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	<title>Isabella Diniz - Portal ESG em dia</title>
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	<link>https://blog.iusnatura.com.br/colunistas/isabella-diniz/</link>
	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 20:14:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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	<title>Isabella Diniz - Portal ESG em dia</title>
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	<item>
		<title>Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda os desafios regulatórios do compliance ambiental offshore e como gerenciar riscos, auditorias e fornecedores em operações marítimas.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/compliance-ambiental-offshore/">Compliance ambiental em operações offshore: os desafios regulatórios e os riscos que as empresas já precisam gerenciar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/286-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Exploração e produção de petróleo e gás offshore" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore sempre estiveram associadas a elevados níveis de complexidade operacional, rigor regulatório e exposição a riscos ambientais relevantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, esse cenário passou a exigir das empresas um<strong> nível ainda maior de governança, rastreabilidade e controle sobre aspectos ambientais, regulatórios e operacionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://iusnatura.com.br/">Gestão da conformidade legal, de terceiros e do licenciamento ambiental: tudo isso é Ius</a>. Entre em contato com nossa equipe para saber como podemos apoiar o compliance da sua operação offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns fatores estão transformando a gestão ambiental offshore em um tema estratégico dentro das organizações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da pressão relacionada às agendas ESG</li>



<li>Intensificação das fiscalizações ambientais</li>



<li>Fortalecimento das exigências de compliance </li>



<li>Ampliação das responsabilidades corporativas </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, empresas que atuam com apoio marítimo, óleo e gás, operações portuárias, logística offshore, transferência de cargas, operações ship-to-ship e atividades embarcadas precisam lidar simultaneamente com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Requisitos ambientais</li>



<li>Exigências marítimas</li>



<li>Obrigações regulatórias</li>



<li>Controles operacionais</li>



<li>Gestão de terceiros</li>



<li>Auditorias</li>



<li>Condicionantes ambientais</li>



<li>Requisitos contratuais de clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o compliance ambiental offshore demanda, cada vez mais, estruturas de gestão contínua de riscos, evidências e conformidade operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você confere <strong>detalhes dos desafios atuais das operações offshore </strong>e <strong>como a tecnologia pode ser uma aliada </strong>nesse processo.</p>



<h2 id="h-por-que-o-ambiente-regulatorio-offshore-e-tao-complexo" class="wp-block-heading"><strong>Por que o ambiente regulatório offshore é tão complexo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As operações offshore envolvem a atuação simultânea de diferentes órgãos reguladores e estruturas normativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da atividade executada, as empresas podem precisar atender exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)</li>



<li>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</li>



<li>Marinha do Brasil</li>



<li>Órgãos ambientais estaduais</li>



<li>Normas internacionais marítimas</li>



<li>Convenções internacionais</li>



<li>Requisitos contratuais de operadoras e clientes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, operações offshore frequentemente precisam gerenciar de forma simultânea obrigações relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">Licenciamento ambiental</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos</a></li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/mercado-regulado-de-carbono-sbce/">Emissões atmosféricas</a></li>



<li>Prevenção da poluição hídrica</li>



<li>Resposta a emergências ambientais</li>



<li>Produtos perigosos</li>



<li>Gestão de efluentes</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Requisitos de saúde e segurança</li>



<li>Auditorias ambientais e operacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dessas obrigações tem base em normas específicas, o que aumenta a necessidade de integração entre áreas técnicas, de operação, compliance, meio ambiente, saúde e segurança e de gestão documental.</p>



<h2 id="h-como-funciona-a-responsabilidade-ambiental-no-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a responsabilidade ambiental no setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O setor offshore opera em atividades de elevado potencial poluidor e, por isso, sob forte pressão regulatória e fiscalizatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a responsabilidade civil ambiental tem natureza objetiva, conforme o art. 14, § 1º, da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a>. Isso significa que <strong>empresas podem ser responsabilizadas independentemente da comprovação de culpa </strong>em situações que envolvam danos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das responsabilidades civil e administrativa, determinadas ocorrências também podem gerar desdobramentos criminais, especialmente em cenários que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Derramamentos</li>



<li>Descarte irregular de resíduos</li>



<li>Poluição hídrica</li>



<li>Falhas operacionais</li>



<li>Descumprimento de condicionantes ambientais</li>



<li>Irregularidades em operações marítimas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em operações offshore, pequenos desvios operacionais podem gerar impactos ambientais e reputacionais relevantes. Por isso, <strong>o nível de rastreabilidade e controle exigido das organizações tende a ser maior</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento pode resultar em<strong> multas, interdição de atividades e perda de licenças</strong>, o que reforça a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/conformidade-legal-ambiental-gestao-e-riscos-esg/">conformidade legal ambiental</a> como principal barreira contra riscos e prejuízos.</p>



<h2 id="h-por-que-a-gestao-de-terceiros-e-fornecedores-offshore-exige-mais-atencao" class="wp-block-heading"><strong>Por que a gestão de terceiros e fornecedores offshore exige mais atenção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das operações offshore depende de estruturas altamente terceirizadas. Isso envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embarcações de apoio</li>



<li>Fornecedores marítimos</li>



<li>Operadores logísticos</li>



<li>Empresas de resíduos</li>



<li>Prestadores de serviço embarcados</li>



<li>Operações ship-to-ship</li>



<li>Fornecedores especializados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como consequência, <strong>aumenta a exposição das organizações a riscos </strong>associados à cadeia de terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, auditorias e processos de due diligence ampliaram a cobrança relacionada à:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homologação de fornecedores</li>



<li>Avaliação de requisitos legais</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Gestão de evidências</li>



<li>Monitoramento de conformidade</li>



<li>Capacitação operacional</li>



<li>Controle ambiental de terceiros</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com processos frágeis de controle sobre fornecedores offshore<strong> tendem a enfrentar maior exposição regulatória e operacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir a corresponsabilidade na cadeia, o <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Portal Ius Fornecedores</a> centraliza a homologação, a avaliação de requisitos legais e a rastreabilidade documental dos terceiros. <a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Conheça o Portal Ius</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-mudou-nas-auditorias-offshore" class="wp-block-heading"><strong>O que mudou nas auditorias offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quem atua no setor já percebe uma mudança no perfil das auditorias ambientais e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco, que era apenas na verificação de documentos, agora engloba acompanhar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Efetividade operacional</li>



<li>Capacidade de resposta</li>



<li>Rastreabilidade</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Maturidade dos controles internos</li>



<li>Evidências de conformidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, auditores ampliaram a cobrança relacionada à demonstração efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-ius/">Controle de requisitos legais</a></li>



<li><a href="https://onegreen.com.br/condicionantes-ambientais/">Atendimento a condicionantes</a></li>



<li>Gestão de resíduos offshore</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Monitoramentos ambientais</li>



<li>Gestão de emergências</li>



<li>Controle documental embarcado</li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Gestão de terceiros</a> críticos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas não conformidades observadas atualmente decorrem justamente da ausência de integração entre operação, compliance e gestão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de gestão estruturados, como os baseados na <a href="https://blog.iusnatura.com.br/iso-14001-2026/">gestão de requisitos legais na ISO 14001</a>, ajudam a organizar essas evidências e a sustentar a conformidade legal durante as auditorias.</p>



<h2 id="h-como-o-esg-impacta-diretamente-o-setor-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como o ESG impacta diretamente o setor offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento das agendas ESG também impacta em empresas ligadas ao setor marítimo e offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, investidores, clientes e grandes contratantes ampliam exigências relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Governança ambiental</li>



<li>Controle de emissões</li>



<li>Rastreabilidade de resíduos</li>



<li>Gestão climática</li>



<li>Prevenção da poluição</li>



<li>Transparência regulatória</li>



<li>Gestão de riscos ambientais</li>



<li>Conformidade da cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, empresas do setor offshore frequentemente passam por <strong>avaliações rigorosas de compliance ambiental </strong>antes mesmo da contratação de serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário faz com que a <strong>maturidade da gestão ambiental</strong> influencie diretamente a competitividade e o posicionamento de mercado.</p>



<h2 id="h-como-a-tecnologia-apoia-o-compliance-ambiental-offshore" class="wp-block-heading"><strong>Como a tecnologia apoia o compliance ambiental offshore?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de requisitos aplicáveis às operações offshore torna difícil manter controles efetivos apenas por meio de processos manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ferramentas tecnológicas especializadas permitem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento contínuo de requisitos legais, como o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL</a></li>



<li>Gestão centralizada de evidências</li>



<li>Controle de vencimentos</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Acompanhamento de auditorias</li>



<li>Gestão de planos de ação</li>



<li>Integração entre unidades e embarcações</li>



<li>Monitoramento de terceiros e fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://iusnatura.com.br/contato">No ecossistema Ius, sua empresa encontra ferramentas para todas essas demandas. Fale com nossos especialistas para saber mais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir falhas operacionais, esse tipo de estrutura <strong>fortalece a governança</strong>, o <strong>compliance </strong>e a <strong>capacidade de resposta regulatória</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que integram tecnologia, gestão ambiental e compliance tendem a apresentar maior maturidade operacional e menor exposição a riscos ambientais e regulatórios.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-offshore-precisam-priorizar-agora" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas offshore precisam priorizar agora?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário regulatório offshore vem se tornando <strong>mais rigoroso, técnico e integrado às agendas de ESG e governança corporativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que manter a documentação organizada, as organizações precisam demonstrar capacidade efetiva de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoramento</li>



<li>Gestão de riscos</li>



<li>Controle operacional </li>



<li>Rastreabilidade das informações relacionadas às suas operações e à cadeia de fornecedores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que fortalecem seus processos de compliance ambiental, auditorias, gestão de requisitos legais e monitoramento regulatório tendem a r<strong>eduzir passivos, aumentar a segurança jurídica e melhorar seu posicionamento</strong> diante de clientes, investidores e órgãos fiscalizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, contar com f<strong>erramentas especializadas e apoio técnico qualificado faz diferença </strong>direta na maturidade da gestão ambiental offshore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura apoia organizações na gestão integrada de requisitos legais, compliance ambiental, ESG, auditorias e Sistemas de Gestão, com soluções voltadas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ao monitoramento regulatório</li>



<li>À gestão de evidências</li>



<li>Ao controle de fornecedores</li>



<li>À avaliação de conformidade </li>



<li>Ao acompanhamento contínuo das obrigações aplicáveis às operações offshore</li>



<li>A gestão do licenciamento ambiental</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta</a> e estruture processos mais seguros e rastreáveis para o compliance ambiental offshore.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão de requisitos legais em auditorias ISO: os erros mais comuns que geram não conformidades</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/gesta-de-requisitos-legais-auditorias-iso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Certificadoras - ISO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25258</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2029-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lista de verificação e conformidade" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Descubra os principais erros na gestão de requisitos legais em auditorias ISO e saiba como evitar não conformidades recorrentes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2029-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Lista de verificação e conformidade" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A gestão de requisitos legais continua sendo um dos <strong>pontos mais críticos </strong>durante auditorias de Sistemas de Gestão baseados nas normas ISO.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações investem em <strong>controles documentais estruturados </strong>e ainda assim saem de auditorias com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não conformidades </strong>relacionadas a legislação desatualizada</li>



<li>Ausência de evidências </li>



<li>Falta de integração entre áreas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, boa parte dessas ocorrências não são consequência da ausência de mapeamento legal, mas da <strong>dificuldade em demonstrar controle efetivo </strong>sobre o atendimento das obrigações aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário se intensificou nos últimos anos com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O aumento da complexidade regulatória</li>



<li>A expansão das agendas ESG</li>



<li>O fortalecimento das exigências de governança corporativa </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, auditorias passaram a avaliar não apenas a existência de documentos, mas <strong>efetividade, rastreabilidade e maturidade</strong> da gestão da conformidade legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo descreve os <strong>erros mais comuns que geram não conformidades</strong> em auditorias ISO e aponta<strong> caminhos práticos para evitá-los</strong>.</p>



<h2 id="h-gestao-de-requisitos-legais-vai-muito-alem-de-uma-lista-de-leis" class="wp-block-heading"><strong>Gestão de requisitos legais vai muito além de uma lista de leis</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos equívocos mais frequentes é acreditar que manter uma planilha de legislação ou um levantamento normativo básico já atende às exigências das normas ISO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto a ISO 14001 quanto a ISO 45001 exigem que a organização:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identifique os requisitos aplicáveis</li>



<li>mantenha informações atualizadas</li>



<li>avalie periodicamente a conformidade</li>



<li>implemente controles</li>



<li>mantenha evidências objetivas de atendimento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, é necessário <strong>demonstrar gestão efetiva da conformidade legal.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Auditorias vêm avaliando cada vez mais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rastreabilidade das análises</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li>Evidências operacionais</li>



<li>Monitoramento contínuo</li>



<li>Capacidade de atualização regulatória</li>



<li><a href="https://www.iusnatura.com.br/software-nao-conformidades">Tratamento de não conformidades legais</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com processos excessivamente manuais ou pouco integrados tendem a apresentar maior vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Veja como o CAL apoia a gestão integrada de requisitos legais</a>.</p>



<h2 id="h-requisitos-legais-desatualizados-uma-das-falhas-mais-recorrentes" class="wp-block-heading"><strong>Requisitos legais desatualizados: uma das falhas mais recorrentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de alterações regulatórias no Brasil continua elevado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças envolvendo normas ambientais, trabalhistas, saúde e segurança, resíduos, produtos químicos e ESG ocorrem constantemente nos níveis federal, estadual, municipal e setorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, as auditorias ainda identificam com frequência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Legislações revogadas mantidas como aplicáveis</li>



<li>Ausência de atualização normativa</li>



<li>Requisitos incompletos</li>



<li>Avaliações baseadas em versões antigas de normas</li>



<li>Controles sem revisão periódica</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de falha costuma<strong> gerar não conformidades relevantes </strong>porque compromete toda a estrutura de avaliação de conformidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o requisito legal está incorreto, todas as evidências de atendimento vinculadas a ele também podem ser invalidadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aprofundar o tema, o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/diferenca-entre-gestao-de-requisitos-legais-gestao-de-compliance/">Gestão de Requisitos Legais x Gestão de Conformidade</a> explica as diferenças entre identificar obrigações e comprovar o atendimento a elas.</p>



<h2 id="h-ausencia-de-evidencias-objetivas-onde-muitas-empresas-tropecam" class="wp-block-heading"><strong>Ausência de evidências objetivas: onde muitas empresas tropeçam</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outro ponto extremamente recorrente é a </strong>dificuldade em demonstrar evidências objetivas de conformidade legal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, a organização possui <strong>matriz de requisitos</strong>, <strong>avaliações periódicas </strong>e<strong> procedimentos formalizados</strong>. O problema surge quando a auditoria solicita <strong>comprovação prática de atendimento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa etapa, ainda são frequentemente identificados:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Licenças vencidas</li>



<li>Treinamentos sem registros</li>



<li>Condicionantes sem comprovação</li>



<li>Inspeções não documentadas</li>



<li>Monitoramentos sem rastreabilidade</li>



<li>Planos de ação sem encerramento formal</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em auditorias mais maduras, a ausência de evidências pesa mais do que falhas puramente documentais, porque <strong>o auditor busca validar se os controles realmente funcionam na prática</strong>.</p>



<h2 id="h-falta-de-integracao-entre-areas-aumenta-os-riscos" class="wp-block-heading"><strong>Falta de integração entre áreas aumenta os riscos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de requisitos legais raramente depende de um único setor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o atendimento regulatório envolve interação entre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Jurídico</li>



<li>Meio ambiente</li>



<li>Saúde e Segurança no Trabalho (SST)</li>



<li>Operação</li>



<li>Recursos Humanos (RH)</li>



<li>Manutenção</li>



<li>Engenharia</li>



<li>Qualidade</li>



<li>Suprimentos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando essas áreas trabalham de forma desconectada,<strong> aumentam os riscos </strong>de <strong>perda de informações</strong>, <strong>falhas operacionais</strong> e <strong>ausência de controle</strong> sobre obrigações aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema fica mais evidente em situações envolvendo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vencimento de licenças</li>



<li>Treinamentos obrigatórios</li>



<li>Gestão de resíduos</li>



<li>Atendimento a condicionantes</li>



<li>Mudanças operacionais</li>



<li>Controle de fornecedores</li>



<li>Requisitos de segurança</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas não conformidades identificadas em auditorias decorrem diretamente da ausência de integração entre as áreas responsáveis pelo cumprimento dos requisitos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Conheça o CAL e veja como centralizar a gestão de requisitos entre áreas</a></p>



<h2 id="h-avaliacoes-de-conformidade-superficiais-tambem-geram-nao-conformidades" class="wp-block-heading"><strong>Avaliações de conformidade superficiais também geram não conformidades</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro erro recorrente é <strong>realizar avaliações de conformidade de forma excessivamente genérica</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas organizações, o processo se resume ao <strong>preenchimento de checklists sem análise técnica</strong> sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A aplicabilidade do requisito</li>



<li>A abrangência da obrigação</li>



<li>As evidências necessárias</li>



<li>Os riscos associados</li>



<li>Os impactos operacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Auditores vêm aumentando a cobrança sobre a qualidade técnica dessas avaliações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não basta classificar um requisito como &#8220;atendido&#8221; ou &#8220;não aplicável&#8221; sem critérios claros, justificativas técnicas e evidências rastreáveis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto se torna ainda mais sensível em operações de maior complexidade regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/verificacao-de-conformidade-legal-definicao-periodicidade-e-metodo-de-realizacao/">Verificação de Conformidade Legal: Definição, Periodicidade e Método de Realização</a> traz orientações práticas sobre como estruturar avaliações mais consistentes.</p>



<h2 id="h-mudancas-operacionais-sem-avaliacao-legal-geram-passivos" class="wp-block-heading"><strong>Mudanças operacionais sem avaliação legal geram passivos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alterações operacionais realizadas sem avaliação prévia </strong>dos impactos regulatórios envolvidos são outro ponto frequentemente observado em auditorias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Expansões, alterações de processo, mudanças de layout, contratação de terceiros e implementação de novos equipamentos frequentemente <strong>alteram requisitos</strong> aplicáveis, <strong>licenças </strong>necessárias, <strong>riscos operacionais </strong>e <strong>obrigações ambientais</strong> e de SST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, <strong>muitas organizações ainda não possuem processos estruturados</strong> para integrar gestão de mudanças e avaliação de requisitos legais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário<strong> </strong>aumenta a exposição a<strong>:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Autuações</li>



<li>Passivos ambientais</li>



<li>Multas</li>



<li>Não conformidades em auditorias</li>



<li>Falhas de licenciamento</li>
</ul>



<h2 id="h-auditorias-iso-estao-cada-vez-mais-orientadas-a-gestao-de-riscos" class="wp-block-heading"><strong>Auditorias ISO estão cada vez mais orientadas à gestão de riscos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, as auditorias adotaram uma abordagem mais estratégica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, auditores tendem a avaliar a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maturidade da gestão legal</li>



<li>Capacidade de atualização regulatória</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li>Efetividade dos controles</li>



<li>Rastreabilidade das evidências</li>



<li>Gestão de riscos relacionados à conformidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que empresas com processos excessivamente manuais, descentralizados ou dependentes de controles individuais podem <strong>enfrentar aumento significativo no número de não conformidades.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas relacionados a ESG, governança corporativa e gestão de terceiros ampliam ainda mais a <strong>complexidade das auditorias</strong>.</p>



<h2 id="h-tecnologia-tem-papel-estrategico-na-gestao-da-conformidade-legal" class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia tem papel estratégico na gestão da conformidade legal</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O volume regulatório tornou<strong> inviável manter controles efetivos apenas por planilhas </strong>e processos manuais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ferramentas tecnológicas especializadas já permitem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="http://iusnatura.com.br/cal">Monitoramento contínuo da legislação</a></li>



<li>Atualização automática de requisitos</li>



<li><a href="https://www.iusnatura.com.br/software-documentos">Gestão centralizada de evidências</a></li>



<li>Controle de vencimentos</li>



<li>Rastreabilidade documental</li>



<li>Integração entre áreas</li>



<li><a href="https://blog.iusnatura.com.br/planos-de-acao-sistema-cal/">Acompanhamento de planos de ação</a></li>



<li>Avaliação estruturada de conformidade</li>



<li><a href="https://www.iusnatura.com.br/software-nao-conformidades">Gestão de não conformidades</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que integram tecnologia, compliance e gestão operacional tendem a apresentar <strong>maior maturidade </strong>em auditorias e <strong>menor exposição</strong> a riscos regulatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Com a Ius, sua empresa tem acesso a todas essas funcionalidades em um único ambiente!</a></p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de requisitos legais ocupa uma posição estratégica dentro da governança corporativa e da gestão de riscos das organizações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é de auditorias cada vez mais rigorosas quanto à <strong>demonstração efetiva de conformidade</strong>, <strong>rastreabilidade de evidências</strong> e <strong>capacidade </strong>d<strong>e atualização regulatória.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que fortalecem o monitoramento legal, a integração entre áreas, as auditorias internas e a gestão de evidências reduzem passivos, <strong>aumentam a segurança jurídica</strong> e <strong>melhoram o desempenho em auditorias ISO</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contar com ferramentas especializadas e apoio técnico qualificado faz diferença direta na maturidade dos processos de conformidade legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente">Solicite uma proposta e conheça as soluções da Ius para gestão de requisitos legais e mantenha suas certificações.</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial e Compliance: quais riscos jurídicos e ESG as empresas já precisam gerenciar</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/inteligencia-artificial-compliance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25254</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/106236-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Cientista da computação usando laptop em centro de dados atualizando IA" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saiba quais riscos jurídicos, regulatórios e ESG o uso de inteligência artificial gera para empresas no Brasil e como estruturar uma governança mínima de IA.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/inteligencia-artificial-compliance/">Inteligência Artificial e Compliance: quais riscos jurídicos e ESG as empresas já precisam gerenciar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/07/106236-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Cientista da computação usando laptop em centro de dados atualizando IA" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial já está presente no dia a dia corporativo. Ferramentas de IA são usadas em recrutamento, análise de dados, elaboração de documentos, automação operacional, atendimento ao cliente e tomada de decisão estratégica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/">A Ius é um ecossistema completo para o compliance interno e de terceiros. Conheça as nossas soluções.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que a tecnologia avança,<strong> cresce também a exposição das organizações a riscos jurídicos, regulatórios, reputacionais e de governança</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema central não é a tecnologia em si, mas a ausência de estruturas mínimas de controle sobre seu uso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas adotaram ferramentas de inteligência artificial sem políticas internas, critérios de segurança, classificação de riscos ou mecanismos de supervisão humana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário vem<strong> preocupando órgãos reguladores, investidores e equipes de compliance </strong>no Brasil e no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo apresenta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>os principais riscos jurídicos e ESG associados ao uso corporativo de IA</li>



<li>o que as organizações já podem fazer para estruturar uma governança mínima sobre o tema.</li>
</ul>



<h2 id="h-o-uso-de-inteligencia-artificial-nas-empresas-ja-gera-riscos-juridicos-reais" class="wp-block-heading"><strong>O uso de inteligência artificial nas empresas já gera riscos jurídicos reais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a regulamentação específica sobre inteligência artificial ainda esteja em consolidação no Brasil, os<strong> riscos jurídicos relacionados ao uso da tecnologia já existem</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão avançou consideravelmente nos últimos meses, tanto no Congresso Nacional quanto nos órgãos reguladores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/dezembro/pl-do-governo-propoe-sistema-de-governanca-para-a-inteligencia-artificial-no-pais">PL 2.338/2023</a>, aprovado pelo Senado em dezembro de 2024 e em tramitação na Câmara dos Deputados desde 2025, propõe um<strong> regime regulatório baseado em risco para sistemas de IA no Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estabelece princípios de transparência, responsabilidade e proteção de direitos fundamentais</li>



<li>Prevê a ANPD como autoridade competente para regular setores sem regulador setorial específico</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da LGPD (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">Lei nº 13.709/2018</a>), os riscos já são imediatos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ferramentas de <strong>IA frequentemente são alimentadas com dados pessoais</strong> de clientes, colaboradores e parceiros comerciais, o que gera obrigações diretas de tratamento, finalidade, segurança e rastreabilidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O não cumprimento da LGPD pode resultar em <strong>multas de até 2% do faturamento anual</strong>, limitadas a <strong>R$ 50 milhões por infração</strong>, além de sanções administrativas que incluem bloqueio e eliminação de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das obrigações de proteção de dados, as empresas começam a enfrentar <strong>riscos relacionados ao uso de conteúdos produzidos por IA</strong> sem validação técnica adequada, especialmente em atividades reguladas ou que envolvam decisões críticas.</p>



<h2 id="h-o-que-muda-quando-a-ia-passa-a-tomar-decisoes-automatizadas" class="wp-block-heading"><strong>O que muda quando a IA passa a tomar decisões automatizadas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais sensíveis envolve as decisões automatizadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LGPD já garante ao titular de dados o <strong>direito de solicitar revisão de decisões tomadas exclusivamente por meios automatizados</strong>, quando essas decisões afetarem seus interesses (art. 20 da Lei nº 13.709/2018).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso abrange situações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>recrutamento e seleção por algoritmos</li>



<li>avaliações de desempenho automatizadas</li>



<li>análise de crédito</li>



<li>monitoramento de produtividade</li>



<li>atendimento ao cliente sem supervisão humana</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os critérios utilizados nesses processos não são transparentes, as <strong>organizações ficam expostas a questionamentos</strong> sobre discriminação indireta e violação de direitos fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2025, um caso de repercussão nacional envolveu um <strong>banco que utilizou sistema de monitoramento automatizado para fiscalizar a atividade de colaboradores sem comunicação prévia</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse monitoramento, cerca de <strong>mil trabalhadores foram desligados</strong>, gerando <strong>questionamentos sobre transparência, conformidade com a LGPD e proporcionalidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL 2.338/2023 reforça essa tendência ao propor <strong>responsabilização judicial das empresas</strong> por danos causados por sistemas de IA e exigir identificação dos critérios utilizados em decisões automatizadas.</p>



<h2 id="h-como-a-governanca-de-ia-se-conecta-aos-programas-de-compliance" class="wp-block-heading"><strong>Como a governança de IA se conecta aos programas de compliance</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Até recentemente, programas de compliance estavam voltados principalmente à prevenção de fraudes, corrupção e conformidade regulatória tradicional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a governança tecnológica se tornou parte indissociável desse conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as organizações precisam definir:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quais ferramentas de IA podem ser utilizadas</li>



<li>Quais tipos de dados podem ser compartilhados com essas ferramentas</li>



<li>Quais áreas têm autorização de uso</li>



<li>Quais controles de segurança precisam existir</li>



<li>Quais atividades exigem validação humana</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Normas como a ISO 37301 (Compliance), quando integradas à ISO 27001 (Segurança da Informação) e à ISO 27701 (Privacidade), oferecem uma<strong> base estruturada para lidar com os riscos digitais atuais</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que já operam com sistemas integrados de gestão têm mais condições de i<strong>ncorporar a governança de IA de forma organizada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio não está apenas em criar políticas, mas em garantir que elas sejam operacionalizadas: monitoradas, auditadas e atualizadas conforme o ambiente regulatório evolui.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de gestão de requisitos legais facilitam esse processo ao centralizar obrigações normativas e alertar sobre mudanças regulatórias relevantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça o CAL</strong></a>, solução para monitoramento de requisitos legais aplicáveis à sua empresa em tempo real, que inclui obrigações de proteção de dados e governança corporativa. </p>



<h2 id="h-ia-esg-e-governanca-corporativa-uma-relacao-que-ja-impacta-reputacao" class="wp-block-heading"><strong>IA, ESG e governança corporativa: uma relação que já impacta reputação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial ocupa hoje um espaço direto nas agendas ESG, especialmente no pilar de Governança (G).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investidores, clientes e stakeholders cobram das empresas transparência</strong> sobre como a tecnologia é utilizada, quais dados são tratados e quais controles existem para evitar uso indevido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong> risco reputacional é concreto </strong>e empresas que utilizam IA sem critérios claros podem enfrentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exposição de informações estratégicas</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vazamentos de dados</li>



<li>Falhas de segurança</li>



<li>Perda de confiança por parte de clientes e parceiros comerciais </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de incidente afeta diretamente<strong> indicadores ESG relacionados à governança e à responsabilidade corporativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para organizações que já estruturam sua agenda ESG, a governança de IA precisa ser tratada como parte do sistema de gestão de riscos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja como integrar ESG e compliance de forma prática: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/boas-praticas-esg/">Boas práticas ESG: como reduzir riscos e criar valor.</a></p>



<h2 id="h-o-avanco-regulatorio-da-ia-no-brasil-o-que-esperar" class="wp-block-heading"><strong>O avanço regulatório da IA no Brasil: o que esperar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está entre os países que mais avançaram na discussão regulatória sobre inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL 2.338/2023, aprovado pelo Senado em dezembro de 2024, propõe um sistema nacional de governança baseado em classificação de riscos, transparência e responsabilização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2025, o Poder Executivo encaminhou projeto complementar para criar o <strong>Sistema Nacional para Desenvolvimento, Regulação e Governança de Inteligência Artificial (SIA)</strong>, consolidando o papel da ANPD como autoridade regulatória para setores sem regulador próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/transformacaodigital/plano-brasileiro-de-inteligencia-artificial"><strong>Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA)</strong></a>, liderado pelo MCTI, prevê mais de<strong> R$ 23 bilhões em investimentos até 2028</strong> em pesquisa, infraestrutura digital e inclusão tecnológica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano apoia o processo regulatório em andamento e sinaliza que o tema terá desdobramentos relevantes nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência com a LGPD mostrou que empresas que se anteciparam ao processo regulatório enfrentaram menos dificuldades de adaptação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo padrão tende a se repetir com a regulamentação da IA: quanto antes as organizações estruturarem mecanismos de controle, menor o impacto durante a fase de conformidade obrigatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhar como o ambiente de fiscalização está se intensificando no Brasil: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/prepare-para-as-fiscalizacoes-de-2026/">2026 — o ano das fiscalizações: como evitar autuações.</a></p>



<h2 id="h-por-onde-comecar-estruturando-a-governanca-de-ia-na-pratica" class="wp-block-heading"><strong>Por onde começar: estruturando a governança de IA na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida para a maioria das organizações não é sofisticado. Antes de qualquer outra medida, é necessário <strong>saber:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quais ferramentas de IA já estão sendo usadas pelas equipes </li>



<li>Em quais processos </li>



<li>Com quais dados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse mapeamento, é possível estruturar controles básicos como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Elaboração de política interna de uso de IA</li>



<li>Classificação dos riscos por tipo de ferramenta e dado envolvido</li>



<li>Definição de responsáveis por cada processo automatizado</li>



<li>Estabelecimento de critérios para supervisão humana em decisões críticas</li>



<li>Procedimentos para resposta a incidentes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto mínimo de controles não elimina riscos, mas <strong>torna as decisões defensáveis perante reguladores, auditores e stakeholders</strong> — o que, em termos de compliance, já representa uma vantagem concreta.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial já avança mais rápido do que os mecanismos internos de controle da maioria das organizações. O risco não está na tecnologia em si, mas na <strong>ausência de governança sobre seu uso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que estruturam processos de controle, monitoramento regulatório e governança digital desde agora tendem a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir vulnerabilidades jurídicas</li>



<li>Fortalecer suas posições ESG</li>



<li>Aumentar sua maturidade corporativa frente às exigências que estão por vir — tanto do PL 2.338/2023 quanto de regulações setoriais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho passa pela<strong> integração entre compliance, jurídico, segurança da informação, ESG e gestão de riscos</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius apoia organizações na gestão integrada de compliance, requisitos legais e governança corporativa. <a href="https://www.iusnatura.com.br/experimente"><strong>Solicite uma proposta</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>ISO 14001:2026: o que sua empresa precisa avaliar antes das próximas auditorias</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/iso-14001-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Certificadoras - ISO]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2148884839-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa clicando em coleção de sinais ambientais" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Conheça as principais mudanças nas cláusulas da ISO 14001:2026, os prazos de transição e saiba como preparar sua empresa para as auditorias.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2148884839-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Pessoa clicando em coleção de sinais ambientais" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://www.iso.org/standard/14001"> </a><a href="https://www.iso.org/standard/14001">ISO 14001:2026</a> foi publicada oficialmente em 15 de abril de 2026, substituindo a versão de 2015 que estava em vigor há mais de uma década. Organizações certificadas têm até <strong>15 de abril de 2029</strong> para concluir a transição.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://iusnaturaresiduos.typeform.com/to/SwV1s6Q6"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="536" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-1024x536.jpg" alt="" class="wp-image-25247" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-1024x536.jpg 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-300x157.jpg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-768x402.jpg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-1536x804.jpg 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Raio-X-da-ISO-1910x1000-botao-2-2048x1072.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a maioria das empresas já saiba disso, muitas ainda<strong> subestimam o impacto prático da atualizaçã</strong>o (e, consequentemente, os riscos que correm nos próximos ciclos de auditoria).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão não reedita a estrutura da norma da forma como ocorreu na transição 2004–2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que muda, porém, é justamente o que muitas organizações já tratam de modo superficial: análise de contexto, gestão de mudanças, controle de fornecedores, integração com estratégia e demonstração efetiva de conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Auditores de organismos certificadores já estão ajustando seus protocolos.</strong> Quem esperar o prazo final para se adaptar vai sentir isso nas próximas auditorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A seguir, confira detalhes da mudança e o que sua empresa deve fazer para as próximas auditorias da ISO 14001.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><u><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos-em-esg-gestao-conformidade-legal-sgi-compliance#feature6s">Conheça os Serviços da Ius para empresas em busca de certificações ISO</a></u>: garanta ou renove sua ISO 14001!</em></p>



<h2 id="h-1-por-que-a-revisao-chegou-agora" class="wp-block-heading"><a></a><strong>1. Por que a revisão chegou agora</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão da ISO 14001 acompanha uma transformação mais ampla na forma como o mercado, reguladores e investidores<strong> avaliam a gestão ambiental das organizações</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2024, a ISO publicou as chamadas <strong>Emendas de Ação Climática</strong> (Amendment: Climate Action Changes), que passaram a exigir que organizações certificadas</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>determinassem se as mudanças climáticas eram uma questão relevante para seu contexto</strong> (cláusula 4.1),</li>



<li><strong>&nbsp;considerassem que partes interessadas podem ter requisitos relacionados ao clima </strong>(cláusula 4.2).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa emenda entrou em vigor em 23 de fevereiro de 2024 e já é cobrada em auditorias da ISO 14001:2015. A ISO 14001:2026 incorpora essa lógica diretamente no corpo da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das mudanças climáticas, outros fatores pressionaram a revisão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>crescimento das agendas ESG;</li>



<li>intensificação das exigências de due diligence na cadeia de valor;</li>



<li>aumento da pressão de investidores e financiadores por evidências concretas de conformidade ambiental;</li>



<li>amadurecimento das práticas de auditoria em organismos acreditados.</li>
</ul>



<h2 id="h-2-o-que-muda-na-iso-14001-2026-clausula-a-clausula" class="wp-block-heading"><a></a><strong>2. O que muda na ISO 14001:2026 (cláusula a cláusula)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova versão mantém a estrutura harmonizada (Anexo SL), mas aprofunda e clarifica requisitos em pontos estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, os principais impactos práticos.</p>



<h3 id="h-clausula-4-1-contexto-organizacional-ampliado" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Cláusula 4.1 – Contexto organizacional ampliado</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cláusula 4.1 da ISO 14001:2026 exige que as organizações considerem <strong>explicitamente</strong>, ao analisar seu contexto, <strong>condições ambientais </strong>relevantes como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>níveis de poluição;</li>



<li>disponibilidade de recursos naturais;</li>



<li>mudanças climáticas;</li>



<li>biodiversidade;</li>



<li>saúde dos ecossistemas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses fatores passam a integrar formalmente a análise de contexto, não apenas como notável de boas práticas, mas como requisito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, muitas organizações ainda mantêm análises de contexto genéricas, desconectadas dos riscos ambientais reais da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Auditorias já começam a cobrar coerência entre o que está documentado nessa análise e o que efetivamente orienta o planejamento do Sistema de Gestão Ambiental (SGA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores que tendem a receber atenção reforçada nas auditorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>vulnerabilidade climática da operação;</li>



<li>disponibilidade e dependência de recursos naturais;</li>



<li>impactos ambientais indiretos e ao longo do ciclo de vida;</li>



<li>riscos associados à cadeia de valor;</li>



<li>características ambientais regionais;</li>



<li>pressão regulatória e expectativas de partes interessadas.</li>
</ul>



<h3 id="h-clausula-6-3-planejamento-e-gestao-de-mudancas-nova" class="wp-block-heading"><strong>Cláusula 6.3 – Planejamento e gestão de mudanças (nova)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das inclusões mais relevantes da ISO 14001:2026 é a cláusula 6.3, dedicada especificamente <strong>ao planejamento e à gestão de mudanças</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa cláusula exige processos estruturados para <strong>avaliar impactos ambientais </strong>de alterações na operação antes que elas ocorram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passivos ambientais surgem com frequência justamente durante mudanças não planejadas. Os casos mais comuns envolvem:</p>



<div class="wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<ul class="wp-block-list">
<li>ampliações ou reformas operacionais;</li>



<li>alterações de processo produtivo;</li>



<li>contratação ou substituição de terceiros;</li>



<li>introdução de novos equipamentos ou tecnologias;</li>



<li>reestruturações operacionais e logísticas.</li>
</ul>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova cláusula, a organização precisa demonstrar, de forma rastreável, que <strong>avaliou os impactos ambientais de uma mudança antes de implementá-la</strong>, e não apenas depois de ocorrer uma não conformidade.</p>



<h3 id="h-clausulas-8-e-9-controle-operacional-ciclo-de-vida-e-informacao-documentada" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Cláusulas 8 e 9 – Controle operacional, ciclo de vida e informação documentada</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova versão reforça a perspectiva de <strong>ciclo de vida como elemento central do controle operacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso amplia a responsabilidade da organização para além das suas instalações diretas, exigindo <strong>consideração dos impactos ambientais associados à cadeia de fornecedores</strong>, <strong>ao uso do produto e ao descart</strong>e.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os requisitos de informação documentada também foram clarificados: a norma distingue com mais precisão o que deve ser formalmente documentado do que precisa estar disponível como evidência de implementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso tende a simplificar a gestão documental em alguns pontos, mas exige maior maturidade na rastreabilidade das evidências.</p>



<h2 id="h-3-cadeia-de-fornecedores-e-due-diligence-esg-o-ponto-que-mais-vai-pesar-nas-auditorias" class="wp-block-heading"><a></a><strong>3. Cadeia de fornecedores e Due Diligence ESG: o ponto que mais vai pesar nas auditorias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão da cadeia de fornecedores é um dos temas que mais concentra exigências crescentes na nova versão da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ISO 14001:2026 reforça a necessidade de considerar, com profundidade, <strong>os riscos ambientais associados a terceiros, prestadores de serviço e fornecedores críticos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento <strong>acompanha tendências globais relacionadas à due diligence ESG e à responsabilidade organizacional</strong> ao longo da cadeia de valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setores com operações complexas ou altamente terceirizadas (como indústria, mineração, logística, infraestrutura, energia e offshore) tendem a sentir esse impacto de forma mais intensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista prático, as organizações poderão enfrentar cobrança mais intensa relacionada a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>critérios ambientais na homologação de fornecedores;</li>



<li>monitoramento contínuo de terceiros críticos;</li>



<li>rastreabilidade documental na cadeia de valor;</li>



<li>controle de requisitos legais aplicáveis a prestadores de serviço;</li>



<li>avaliação de riscos ambientais indiretos.</li>
</ul>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de Resíduos e a NBR 10004:2024</a> – como as exigências de classificação de resíduos impactam toda a cadeia de fornecedores.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-4-o-novo-perfil-das-auditorias-efetividade-nao-apenas-documentacao" class="wp-block-heading"><a></a><strong>4. O novo perfil das auditorias: efetividade, não apenas documentação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, as auditorias de sistemas de gestão ambiental se concentraram na verificação de procedimentos, registros e documentos formais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse perfil já vinha mudando antes da ISO 14001:2026, e a nova versão reforça essa tendência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Auditorias externas passam a avaliar, de forma mais analítica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coerência entre os riscos identificados e os controles implementados;</li>



<li>integração real entre o SGA e as decisões estratégicas do negócio;</li>



<li>evidências objetivas de que o sistema influencia a operação (e não apenas a documentação);</li>



<li>participação efetiva da alta liderança;</li>



<li>efetividade do processo de identificação, atualização e avaliação de conformidade de requisitos legais ambientais;</li>



<li>evidências de que a organização monitora alterações regulatórias e trata desvios identificados nas avaliações de conformidade;</li>



<li>capacidade de resposta a não conformidades e mudanças;</li>



<li>alinhamento entre ESG, compliance e gestão ambiental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que mantêm SGAs excessivamente burocráticos, criados apenas para fins de certificação, enfrentarão dificuldades crescentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento acompanha uma tendência observada nos principais organismos certificadores, que vêm direcionando as auditorias para análise de efetividade dos controles e da integração do sistema à gestão do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que os auditores buscam agora é demonstração de maturidade</strong>: o sistema precisa funcionar como ferramenta de gestão real, não como repositório de documentos aprovados.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
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</div>
</div>



<h2 id="h-5-iso-14001-2026-e-esg-o-que-muda-na-pratica" class="wp-block-heading"><a></a><strong>5. ISO 14001:2026 e ESG: o que muda na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ISO 14001:2026 aprofunda a integração entre gestão ambiental e governança corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas que antes ocupavam a agenda ESG de forma paralela ao SGA (como biodiversidade, uso de recursos naturais, ciclo de vida e exposição a riscos climáticos) passam a compor diretamente os requisitos da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso tem impacto direto em processos de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>due diligence ESG;</li>



<li>reporting de sustentabilidade;</li>



<li>acesso a financiamentos vinculados a critérios ambientais;</li>



<li>relações com investidores que acompanham indicadores ESG.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que já estruturaram essa integração tendem a sentir menos impacto na transição.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/dupla-materialidade-pr203-esg-estrategico/">Dupla materialidade e PR 2030:2024 – a nova fronteira do ESG estratégico</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/diagnostico-esg/">Diagnóstico ESG: pilar estratégico para negócios sustentáveis</a></p>
</div>
</div>



<h2 id="h-6-prazo-de-transicao-o-que-esta-confirmado" class="wp-block-heading"><a></a><strong>6. Prazo de transição: o que está confirmado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ISO 14001:2026 foi publicada em 15 de abril de 2026. O prazo para transição é de três anos a partir dessa data, ou seja, até 15 de abril de 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após essa data, certificados emitidos com base na ISO 14001:2015 deixarão de ser válidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a ABNT publicará a versão ABNT NBR ISO 14001:2026 como tradução/adoção da norma internacional. Os prazos para validação de certificados no país seguem o que o <a href="https://iaf.nu/">IAF (International Accreditation Forum)</a> definir, adotado pelos organismos acreditadores nacionais e pelos Organismos de Certificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixar a adequação para o último ano do período de coexistência (2026–2029) aumenta riscos concretos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>revisões emergenciais de matriz de aspectos e impactos;</li>



<li>retrabalho em processos de auditoria interna;</li>



<li>sobrecarga operacional e custos elevados de adequação;</li>



<li>dificuldades em auditorias externas com organismos certificadores já adaptados;</li>



<li>necessidade de treinamentos acelerados e menos eficazes.</li>
</ul>



<h2 id="h-7-o-que-avaliar-agora-para-chegar-preparado-as-proximas-auditorias" class="wp-block-heading"><a></a><strong>7. O que avaliar agora para chegar preparado às próximas auditorias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, os pontos de análise que as organizações certificadas (ou em processo de certificação) deveriam estar revisando já:</p>



<h3 id="h-analise-de-contexto-clausula-4-1" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Análise de contexto (cláusula 4.1)</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>A avaliação de contexto:</li>



<li>Está efetivamente conectada aos riscos ambientais reais da operação?</li>



<li>Incorpora mudanças climáticas, biodiversidade, recursos naturais e impactos indiretos da cadeia de valor? Ou se limita a uma descrição genérica do setor?</li>
</ul>



<h3 id="h-planejamento-de-mudancas-clausula-6-3" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Planejamento de mudanças (cláusula 6.3)</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Existe um processo estruturado para avaliar os impactos ambientais de mudanças operacionais antes da implementação? Há rastreabilidade dessas análises?</li>
</ul>



<h3 id="h-gestao-de-fornecedores" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Gestão de fornecedores</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os critérios ambientais estão formalizados nos processos de homologação?</li>



<li>Há monitoramento contínuo de fornecedores e prestadores de serviço críticos?</li>



<li>Os requisitos legais aplicáveis a terceiros estão mapeados e controlados?</li>
</ul>



<h3 id="h-atualizacao-de-requisitos-legais" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Atualização de requisitos legais</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">sistema de gestão de requisitos legais</a> está atualizado e contempla as mudanças regulatórias dos últimos meses?</li>



<li>Existe processo definido para identificação e avaliação de conformidade contínua (cláusula 9.1.2)?</li>



<li><em>Leia também:<a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-na-iso-14001/"> </a><u><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-na-iso-14001/">Gestão de Requisitos Legais na ISO 14001</a></u> (ESG em Dia, nov. 2025)</em></li>
</ul>



<h3 id="h-auditoria-interna" class="wp-block-heading"><a></a><strong>Auditoria interna</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O programa de auditoria interna está estruturado para avaliar efetividade, e não apenas existência de documentos?</li>



<li>Contempla integração entre áreas, liderança e alinhamento estratégico?</li>
</ul>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-conformidade-legal/">Sua empresa realmente está em conformidade legal? 3 erros comuns que passam despercebidos</a> </p>
</div>
</div>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ISO 14001:2026 não exige uma reinvenção do Sistema de Gestão Ambiental, mas demanda que ele funcione de verdade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>conectado aos riscos reais do negócio;</li>



<li>rastreável em suas evidências;</li>



<li>integrado à estratégia corporativa e capaz de demonstrar efetividade para auditores cada vez mais analíticos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo de três anos parece confortável agora, mas a experiência de transições anteriores mostra que ele se encurta rapidamente quando a preparação começa tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que iniciarem a avaliação hoje têm tempo para fazer ajustes planejados, com menor custo e menor risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da revisão dos processos ambientais, a preparação para a ISO 14001:2026 exige atenção especial à gestão de requisitos legais e à capacidade de demonstrar conformidade contínua perante auditores, órgãos reguladores e demais partes interessadas. Empresas que estruturarem esse processo desde já tendem a enfrentar a transição com maior segurança, previsibilidade e maturidade de gestão.</p>



<h2 id="h-prepare-sua-empresa-para-a-iso-14001-2026-com-o-apoio-da-ius" class="wp-block-heading"><strong>Prepare sua empresa para a ISO 14001:2026 com o apoio da Ius</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius apoia organizações na gestão integrada de requisitos legais, compliance ambiental, auditorias, ESG e Sistemas de Gestão (incluindo trilhas de certificação ISO). &nbsp; <br><br>São soluções voltadas ao monitoramento regulatório contínuo, avaliação de conformidade, controle de fornecedores, gestão de evidências e preparação para auditorias externas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u><a href="https://www.iusnatura.com.br/">Conheça os serviços e soluções da Ius</a></u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Due Diligence ESG na Cadeia de Fornecedores: como reduzir riscos legais, operacionais e reputacionais</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/due-diligence-esg-de-fornecedores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=25014</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4017-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Mulher verificando estoque" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda o que é due diligence ESG e saiba por que avaliar fornecedores virou prioridade para evitar riscos ambientais, trabalhistas e reputacionais.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/due-diligence-esg-de-fornecedores/">Due Diligence ESG na Cadeia de Fornecedores: como reduzir riscos legais, operacionais e reputacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4017-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Mulher verificando estoque" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Due diligence ESG de fornecedores é um processo fundamental para evitar riscos ambientais, trabalhistas, reputacionais e regulatórios na sua empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, cresceu de forma expressiva a cobrança sobre empresas em relação aos <strong>impactos gerados pelas atividades de fornecedores, </strong>prestadores de serviço, parceiros logísticos e demais terceiros envolvidos na cadeia de valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você confere:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o que é due diligence ESG</li>



<li>por que ela se tornou prioridade nas empresas</li>



<li>o que avaliar em uma due diligence ESG</li>



<li>como a tecnologia pode apoiar sua empresa nesse processo</li>
</ul>



<h2 id="h-por-que-a-due-diligence-esg-virou-prioridade-nas-empresas" class="wp-block-heading">Por que a due diligence ESG virou prioridade nas empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da cobrança pela due diligence é resultado de, pelo menos, seis fatores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>fortalecimento das agendas ESG no mercado nacional e internacional</li>



<li>aumento da pressão de investidores e agências de rating</li>



<li>exigências de clientes corporativos e mercados de exportação</li>



<li>crescimento das fiscalizações e maior rigor regulatório</li>



<li>ampliação das obrigações de governança corporativa</li>



<li>intensificação de auditorias ambientais, trabalhistas e de compliance com foco em terceiros</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a due diligence ESG não é apenas uma prática recomendável, mas um mecanismo efetivo de prevenção de riscos corporativos.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Gestão de Terceiros: guia para proteger sua empresa e fortalecer a governança corporativa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/passo-a-passo-como-ser-uma-empresa-com-boas-praticas-esg/">O primeiro passo para ser uma empresa ESG: atender aos requisitos legais</a></p>
</div>
</div>



<h1 id="h-o-que-e-due-diligence-esg" class="wp-block-heading">O que é due diligence ESG?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Due diligence ESG é um processo estruturado de avaliação prévia de aspectos ambientais, sociais, trabalhistas, previdenciários, regulatórios, reputacionais, anticorrupção e de governança relacionados a fornecedores, parceiros e demais terceiros envolvidos na cadeia de valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu objetivo é identificar vulnerabilidades associadas a terceiros antes e durante a relação contratual, permitindo que a empresa contratante tenha maior controle sobre riscos capazes de gerar impactos financeiros, jurídicos, operacionais e reputacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da prevenção de passivos legais, a due diligence ESG contribui para evitar interrupções na cadeia de suprimentos, perdas financeiras decorrentes de fornecedores críticos e riscos que possam comprometer contratos, financiamentos e relacionamentos comerciais estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitas organizações ainda associem due diligence apenas à análise documental inicial de fornecedores, a tendência atual é de processos muito mais amplos e contínuos. Empresas vêm sendo cobradas a demonstrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>critérios objetivos de homologação</li>



<li>monitoramento periódico documentado</li>



<li>rastreabilidade das avaliações realizadas</li>



<li>gestão e conservação de evidências</li>



<li>acompanhamento de requisitos legais aplicáveis a terceiros</li>



<li>avaliação de riscos críticos da cadeia de fornecimento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto de exigências é especialmente relevante em setores com alta terceirização operacional, como indústria, mineração, offshore, óleo e gás, logística, construção civil, energia e infraestrutura.</p>



<h2 id="h-assista-gestao-de-fornecedores-na-pratica" class="wp-block-heading"><strong>Assista: Gestão de Fornecedores na Prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta live, especialistas da Ius Natura discutem como estruturar processos de gestão de terceiros: quais critérios avaliar e como a tecnologia apoia o monitoramento contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indicado para gestores de compliance, ESG, meio ambiente e SST.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como estruturar uma Gestão de Fornecedores eficiente na prática | Trilha Gestão de Fornecedores" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/0TeStvxtbOM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h1 id="h-a-responsabilidade-das-empresas-sobre-terceiros" class="wp-block-heading">A responsabilidade das empresas sobre terceiros</h1>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, diversos dispositivos legais e entendimentos jurisprudenciais já demonstram o aumento da responsabilização das empresas contratantes por danos causados por terceiros vinculados à sua operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera ambiental, a responsabilidade civil possui natureza objetiva, conforme o art. 14, §1º da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a> (Política Nacional do Meio Ambiente), que determina que o poluidor é obrigado, independentemente da existência de culpa, a<strong> indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros afetados por sua atividade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de poluidor contida no art. 3º, IV da mesma lei abrange<strong> qualquer pessoa física ou jurídica responsável, direta ou indiretamente</strong>, por atividade causadora de degradação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, crescem os entendimentos jurisprudenciais e administrativos relacionados à corresponsabilização de empresas em situações envolvendo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>danos ambientais causados por prestadores de serviço</li>



<li>acidentes graves ocorridos em operações terceirizadas</li>



<li>trabalho em condições análogas à escravidão na cadeia produtiva</li>



<li>práticas de corrupção por parte de fornecedores</li>



<li>violações de direitos humanos na cadeia de valor</li>



<li>irregularidades na cadeia produtiva identificadas por auditorias ou fiscalizações</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, o tema ganhou força também em agendas internacionais. Mercados europeus, em especial, passaram a exigir evidências sobre o controle de riscos em cadeias de fornecimento como condição para celebração e manutenção de contratos.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/governanca-corporativa-gestao-de-terceiros/">Gestão de Terceiros: guia para proteger sua empresa e fortalecer a governança corporativa</a></p>
</div>
</div>



<h1 id="h-esg-e-cadeia-de-fornecedores-um-tema-cada-vez-mais-estrategico" class="wp-block-heading">ESG e cadeia de fornecedores: um tema cada vez mais estratégico</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, programas ESG focaram predominantemente nas operações internas das organizações. Hoje, investidores e stakeholders<strong> exigem uma visão mais ampla, que considere os impactos de toda a cadeia de valor.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a avaliação ESG da cadeia de fornecedores tornou-se um elemento estratégico para a gestão corporativa. Mais do que verificar documentos ou certidões, o processo permite identificar riscos e oportunidades relacionados a aspectos ambientais, sociais e de governança que podem impactar diretamente indicadores de sustentabilidade, metas ESG, certificações, financiamentos e a reputação da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que não basta que a empresa possua boas práticas internas se fornecedores críticos apresentam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>irregularidades ambientais ou ausência de licenciamento</li>



<li>passivos trabalhistas não resolvidos</li>



<li>falhas de segurança documentadas</li>



<li>histórico de autuações por órgãos reguladores</li>



<li>fragilidades de governança ou ausência de controles anticorrupção</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário já impacta diretamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contratos corporativos</li>



<li>processos de auditoria</li>



<li>certificações ISO</li>



<li>financiamentos</li>



<li>avaliações de crédito</li>



<li>reputação empresarial.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que não possuem mecanismos estruturados de controle sobre terceiros tendem a apresentar maior exposição a riscos regulatórios e reputacionais.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/recall-suspensao-de-venda-danos-a-imagem/">Suspensão de produtos, recalls e danos à imagem: como as empresas podem se preparar para reduzir riscos sanitários e regulatórios</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos e a NBR 10004:2024: Entenda a nova classificação e como ela afeta toda a sua cadeia de fornecedores</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/dupla-materialidade-pr203-esg-estrategico/">Dupla materialidade e PR 2030:2024: a nova fronteira do ESG estratégico</a></p>
</div>
</div>



<h1 id="h-o-que-avaliar-em-uma-due-diligence-esg" class="wp-block-heading">O que avaliar em uma due diligence ESG?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A profundidade da avaliação depende do porte da empresa, do segmento de atuação e da criticidade do fornecedor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os fornecedores apresentam o mesmo nível de risco para a organização. Por isso, empresas mais maduras adotam metodologias de avaliação baseadas em risco (Risk-Based Due Diligence), direcionando análises mais aprofundadas e monitoramentos mais frequentes para fornecedores considerados críticos sob a ótica ambiental, trabalhista, regulatória, operacional ou reputacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, alguns pontos vêm se tornando padrão nas organizações mais maduras:</p>



<h3 id="h-aspectos-ambientais-e-regulatorios" class="wp-block-heading">Aspectos ambientais e regulatórios</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regularidade ambiental e validade das licenças pertinentes</li>



<li>Histórico de autuações por órgãos ambientais (IBAMA, órgãos estaduais e municipais)</li>



<li>Gestão de resíduos em conformidade com a Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e normas aplicáveis</li>



<li>Atendimento a condicionantes de licenças e autorizações</li>



<li>Certificações ambientais aplicáveis ao setor (ex.: ISO 14001)</li>
</ul>



<h3 id="h-aspectos-trabalhistas-e-de-saude-e-seguranca" class="wp-block-heading">Aspectos trabalhistas e de saúde e segurança</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conformidade com a legislação trabalhista (CLT e normas regulamentadoras)</li>



<li>Gestão de saúde e segurança do trabalho (incluindo requisitos das NRs aplicáveis)</li>



<li>Histórico de acidentes, autuações trabalhistas e ações judiciais</li>



<li>Ausência de registro em listas de trabalho análogo ao escravo</li>
</ul>



<h3 id="h-aspectos-de-governanca-e-anticorrupcao" class="wp-block-heading">Aspectos de governança e anticorrupção</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controles anticorrupção alinhados à Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção)</li>



<li>Existência de políticas de compliance e código de conduta</li>



<li>Estrutura de governança e transparência nas informações</li>



<li>Ausência em listas de restrição (CEIS, CNEP e outros cadastros públicos)</li>
</ul>



<h3 id="h-aspectos-reputacionais" class="wp-block-heading">Aspectos reputacionais</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico de sanções, embargos ou autuações relevantes</li>



<li>Exposição negativa na mídia relacionada a questões ESG</li>



<li>Avaliações de risco reputacional da cadeia</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além da análise documental, muitas empresas passaram a incorporar <strong><u><a href="https://www.iusnatura.com.br/auditoria-fornecedores-terceiros">auditorias periódicas em fornecedores</a></u></strong>, <strong>avaliações de risco </strong>graduadas por criticidade e <strong><u><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">monitoramento contínuo de requisitos legais</a></u></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro mecanismo cada vez mais utilizado são as auditorias de segunda parte, realizadas diretamente nos fornecedores para verificar a efetividade dos controles ambientais, trabalhistas, de saúde e segurança, compliance e governança. Essa abordagem permite validar informações documentais e obter uma visão mais completa dos riscos existentes na cadeia de fornecimento.</p>



<h1 id="h-o-que-mudou-nas-auditorias-de-sistemas-de-gestao" class="wp-block-heading">O que mudou nas auditorias de sistemas de gestão</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Em auditorias de Sistemas de Gestão baseados nas normas ISO 14001 e ISO 45001, é possível observar aumento importante da cobrança sobre <strong>processos de homologação, monitoramento e avaliação de terceiros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas não conformidades identificadas hoje estão relacionadas à ausência de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>critérios formais de homologação de fornecedores</li>



<li>avaliação de riscos ESG e legais dos fornecedores</li>



<li>monitoramento documentado de requisitos legais pertinentes a terceiros</li>



<li>controle e organização de evidências</li>



<li>acompanhamento de prestadores críticos ao longo do ciclo contratual</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ocorre porque falhas de terceiros impactam diretamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a conformidade ambiental</li>



<li>a segurança operacional</li>



<li>o cumprimento de condicionantes</li>



<li>os indicadores ESG</li>



<li>a reputação da organização contratante</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratam fornecedores apenas sob critérios financeiros ou operacionais tendem a enfrentar maiores dificuldades diante das novas exigências de mercado e nas auditorias de certificação.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-requisitos-legais-na-iso-14001/">Gestão de Requisitos Legais na ISO 14001: Guia Prático</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/nova-versao-iso-14001/">Nova versão da ISO 14001:2026: o que esperar da atualização da norma de gestão ambiental</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/prepare-para-as-fiscalizacoes-de-2026/">2026: o ano das fiscalizações no Brasil — como evitar autuações ambientais e de SST</a></p>
</div>
</div>



<h1 id="h-por-que-a-tecnologia-se-tornou-necessaria-na-due-diligence-esg" class="wp-block-heading">Por que a tecnologia se tornou necessária na due diligence ESG</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da complexidade regulatória e do volume de informações exigidas tornou praticamente inviável realizar controles efetivos apenas por meio de planilhas e processos manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Soluções tecnológicas especializadas permitem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>monitoramento contínuo de requisitos legais aplicáveis a fornecedores</li>



<li>centralização e organização de evidências documentais</li>



<li>controle de vencimentos de licenças, certidões e documentos</li>



<li>classificação de riscos por criticidade do fornecedor</li>



<li>rastreabilidade documental e histórico de avaliações</li>



<li>gestão e acompanhamento de auditorias e planos de ação</li>



<li>integração entre diferentes áreas e unidades da organização</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir falhas operacionais, esse tipo de estrutura fortalece a governança, o compliance e a capacidade de resposta em auditorias e fiscalizações.</p>



<div class="wp-block-cover"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim-100 has-background-dim" style="background-color:#537813"></span><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-constrained wp-block-cover-is-layout-constrained">
<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph" style="border-top-left-radius:23px;border-top-right-radius:23px;border-bottom-left-radius:23px;border-bottom-right-radius:23px"><strong>Conheça as soluções da Ius Natura para gestão de fornecedores e conformidade lega</strong>l </p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph" style="border-top-left-radius:23px;border-top-right-radius:23px;border-bottom-left-radius:23px;border-bottom-right-radius:23px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL — Sistema de Gestão de Requisitos Legais</a>: monitore requisitos legais aplicáveis à sua operação e à sua cadeia de fornecedores, organize evidências e mantenha conformidade auditável. <br><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/portal-ius-fornecedores">Portal Ius Fornecedores</a>: plataforma dedicada à homologação, avaliação e monitoramento contínuo de terceiros. </p>
</div></div>



<h1 id="h-o-que-fazer-agora-como-estruturar-a-due-diligence-esg-na-sua-empresa" class="wp-block-heading">O que fazer agora: como estruturar a due diligence ESG na sua empresa</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que a gestão da cadeia de fornecedores continue ganhando relevância dentro das agendas ESG e de compliance corporativo. Mais do que avaliar documentos no momento da contratação, empresas precisarão demonstrar capacidade contínua de monitoramento, gestão de riscos e controle sobre impactos associados a terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que antecipam esse movimento tendem a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>reduzir passivos</li>



<li>fortalecer auditorias</li>



<li>aumentar segurança jurídica</li>



<li>melhorar seu posicionamento diante de investidores, clientes e órgãos reguladores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para estruturar ou aprimorar o processo de due diligence ESG na sua cadeia de fornecedores, o ponto de partida envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mapear os fornecedores críticos conforme o risco que representam à operação</li>



<li>definir critérios formais de homologação que incluam aspectos ESG e requisitos legais</li>



<li>estabelecer rotinas de monitoramento periódico (não apenas no momento da contratação)</li>



<li>organizar evidências de forma rastreável e auditável</li>



<li>adotar ferramentas que permitam automação e controle centralizado</li>



<li>treinar equipes para lidar com os requisitos e avaliar fornecedores de forma consistente</li>
</ul>



<h2 id="h-quer-estruturar-ou-aprimorar-a-due-diligence-esg-na-sua-cadeia-de-fornecedores" class="wp-block-heading"><strong>Quer estruturar ou aprimorar a due diligence ESG na sua cadeia de fornecedores?</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura apoia empresas no monitoramento de requisitos legais, homologação e avaliação de fornecedores, gestão de evidências e conformidade contínua de terceiros. </p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br">Conheça as soluções da Ius</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/due-diligence-esg-de-fornecedores/">Due Diligence ESG na Cadeia de Fornecedores: como reduzir riscos legais, operacionais e reputacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de resíduos e a NBR10004:2024: Entenda a nova classificação e como ela afeta toda a sua cadeia de fornecedores</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conformidade Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24874</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23436-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Depósito de resíduos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Guia completo da NBR 10004:2024: novo protocolo de gestão de resíduos, prazos de adequação e a importância do tema para sua gestão de terceiros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23436-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Depósito de resíduos" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A classificação correta dos resíduos sólidos é fundamental para evitar riscos, como acidentes, autuações e suspensão de licenças ambientais. O processo inadequado pode gerar responsabilizações administrativas, civis e, em situações específicas, inclusive de natureza penal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos">Ius Resíduos: tecnologia para gestão de resíduos, da geração até a destinação!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a publicação da <strong>ABNT NBR 10004:2024</strong>, que trata da classificação dos resíduos, os critérios estão mais objetivos e a exigência por rastreabilidade dos processos foi ampliada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização da norma vai além de uma mudança de procedimento interno e traz a <strong>gestão de resíduos</strong> como um dos eixos centrais da <strong>conformidade ambiental corporativa</strong>, inclusive na relação com terceiros. Afinal, se um prestador de serviço gera resíduos perigosos dentro da sua planta ou em nome da sua operação, quem responde perante os órgãos ambientais?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>as principais mudanças da NBR 10004:2024;</li>



<li>como elas impactam o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS);</li>



<li>por que os resíduos de terceiros entram na sua conta de conformidade;</li>



<li>como estruturar uma gestão integrada que proteja juridicamente a sua organização.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-nbr-10004-2024-contexto-forca-legal-e-prazo-para-adequacao"><strong>NBR 10004:2024 &#8211; Contexto, Força Legal e Prazo para Adequação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ABNT NBR 10004 cumpre um papel central no sistema brasileiro de gestão ambiental: definir os parâmetros técnicos que determinam se um resíduo sólido oferece risco ao meio ambiente e à saúde humana. Trata-se de uma das principais referências técnicas para classificação de resíduos no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última atualização significativa ocorreu em 2004, ou seja, há mais de duas décadas. Nesse intervalo, o cenário industrial, científico e regulatório evoluiu significativamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novos processos industriais geraram categorias de resíduos que não existiam ou não eram amplamente conhecidas. A ciência avançou na compreensão de mecanismos de toxicidade, especialmente relacionados a compostos orgânicos persistentes. Além disso, padrões internacionais evoluíram, como o <strong><a href="https://unece.org/about-ghs">GHS (Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos)</a></strong>, consolidado como referência mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram anos de trabalho da Comissão Especial de Estudos da ABNT até a publicação da versão atualizada, em 2024.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vale deixar claro o status jurídico da norma</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a NBR 10004:2024 não possua, por si só, natureza de lei federal ou resolução de órgão ambiental, ela é amplamente utilizada como referência técnica em licenciamentos, auditorias e fiscalizações ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Órgãos licenciadores como IBAMA, CETESB e suas equivalentes estaduais a utilizam como padrão técnico de referência em processos de licenciamento, renovação de autorizações e fiscalizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também tende a ser utilizada como referência técnica em auditorias de sistemas de gestão ambiental baseados na ABNT NBR ISO 14001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a não observância da norma pode gerar riscos relacionados ao licenciamento, auditorias e questionamentos técnicos por órgãos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, diversos órgãos ambientais e referências técnicas do setor vêm adotando período de transição até 31 de dezembro de 2026 para migração da versão 2004 para a NBR 10004:2024.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-realmente-mudou-na-nbr-10004-2024-e-por-que-isso-importa-para-a-sua-operacao"><strong>O que realmente mudou na NBR 10004:2024 e por que isso importa para a sua operação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O que a ABNT revisou, na prática, foi a lógica por trás de como uma empresa comprova que conhece o que descarta. São quatro frentes principais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-do-sistema-de-tres-classes-para-uma-logica-binaria"><strong>Do sistema de três classes para uma lógica binária</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muitos anos, a norma dividia os resíduos em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Classe I (perigosos);</li>



<li>Classe II A (não inertes);</li>



<li>Classe II B (inertes).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na teoria, era uma gradação útil. Na prática, a subdivisão da Classe II frequentemente gerava interpretações divergentes e classificações pouco robustas tecnicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão 2024 elimina essa subdivisão e passa a trabalhar com uma lógica binária entre <strong>resíduos perigosos</strong> e <strong>não perigosos.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-1024x512.png" alt="" class="wp-image-24876" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-1024x512.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-300x150.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-768x384.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-1536x768.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Banner-Mudancas-na-NBR-10004-para-Blogpost-2048x1024.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas atenção:</strong> chegar à conclusão de que um resíduo não é perigoso exige percorrer um<strong> processo estruturado de verificação</strong>, devidamente demonstrado com evidências técnicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-protocolo-de-investigacao-em-quatro-perguntas"><strong>Um protocolo de investigação em quatro perguntas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NBR 10004:2024 organiza o processo de classificação como um protocolo investigativo. Cada etapa responde a uma pergunta específica sobre o resíduo, e basta uma resposta afirmativa para encerrar o processo com a classificação de perigoso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-1024x512.png" alt="" class="wp-image-24879" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-1024x512.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-300x150.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-768x384.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-1536x768.png 1536w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-Perguntas-Classificacao-de-Residuos-2048x1024.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-1-o-residuo-ja-esta-catalogado-como-perigoso"><strong>Etapa 1 — O resíduo já está catalogado como perigoso?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A norma incorpora a Lista Geral de Resíduos (LGR), que inclui a Lista Brasileira do IBAMA. Se o resíduo consta nessa lista com indicativo de periculosidade, a classificação pode dispensar análises adicionais, conforme o caso concreto e os critérios técnicos aplicáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-2-ele-contem-substancias-que-o-tempo-nao-degrada"><strong>Etapa 2 — Ele contém substâncias que o tempo não degrada?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) são compostos que se acumulam na cadeia alimentar e persistem no solo e na água por décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é signatário da Convenção de Estocolmo (2001), especialmente relevante para o controle internacional de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma exige verificação expressa dessa condição, algo que a versão de 2004 não tratava de forma estruturada.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-3-ele-apresenta-comportamento-fisico-quimico-de-risco"><strong>Etapa 3 — Ele apresenta comportamento físico-químico de risco?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui entram as características clássicas de periculosidade: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e potencial infectante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer resposta positiva encerra a análise e o resíduo é classificado como perigoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-4-os-testes-laboratoriais-revelam-toxicidade"><strong>Etapa 4 — Os testes laboratoriais revelam toxicidade?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A última etapa exige avaliação analítica de toxicidade aguda e crônica, tanto para saúde humana quanto para organismos aquáticos e terrestres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra a exigência de ensaios ecotoxicológicos, uma novidade relevante em relação à versão anterior e alinhada ao padrão GHS adotado internacionalmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-fim-da-classificacao-por-omissao"><strong>O fim da “classificação por omissão”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais impactantes da atualização é o que acontece quando a empresa simplesmente não possui dados suficientes sobre determinado resíduo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela norma anterior, a ausência de informação muitas vezes resultava em enquadramentos informais ou interpretações sem respaldo técnico consistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NBR 10004:2024 formaliza entendimento mais rigoroso: a ausência de dados técnicos suficientes pode demandar abordagem conservadora na classificação do resíduo até a adequada caracterização técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso transforma a omissão documental em um problema ativo de conformidade e incentiva as empresas a investirem em laudos e ensaios antes que fiscais ou auditores façam questionamentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-laudo-de-classificacao-de-residuos-lcr-como-peca-central"><strong>O Laudo de Classificação de Resíduos (LCR) como peça central</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a mudança operacional mais imediata para o dia a dia das empresas seja o novo protagonismo do <strong>Laudo de Classificação de Resíduos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes, fichas técnicas, relatórios laboratoriais avulsos e declarações internas eram frequentemente utilizados como evidência de classificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NBR 10004:2024 define que o LCR passa a ser o documento de referência, reunindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificação do gerador e do responsável técnico;</li>



<li>descrição do processo de origem do resíduo;</li>



<li>base metodológica das análises realizadas;</li>



<li>conclusão fundamentada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Análises isoladas passam a ser insumos do laudo, não substitutos dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma consequência direta é que a classificação passa a ter autoria e responsabilidade técnica formal, com o respectivo documento de responsabilidade técnica emitido pelo conselho profissional competente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-classificar-nao-e-o-mesmo-que-destinar"><strong>Classificar não é o mesmo que destinar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também resolve uma confusão recorrente em processos de licenciamento: <strong>classificação e destinação são decisões distintas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usar parâmetros de lixiviação e solubilização como critério de classificação de periculosidade era prática comum, porém tecnicamente incorreta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão 2024 deixa essa separação mais clara, distinguindo os momentos de classificação e de definição da destinação ambientalmente adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-antes-e-depois-como-a-logica-da-norma-mudou-na-pratica"><strong>Antes e depois: Como a lógica da norma mudou na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante compreender o impacto prático da atualização em três dimensões principais.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-dimensao-1-quem-pode-classificar-e-com-que-evidencia"><strong>Dimensão 1 — Quem pode classificar e com que evidência</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de 2024, a norma não formalizava claramente o instrumento de comprovação da classificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova versão exige um LCR estruturado, com autoria técnica identificada e responsabilidade formal do profissional habilitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta de auditores e fiscais deixa de ser “você possui uma análise?” e passa a ser “você possui um laudo formalmente respaldado por responsabilidade técnica?”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-dimensao-2-o-que-acontece-quando-faltam-dados"><strong>Dimensão 2 — O que acontece quando faltam dados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A versão anterior não tratava com clareza situações envolvendo resíduos novos ou pouco documentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização aumenta o rigor técnico e fortalece a necessidade de abordagem conservadora diante da ausência de informações adequadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-dimensao-3-o-escopo-das-avaliacoes-obrigatorias"><strong>Dimensão 3 — O escopo das avaliações obrigatórias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A versão de 2004 já previa análises de toxicidade, inflamabilidade e corrosividade, mas não incluía avaliação estruturada de POPs nem alinhamento expresso ao GHS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma atualizada amplia o escopo técnico das avaliações, especialmente para setores químicos, farmacêuticos, agroquímicos e de tratamento de superfícies.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-gestao-de-residuos-e-cadeia-de-fornecedores-voce-responde-pelos-terceiros"><strong>Gestão de resíduos e cadeia de fornecedores: Você responde pelos terceiros</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas ainda subestimam um ponto essencial: contratar terceiros para coleta, transporte ou destinação não elimina a responsabilidade do gerador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 27 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm">Política Nacional de Resíduos Sólidos</a> (Lei 12.305/2010) é direto ao afirmar que a contratação de serviços não isenta o gerador da responsabilidade por danos decorrentes do gerenciamento inadequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/decreto/d10936.htm">Decreto 10.936/2022</a> reforça esse entendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse raciocínio também se conecta ao princípio do poluidor-pagador, amplamente adotado no Direito Ambiental brasileiro, segundo o qual o gerador permanece responsável pelos impactos decorrentes da sua atividade, inclusive quando há terceirização de etapas do gerenciamento de resíduos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-problema-vai-alem-da-empresa-coletora"><strong>O problema vai além da empresa coletora</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diversos cenários de risco:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>fornecedores que operam dentro da planta;</li>



<li>empresas de manutenção;</li>



<li>prestadores de limpeza industrial;</li>



<li>subcontratados;</li>



<li>empresas de destinação final.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se houver gerenciamento inadequado dos resíduos, a responsabilidade pode alcançar toda a cadeia envolvida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Para entender em detalhe como a responsabilidade compartilhada funciona na prática, incluindo obrigações de cada elo da cadeia, leia nosso artigo:<a href="https://blog.iusnatura.com.br/responsabilidade-compartilhada-pelo-ciclo-de-vida-do-produto/"> Responsabilidade Compartilhada pelo Ciclo de Vida do Produto</a></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-pgrs-na-era-da-nbr-10004-2024"><strong>O PGRS na era da NBR 10004:2024</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua empresa já possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), é provável que ele precise ser revisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um PGRS estruturado sobre as antigas classes II A e II B foi construído sob uma lógica que a norma atual substituiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão deve começar pelos laudos de classificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada resíduo gerado pela operação, inclusive por terceiros atuando dentro das instalações deve possuir LCR elaborado conforme o novo protocolo técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, classificações inadequadas podem comprometer informações declaradas em documentos de rastreabilidade ambiental, como MTRs, inventários de resíduos e sistemas como o SINIR.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor a documentação de rastreabilidade que integra o PGRS:<a href="https://blog.iusnatura.com.br/diferenca-entre-mtr-sinir/"> Diferença entre MTR e SINIR</a>.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-da-teoria-a-operacao-como-estruturar-a-adequacao"><strong>Da teoria à operação: Como estruturar a adequação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A adequação à NBR 10004:2024 exige transformação multidisciplinar.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-1-inventario-de-residuos"><strong>Etapa 1 — Inventário de resíduos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mapear não apenas os resíduos próprios, mas também os gerados por prestadores de serviço.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-2-responsabilidade-tecnica"><strong>Etapa 2 — Responsabilidade técnica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Contratar profissionais habilitados para emissão dos LCRs e validação técnica das classificações.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-3-revisao-contratual"><strong>Etapa 3 — Revisão contratual</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Reavaliar contratos com transportadores e destinadores, especialmente em casos de possível reclassificação de resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapa-4-capacitacao-operacional"><strong>Etapa 4 — Capacitação operacional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Treinar equipes responsáveis pela segregação, armazenamento e rastreabilidade documental.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Para quem gerencia resíduos de serviços de saúde, as mesmas mudanças se aplicam ao PGRSS:<a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-na-saude/">Gestão de Resíduos na Saúde</a>.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Para operações com resíduos de origem química:<a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-quimico/">Gestão de Resíduos Químicos</a>.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-gerencie-os-residuos-da-sua-empresa-com-eficiencia-e-seguranca-juridica"><strong>Gerencie os resíduos da sua empresa com eficiência e segurança jurídica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A adequação à NBR 10004:2024 exige organização, rastreabilidade e controle de toda a cadeia de geração, transporte e destinação de resíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura disponibiliza soluções para auxiliar empresas na gestão de resíduos, documentação ambiental e conformidade regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://conteudo.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos"><strong>Conheça a ferramenta de gestão de resíduos da Ius Natura</strong></a><br></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conformidade-legal-integrada-alem-dos-residuos"><strong>Conformidade legal integrada: Além dos resíduos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de resíduos é apenas um dos pilares da conformidade ambiental corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Licenças, requisitos legais, obrigações acessórias e exigências regulatórias precisam ser monitorados de forma integrada para garantir segurança jurídica e operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário de constante atualização normativa, plataformas de gestão da conformidade permitem centralizar informações, acompanhar requisitos e evidenciar conformidade em auditorias.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mais-do-que-adequacao-gestao-estrategica-de-residuos"><strong>Mais do que adequação: Gestão estratégica de resíduos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização da norma de classificação de resíduos sólidos representa mais do que uma exigência técnica ou regulatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também cria uma oportunidade para que as empresas avancem em maturidade ambiental, fortaleçam seus processos internos, reduzam riscos jurídicos e ampliem o controle sobre toda a cadeia de gerenciamento de resíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao integrar a gestão de resíduos à estratégia de conformidade corporativa e à gestão de fornecedores, as organizações passam a atuar de forma mais estruturada perante órgãos reguladores, auditorias, clientes e investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, antecipar a adequação à NBR 10004:2024 permite implementar mudanças de forma planejada, com maior segurança operacional e menor exposição a riscos regulatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal"><strong>Conheça a Plataforma CAL e veja como ela pode transformar a gestão de conformidade da sua empresa</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-perguntas-frequentes-faq"><strong>Perguntas Frequentes (FAQ)</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-a-nbr-10004-2024-e-obrigatoria-para-todas-as-empresas"><strong>A NBR 10004:2024 é obrigatória para todas as empresas?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A NBR 10004:2024 é amplamente utilizada como referência técnica para classificação de resíduos sólidos em processos de licenciamento, auditorias e fiscalizações ambientais, sendo aplicável às organizações que realizam gerenciamento e classificação de resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-qual-o-prazo-para-adequacao-a-nova-norma"><strong>Qual o prazo para adequação à nova norma?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção da nova norma vem sendo gradualmente exigida por órgãos ambientais e referências técnicas do setor, com transição amplamente associada ao período até dezembro de 2026.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-acontece-se-a-empresa-nao-se-adequar"><strong>O que acontece se a empresa não se adequar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de classificação adequada ou a manutenção de laudos desatualizados pode resultar em autuações, multas, questionamentos em auditorias e riscos relacionados ao licenciamento ambiental.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-os-residuos-gerados-por-prestadores-de-servico-dentro-da-empresa-sao-de-responsabilidade-do-contratante"><strong>Os resíduos gerados por prestadores de serviço dentro da empresa são de responsabilidade do contratante?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do contexto operacional e contratual, sim. Por isso, é importante mapear fluxos de resíduos, estabelecer responsabilidades contratuais e exigir documentação comprobatória dos prestadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-a-nbr-10004-2024-se-aplica-a-residuos-de-servicos-de-saude"><strong>A NBR 10004:2024 se aplica a resíduos de serviços de saúde?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Os PGRSS também precisam ser revisados para incorporar os novos critérios de classificação previstos na norma atualizada.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/gestao-de-residuos-nbr10004/">Gestão de resíduos e a NBR10004:2024: Entenda a nova classificação e como ela afeta toda a sua cadeia de fornecedores</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde Mental como Pilar da Segurança do Trabalho: a nova fronteirada gestão de riscos ocupacionais</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/saude-mental-como-pilar-da-seguranca-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24439</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-17-at-18.41.02-2-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="saude mental" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Saúde mental entra na SST: entenda novas exigências legais, riscos psicossociais e como adaptar o PGR nas empresas.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/saude-mental-como-pilar-da-seguranca-do-trabalho/">Saúde Mental como Pilar da Segurança do Trabalho: a nova fronteirada gestão de riscos ocupacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-17-at-18.41.02-2-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="saude mental" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, a Segurança e Saúde no Trabalho (SST) concentrou-se em riscos físicos e ambientais: quedas, operação de máquinas, exposição a agentes químicos, ruído e outros fatores clássicos de insalubridade ou periculosidade. No entanto, um tema que rapidamente ganhou destaque e relevância jurídica é a saúde mental dos trabalhadores.<br><br>Nas atualizações recentes da legislação brasileira, os fatores psicossociais passaram a integrar formalmente as responsabilidades das empresas dentro da gestão de riscos ocupacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-mudou-na-legislacao">O que mudou na legislação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Norma Regulamentadora nº 01 (NR-1), que estabelece disposições gerais e trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), passou por atualizações que ampliaram o conceito de risco ocupacional.<br><br>Com isso, os riscos psicossociais passaram a ser considerados no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estresse ocupacional;</li>



<li>burnout;</li>



<li>assédio moral e organizacional;</li>



<li>sobrecarga mental;</li>



<li> jornadas excessivas;</li>



<li>pressão por metas desproporcionais devem ser identificados, avaliados e controlados como parte da gestão de SST.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a aplicação obrigatória dessas disposições tenha sido inicialmente prevista para 2025, sua exigibilidade foi prorrogada, tornando-se obrigatória a partir de 2026, conforme atos normativos do Ministério do Trabalho e Emprego.<br><br>Além disso, a Lei nº 14.831/2024 instituiu o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, reconhecendo organizações que adotam políticas estruturadas de promoção do bem-estar emocional no ambiente corporativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-"></h2>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-isso-importa"><br>Por que isso importa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão dos riscos psicossociais na gestão oficial de SST significa que a proteção da saúde mental deixou de ser apenas uma boa prática organizacional e tornou-se uma exigência legal.<br><br>Empresas que não identificarem, avaliarem e implementarem medidas preventivas podem enfrentar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>autuações administrativas em fiscalizações trabalhistas;</li>



<li>passivos trabalhistas;</li>



<li>aumento de afastamentos previdenciários;</li>



<li>impactos reputacionais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação passa a reconhecer que o ambiente de trabalho precisa ser seguro não apenas fisicamente, mas também psicologicamente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/guardiao-legal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="189" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Guardiao-Legal.png" alt="" class="wp-image-22152" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Guardiao-Legal.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Guardiao-Legal-300x55.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Guardiao-Legal-768x141.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-as-empresas-devem-agir">Como as empresas devem agir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para cumprir as exigências legais e estruturar uma gestão preventiva eficaz, as<br>organizações precisam:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Mapear riscos psicossociais: </strong>identificar situações que possam gerar impactos negativos à saúde mental, como sobrecarga de trabalho, conflitos organizacionais, ausência de suporte ou cultura tóxica.<br></li>



<li><strong>Incluir esses riscos no PGR: </strong>atualizar o Programa de Gerenciamento de Riscos para contemplar formalmente os fatores psicossociais, com definição de medidas preventivas e responsáveis.<br></li>



<li><strong>Integrar ao PCMSO quando aplicável:</strong> alinhar o acompanhamento médico ocupacional às situações de risco identificadas, promovendo ações preventivas e não apenas corretivas.<br></li>



<li><strong>Implementar políticas internas estruturadas: </strong>criar programas de prevenção ao assédio, canais de escuta ativa, capacitação de lideranças e iniciativas de promoção do bem-estar.<br></li>



<li><strong>Monitorar e revisar continuamente: </strong>avaliar indicadores como absenteísmo, afastamentos por transtornos mentais e rotatividade, ajustando as estratégias sempre que necessário.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-beneficios-alem-da-conformidade">Benefícios além da conformidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Investir na saúde mental dos trabalhadores não gera apenas adequação normativa. Também produz impactos organizacionais relevantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li> Redução de afastamentos e licenças médicas vinculados a transtornos mentais;</li>



<li> Aumento da produtividade e do engajamento;</li>



<li> Melhoria do clima organizacional;</li>



<li> Redução de conflitos e turnover;</li>



<li> Fortalecimento do pilar social do ESG.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Empresas que atuam preventivamente tendem a reduzir riscos jurídicos e fortalecer sua governança corporativa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O papel da conformidade e da gestão estratégica</li>



<li>A adequação às novas exigências relacionadas aos riscos psicossociais exige estrutura</li>



<li>técnica, controle documental e acompanhamento constante das atualizações legais em</li>



<li>Segurança e Saúde no Trabalho.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A gestão eficaz envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>monitoramento contínuo das Normas Regulamentadoras;</li>



<li>organização de requisitos legais aplicáveis à atividade da empresa;</li>



<li>definição de planos de ação e responsáveis;</li>



<li>manutenção de evidências documentais para auditorias e fiscalizações.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse contexto, contar com soluções especializadas em gestão de requisitos legais é um diferencial estratégico. Ferramentas como as oferecidas pela Ius permitem às empresas: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acompanhar atualizações normativas em SST;</li>



<li>estruturar e organizar requisitos aplicáveis à realidade da unidade;</li>



<li>controlar prazos e planos de ação vinculados ao PGR;</li>



<li>integrar conformidade legal às estratégias de ESG e governança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A saúde mental no trabalho não é apenas uma pauta social, é uma agenda regulatória que exige organização, responsabilidade e gestão estruturada.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-ius-pode-te-ajudar">Como a Ius pode te ajudar </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Ius Natura apoia sua empresa na adequação às novas exigências de saúde mental na Segurança e Saúde no Trabalho por meio de soluções completas de gestão de requisitos legais. Com tecnologia especializada, é possível monitorar continuamente as atualizações das Normas Regulamentadoras, identificar e organizar os riscos psicossociais aplicáveis ao seu negócio, estruturar o PGR com planos de ação claros e responsáveis definidos, além de manter evidências organizadas para auditorias e fiscalizações. Dessa forma, sua empresa reduz riscos jurídicos, fortalece a governança e integra a conformidade legal às estratégias de ESG de forma prática e eficiente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/saude-mental-como-pilar-da-seguranca-do-trabalho/">Saúde Mental como Pilar da Segurança do Trabalho: a nova fronteirada gestão de riscos ocupacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia circular como vantagem competitiva: oportunidades edesafios para empresas em 2026</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/economia-circular-como-vantagem-competitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 20:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=24402</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-17.19.48-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="economia circular" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda o que é economia circular e como empresas podem inovar, reduzir resíduos e fortalecer sua estratégia sustentável.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/economia-circular-como-vantagem-competitiva/">Economia circular como vantagem competitiva: oportunidades edesafios para empresas em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-17.19.48-1-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="economia circular" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A economia circular vem ganhando cada vez mais destaque como modelo de produção sustentável, inovador e competitivo. Diferente do tradicional modelo linear “extrair → produzir → descartar”, ela busca manter os recursos em uso pelo maior tempo possível, promovendo reutilização, reparo, remanufatura e reciclagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-economia-circular"><strong>O que é economia circular?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A economia circular é uma abordagem que transforma a forma como produtos são concebidos e consumidos. Em vez de gerar grandes quantidades de resíduos, esse modelo visa evitar desperdícios e valorizar materiais e energia ao longo de todo o ciclo de vida de um produto.<br><br>No Brasil, a lógica da circularidade já está presente em diversas estratégias públicas e privadas. A Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC), por exemplo, foi instituída para orientar políticas públicas e estimular práticas circulares em setores econômicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-oportunidades-para-as-empresas"><strong>Oportunidades para as empresas</strong></h2>



<ol style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Redução de custos operacionais<br>Ao reaproveitar materiais e insumos, reduzir desperdícios e otimizar processos, as empresas podem reduzir custos e dependência de matérias-primas virgens, ganhando vantagem competitiva.<br></li>



<li>Acesso a novos mercados<br>Consumidores e investidores têm valorizado cada vez mais produtos sustentáveis. Produtos e serviços circulares podem atrair públicos que priorizam impacto ambiental positivo e gerar diferenciação frente à concorrência.<br></li>



<li>Melhoria na governança e no ESG<br>A economia circular está alinhada ao movimento ESG (Environmental, Social and Governance). Adotar práticas circulares fortalece o desempenho ambiental das empresas e pode atrair investimentos e financiamentos sustentáveis.<br></li>



<li>Inovação e parcerias<br>Modelos circulares criam espaço para parcerias entre empresas, startups, fornecedores e recicladores, estimulando inovação colaborativa e integração de cadeias produtivas.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-desafios-a-superar-na-economia-circular"><strong>Desafios a superar</strong> <strong>na economia circular </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Apesar dos benefícios, a transição para a economia circular enfrenta desafios reais: </p>



<ul style="font-size:16px" class="wp-block-list">
<li>Infraestrutura limitada: sistemas de coleta, logística reversa e processamento ainda são incipientes em muitos setores.</li>



<li>Cultura organizacional: mudanças estruturais demandam transformação cultural interna e novos modelos de gestão.</li>



<li>Custos iniciais de implementação: a adoção de tecnologias e reconfiguração de processos pode exigir investimentos significativos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-legislacao-e-politicas-no-brasil"><strong>Legislação e políticas no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>O modelo circular não se limita ao discurso: existem normas e políticas que já o incentivam. No plano nacional, além da ENEC, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 5.662/2025, que pode instituir formalmente a Política Nacional de Economia Circular (PNEC). Essa proposta prevê mecanismos de estímulo, instrumentos<br>regulatórios e integração de práticas de economia circular nas compras públicas e em políticas públicas.<br><br>Além disso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) já estabelece instrumentos como a logística reversa, responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto e planos de gerenciamento de resíduos, que dialogam diretamente com os princípios da economia circular.<br><br>Se aprovado, o novo projeto poderá reforçar ainda mais a transparência, a responsabilidade ambiental empresarial e a necessidade de indicadores ligados à circularidade nos relatórios corporativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/portaria-mte-122-25/">Gestão de Resíduos nas Empresas</a></p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-papel-da-conformidade-e-da-gestao-estrategica"><strong>O papel da conformidade e da gestão estratégica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>A transição para a economia circular exige mais do que boas intenções: requer estrutura de governança, controle de requisitos legais, rastreabilidade e gestão de riscos ambientais.<br><br>Nesse contexto, contar com soluções especializadas em gestão de requisitos legais, monitoramento normativo e estruturação de programas ESG é um diferencial competitivo. Ferramentas como as oferecidas pela Ius permitem às empresas:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>acompanhar atualizações legislativas ambientais e regulatórias;</li>



<li>estruturar planos de ação para adequação à legislação vigente;</li>



<li>integrar indicadores ambientais à estratégia corporativa;</li>



<li>fortalecer a governança e a transparência nos relatórios ESG.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br>A economia circular não é apenas uma tendência ambiental é também uma agenda regulatória e estratégica.<br>Dessa forma, a economia circular representa não apenas um ideal ambiental, mas uma vantagem competitiva real para as empresas em 2026. Embora desafios existam da infraestrutura à mudança cultural, os benefícios econômicos, reputacionais e de conformidade regulatória são fortes motivadores para empresas inovarem e se<br>adaptarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Adotar práticas circulares hoje, com suporte técnico e jurídico adequado, pode preparar organizações para um futuro onde sustentabilidade, governança e competitividade caminham juntas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-ius-pode-te-ajudar">Como a Ius pode te ajudar </h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Conforme o apresentado nesse artigo, podmeos considerar que neste cenário a Ius Natura pode apoiar as organizações na transição para modelos mais circulares por meio de soluções que integram gestão de requisitos legais, consultoria especializada e ferramentas tecnológicas voltadas ao ESG e à conformidade ambiental. Com o monitoramento contínuo da legislação, apoio na estruturação de planos de ação e organização de evidências de conformidade, a Ius ajuda empresas a se adequarem a normas como a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a se prepararem para novas diretrizes relacionadas à economia circular. Além disso, suas soluções contribuem para fortalecer a governança, integrar indicadores ambientais à estratégia corporativa e transformar práticas sustentáveis em vantagem competitiva e segurança regulatória para as organizações. Para conhecer mais so CAL, software de gestão de requisitos legais da Ius, clique no banner abaixo. </p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Net Zero: Conceito, Aplicações e Relevância para as Empresas</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/net-zero-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 19:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22479</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-16.24.57-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Saiba como atingir o Net zero" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Nos últimos anos, a pauta ambiental deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma exigência do mercado global. Investidores, consumidores e órgãos reguladores passaram a cobrar posicionamentos claros e ações efetivas das empresas em relação à sustentabilidade. Nesse contexto, o conceito de Net Zero ganhou destaque como um dos compromissos mais importantes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-16.24.57-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Saiba como atingir o Net zero" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Nos últimos anos, a pauta ambiental deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma exigência do mercado global. Investidores, consumidores e órgãos reguladores passaram a cobrar posicionamentos claros e ações efetivas das empresas em relação à sustentabilidade. Nesse contexto, o conceito de <strong>Net Zero</strong> ganhou destaque como um dos compromissos mais importantes na luta contra as mudanças climáticas. Confira neste artigo como a sua empresa pode se posicionar em conformidade com o NetZero.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24 wp-block-paragraph" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O que é Net Zero?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O termo <em>Net Zero</em> (ou “emissões líquidas zero”) refere-se ao equilíbrio entre a quantidade de gases de efeito estufa (GEE) emitida para a atmosfera e a quantidade removida ou compensada. Na prática, isso significa que, após reduzir ao máximo suas emissões, a empresa neutraliza o restante por meio de ações como reflorestamento, captura de carbono e investimentos em energias renováveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O objetivo do Net Zero é impedir o aumento da temperatura média global em mais de 1,5°C até o final do século, meta definida no <strong>Acordo de Paris</strong>. Para empresas, adotar esse compromisso não é apenas uma questão ambiental, mas também estratégica, já que impacta diretamente a competitividade e a reputação no mercado.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25 wp-block-paragraph" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Por que o Net Zero é relevante para as empresas?</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Exigência de investidores e clientes</strong>: Grandes fundos de investimento priorizam empresas com práticas ESG (Environmental, Social and Governance) robustas. Consumidores também preferem marcas alinhadas a causas ambientais.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Conformidade regulatória</strong>: Muitos países estão implementando legislações de redução de emissões e precificação de carbono. Estar alinhado a essas exigências evita multas e restrições.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Vantagem competitiva</strong>: Empresas comprometidas com a neutralidade de carbono têm maior acesso a mercados internacionais e se destacam em licitações e contratos.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Redução de custos</strong>: A transição para modelos mais eficientes, como uso de energia limpa e otimização de processos, reduz despesas operacionais no médio e longo prazo.<br></li>



<li style="font-size:16px;line-height:1.5"><strong>Reputação e marca empregadora</strong>: Funcionários e talentos buscam trabalhar em organizações comprometidas com o futuro do planeta.</li>
</ol>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-26 wp-block-paragraph" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Como aplicar o Net Zero nas empresas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O caminho para atingir o Net Zero não é único, mas envolve uma combinação de <strong>planejamento estratégico, inovação tecnológica e mudança cultural</strong>. Algumas etapas essenciais incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-27" id="h-1-mapeamento-e-medicao-das-emissoes" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1. Mapeamento e medição das emissões</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O primeiro passo é realizar um inventário de <a href="https://blog.iusnatura.com.br/controle-poluicao-atmosferica/">emissões de gases de efeito estuf</a>a, identificando fontes diretas (como consumo de combustíveis) e indiretas (como energia adquirida ou cadeia de suprimentos). Ferramentas como o <strong>GHG Protocol</strong> auxiliam nessa medição.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-28" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2. Definição de metas e prazos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As metas devem ser claras, mensuráveis e alinhadas com padrões internacionais, como a <strong>Science Based Targets Initiative (SBTi)</strong>, que orienta empresas a definir objetivos compatíveis com o Acordo de Paris.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3. Redução efetiva das emissões</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Antes de pensar em compensar, é necessário reduzir. Isso pode incluir:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Substituição de fontes fósseis por energias renováveis;<br></li>



<li>Otimização logística para reduzir transporte e consumo de combustíveis;<br></li>



<li>Eficiência energética em processos e equipamentos;<br></li>



<li>Economia circular para reaproveitamento de materiais.<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-30" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>4. Compensação e neutralização</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para as emissões inevitáveis, é preciso adotar soluções de compensação, como:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li>Projetos de reflorestamento e preservação de áreas nativas;<br></li>



<li>Investimentos em tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS);<br></li>



<li>Apoio a projetos certificados de créditos de carbono.<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>5. Engajamento da cadeia de valor</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Net Zero só é possível quando fornecedores e parceiros também estão comprometidos. Isso exige políticas de compras sustentáveis e critérios ambientais na seleção de fornecedores.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-32" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>6. Transparência e comunicação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Relatórios periódicos sobre os avanços, publicados conforme padrões como o <strong>GRI (Global Reporting Initiative)</strong>, reforçam a credibilidade e permitem acompanhamento pelos stakeholders.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-33" id="h-desafios-na-jornada-para-o-net-zero" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Desafios na jornada para o Net Zero</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A transição para a neutralidade de carbono envolve desafios relevantes, como:</p>



<ul style="font-size:16px;line-height:1.5" class="wp-block-list">
<li><strong>Investimento inicial elevado</strong> em tecnologia e infraestrutura;<br></li>



<li><strong>Mudança de mentalidade</strong> dentro da empresa, exigindo capacitação e envolvimento de todas as áreas;<br></li>



<li><strong>Monitoramento contínuo</strong> das emissões e ajustes nas estratégias;<br></li>



<li><strong>Incertezas regulatórias</strong> em alguns mercados.<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Apesar disso, os benefícios superam os obstáculos, especialmente quando a estratégia é implementada de forma gradual e integrada ao planejamento corporativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-34" id="h-grandes-empresas-ja-sao-net-zero" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Grandes empresas já são Net Zero</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Empresas de diferentes setores já anunciaram compromissos ambiciosos de neutralidade de carbono. Gigantes como <strong>Microsoft</strong>, <strong>Ikea</strong> e <strong>Unilever</strong> buscam não apenas atingir o net zero, mas também remover mais carbono do que emitem, tornando-se “carbono negativas” até meados deste século. No Brasil, companhias como <strong>Natura</strong> e <strong>Ambev</strong> também têm avançado nessa agenda, investindo em logística sustentável, energias limpas e preservação ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-35" id="h-o-papel-da-lideranca-empresarial" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O papel da liderança empresarial</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Alcançar o Net Zero não é uma responsabilidade exclusiva de áreas ambientais ou de sustentabilidade. A alta liderança precisa assumir o compromisso, integrar a pauta à estratégia de negócios e garantir que todos os níveis da empresa estejam engajados. O exemplo vem de cima, e quando a diretoria demonstra que o Net Zero é prioridade, as chances de sucesso aumentam exponencialmente.<br><br>O Net Zero deixou de ser uma tendência e se tornou um caminho inevitável para empresas que desejam prosperar em um mercado cada vez mais consciente e regulado. Mais do que atender a exigências legais, essa jornada representa a oportunidade de inovar, reduzir custos, fortalecer a marca e contribuir para um futuro mais equilibrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Empresas que se antecipam e adotam práticas consistentes de redução e neutralização de emissões estarão mais preparadas para enfrentar riscos climáticos e conquistar vantagens competitivas duradouras. Afinal, a transição para uma economia de baixo carbono é uma questão de sobrevivência não apenas do planeta, mas também dos negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-36" id="h-sua-empresa-esta-pronta-para-o-net-zero" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Sua empresa está pronta para o Net Zero?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Transforme compromisso em resultado com estratégias que unem impacto positivo e crescimento sustentável.<br>Conheça a <strong>Ius Natura</strong> e descubra como podemos guiar sua jornada rumo à neutralidade de carbono.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Nova Portaria do MAPA reforça o papel da sustentabilidade na rastreabilidadeagropecuária brasileira</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/entenda-a-nova-portaria-do-mapa-n-807/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22887</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-14.01.40-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Portaria MAPA nº 807," style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Rastreabilidade agropecuária ganha força com a Portaria MAPA 807/2025, promovendo sustentabilidade, transparência e competitividade no setor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-14.01.40-1-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Portaria MAPA nº 807," style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A publicação da Portaria MAPA nº 807, de 16 de junho de 2025, marca um avanço estratégico para a rastreabilidade ambiental, social e econômica no setor agropecuário nacional. Com foco no fortalecimento das cadeias produtivas e na garantia de maior transparência ao mercado consumidor e aos parceiros internacionais, o Ministério da Agricultura e Pecuária reafirma o compromisso do Brasil com práticas sustentáveis e com o cumprimento de normativas globais, como o Regulamento de Produtos Livres de Desmatamento da União Europeia (EUDR).</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-37" id="h-diretrizes-da-nova-norma" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Diretrizes da nova norma</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A nova norma define diretrizes para a elaboração, implementação e avaliação de projetos de rastreabilidade, envolvendo o mapeamento da cadeia produtiva desde a origem até a comercialização dos produtos. A portaria reforça ainda que os projetos deverão contemplar aspectos ambientais, sociais e econômicos, ampliando a responsabilidade das empresas quanto à integridade e à sustentabilidade das suas operações. Trata-se de um reconhecimento oficial da rastreabilidade como ferramenta de governança e de ESG, com potencial para impactar positivamente a imagem do agronegócio brasileiro no cenário internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, o incentivo à adoção de tecnologias e soluções inovadoras para o rastreamento dos produtos contribui para o aumento da competitividade do setor. Sistemas confiáveis de rastreabilidade são cada vez mais exigidos por mercados<br>rigorosos, e sua implementação se torna um diferencial estratégico para produtores, cooperativas, frigoríficos e exportadores. A portaria, portanto, promove não apenas conformidade regulatória, mas também inteligência de mercado e segurança jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro ponto de destaque é a previsão de articulação interinstitucional, com incentivo à participação de entes públicos, setor privado, sociedade civil e comunidade científica. Essa abordagem colaborativa amplia a legitimidade das ações e fortalece o<br>desenvolvimento de cadeias sustentáveis com impacto positivo na inclusão produtiva, na regularização ambiental e na valorização da produção responsável.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-38" id="h-publicacao-da-portaria-mapa-nº-807-2025" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Publicação da Portaria MAPA nº 807/2025</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A publicação da Portaria MAPA nº 807/2025 representa, assim, uma oportunidade valiosa para empresas do setor agropecuário se posicionarem com responsabilidade socioambiental, atendendo às novas exigências do mercado sem perder de vista a valorização do território, do produtor e da biodiversidade brasileira. A rastreabilidade sustentável, agora reconhecida e promovida em norma federal, deixa de ser uma tendência e passa a ser uma estratégia essencial para quem deseja atuar de forma ética, competitiva e alinhada às diretrizes do desenvolvimento sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Ius apoia empresas de todos os portes no processo de adequação às exigências legais e socioambientais, oferecendo soluções especializadas em ESG, Compliance Ambiental, Due Diligence, capacitações técnicas e desenvolvimento de sistemas de gestão. Atuamos de forma estratégica, técnica e colaborativa para transformar obrigações em valor para o negócio. Fale com nosso time e descubra como podemos impulsionar sua jornada rumo à sustentabilidade e à conformidade legal.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-39" id="h-gestao-de-requisitos-legais-que-te-mantem-atualizado-e-em-cumprimento-legal" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Gestão de requisitos legais que te mantem atualizado e em cumprimento legal</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O CAL, software de gestão de requisitos legais da Ius, ajuda sua empresa a identificar e monitorar normas aplicáveis, gerenciar conformidade e reduzir riscos. Com automação, ele simplifica processos, garante transparência em auditorias e facilita a adesão rápida a novas regulamentações. Além disso, permite o acompanhamento de mudanças legislativas e o gerenciamento de evidências. Clique no banner abaixo e experimente o CAL gratuitamente por 15 dias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>
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