamento entre exposição climática e obrigações legais, o <a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen</a> ajuda a estruturar a gestão ambiental e de sustentabilidade da empresa em um só lugar.</p>



<h2 id="h-como-transformar-resiliencia-climatica-em-diferencial-competitivo" class="wp-block-heading"><strong>Como transformar resiliência climática em diferencial competitivo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresa que já mapeou sua exposição a seca, enchente e onda de calor consegue negociar contratos de energia com mais previsibilidade, reduzir custo com manutenção emergencial e responder mais rápido a interrupções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso também vira argumento de venda: cliente e investidor cada vez mais perguntam como a operação se comporta diante de um evento climático extremo, não apenas quais são as metas de longo prazo.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são risco físico e risco de transição climática?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Risco físico é o dano direto de um evento climático (enchente, seca, onda de calor) sobre ativos e operação. Risco de transição é o custo de se adaptar a uma economia de baixo carbono, como novas normas de emissão. Os dois compõem a mesma matriz de risco climático usada por normas como a IFRS S2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empresas no Brasil são obrigadas a reportar riscos climáticos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade prevista pela CVM para 2026 (com base na IFRS S2) foi alterada pela Resolução CVM nº 244/2026, que encerrou o caráter obrigatório do relatório de sustentabilidade. Vale acompanhar o tema, já que a regulamentação sobre divulgação climática segue em movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como a seca afeta o preço da energia elétrica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em período de seca prolongada, a geração hidrelétrica cai e o sistema passa a depender mais de termelétricas, que têm custo de geração mais alto, o que pressiona o preço da energia no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que uma empresa pode fazer para se proteger de apagões e enchentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversificar fontes de energia (incluindo geração distribuída própria), mapear ativos críticos expostos a risco climático e manter um plano de contingência atualizado, com responsável e prazo definidos para cada cenário.</p>



<h2 id="h-proximo-passo" class="wp-block-heading"><strong>Próximo passo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gestão de riscos climáticos na energia não é sobre prever o próximo desastre, mas sobre estar pronto quando ele acontecer. Isso significa ter a exposição mapeada, o plano de contingência testado e a operação com múltiplas fontes de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber como estruturar essa gestão na sua empresa? <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-esg">Agende uma consultoria especializada com a Ius Natura</a> e comece pelo diagnóstico da sua exposição climática atual.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Energia Sustentável: como a transição energética reduz custos e riscos para as empresas</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/energia-sustentavel-como-a-transicao-energetica-reduz-custos-e-riscos-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/wind-power-plant-solar-pannels-low-angle-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>A transição energética reduz custos, riscos regulatórios e fortalece o ESG das empresas. Veja como aplicar na sua operação</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/energia-sustentavel-como-a-transicao-energetica-reduz-custos-e-riscos-para-as-empresas/">Energia Sustentável: como a transição energética reduz custos e riscos para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/09/wind-power-plant-solar-pannels-low-angle-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Empresa presa a uma única fonte de energia sente primeiro qualquer alta no preço da luz ou mudança na regulação. A transição energética (a troca gradual de combustíveis fósseis por fontes renováveis e por ganhos de eficiência no consumo) pesa direto na planilha de custos e no apetite de investidores e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você entende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que muda na prática ao diversificar a matriz energética da empresa</li>



<li>Quais políticas e linhas de financiamento apoiam esse movimento no Brasi</li>



<li>Como conectar a transição energética à estratégia ESG sem parar a operação</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-e-transicao-energetica-para-uma-empresa" class="wp-block-heading"><strong>O que é transição energética para uma empresa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Transição energética corporativa é o processo de substituir, total ou parcialmente, fontes fósseis (diesel, óleo combustível, parte da energia comprada da rede convencional) por fontes renováveis e por eficiência energética nos processos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, aparece em três frentes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>geração própria (solar, eólica)</li>



<li>contratação no mercado livre de energia com fonte incentivada </li>



<li>redução do consumo por meio de eficiência energética</li>
</ul>



<h2 id="h-por-que-a-matriz-energetica-pesa-no-risco-corporativo" class="wp-block-heading"><strong>Por que a matriz energética pesa no risco corporativo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresa dependente de uma única fonte carrega volatilidade de preço e exposição regulatória.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em anos de seca prolongada, por exemplo, o sistema elétrico passa a acionar mais termelétricas para compensar a queda na geração hidrelétrica, o que encarece a energia entregue à rede.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversificar a matriz reduz essa exposição e dá mais previsibilidade orçamentária, principalmente para empresas de consumo intensivo.</p>



<h2 id="h-como-a-transicao-energetica-se-conecta-a-agenda-esg" class="wp-block-heading"><strong>Como a transição energética se conecta à agenda ESG?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fonte renovável adotada significa menos emissão de gases de efeito estufa, o que fortalece diretamente o pilar ambiental do ESG.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa conexão ficou ainda mais explícita com a revisão da <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nova-versao-iso-14001/">ISO 14001, prevista para 2026</a>, que passa a cobrar das organizações maior capacidade de antecipar riscos climáticos e de reduzir emissões ao longo de toda a cadeia de valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de escolher a nova fonte de energia, vale mapear quais exigências (ambientais, tributárias, de licenciamento) incidem sobre ela. O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL®</a> centraliza esse mapeamento e avisa a empresa sempre que a legislação aplicável muda.</p>



<h2 id="h-que-politica-e-financiamento-sustentam-a-transicao-energetica-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>Que política e financiamento sustentam a transição energética no Brasil?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Três movimentos concretos dão base a esse processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Política Nacional de Transição Energética (PNTE):</strong> instituída pela <a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/mme-lanca-consulta-publica-do-plano-nacional-de-transicao-energetica">Resolução CNPE nº 5, de 26 de agosto de 2024</a>, que criou também o Plano Nacional de Transição Energética (Plante) e o Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) para orientar a descarbonização da matriz energética nacional.</li>



<li><strong>Fundo Clima (BNDES):</strong> linha de financiamento dedicada a projetos de transição energética (geração solar e eólica, biomassa, eficiência energética), com taxas que variam conforme o tipo de projeto (Fonte: BNDES).</li>



<li><strong>Mercado de carbono:</strong> a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-15042-11-dezembro-2024-796690-normaatualizada-pl.pdf">Lei nº 15.042, de 11 de dezembro de 2024</a> instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que passa a regular instalações que emitem acima de 10 mil toneladas de CO₂ equivalente por ano e cria um caminho para empresas gerarem créditos a partir de projetos de energia renovável.</li>
</ul>



<h2 id="h-como-transformar-a-transicao-energetica-em-vantagem-competitiva" class="wp-block-heading"><strong>Como transformar a transição energética em vantagem competitiva?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que reduzem a dependência de combustíveis fósseis cortam custo operacional, ganham previsibilidade tarifária e se posicionam melhor diante de clientes e investidores que já cobram baixa pegada de carbono na cadeia de fornecimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem se antecipa também chega mais preparado ao mercado de carbono, em vez de correr atrás da conformidade quando a exigência já virou obrigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa está avaliando por onde começar, <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-esg">conheça os serviços ESG da Ius Natura</a> e receba um diagnóstico sobre maturidade energética e ambiental.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é transição energética corporativa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É o processo de substituir fontes fósseis por fontes renováveis e ganhar eficiência no consumo de energia, reduzindo custo e exposição a riscos regulatórios e de preço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toda empresa precisa fazer a transição energética?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma obrigação geral nesse sentido, mas empresas de consumo intensivo de energia e as sujeitas ao Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE, acima de 10 mil toneladas de CO₂ equivalente por ano) sentem a pressão regulatória primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a PNTE?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Política Nacional de Transição Energética, instituída pela Resolução CNPE nº 5/2024, que orienta os esforços do governo federal para descarbonizar a matriz energética brasileira por meio do Plante e do Fonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transição energética exige um investimento inicial alto?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depende do formato escolhido. Geração própria (como placas solares) costuma exigir mais capital inicial, mas o mercado livre de energia com fonte renovável e a eficiência energética têm barreira de entrada menor e retorno mais rápido.</p>



<h2 id="h-proximo-passo" class="wp-block-heading"><strong>Próximo passo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversificar a matriz energética é uma decisão que une redução de custo, menor exposição a risco regulatório e fortalecimento do ESG. O primeiro passo é mapear onde a operação está mais exposta hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer entender como aplicar a transição energética na sua empresa? <a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta com a Ius Natura</a> e avalie, com um especialista, o caminho mais adequado para o seu negócio.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/energia-sustentavel-como-a-transicao-energetica-reduz-custos-e-riscos-para-as-empresas/">Energia Sustentável: como a transição energética reduz custos e riscos para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL): do Protocolo de Kyoto ao mercado de carbono brasileiro</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/mecanismo-de-desenvolvimento-limpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 18:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25341</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/25892-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fumaça saindo de fábricas em uma área industrial" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>O que é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), por que ele está sendo substituído pelo Artigo 6.4 do Acordo de Paris e o que muda com o SBCE.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/mecanismo-de-desenvolvimento-limpo/">Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL): do Protocolo de Kyoto ao mercado de carbono brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/08/25892-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Fumaça saindo de fábricas em uma área industrial" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)</strong> foi um dos principais instrumentos internacionais de mercado de carbono das últimas duas décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado pelo Protocolo de Kyoto, ele permitiu que projetos brasileiros de redução de emissões gerassem créditos negociáveis. Muitos materiais empresariais, porém, ainda tratam o MDL como uma estratégia disponível hoje, e isso já não corresponde à realidade regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 29 de novembro de 2021, o Brasil suspendeu a emissão de cartas de aprovação para novos projetos de MDL, e os projetos ativos passaram a migrar para o <strong>mecanismo do Artigo 6.4 do Acordo de Paris</strong>. Em paralelo, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-15042-11-dezembro-2024-796690-publicacaooriginal-173745-pl.html">Lei nº 15.042/2024</a> criou o mercado de carbono regulado brasileiro, o SBCE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que foi o MDL</li>



<li>Por que ele está sendo substituído</li>



<li>O que muda com o Artigo 6.4 </li>



<li>Como as empresas brasileiras devem se posicionar diante do novo arcabouço de precificação de carbono</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-e-o-mecanismo-de-desenvolvimento-limpo-mdl" class="wp-block-heading"><strong>O que é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O MDL é um dos mecanismos de flexibilização criados pelo Protocolo de Kyoto (1997), previsto no Artigo 12.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele permitie que países desenvolvidos (do Anexo I) <strong>financiassem projetos de redução de emissões</strong> em países em desenvolvimento e recebessem créditos para compensar suas próprias emissões.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada tonelada de CO<sub>2</sub>e evitada gerava uma <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/cgcl/paginas/teste2">Redução Certificada de Emissão (RCE)</a>, o crédito negociável do mecanismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil, como país em desenvolvimento, <strong>não tinha metas obrigatórias de redução</strong>, mas podia sediar projetos e gerar créditos. Na prática, o MDL funcionou como um <strong>canal de transferência de tecnologia e de investimento para projetos de energia limpa, eficiência energética e florestas</strong>.</p>



<h2 id="h-por-que-o-mdl-esta-sendo-substituido" class="wp-block-heading"><strong>Por que o MDL está sendo substituído?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2020, <strong>o Acordo de Paris substituiu a lógica do Protocolo de Kyoto</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Acordo de Paris estabelece compromissos para todos os países (as Contribuições Nacionalmente Determinadas, ou NDCs), e não apenas para os desenvolvidos. Isso tornou o desenho original do MDL incompatível com o novo sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se adequar às decisões da CMP-16 e da CMA-3, a Autoridade Nacional Designada do Brasil decidiu <strong>suspender o recebimento de solicitações de cartas de aprovação para novos projetos de MDL a partir de 29 de novembro de 2021</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos e programas já registrados podem <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-divulga-segundo-resultado-parcial-da-transicao-de-projetos-do-mdl-para-mecanismo-de-credito-do-acordo-de-paris">solicitar a transição para o mecanismo do Artigo 6.4 do Acordo de Paris</a>.</p>



<h2 id="h-o-mecanismo-do-artigo-6-4-o-que-substitui-o-mdl" class="wp-block-heading"><strong>O mecanismo do Artigo 6.4: o que substitui o MDL</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Artigo 6.4 do Acordo de Paris cria um mecanismo de crédito de carbono supervisionado pela ONU, o Mecanismo de Crédito do Acordo de Paris (PACM).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele sucede o MDL, mas com critérios mais rigorosos: <strong>os projetos precisam comprovar adicionalidade</strong> (reduções que não ocorreriam sem o projeto), <strong>permanência</strong> (benefício duradouro) e <strong>salvaguardas</strong> <strong>socioambientais</strong>, além de passar <strong>por validação e verificação independentes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a análise dos pedidos de transição é coordenada pelo Departamento de Instrumentos de Mercado e REDD+, que apoia a Secretaria Nacional de Mudança do Clima na função de Autoridade Nacional Designada para o Artigo 6.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria GM/MMA nº 1.479/2025 estabeleceu os procedimentos para análise desses pedidos, e o MMA já divulgou <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-divulga-resultado-parcial-da-transicao-de-projetos-e-programas-do-mdl-para-mecanismo-do-acordo-de-paris">resultados parciais de aprovação da transição</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transição entre mecanismos exige acompanhar normas, portarias e prazos que mudam com frequência. Com o CAL®, sua equipe monitora em um só lugar os requisitos legais aplicáveis à operação. <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-muda-para-as-empresas-brasileiras-o-sbce" class="wp-block-heading"><strong>O que muda para as empresas brasileiras: o SBCE</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No plano nacional, o marco que passa a orientar a agenda de carbono das empresas é o <strong>Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE)</strong>, instituído pela <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-15042-11-dezembro-2024-796690-publicacaooriginal-173745-pl.html">Lei nº 15.042/2024</a>, publicada no Diário Oficial da União em 12 de dezembro de 2024. É um mercado regulado, operado sob a lógica de limitação de emissões (cap and trade).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SBCE opera com dois ativos principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cota Brasileira de Emissões (CBE):</strong> dá ao operador o direito de emitir uma tonelada de CO2 equivalente.</li>



<li><strong>Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE):</strong> comprova a redução ou remoção de uma tonelada de CO2 equivalente, seguindo metodologia credenciada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado se divide em regulado (empresas e setores obrigados por lei a limitar emissões) e voluntário (participação espontânea).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A implementação é gradual</strong>: há um período de regulamentação, seguido de monitoramento obrigatório dos grandes emissores e, depois, da alocação das CBEs e do início do mercado regulado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender as fases em detalhe, veja também os artigos do blog da Ius sobre a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-federal-15-042-24/">Lei nº 15.042/24 e o SBCE</a> e sobre os <a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-mercado-de-carbono/">desafios de implementação do novo mercado de carbono</a>.</p>



<h2 id="h-como-as-empresas-podem-se-preparar-a-conexao-com-o-esg" class="wp-block-heading"><strong>Como as empresas podem se preparar (a conexão com o ESG)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o MDL em transição e o SBCE em implementação, as práticas de descarbonização passam a ter peso de conformidade. As principais frentes que uma empresa pode estruturar são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Energia renovável e eficiência energética</strong>: reduzir emissões da operação e a exposição a custos de carbono.</li>



<li><strong>Economia circular e gestão de resíduos:</strong> diminuir resíduos e recuperar materiais, reduzindo a pegada da cadeia.</li>



<li><strong>Reflorestamento e REDD+:</strong> gerar remoções, com atenção à integridade dos créditos (projetos mal verificados alimentam os chamados créditos fantasmas).</li>



<li><strong>Transição da frota:</strong> eletrificação e uso de biocombustíveis para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No ESG, esses movimentos se traduzem em três dimensões:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ambiental (E)</strong> &#8211; pela redução e remoção de emissões</li>



<li><strong>Social (S)</strong> &#8211; pela geração de empregos locais e envolvimento de comunidades</li>



<li><strong>Governança (G) </strong>&#8211; pela transparência dos relatórios e pela integração da agenda climática à estratégia da empresa</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além das frentes de descarbonização, a governança climática passa a ser um eixo central da conformidade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios como o TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures) e o ISSB (International Sustainability Standards Board) já são referência internacional e tendem a se tornar obrigatórios em diversos mercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses frameworks exigem que as empresas divulguem riscos e oportunidades relacionados ao clima, estratégias de mitigação e métricas de emissões. No contexto brasileiro, a integração desses relatórios com o SBCE fortalece a transparência e prepara as companhias para auditorias regulatórias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O MDL cumpriu seu papel como mecanismo pioneiro de mercado de carbono, mas não é mais o caminho para novos projetos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agenda de carbono das empresas brasileiras hoje se organiza em torno do Artigo 6.4 (no plano internacional) e do SBCE (no plano nacional).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem mapeia as próprias emissões, acompanha a regulamentação e estrutura a governança climática chega preparado à fase obrigatória do mercado regulado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius apoia empresas na gestão de requisitos legais ambientais e na estruturação da agenda ESG. <a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-esg">Conheça os Serviços ESG da Ius</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Técnico Industrial: Quais são suas funções e obrigações legais</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/tecnico-industrial-funcoes-e-obrigacoes-legais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24533</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-18.06.37-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="técnico industrial" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saiba como garantir compliance técnico, evitar autuações e proteger sua empresa com a gestão adequada de profissionais industriais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-18.06.37-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="técnico industrial" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O papel do Técnico Industrial envolve desde a elaboração desde projetos técnicos manutenção em equipamentos à planejamento, execução e supervisão de processos produtivos e controle de qualidade operacional Trata-se de um profissional de nível médio, regulamentado no Brasil, que desempenha funções essenciais para a conformidade legal e para a segurança dos processos produtivos.<br><br>Neste artigo, vamos explorar, inicialmente, as funções do Técnico Industrial, bem como esclarecer quando é obrigatório o seu registro junto ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais dos Técnicos Industriais (CFT/CRT). Além disso, serão detalhadas as obrigações legais que envolvem tanto o profissional quanto as empresas que o contratam. Dessa forma, essa prática torna-se crucial para evitar passivos trabalhistas, autuações e riscos operacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1" id="h-formacao-e-responsabilidade-do-tecnico-industrial" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Formação e Responsabilidade do técnico industrial:</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Técnico Industrial é habilitado para atuar em diversas áreas como mecânica, elétrica, eletrônica, química, segurança do trabalho, entre outras. Seu papel vai além da execução prática: ele pode assumir responsabilidade técnica em projetos e serviços, o que significa responder legalmente pela conformidade e segurança das atividades realizadas.<br><br>Entre suas atribuições estão:</p>



<ul style="font-size:16px" class="wp-block-list">
<li>Instalação e manutenção de equipamentos industriais.</li>



<li>Supervisão de processos produtivos.</li>



<li>Emissão de Termo de Responsabilidade Técnica (TRT).</li>



<li>Apoio a engenheiros e gestores na implementação de normas técnicas e regulatórias.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2" id="h-base-legal-e-obrigatoriedade-de-registro" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Base legal e obrigatoriedade de registro</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O exercício da profissão exige, primeiramente, registro ativo junto ao Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT), que, por sua vez, é vinculado ao Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT). Além disso, esse registro é obrigatório sempre que o técnico desempenha funções que envolvem responsabilidade técnica ou, ainda, quando emite documentos que comprovam sua habilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong></p>



<ul style="font-size:16px" class="wp-block-list">
<li>Lei nº 13.639/2018: Cria o Conselho Federal dos Técnicos Industriais e regulamenta a profissão de Técnico Industrial.</li>



<li>Resoluções do CFT: Definem atribuições, responsabilidades e exigências para emissão de TRT.</li>



<li>Normas Regulamentadoras (NRs): Estabelecem critérios técnicos de segurança e saúde ocupacional que podem demandar atuação do Técnico Industrial.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/ius-weex"><img decoding="async" width="1216" height="224" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Ius-Weex.jpg" alt="" class="wp-image-22865" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Ius-Weex.jpg 1216w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Ius-Weex-300x55.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Ius-Weex-1024x189.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Ius-Weex-768x141.jpg 768w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3" id="h-obrigacoes-do-tecnico-industrial" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Obrigações do Técnico Industrial</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As obrigações do Técnico Industrial incluem, primeiramente, manter o registro ativo junto ao CRT da região de atuação. Além disso, é necessário realizar o pagamento da anuidade ao conselho. Da mesma forma, deve-se emitir a TRT sempre que assumir responsabilidade técnica. Adicionalmente, é fundamental garantir a manutenção do acervo técnico atualizado. Por fim, é indispensável cumprir as normas éticas e técnicas estabelecidas pelo CFT.</p>



<ul style="font-size:16px" class="wp-block-list">
<li>Manter registro ativo junto ao CRT da região de atuação.</li>



<li>Pagamento de anuidade ao conselho.</li>



<li>Emissão de TRT sempre que assumir responsabilidade técnica.</li>



<li>Manutenção de acervo técnico atualizado.</li>



<li>Cumprimento das normas éticas e técnicas estabelecidas pelo CFT.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4" id="h-obrigacoes-das-empresas" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Obrigações das empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>As empresas que possuam em seu quadro de funcionários profissionais técnicos industriais para execução de atividades devem observar rigorosamente as exigências legais aplicáveis a esses profissionais, tais como:</p>



<ul style="font-size:16px" class="wp-block-list">
<li>Verificar se a atividade executada exige responsabilidade técnica e, nesse caso, contratar profissional habilitado.</li>



<li>Exigir documentação: registro no CRT, TRT e certidões de regularidade.</li>



<li>Garantir vínculo formal do técnico à empresa quando houver exigência legal.</li>



<li>Evitar riscos jurídicos e operacionais, já que a ausência de profissional habilitado pode gerar multas, interdições e responsabilização civil e criminal.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Técnico Industrial é peça-chave para garantir a conformidade legal e a segurança operacional em ambientes industriais. Seu registro junto ao CFT/CRT não é apenas uma exigência burocrática, mas uma medida que protege empresas contra riscos regulatórios e assegura qualidade nos processos.<br><br>Ignorar essa necessidade pode gerar passivos trabalhistas, autuações e prejudicar a reputação da organização. Por isso, é essencial que grandes empresas adotem práticas de compliance técnico e exijam a documentação adequada de seus profissionais.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/passo-a-passo-para-a-sipat-2026/">Passo a passo para uma SIPAT eficaz</a></p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6" id="h-como-a-ius-pode-te-ajudar" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode te ajudar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>A gestão das obrigações legais do Técnico Industrial vai além do domínio técnico; <strong>além disso</strong>, exige uma compreensão integrada da legislação, alinhada às práticas de compliance e segurança operacional. <strong>Nesse sentido</strong>, contar com uma consultoria jurídica especializada e ferramentas de identificação normativa torna-se essencial para garantir eficiência e conformidade. <strong>Assim</strong>, a Ius está pronta para apoiar você em cada etapa do gerenciamento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="http://iusnatura.com.br/cal/demonstracao" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL.jpg" alt="" class="wp-image-24409" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL.jpg 1216w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-300x81.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-1024x278.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CAL-768x208.jpg 768w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>
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		<title>Saiba como aplicar ESG na sua empresa e garantir uma gestão empresarial moderna</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/aplicacao-esg-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kênia Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 19:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2021/01/2148347287-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Como aplicar ESG na sua empresa" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Para compreeder como aplicar ESG na sua empresa e garantir uma gestão organizacional moderna e alinhada à boas práticas do mercado, é de suma importância, primeiramente, conhecermos um pouco mais sobre o conceito desta sigla. A sigla ESG que significa Environmental, Social and Governance, corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança. O pilar ambiental [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2021/01/2148347287-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Como aplicar ESG na sua empresa" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Para compreeder como aplicar ESG na sua empresa e garantir uma gestão organizacional moderna e alinhada à boas práticas do mercado, é de suma importância, primeiramente, conhecermos um pouco mais sobre o conceito desta sigla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sigla ESG que significa <em>Environmental, Social and Governance</em>, corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pilar <strong>ambiental </strong>refere-se ao impacto que uma empresa tem no meio ambiente, como exemplos: as emissões de gases de efeito estufa e gestão de resíduos. O <strong>social </strong>refere-se ao impacto da empresa nas comunidades e na vida das pessoas, abrangendo temas como direitos humanos e condições de trabalho. Já o pilar de <strong>governança </strong>se relaciona com a forma que a empresa é administrada, sua transparência e posicionamento das lideranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ESG ganhou destaque no mundo corporativo e com a crescente conscientização sobre questões ambientais e sociais, os investidores, os consumidores e outras partes interessadas estão cada vez mais exigindo que as empresas contribuam para o bem-estar da sociedade e do planeta, e não apenas visem o lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois bem, dentre as vantagens de sua implementação, destaca-se a atração de investidores, melhor reputação, visibilidade da marca, conformidade regulatória e principalmente a redução de riscos.<br><br></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9" id="h-mas-afinal-como-aplicar-o-esg-na-sua-empresa"><strong>Mas afinal, como aplicar o ESG na sua empresa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente realize uma avaliação interna para entender onde sua organização se encontra em relação aos critérios ESG, o que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Execução de auditorias ambientais;</li>



<li>Pesquisas de clima organizacional;</li>



<li>A busca pela percepção dos funcionários sobre a cultura da empresa e as práticas sociais;- &nbsp; &nbsp; </li>



<li>A avaliação da estrutura de governança existente e a eficácia das práticas de liderança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida é necessário definir metas e objetivos baseando-se na avaliação do status atual, e o estabelecimento de objetivos mensuráveis, alcançáveis e relevantes para cada um dos componentes do ESG.&nbsp;<br><br>Investir em treinamentos, também é um ótima alternativa para quem deseja aplicar ESG na sua empresa, isso porque, visando educar os funcionários sobre a importância do tema e como eles podem contribuir neste processo, promove conscientização e engajamento das equipes, algo crucial para o sucesso da implementação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante realizar o monitoramento e avaliação contínua de forma a avaliar o progresso das metas propostas, elaborando relatórios periódicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto relevante na gestão é o relacionamento com os <em>Stakeholders</em>, pois o feedback deles é valioso para o aprimoramento das práticas de ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, um bom processo de comunicação, a fim de manter a transparência na gestão empresarial feito através de relatórios anuais, comunicados de imprensa e atualizações nas redes sociais contribui para um bom posicionamento de mercado e transparência das ações da organização.&nbsp;<br><br></p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10" id="h-caminhos-para-aplicar-o-esg-na-organizacao"><strong>Caminhos para aplicar o ESG na organização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">São inúmeros os caminhos que as empresas podem trilhar para atender as práticas de ESG no mercado. Dentre elas, podemos citar o acompanhamento e atendimento as Normas Regulamentadoras e Legislações diárias. <br><br>Atender as ISOs: 9001, 14001 e 45001 é um caminho assertivo para empresas que buscam excelência em qualidade, meio ambiente e saúde e segurança ocupacional. A gestão geral de requisitos legais, também é uma boa estratégia para empresas que desejam o alinhamento legal respeitando todos os seus stakeholders. <br><br>Para auxiliar no entendimento de como estar em conformidade com: ISOs, NRs e demais normas legais, pode contribuir para uma gestão empresarial segura e benéfica, trouxemos uma live que aprofunda nesta temática. </p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="6 passos básicos para certificar uma empresa na ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/TaPRT4XHfyU?start=28&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, podemos dizer que aplicar o ESG na sua organização é uma tarefa que precisa ser executada em constante movimento. Pensando em mais uma forma de auxiliar você na expansão da sua compreensão sobre olhar o ESG como um todo e assim, evoluir a sua gestão, separamos um artigo sobre conformidade legal e seus impactos para empresas que desejam alinhar-se com boas práticas do mercado.</p>


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<p class="wp-block-paragraph">Por fim, aplicar ESG na sua empresa é um processo contínuo que requer comprometimento e dedicação! Se você deseja facilitar este processo na sua organização, conte com consultorias especializadas, um bom sistema de gestão integrada e plataformas para controle da conformidade legal.<br><br><strong>A Ius esta disponível para ajudar você nessa missão!</strong></p>
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