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	<title>Sávio Salim, Colunista em ESG em Dia</title>
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	<description>O portal da Ius sobre Sustentabilidade e Gestão Legal</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 May 2026 12:56:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sávio Salim, Colunista em ESG em Dia</title>
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	<item>
		<title>Lei nº 15.377/2026: o que muda na CLT e quais são as obrigações da empresa em saúde preventiva</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/lei-15377-2026-clt-saude-preventina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sávio Salim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2150165435-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médica medindo a pressão de um paciente" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda as obrigações criadas pela Lei nº 15.377/2026 na CLT: o que o empregador deve fazer sobre vacinação, HPV e cânceres, e como documentar o cumprimento.</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-15377-2026-clt-saude-preventina/">Lei nº 15.377/2026: o que muda na CLT e quais são as obrigações da empresa em saúde preventiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2150165435-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Médica medindo a pressão de um paciente" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15377-2-abril-2026-798915-publicacaooriginal-178735-pl.html">Lei nº 15.377, de 2 de abril de 2026</a> (publicada no Diário Oficial da União em 6 de abril de 2026) alterou a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a>, criando obrigações imediatas para toda empresa com empregados regidos pelo regime celetista, independentemente do porte ou setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma acrescentou o art. 169-A à CLT e incluiu o §3º ao art. 473, com vigência a partir da data de publicação, sem prazo de adaptação. Neste artigo, explicamos o que a lei exige, como cumpri-la na prática e quais os riscos do descumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerenciar conformidade legal é um passo obrigatório para toda e qualquer empresa. <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Otimize o seu processo de gestão com a Ius!</a></p>



<h2 id="h-1-o-contexto-saude-preventiva-como-dever-trabalhista" class="wp-block-heading"><strong>1. O contexto: saúde preventiva como dever trabalhista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A proteção à saúde do trabalhador é parte central do ordenamento jurídico brasileiro desde a promulgação da CLT, em 1943. A Constituição Federal de 1988 elevou a saúde à condição de direito social fundamental (art. 6º e art. 196), obrigando o Estado e, reflexamente, os empregadores, a adotarem medidas concretas de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadoras/normas-regulamentadoras-vigentes">Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego</a>, como a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/programa-de-controle-medico-de-saude-ocupacional-pcmso/">NR-7 (PCMSO)</a> e a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr-1-riscos-psicossociais/">NR-1 (atualizada em 2025 para incluir riscos psicossociais)</a>, já impunham ao empregador deveres ativos de vigilância e promoção da saúde ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.377/2026 se insere nesse mesmo percurso: amplia o escopo da obrigação do empregador para além do ambiente de trabalho imediato, alcançando a saúde preventiva relacionada a doenças de alta incidência na população brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a publicação <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2026/inca-estima-781-mil-novos-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil-entre-2026-e-2028">Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil</a>, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026-2028. Os tipos com maior incidência (excluindo pele não melanoma) são exatamente os abordados pela nova lei: mama, próstata, colo do útero e cânceres relacionados ao HPV.</p>



<h2 id="h-2-o-que-diz-a-lei-nº-15-377-2026" class="wp-block-heading"><strong>2. O que diz a Lei nº 15.377/2026</strong></h2>



<h3 id="h-2-1-o-novo-art-169-a-da-clt" class="wp-block-heading"><strong>2.1. O novo art. 169-A da CLT</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O art. 1º da lei acrescenta o art. 169-A à CLT, com o seguinte teor (texto integral disponível no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15377.htm">Portal do Planalto</a>):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Art. 169-A. É obrigação das empresas disponibilizar a seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação, sobre o papilomavírus humano (HPV) e sobre os cânceres de mama, de colo do útero e de próstata, em conformidade com as orientações e recomendações do Ministério da Saúde, bem como promover ações afirmativas de conscientização sobre essas doenças e orientar seus empregados sobre o acesso aos serviços de diagnósticos.Parágrafo único. As empresas deverão ainda informar a seus empregados sobre a possibilidade de deixar de comparecer ao serviço para a realização de exames preventivos do papilomavírus humano (HPV), bem como dos cânceres referidos no caput deste artigo, sem prejuízo do salário, nos termos do inciso XII do art. 473 desta Consolidação.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-2-2-o-novo-3º-do-art-473-da-clt" class="wp-block-heading"><strong>2.2. O novo §3º do art. 473 da CLT</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O art. 2º da lei acrescenta o §3º ao art. 473 da CLT, que trata das ausências legais do empregado sem desconto salarial:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">§3º O empregador informará o empregado sobre a possibilidade de deixar de comparecer ao serviço para a realização de exames preventivos do papilomavírus humano (HPV) e de câncer, nos termos do inciso XII do caput deste artigo.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O inciso XII do art. 473 (incluído pela Lei nº 13.767/2018) já garantia ao trabalhador o direito de se ausentar por até 3 dias, em cada 12 meses de trabalho, para realização de exames preventivos de câncer, com apresentação de comprovante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O §3º acrescido em 2026 transforma esse direito em um dever de comunicação ativo do empregador: omitir essa informação passa a ser descumprimento legal.</p>



<h2 id="h-3-as-tres-obrigacoes-do-empregador" class="wp-block-heading"><strong>3. As três obrigações do empregador</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Da leitura dos dois dispositivos, extraem-se três obrigações simultâneas e imediatas para todo empregador com funcionários regidos pela CLT:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="271" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tela-unica-com-tabela-na-identidade-Ius-1024x271.png" alt="Tabela informativa horizontal com fundo branco e cabeçalho na cor verde-limão com letras brancas. O texto está em português e a tabela é composta por três colunas: Obrigação, O que exige e Base legal.

A estrutura do conteúdo é a seguinte:

Primeira linha (Fundo branco):

Obrigação: Informar

O que exige: Divulgar campanhas de vacinação, HPV e cânceres de mama, colo do útero e próstata

Base legal: Art. 169-A, caput, CLT

Segunda linha (Fundo verde bem claro):

Obrigação: Conscientizar

O que exige: Promover ações afirmativas de conscientização sobre as doenças

Base legal: Art. 169-A, caput, CLT

Terceira linha (Fundo branco):

Obrigação: Orientar

O que exige: Comunicar o direito à ausência remunerada de até 3 dias/ano para exames preventivos de câncer

Base legal: Art. 169-A, par. único e art. 473, §3º, CLT" class="wp-image-24944" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tela-unica-com-tabela-na-identidade-Ius-1024x271.png 1024w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tela-unica-com-tabela-na-identidade-Ius-300x80.png 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tela-unica-com-tabela-na-identidade-Ius-768x204.png 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tela-unica-com-tabela-na-identidade-Ius.png 1524w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A norma exige postura ativa, não passiva. Afixar um cartaz genérico ou encaminhar uma única mensagem não é suficiente para demonstrar o cumprimento. O empregador deve manter registro de todas as ações de comunicação realizadas.</p>



<h2 id="h-4-quem-esta-obrigado" class="wp-block-heading"><strong>4. Quem está obrigado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigação alcança toda empresa que possua empregados regidos pela CLT, independentemente de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>porte (micro, pequena, média ou grande empresa)</li>



<li>setor de atividade econômica</li>



<li>faturamento ou regime tributário</li>



<li>número de empregados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A lei não estabeleceu distinção. Organizações que operam exclusivamente com prestadores de serviço autônomos (PJ), MEIs sem vínculos celetistas ou servidores estatutários não estão sujeitas à nova norma, pois o vínculo previsto é o empregatício regido pela CLT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei entrou em vigor na data de sua publicação (6 de abril de 2026), sem prazo de adaptação. Todas as empresas com empregados CLT já estão sujeitas às obrigações.</p>



<h2 id="h-5-riscos-do-descumprimento" class="wp-block-heading"><strong>5. Riscos do descumprimento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.377/2026 não criou sanção específica para o descumprimento, mas isso não elimina os riscos. O empregador que não cumprir as obrigações pode estar sujeito a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>autuação administrativa pelos Auditores Fiscais do Trabalho, com base no art. 634 da CLT e nas competências da Inspeção do Trabalho (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/decreto/d10854.htm">Decreto nº 10.854/2021</a>)</li>



<li>uso da omissão informacional como elemento de prova em reclamações trabalhistas, especialmente em ações que envolvam doenças ocupacionais ou descumprimento de normas de saúde</li>



<li>ausência de documentação comprobatória nas auditorias de conformidade (incluindo auditorias de certificações como ISO 45001)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de registros das ações realizadas pode ser interpretada em desfavor da empresa em eventual litígio ou fiscalização.</p>



<h2 id="h-6-como-cumprir-na-pratica" class="wp-block-heading"><strong>6. Como cumprir na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento da lei envolve três frentes práticas:</p>



<h3 id="h-6-1-comunicacao-sobre-saude-preventiva" class="wp-block-heading"><strong>6.1. Comunicação sobre saúde preventiva</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incluir comunicados periódicos sobre campanhas de vacinação e rastreamento de HPV, câncer de mama, colo do útero e próstata</li>



<li>Utilizar canais internos (e-mail, murais, intranet, aplicativos corporativos) e alinhar o conteúdo às recomendações do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a> e do <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br">INCA</a></li>



<li>Documentar todas as ações realizadas com datas e registros de envio ou afixação</li>
</ul>



<h3 id="h-6-2-comunicacao-sobre-o-direito-a-ausencia" class="wp-block-heading"><strong>6.2. Comunicação sobre o direito à ausência</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Informar formalmente a todos os empregados sobre o direito de se ausentar por até 3 dias por ano (art. 473, XII, CLT) para exames preventivos de câncer</li>



<li>Deixar claro que a ausência não implica desconto salarial, desde que o empregado apresente comprovante de comparecimento ao exame</li>



<li>Incluir essa informação no regulamento interno, nos e-mails periódicos de saúde ou nos programas de integração de novos empregados</li>
</ul>



<h3 id="h-6-3-integracao-com-o-pcmso" class="wp-block-heading"><strong>6.3. Integração com o PCMSO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que já possuem o <a href="https://blog.iusnatura.com.br/programa-de-controle-medico-de-saude-ocupacional-pcmso/">Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)</a> estruturado (exigido pela <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr-07-programa-de-controle-medico-e-saude-ocupacional-pcmso/">NR-7</a>), recomenda-se incluir as ações da Lei nº 15.377/2026 no escopo do programa, integrando-as ao calendário de saúde ocupacional e ao PGR.</p>



<h2 id="h-7-gestao-de-requisitos-legais-o-contexto-mais-amplo" class="wp-block-heading"><strong>7. Gestão de requisitos legais: o contexto mais amplo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.377/2026 é mais um exemplo de norma publicada com vigência imediata. Nos últimos anos, empresas com funcionários CLT acumularam novas obrigações em ritmo intenso: a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr1-atualizada/">NR-1 atualizada</a> com inclusão de riscos psicossociais, a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/nr-5-cipa/">NR-5 reformulada pela Portaria MTP nº 4.219/2022</a>, e diversas outras alterações legislativas em SST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme abordado no artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/acontecimentos-em-saude-e-seguranca-ocupacional-em-2025/">&#8220;Os Principais Acontecimentos em Saúde e Segurança Ocupacional em 2025&#8221;</a>, publicado no Portal ESG em Dia, a conformidade legal em SST exige acompanhamento contínuo. Não é possível gerenciar esse volume de atualizações de forma manual e fragmentada sem correr riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://blog.iusnatura.com.br/principais-perguntas-e-respostas-de-saude-seguranca-ocupacional/">Guia sobre Saúde e Segurança Ocupacional da Ius Natura</a> é um bom ponto de partida para entender as obrigações gerais que as empresas precisam cumprir nessa área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhar as NRs em atualização e as demais normas trabalhistas vigentes, consulte também: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/governo-altera-normas-regulamentadoras/">Governo altera as Normas Regulamentadoras</a>.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout" style="border-style:none;border-width:0px"><tbody><tr><td><strong>Sua empresa já está adequada à Lei nº 15.377/2026?</strong><br><br>O CAL® é a plataforma da Ius Natura para gestão contínua de requisitos legais em Saúde, Segurança e Meio Ambiente. <br><br><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Acesse e veja como manter sua empresa em conformidade!</a> </td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.377/2026 cria obrigações concretas e imediatas para toda empresa com empregados CLT. O empregador deve informar, conscientizar e orientar seus funcionários sobre vacinação, HPV e rastreamento de câncer, além de comunicar ativamente o direito à ausência remunerada para exames preventivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento não depende de sanção expressa para gerar risco: a falta de documentação pode ser usada contra a empresa em fiscalizações e litígios trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor forma de cumprir a lei é integrar essas ações ao programa de saúde ocupacional já existente, documentar tudo e garantir que a informação chegue periodicamente a todos os empregados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="Banner informativo do sistema CAL, plataforma para gestão dos requisitos legais." class="wp-image-20317"/></a></figure>
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		<title>Resolução COFEN 801/26: Autonomia do Enfermeiro, Prescrição de Medicamentos e Segurança do Paciente</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-cofen-801-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sávio Salim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resolução COFEN 801/26" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-150x150.jpeg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-300x300.jpeg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-768x768.jpeg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Resolução COFEN 801/26 amplia autonomia de enfermeiros na prescrição, reforçando segurança jurídica, protocolos clínicos e conformidade com NR-32. Confira!</p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-cofen-801-26/">Resolução COFEN 801/26: Autonomia do Enfermeiro, Prescrição de Medicamentos e Segurança do Paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Resolução COFEN 801/26" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-150x150.jpeg 150w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-300x300.jpeg 300w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26-768x768.jpeg 768w, https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Resolucao-COFEN-801-26.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Resolução COFEN 801/26</strong> estabelece um novo marco regulatório para a prescrição de medicamentos por enfermeiros no Brasil, ao redefinir critérios técnicos, protocolos clínicos e responsabilidades profissionais. Ao ampliar a autonomia do exercício da enfermagem, a norma busca equilibrar agilidade assistencial, segurança do paciente e proteção jurídica do profissional, além de dialogar diretamente com exigências de saúde ocupacional previstas na NR-32 e com boas práticas de gestão de riscos nas instituições de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-evolucao-historica-e-o-novo-marco-normativo-da-resolucao-cofen-801-26">A evolução histórica e o novo marco normativo da Resolução COFEN 801/26</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Federal n.º 7.498, de 25 de junho de 1986, estabeleceu paradigmas inexoráveis com a regulamentação do exercício profissional da enfermagem no território nacional. A possibilidade da prescrição de medicamentos por enfermeiros não foi uma concessão recente, mas uma competência legalmente estabelecida há décadas. O alicerce jurídico supracitado passou a delegar ao enfermeiro a capacidade de prescrever medicamentos, desde que inseridos em programas de saúde pública ou rotinas aprovadas pelas instituições. Essa possibilidade foi reafirmada e convalidada pelo Decreto Federal n.º 94.406, de 1987, consolidando a atuação da enfermagem como ponto fundamental e indispensável na resolutividade e celeridade da atenção básica e hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o cenário atual da saúde passou a exigir uma atualização normativa que acompanhasse a complexidade clínica e a transformação digital, que avassaladoramente tomam espaço no cotidiano contemporâneo. Nessa senda, a Resolução COFEN n.º 801, de 14 de janeiro de 2026, inaugurou um panorama excepcional, uma vez que passou a modernizar as diretrizes operacionais da atuação dos enfermeiros, de forma a ofertar uma segurança jurídica mais robusta que as normas anteriores, que se mostravam bem mais genéricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A problemática que surge diante do recente ato normativo é: <strong><em>Como essa ampliação da autonomia consegue equilibrar a agilidade no atendimento com o rigor indispensável à segurança do paciente e à proteção do profissional de saúde?</em></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-com-a-resolucao-cofen-801-26">O que muda com a Resolução COFEN 801/26</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Resolução 801/26 inova ao detalhar ainda mais o escopo da prescrição, vinculando-a estritamente a protocolos clínicos baseados em evidências. Ela não apenas autoriza o ato de prescrever pelos enfermeiros, mas regulamenta a utilização de tecnologias auxiliares e critérios de decisão clínica, vinculando a legalidade do ato do enfermeiro à existência de protocolos institucionais rigorosos e de uma infraestrutura adequada. Dessa forma, embora teoricamente mais burocrática, a resolução em pauta possibilita uma otimização no fluxo de atendimento e torna ainda mais exequível e favorável a atuação dos profissionais e das equipes de saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-interface-da-resolucao-cofen-801-26-com-a-nr-32">Interface da Resolução COFEN 801/26 com a NR-32</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista da Segurança do Trabalho, devidamente destrinchada pela NR-32, obtém-se que o moderno ato normativo exerce um papel preventivo fundamental: uma prescrição clara, precisa e dentro de protocolos, que, em tese, reduz drasticamente os erros de administração. Ao minimizar equívocos na manipulação de fármacos, adquire-se, por exemplo, uma maior proteção ao trabalhador de acidentes com perfurocortantes e de exposições desnecessárias a agentes químicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a norma estabelece uma interface inolvidável com a preservação ambiental. A prescrição consciente, pautada em diretrizes institucionais rigorosas, atua diretamente no controle do descarte de resíduos de saúde. Ao evitar a prescrição excessiva ou inadequada, o enfermeiro contribui para a redução do impacto ambiental, alinhando-se às normas da ANVISA sobre o gerenciamento de resíduos e mitigando a contaminação química do ecossistema hospitalar e urbano.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-pratica-contemporanea-a-autonomia-e-a-valorizacao-profissional">A Prática Contemporânea, a Autonomia e a Valorização Profissional.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Resolução do COFEN, a prescrição de medicamentos pelo enfermeiro deixa de ser vista como uma tarefa meramente delegada, para ser compreendida como um ato de atenção e cuidado integral. Em unidades de pronto-socorro, a autonomia para prescrever conforme protocolos previamente estabelecidos minora, por muito, os gargalos burocráticos, permitindo que o paciente receba o tratamento necessário no momento oportuno. Isso não apenas valoriza a especialização clínica do enfermeiro, mas eleva a valorização da profissão perante a equipe multidisciplinar e a sociedade, além de potencializar a rápida melhora dos pacientes atendidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais destaques da nova resolução é o incentivo aos sistemas de apoio à decisão clínica e à prescrição eletrônica. O uso da tecnologia, mediante uma modernização institucional, trazem novas garantias na qualidade do atendimento, ao passo que possibilitam uma melhor administração das interações medicamentosas, alergias e dosagens inadequadas e, por conseguinte, evitando possíveis erros no tratamento hospitalar. Para o profissional enfermeiro, a aliança tecnológica representa uma blindagem ética e jurídica, já que ao seguir um sistema validado, moderno e apto, associado a uma normativa clara e protocolos consolidados, o profissional delimita sua responsabilidade, protegendo-se de processos éticos e garantindo que o paciente receba um cuidado isento de danos previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto a isso, o enfermeiro também assume, sob a égide da Resolução CONFEN 801/26, um papel vital na farmacovigilância. Ao monitorar os efeitos e a adesão ao tratamento prescrito, o profissional evita a automedicação e o desperdício de insumos. Essa gestão mais especializada do exercício profissional do enfermeiro, assegura uma estratégia de saúde pública que garanta a sustentabilidade do sistema, assegurando que os recursos sejam utilizados com a máxima eficácia e com o mínimo impacto ambiental possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instituições que implementam corretamente as diretrizes estabelecidas pela Resolução COFEN 801/26 observam uma redução significativa no tempo de espera em pronto-socorros. Ao permitir a atuação do enfermeiro, nos protocolos previamente validados, a instituição libera o corpo médico para casos de maior complexidade e que exijam uma maior especialização, otimizando o tempo do serviço, garantindo uma maior qualidade e aumentando ainda mais a segurança clínica. Para o gestor, isso significa redução de custos operacionais e aumento do índice de satisfação do paciente, uma vez que é mitigada a tradicional burocracia do fluxo de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-desafios-para-a-implementacao-efetiva-da-resolucao-cofen-801-26">Desafios para a implementação efetiva da Resolução COFEN 801/26</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço e da modernização normativa, a sua implementação plena ainda enfrenta obstáculos. O primeiro, é a necessidade de educação permanente. A autonomia do exercício profissional do enfermeiro exige competência técnica de alto nível, com especialização e treinamentos contínuos. O segundo desafio reside na resistência interdisciplinar, já que traz a urgência de protocolos institucionais bem definidos e pactuados, regularmente atualizados e juridicamente sólidos. Por fim, e talvez o desafio mais latente em uma sociedade desigual, é a necessidade de infraestrutura tecnológica bem desenvolvida, constituindo-se como um expressivo limitador. A prescrição digital segura exige investimentos em hardware e sistemas que ainda não são realidade em todos os municípios brasileiros, tampouco em todas as unidades de saúde espalhadas em um território de dimensões continentais, principalmente em setores e localidades mais marginalizadas e escanteadas pela sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A complexidade na superação desses desafios não reside somente na necessidade de investimentos financeiros, mas principalmente na indispensabilidade de uma mudança na cultura organizacional e na gestão pública de recursos. A superação da resistência interdisciplinar e do aporte em infraestrutura nas áreas escanteadas, requerem uma coordenação política e administrativa que colidem com o imediatismo esperado das gestões hospitalares.</p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-consideracoes-finais-sobre-a-resolucao-cofen-n-º-801-26">Considerações finais sobre a Resolução COFEN n.º 801/26</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, a Resolução COFEN n.º 801/26 transcende a esfera de um simples direito profissional para se consolidar como uma ferramenta de responsabilidade social. Ao modernizar os ritos da prescrição, a resolução não apenas fortalece a identidade da enfermagem, mas oferece ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à saúde suplementar um mecanismo de agilidade e segurança sem precedentes. O sucesso dessa norma, contudo, depende do compromisso ético dos profissionais e da vontade política das instituições em fornecer suporte técnico e tecnológico para que a ciência da enfermagem seja exercida em sua plenitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as organizações que atuam em um crescente cenário de rigor fiscalizatório, a negligência na parametrização desses novos requisitos legais representa uma vulnerabilidade inconcebível, capaz de gerar passivos trabalhistas, tangenciados pela NR-32, bem como possibilita a responsabilização civil por erros assistenciais. Ao investir na gestão técnica desses requisitos, as empresas que atuam na área da saúde deixam de reagir às crises sistemáticas e passam a se prevenir juridicamente dessas, uma vez que a autonomia do enfermeiro impulsiona a eficiência operacional, reduz os tempos de atendimento, aumenta a satisfação dos pacientes e otimiza o uso de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar atento com a conformidade rigorosa instaurada por este novo marco regulatório, associado às normas de Saúde e Segurança Ocupacional, funciona como uma blindagem institucional e garantem um selo de qualidade no exercício de suas atividades, mantendo as corporações alinhada aos mais altos padrões de profissionalismo, ética, segurança e sustentabilidade ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a adequada gestão de requisitos legais não é um custo administrativo, mas sim um investimento que garante a viabilidade do negócio e a integridade da assistência em um mercado cada vez mais pautado pela competitividade, pela gestão de riscos e pelo <em>compliance</em>. Nesse contexto, a Ius atua como uma parceira estratégica, traduzindo os pesos das obrigações normativas em fluxos de trabalho seguros e auditáveis, entregando a inteligência técnica exigida para mitigar os riscos, proteger as equipes, seus pacientes e garantir a excelência na reputação do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/resolucao-cofen-801-26/">Resolução COFEN 801/26: Autonomia do Enfermeiro, Prescrição de Medicamentos e Segurança do Paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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		<title>O Dia Mundial de Luta Contra a AIDS e o Dezembro Vermelho: caminhos para uma resposta sustentável ao HIV</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/dezembro-vermelho-caminhos-para-uma-resposta-sustentavel-ao-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sávio Salim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 18:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=23128</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-15.01.57-1-2-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Dezembro Vermelho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda a importância do Dezembro Vermelho e como ações ESG fortalecem a conscientização e o combate ao HIV nas empresas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-15.01.57-1-2-150x150.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="Dezembro Vermelho" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Este artigo aborda um tema delicado, porém essencial para toda a sociedade, especialmente para o setor empresarial. A discussão concentra-se no Dia Mundial da AIDS e na importância de as organizações garantirem respeito, oportunidades e uma gestão eficiente que assegure às pessoas portadoras de HIV um ambiente de trabalho digno e livre de discriminação. O objetivo é orientar as empresas sobre uma temática central para a Responsabilidade Social, diretamente relacionada ao ESG, e, sobretudo, contribuir para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária. Boa leitura.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9416556a40257fe1600f9c4e9b7e3a12" id="h-nbsp-responsabilidade-social-comeca-com-o-entendimento-da-causa" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">&nbsp;Responsabilidade Social começa com o entendimento da causa</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para compreender o papel da Responsabilidade Social diante da epidemia da AIDS&nbsp; e, consequentemente, entender como as empresas devem atuar para promover boas práticas ESG, cuidado e consciência com seus colaboradores e com a sociedade, é essencial revisitar o contexto histórico da doença e seus desdobramentos. Esse percurso nos conduz ao movimento de conscientização conhecido como Dezembro Vermelho, que reforça a importância da prevenção, do combate ao preconceito e do apoio contínuo às pessoas que vivem com HIV/AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A epidemia da AIDS (<em>Acquired Immunodeficiency Syndrome</em>), Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, marcou a história global como <strong>uma das crises de saúde mais importantes e relevantes das últimas décadas</strong>, com os primeiros casos de infecção pelo vírus HIV surgindo nos Estados Unidos, Haiti e África Central, entre 1977 e 1978. A Síndrome em questão se destaca pela deterioração progressiva do sistema imunológico, propiciando e abrindo margem para infecções e doenças oportunistas. O avassalador avanço da doença exigiu uma resposta científica e social massiva, de proporções profundas, sendo introduzido o tratamento antirretroviral (AZT), conhecido popularmente como “coquetel anti-AIDS”, em 1987.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Diante da dimensão significativa da epidemia, que já totalizava 65,7 mil diagnósticos e 38 mil óbitos na época da instituição (1988), além de milhões de pessoas infectadas globalmente, a Assembleia Mundial de Saúde e a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceram o dia<strong> 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta Contra a Aids</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, celebrado&nbsp; anualmente em 1º de dezembro, se tornou a <strong>primeira data internacional dedicada à saúde global</strong>, instituída em 1988. A celebração surgiu como uma forma de unir e mobilizar pessoas para aumentar o financiamento e a conscientização, combater as discriminações e desigualdades que permeiam a disseminação do vírus, bem como chamar a atenção da sociedade sobre a permanência da ameaça global. No Brasil, esta celebração serve como ponto de partida para o Dezembro Vermelho, uma campanha nacional de grande impacto, formalmente instituída por lei federal.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-92a4fe9c719416e0058d36f13befd389" id="h-dezembro-vermelho-a-otica-nacional-de-combate-ao-hiv" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Dezembro Vermelho: a ótica nacional de combate ao HIV.<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Campanha do Dezembro Vermelho foi instituída no Brasil pela Lei Federal n.º 13.504, promulgada em 7 de novembro de 2017, oferecendo uma oportunidade para auxílio e acalento das pessoas envolvidas na luta contra o HIV e melhorando a compreensão do vírus como um problema de saúde pública. Nesse sentido, estabeleceu que as atividades da campanha deveriam ser desenvolvidas em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), integrado entre toda a administração pública, entidades da sociedade civil e organismos internacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Entre as ações e atividades promovidas pela campanha, a lei determina a realização de palestras, atividades educativas e a veiculação de campanhas de mídia, visando o fortalecimento na luta contra o preconceito e a estigmatização de pessoas com soropositividade e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Aliado a isso, o foco abrange a prevenção, assistência e proteção das pessoas que vivem com HIV/AIDS, bem como promoção dos direitos humanos destes.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Adiciona-se que o SUS distribui gratuitamente os medicamentos antirretrovirais desde 1996. O uso regular desses medicamentos é fundamental para aumentar a qualidade de vida das pessoas com HIV, demonstrando, junto à Campanha do Dezembro Vermelho, uma busca do estado brasileiro em garantir o direito de vida das pessoas acometidas pela enfermidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0b5f9b87db75bc0d4ddb5c7a19d0b572" id="h-a-aids-e-os-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">A AIDS e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Imprescindível apontar que, embora o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS e o Dezembro Vermelho combatam, global e nacionalmente, o preconceito e a desinformação, o Brasil enfrenta desafios significativos. De acordo com dados do Ministério da Saúde e da UNAIDS, <strong>a cada 15 minutos uma pessoa se infecta com o vírus no Brasil</strong>, e, somente no estado de São Paulo, sete pessoas falecem por dia.&nbsp; Em 2024, foi registrado o número de <strong>40,8 milhões de pessoas vivendo mundialmente com o vírus do HIV</strong>, sendo que aproximadamente 600 mil tiveram mortes relacionadas à AIDS, atingindo a marca de <strong>uma morte por minuto</strong> no mundo, só no último ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Além disso, a resposta global à AIDS vem sendo severamente prejudicada, ameaçando décadas de avanço, principalmente em virtude da falta de cobertura universal de saúde. As pessoas que vivem com HIV são usualmente discriminadas e marginalizadas e, em vista disso, urge-se um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em <strong>acabar com a AIDS até 2030</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ação global criada pela ONU em 2015, possui 17 objetivos, atinentes à erradicação da pobreza, proteção do meio ambiente e garantia de paz e prosperidade universal. Dentre os objetivos, o Objetivo 3 (ODS 3), que busca a garantia de vidas saudáveis, inclui a meta 3.3., em que todos os Estados-Membros se comprometeram a <strong>alcançar o fim da AIDS até o ano de 2030</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Acabar com a AIDS até o ano de 2030 exige, inevitavelmente, uma cobertura universal de saúde, a fim de garantir o acesso à prevenção e ao tratamento do HIV e promover a equidade em saúde. A integração dos serviços de saúde sexual e reprodutiva, bem como de redução de danos para pessoas que injetam drogas e de conscientização sobre as formas de contaminação e propagação da doença, fortalece uma resposta coordenada e contínua, capaz de alcançar as populações-chave historicamente negligenciadas e reduzir desigualdades estruturais.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-70c86d824b61f6e5ece349943c0f3ac4" id="h-a-responsabilidade-social-nessa-tematica" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">A responsabilidade social nessa temática </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A redução das desigualdades, sociais e econômicas, é inexorável para a completude da meta estabelecida. A pobreza intensifica a vulnerabilidade e exposição às infecções, acometendo a capacidade das pessoas em mitigar os efeitos do HIV, bem como segregando o acesso aos cuidados para toda a população fragilizada. Ademais, a fome pode intensificar comportamentos de risco e prejudicar a adesão ao tratamento, enquanto doenças avançadas relacionadas ao HIV comprometem a segurança alimentar familiar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Dessa forma, se mostram necessárias práticas de <strong>empoderamento econômico</strong>, <strong>proteção social e apoio nutricional</strong>, como ferramentas essenciais para reduzir as vulnerabilidades e manter as pessoas que vivem com HIV e outras ISTs saudáveis. Ao articular as frentes de atenção e as práticas mencionadas, cria-se um sistema mais eficiente, inclusivo e resolutivo, indispensável para que o enfrentamento ao HIV avance de maneira sustentável e permita, efetivamente, que o objetivo de eliminação da AIDS até 2030 se torne uma realidade palpável.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c916fedbb905d326be9c3c850560f31b" id="h-nbsp-o-papel-das-instituicoes-e-da-sociedade-no-combate-ao-hiv" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">&nbsp;O Papel das Instituições e da Sociedade no combate ao HIV.</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A liderança política é fundamental para promover medidas públicas que enfrentem as desigualdades evidenciadas, garantindo a proteção às populações vulneráveis. Os governos devem promover o crescimento social e econômico inclusivo, eliminando leis e práticas historicamente discriminatórias. Os países precisam promover mudanças radicais nos programas e financiamento do HIV, em união com agências como o UNAIDS, OMS e com a sociedade civil em sua totalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Nesse sentido, a campanha Dezembro Vermelho no Brasil traz a integração das atividades com entidades da sociedade civil organizada. Serviços liderados por comunidades são indeclináveis para alcançar, de fato, as populações marginalizadas. A celebração da data, mundial e nacionalmente, serve para que pessoas vivendo com HIV sejam vistas e ouvidas, trazendo questões importantes e contribuindo para consolidação do dever social de atenção e proteção integral desses grupos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O fortalecimento das comunidades é forçoso para liderarem o caminho na resposta ao HIV, com informação de qualidade, acesso a serviços públicos, empatia coletiva e combate permanente ao estigma que permeia a população que convive com o vírus.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:16%">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500">Leia também:</p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:80%">
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a49be70adcde24630b4ad8a7c360b354 wp-block-paragraph" style="font-size:16px;font-style:normal;font-weight:400;text-decoration:underline"><a href="https://blog.iusnatura.com.br/pcmso-seguranca-medicina-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça o Escopo de Responsabilidade Social</a></p>
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<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-06fe9fc1bb89c23b462722b6676b2ff2" id="h-mobilizacao-cuidado-e-responsabilidade-social-o-caminho-para-uma-resposta-sustentavel-no-combate-a-aids" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Mobilização, Cuidado e Responsabilidade Social: o caminho para uma resposta sustentável no combate à AIDS.</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, em 1º de dezembro, e o Dezembro Vermelho no Brasil, constituem marcos inadiáveis de mobilização e responsabilidade compartilhada. A despeito dos avanços notáveis, como o fornecimento gratuito de medicamentos antirretrovirais pelo SUS e a instituição de políticas públicas internacionais de atenção integral, a epidemia de HIV/AIDS ainda não acabou, sendo certo que o combate ao vírus vem se tornando mais precarizado pela falta de financiamento global.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O cenário atual é preenchido não somente por crises de financiamento, mas também pela persistência impermeável de barreiras sociais que aprofundam as desigualdades, vulnerabilizando ainda mais populações que já são estigmatizadas e escanteadas.&nbsp; Uma nova abordagem, aliadas a soluções transformadoras, prometem a eliminação, ou a menos a redução, do estigma e da discriminação da população enferma.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Portanto, relevante se constitui as metas vislumbradas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que lutam pela transformação e não pelo retrocesso, agindo com urgência, unidade e compromisso inabalável para <strong>acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030</strong>. Organizações internacionais como o UNAIDS são fundamentais para manter a pauta em relevância, a fim de evitar que as populações-chave sejam, continuamente, colocadas em uma posição de esquecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Logo, políticas públicas como o Dezembro Vermelho e o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS reforçam anualmente que a luta contra o HIV é uma causa de saúde pública global e nacional, exigindo contínua vigilância e ação política centrada nos direitos humanos. Ao ampliarem o acesso à informação, intensificarem estratégias de prevenção e garantirem ambientes mais acolhedores, ajudam a reduzir desigualdades, enfrentar os estigmas e promover o respeito aos direitos individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">&nbsp;A construção de uma sociedade mais informada, consciente, solidária e livre de preconceitos depende da participação de todos os governos, instituições, empresas e cidadãos que, unidos e mobilizados, podem transformar consciência em prática e compromisso em impacto real e efetivo, avançando na direção de um futuro mais justo, seguro e inclusivo para todas as pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2414b6104ac6e1e91e831ca9ae5407c0" id="h-como-a-ius-pode-te-ajudar" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius pode te ajudar<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A IUS pode apoiar sua empresa de forma estratégica na incorporação desse tema tão sensível e essencial à agenda ESG, oferecendo suporte especializado para estruturar políticas internas de prevenção, promoção da saúde e combate ao estigma relacionado ao HIV/AIDS.<br><br>A partir de análises normativas, produção de conteúdos educativos, orientação sobre obrigações legais e apoio na construção de programas de conscientização, como os alinhados ao Dezembro Vermelho, a IUS ajuda sua organização a fortalecer suas práticas de responsabilidade social, criar ambientes de trabalho mais inclusivos e seguros e garantir conformidade com princípios de direitos humanos e saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Com isso, sua empresa avança não apenas na gestão ESG, mas também no compromisso real com a proteção, acolhimento e respeito aos colaboradores e à sociedade. Para conhecer quais serviços a Ius pode oferecer para ajudar sua empresa, clique no banner abaixo e saiba mais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/servicos" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1216" height="184" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Banner2-Servicos.jpg" alt="" class="wp-image-20302"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/dezembro-vermelho-caminhos-para-uma-resposta-sustentavel-ao-hiv/">O Dia Mundial de Luta Contra a AIDS e o Dezembro Vermelho: caminhos para uma resposta sustentável ao HIV</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cidades Inteligentes no Brasil: Lei 5.284/2025 um Modelo para o Futuro Urbano brasileiro</title>
		<link>https://blog.iusnatura.com.br/cidades-inteligentes-no-brasil-modelo-para-o-futuro-urbano-brasileiro-lei5284/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sávio Salim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 15:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Legislativas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.iusnatura.com.br/?p=22292</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/07/freepik__upload__62494-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="cidades inteligentes" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" /><p>Entenda o que a Lei 5.284/2025 aduz sobre as cidades inteligentes no Brasil e como a Ius pode ajudar a sua empresa a caminhar rumo a um futuro sustentável. </p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cidades-inteligentes-no-brasil-modelo-para-o-futuro-urbano-brasileiro-lei5284/">Cidades Inteligentes no Brasil: Lei 5.284/2025 um Modelo para o Futuro Urbano brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/07/freepik__upload__62494-1-150x150.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="cidades inteligentes" style="display: block; margin-bottom: 5px; clear:both;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei n.º 5.284, de 16 de junho de 2025, institui em Descalvado/SP uma política inovadora que define a Cidade Inteligente como centro de desenvolvimento sustentável e tecnológico, visando a melhoria de qualidade de vida dos descalvadenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">&nbsp;Ao instituir diretrizes claras sobre integração tecnológica, sustentabilidade, governança participativa e melhoria da qualidade de vida, a lei aponta quais são os caminhos importantes a serem traçados, não somente para o município em questão, mas para todas as cidades que buscam soluções inteligentes e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Para empresas, tal instituição proporciona a criação de novos mercados para tecnologias emergentes, alinhando práticas sustentáveis e políticas ESG e, por conseguinte, ganhando em imagem institucional e acesso a financiamento específicos, como a possibilidade “Programas de Fomentos à Inovação e à Transformação Digital”, nos termos do art. 6º, XXII da referida lei. Com isso, as empresas atuantes ganham competitividade regional, ingressadas em um ecossistema urbano mais moderno, eficiente e inteligente.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-43747bc210441a5363d77dd785287831" id="h-a-lei-n-º-5-284-2025-e-a-visao-de-descalvado-sp" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">A Lei n.º 5.284/2025 e a Visão de Descalvado – SP</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei n.º 5.284/2025 define uma <strong>cidade inteligente</strong><strong> </strong>como um espaço urbano orientado para o investimento em capital humano e social, o desenvolvimento econômico sustentável e o uso de tecnologias disponíveis para aprimorar e interconectar os serviços e a infraestrutura, de modo inclusivo, participativo, transparente e inovador, com foco na elevação da qualidade de vida e do bem-estar dos cidadãos. Essa definição enfatiza a abrangência da abordagem, que ultrapassa a esfera da mera incorporação de tecnologias no contexto urbano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Entre os princípios fundamentais que regem a Política Municipal de Cidades Inteligentes (PMCI) estão a dignidade da pessoa humana, participação social e exercício da cidadania, sustentabilidade ambiental, segurança de dados pessoais, inovação e transparência na prestação de serviços, implementação de tecnologias para melhoria dos serviços públicos e eficiência na gestão pública. A norma exige também que seja elaborado um <strong>Plano de Cidade Inteligente</strong> detalhado, expressando os objetivos e ações para o desenvolvimento da cidade, bem como apresentando a viabilidade socioeconômica e financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Adiciona-se, também, que a lei estabelece diretrizes para <strong><em>utilização de tecnologia para integração de políticas públicas e prestação de serviços</em></strong>, com o desenvolvimento de serviços baseados na economia do conhecimento e TIC (tecnologias das informações e comunicações), integrando os serviços e as informações entre órgãos, concomitantemente ao incentivo à digitalização de serviços e processos, mediante o compartilhamento de dados, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018).</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f8536dd64dc8265055ca18839805331b" id="h-conceitos-chave-para-melhor-compreensao-das-cidades-inteligentes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Conceitos-Chave para melhor compreensão das cidades inteligentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b9c381c927413b3666631f34700b31d6" id="h-cidade-inteligente" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Cidade Inteligente</h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Ambiente urbano com infraestrutura tecnológica avançada, focada em promover sustentabilidade, qualidade de vida e desenvolvimento econômico;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fbc7515919443e123492a8047c73733c" id="h-cocriacao" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Cocriação </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Metodologia colaborativa na qual cidadãos e autoridades trabalham juntos para criar soluções eficazes para problemas urbanos;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c74fa5bf9f841bb798a926f0fd2a0d08" id="h-dimensoes" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Dimensões </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Setores alvo de gestão, investimento e governança para o desenvolvimento de cidades inteligentes;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a25498d3962f6f975eaf174b6fc00e68" id="h-componentes" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">Componentes </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Elementos subjacentes a cada dimensão da cidade inteligente, por meio dos quais a aderência da cidade ao conceito de cidade inteligente deve ser avaliada;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-87d27b9a721c886a94522158b4d7992b" id="h-ict-instituicao-cientifica-tecnologica-e-de-inovacao" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">ICT (Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação) </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Instituições de pesquisa e inovação, realizadoras de pesquisas de caráter científico e/ou tecnológico, contribuindo para desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos. São fundamentais para a capacitação técnica, geração de conhecimento e implantação das soluções tecnológicas necessárias; TIC: Tecnologias das informações e Comunicações;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-db1c2ef44b7df3cb2afca1ba2879fecc" id="h-ods-onu" style="margin-top:26px;margin-bottom:26px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500">ODS ONU </h3>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, seguindo àquilo estabelecido pela Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU).</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-68ebf4c060ea751083cc2d5e16f43a7a" id="h-principais-objetivos" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Principais objetivos</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">O objetivo primordial da norma é o aprimoramento da qualidade de vida dos munícipes. Aliado a tal finalidade, temos a busca pela <strong>elevação do exercício da cidadania</strong>, a <strong>dignidade</strong> e o <strong>bem-estar</strong><strong> da população</strong>, atuando na <strong>redução das desigualdades econômicas e sociais</strong>, e promovendo a inclusão social.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Outro propósito da PMCI é <strong>elevar a </strong><strong>competitividade</strong> do município, buscando estimular a <strong>criatividade, a inovação e o empreendedorismo</strong>, fomentando a colaboração e reduzindo barreiras para o <strong>desenvolvimento industrial, comercial e de serviços</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A política também se dedica à <strong>capacitação da população e dos gestores públicos</strong> para o aprimoramento da governança urbana e o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), disseminando a <strong>inovação na administração pública</strong> e ampliando a <strong>eficiência e transparência</strong> na prestação de serviços aos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Em atenção aos objetivos delineados, a lei tem como meta a <strong>redução da poluição ambiental</strong>, o <strong>consumo de recursos naturais</strong> e a emissão de gases atmosféricos no ambiente urbana, <strong>contribuindo para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> estabelecidos Organizações das Nações Unidas (ONU).</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-54ecd4441efa7a5a2b6f9bc07d296a4f" id="h-aplicacao-pratica-passos-para-construcao-de-cidades-inteligentes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Aplicação Prática: Passos para construção de Cidades Inteligentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Implementar a Política Municipal de Cidade Inteligente em Descalvado envolve passos claros e estratégicos:</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">• <strong>Plano Participativo</strong>: Exige-se a elaboração de um plano detalhado com participação direta da comunidade e especialistas, considerando cada dimensão e componente definidos pela lei. O Plano deve conter os princípios, diretrizes, objetivos e uma visão clara da cidade inteligente, com indicadores de desempenho e metas de curto, médio e longo prazos</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">• <strong>Tecnologia Integrada</strong>: Investir em TIC avançadas que digitalizem e integrem serviços como saúde, segurança, mobilidade e educação. A utilização de padrões de interoperabilidade para a integração de bancos de dados do Poder Público é incentivada.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">• <strong>Governança Transparente</strong>: Estruturar uma governança eficaz, baseada em monitoramento constante de indicadores, assegurando transparência e participação social contínua. Os indicadores devem avaliar economicidade, eficiência, eficácia, efetividade, equidade, sustentabilidade ambiental e financeira, impacto socioeconômico e financeiro, externalidades, e a contribuição para os ODS.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">• <strong>Parcerias Estratégicas</strong>: Firmar parcerias com ICT’s para capacitação contínua e inovação tecnológica em setores críticos, além de atividades de extensão para formação de professores e qualificação da força de trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">• <strong>Monitoramento Permanente</strong>: Utilizar indicadores de desempenho objetivamente aferíveis para acompanhar e ajustar as ações constantemente, garantindo a avaliação periódica e a publicidade dos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Um exemplo prático de aplicação é a criação de uma <strong>plataforma tecnológica municipal integrada</strong> que possa conectar diversos serviços públicos, permitindo ações rápidas em crises, melhorando a eficiência e a qualidade de vida dos cidadãos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-617198f6178623a869cb207f0cce9ddd" id="h-transformando-desafios-urbanos-em-oportunidades-inteligentes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Transformando Desafios Urbanos em Oportunidades Inteligentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Política de Cidades Inteligentes, como a instituída pela Lei nº 5.284/2025 em Descalvado &#8211; SP, reflete uma <strong>tendência global irreversível e indispensável</strong>. As Cidades que adotarem estratégias e políticas similares estarão mais qualificadas para enfrentarem os complexos desafios e obstáculos urbanos do futuro, como o aumento populacional, a gestão de recursos cada vez mais escassos e proporcionando formas de adaptação às já presentes mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Nessa senda, é possível concluir que o conceito de cidade inteligente promete ultrapassar fronteiras municipais, promovendo redes intermunicipais e metropolitanas, com padrões comuns de sustentabilidade e eficiência tecnológica, de forma a contribuir para uma elevação contínua de qualidade e prosperidade regional e, com sua consolidação, nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">As Cidades inteligentes do futuro deverão ser profundamente colaborativas, com ampla participação cidadã nas decisões, e continuamente adaptáveis a novas tecnologias e demandas sociais. A aplicação prática de políticas como a de Descalvado oferece um modelo robusto e replicável, colocando os municípios em posição estratégica no cenário global.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Lei nº 5.284/2025 é, portanto, um <strong>marco transformador</strong> que serve de inspiração e um convite a profissionais, gestores e consultores para o <strong>engajamento no desenvolvimento e aprimoramento contínuo dessas políticas</strong>, visando cidades verdadeiramente inteligentes e sustentáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-86e80a3a7f85d896f677e254306bc08e" id="h-como-a-ius-se-comunica-com-a-tecnologia-a-inovacao-e-a-sustentabilidade-para-as-cidades-inteligentes" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500">Como a Ius se comunica com a tecnologia, a inovação e a sustentabilidade para as cidades inteligentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">A Ius é uma empresa com base tecnológica que desenvolve soluções através de um software voltado para inteligência em requisitos legais, gestão e ESG. </p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5">Através do CAL e dos demais serviços da Ius a sua organização caminha rumo a um futuro sustentável e com boas práticas ESG.<br><br>Para conhecer mais do CAL e garantir a conformidade da sua organização, clique no banner abaixo e experimente o CAL gratuitamente por 15 dias. </p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"></p>



<figure class="wp-block-image size-full" style="margin-top:44px;margin-bottom:44px"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="330" src="https://spcdn.shortpixel.ai/spio/ret_img,q_cdnize,to_auto,s_webp:avif/blog.iusnatura.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-CAL.jpg" alt="" class="wp-image-20317"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:16px;line-height:1.5"><br><br></p>
<p>O post <a href="https://blog.iusnatura.com.br/cidades-inteligentes-no-brasil-modelo-para-o-futuro-urbano-brasileiro-lei5284/">Cidades Inteligentes no Brasil: Lei 5.284/2025 um Modelo para o Futuro Urbano brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.iusnatura.com.br">ESG em Dia</a>.</p>
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